História Peça-me o que quiser - Capítulo 204


Escrita por: e LiaSchreave

Postado
Categorias A Seleção, Austin & Ally
Personagens Ally Dawson, America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais, Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Americasinger, Aseleção, Maxonschreave, Pmoq
Visualizações 148
Palavras 1.445
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yuri (Lésbica)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí meus bendy's!

Capítulo 204 - Capítulo 57 - TT - Epílogo



Assim como conseguiu o divórcio a jato, minha irmã organiza um casamento a jato. 

Em agosto, toda a família se reúne em Vila Moreninha e celebra o casório de Cláudia e em seguida o batizado do Pequeno Ahren. Decidimos fazer tudo junto. Reunir todos os parentes de novo não seria nada fácil, e não queríamos que ninguém faltasse.

 Desta vez, unimos o México com a Espanha. Os amigos do meu pai riem e dizem que nossa família é como a ONU. August e sua mãe cantam músicas mexicanas, e meu pai e Bicho puxam umas bulerías, canções típicas da Andaluzia. Não preciso nem dizer que, quando a Pachuca entra com a rumba, uma orquestra caótica toma conta do ambiente.

Nós, espanhóis, gostamos mesmo de uma boa diversão! Todos nos esbaldamos e Cláudia está radiante. Ela merece. De novo é uma mulher casada, apaixonada por um homem que a ama também, e com perspectivas de viver na Espanha. Especificamente em Madri. 

Riker está organizando toda a mudança. Ela e seu bebê estão em primeiro lugar para ele. Nunca teve dúvidas disso. Meu pai não cabe em si de tanta alegria. Está orgulhoso de suas filhas e genros. Segundo ele, Maxon e Riker são homens de verdade, homens com H maiúsculo, responsáveis e ajuizados. 

Ora essa! 

É só ver sua cara para saber o quanto está feliz. Sentimos falta da mamãe, mas sabemos que lá do céu ela curte nossa felicidade e está tão contente como todos nós. Ally e Tristan, junto com Sam, vieram da Suíça. 

Estão bem e felizes e eu rio quando Ally me conta que na Suíça eles encontraram pessoas para participarem dos seus jogos eróticos. Sammy veio sozinho.

 Mas sozinho mesmo ele só ficou uns cinco minutos. Minhas amigas e as da minha irmã passam o tempo todo babando por esse gato alemão. Ficam caidinhas, e ele joga charme para todas elas.

 Sammy é incrível! 

Amberly veio com seu novo casinho, um homem mais novo que ela. Dá para ver que ela quer continuar curtindo a vida e o amor e que nada, nem os olhares de reprovação que seu filho às vezes lhe dirige, vai fazê-la parar. 

Como ela costuma dizer: viva e deixe viver! Maxon demorou a entender, mas acho que a ficha caiu. 

Só se vive uma vez!

 Celeste aproveita a noite com seu namorado Arthur. Dança até se acabar e algumas vezes gritamos juntas “Azúcar!”. Enquanto Susto e Calamar correm de um lado ao outro de Vila Moreninha, Simona e Norbert estão admirados com tudo que veem.

 México e Espanha não têm nada a ver com Alemanha, e nesse casamento/batizado isso fica bem evidente. August e Natalie continuam sua lua de mel particular. 

Eles nem falam em casamento, mas tenho certeza de que não vai demorar a acontecer. A mãe dele, ao ver o casamento a jato de Riker e minha irmã, já sonha com o casório do filho. 

Sei que ela vai conseguir e que nós, seus amigos, presenciaremos esse momento. Tiago e Clara continuam se dando superbem e aprontando muito juntos. 

Apesar de terem colocado uma bombinha no bolo de casamento, conseguiram se safar e não foram castigados, porque explodiu na cozinha e não no salão. 

Não quero nem imaginar a confusão que seria se isso tivesse acontecido na frente da Cláudia e do marido dela. Só de pensar nessa possibilidade já caio na gargalhada. 

Meu filho, meu bebê lindo, meu Pequeno Ahren, vai de colo em colo durante toda a festa. Todos querem pegar meu pequerrucho e ele aceita numa boa. 

Não chora, e parece até gostar, e eu mais ainda. Assim consigo aproveitar o casamento da minha irmã junto com meu amor. 

O homem mais maravilhoso do mundo, que me ama loucamente.

 Bem, claro que a gente continua discutindo de vez em quando. Sou como a noite e ele o dia, e muitas vezes quando um diz branco o outro diz preto.

 Mas, como diz Malú na nossa música, nos damos amor e nos damos vida. 

Sem Maxon minha vida não teria sentido e sei que ele sente a mesma coisa. No fim de agosto, após passar vários dias em Jerez, eu e Maxon, junto com Simona e Norbert, as crianças e os cachorros, voltamos para casa. 

Um pouco de tranquilidade antes da volta às aulas e ao trabalho cairá muito bem. Para minha surpresa e sem que eu diga nada, Maxon me pergunta se voltei a pensar na ideia de trabalhar na Schreave.

 Sinceramente, eu pensei, sim, mas agora, com meu bebê, não quero. Sei que voltarei ao trabalho daqui a um tempo, quando ele for para a creche, mas por enquanto decido ficar em casa e aproveitar antes que ele cresça, saia com garotas, veja revista de mulher pelada e fume baseado, como diz minha irmã. 

Ao saber da minha decisão, Maxon sorri com ar de aprovação. Isso o deixa feliz. Numa manhã de setembro, saímos com nossos dois filhotes para dar um passeio por Munique. 

Faz um dia bonito e queremos aproveitar. Somos uma família e planejamos algo para surpreender Tiago, nosso filho.

 Desde que o Pequeno Ahren nasceu, Tiago sempre tem nos chamado de mamãe e papai. Sua felicidade nos deixa alegres, e mais de uma vez tivemos que disfarçar para que não nos visse emocionados feito dois bobos. 

Estacionamos o carro, caminhamos um pouco e, sorridentes, chegamos à ponte de Kabelsteg, onde está nosso cadeado. O cadeado do amor. Maxon e eu vamos de mãos dadas, enquanto Tiago empurra o carrinho com seu irmão.

— Uaaaaaaau, quantos cadeados! — diz, surpreso. 

Maxon e eu sorrimos e, após localizar o nosso, paramos. 

— Olha, Tiago! — digo. — Olha só os nomes que estão escritos nesse aí de cima. 

O menino dirige o olhar para onde apontei e, surpreso, pergunta: 

— São vocês? 

— Sim, mocinho, somos nós — respondo, agachando-me para ficar da sua altura. 

— Essa é uma das pontes do amor de Munique, e Maxon e eu queríamos fazer parte disso. 

Tiago balança a cabeça e Maxon pergunta:

 — O que achou da ideia? 

Ele dá de ombros e responde: 

— Legal. Se é uma ponte de namorados, acho legal que os nomes de vocês estejam aí. — E, olhando para os outros cadeados, continua: 

— E por que nesses cadeados há outros menores?

 Abaixando-se também, Maxon explica:

— Esses menores são o fruto do amor dos cadeados grandes. 

Quando os casais têm filhos, eles os incluem nesse amor. Tiago olha para nós dois e pergunta:

 — Viemos colocar o cadeado de Ahren? 

Nego com a cabeça. Em seguida meu amor tira do bolso dois cadeados pequenos, mostra ao garoto e diz: 

— Viemos colocar dois cadeados. Num deles está escrito Tiago, e no outro Ahrem.

Ele pisca e diz, emocionado:

 — Com meu nome também?

 Sorrio e, abraçando-o, respondo: 

— Você é nosso filho assim como Maxon, querido. Se não colocarmos quatro cadeados, nossa família não estará completa, concorda? 

Tiago faz que sim com a cabeça e diz: 

— Maneeeeeeeiro! 

Maxon e eu sorrimos e, entregando-lhe os cadeados, explicamos como ele deve prendê-los no nosso. Depois, todos nós beijamos as duas chaves e as jogamos no rio.

Meu lindo me olha e eu pisco para ele. Sempre fomos uma família, mas agora esse sentimento é ainda mais forte. 

Quinze minutos mais tarde, enquanto Tiago corre na nossa frente e eu empurro o carrinho do bebê, pergunto: 

— Está feliz, querido? 

Maxon, meu amor, meu Iceman, meu louro, meu homem, minha vida, me aperta contra si, dá um beijo no alto da minha cabeça e responde: 

— Você não imagina o quanto. Contigo e com as crianças ao meu lado eu tenho tudo o que preciso na vida. 

Sei disso: ele demonstra esse sentimento todo dia. Mas estou com vontade de deixá-lo curioso e falo baixinho:

 — Tudo... tudo, não. 

Maxon fica me olhando. Eu paro. Aciono o freio do carrinho, abraço meu amor pelo pescoço, e ele insiste:

— Tenho tudo o que quero, pequena. Do que você está falando? 

Brincalhona, digo: 

— Tem uma coisa que você sempre quis e que eu ainda não te dei.

 Surpreso, contrai as sobrancelhas e pergunta:

 — O quê? 

Tento controlar o riso e lhe dou um beijo. Maxon é uma delícia.

 Eu o adoro. A poucos centímetros da sua boca, sussurro: 

— Uma moreninha. 

Me olha estarrecido. Prende a respiração. Fica pálido. Morro de rir. 

Ele entende minha brincadeira e, achando graça, pergunta: 

— Quer me deixar louco outra vez com seus hormônios? Dou um tapinha no seu traseiro e, beijando-o, murmuro:

 — Calma, Iceman, por enquanto você está a salvo, mas quem sabe? Talvez algum dia...


THE END


Notas Finais


Até o próximo capítulo.
Ou melhor, até a nossa despedida. ♥
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