História Peça-me o que quiser - Capítulo 204


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Categorias A Seleção, Austin & Ally
Personagens Ally Dawson, America Singer, Aspen Leger, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Personagens Originais, Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Americasinger, Aseleção, Maxonschreave, Pmoq
Visualizações 594
Palavras 3.712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Yuri (Lésbica)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí meus bendy's!

Capítulo 204 - Capítulo 1 - QT


Que calor… Minha nossa!

Maxon Schreave, meu amor, meu marido, meu desejo, meu tudo, me olha de um jeito brincalhão. Rodeados de gente, tomamos um drinque no balcão da boate lotada. Estamos felizes. A última passagem de Maxon pelo oftalmo, depois que voltamos das festas de fim de ano com minha família, em Jerez, foi excelente. Ele tem uma doença degenerativa nos olhos, que vai se agravar com o passar dos anos; mas, por enquanto, está sob controle.

— A você e a seus lindos olhos, meu amor — digo, levantando a taça.

Ele sorri e encosta a taça dele na minha. Então murmura com a voz rouca:

— A você e a seus gemidos maravilhosos.

Eu sorrio… ele sorri.

Amo meu marido!

Faz cinco anos que estamos juntos, e a paixão que sentimos é intensa, ainda que, nos últimos meses, meu ranzinza favorito ande ocupada demais com a Schreave, sua empresa.

Neste momento, Maxon me quer. Eu sei. Eu o conheço. Vejo o tesão em seus olhos quando ele encara minhas pernas. Esse tesão me deixa louca.

Sei o que ele quer, o que anseia, o que deseja; e, sem dúvida, não vou negar. Não quero esperar mais. De forma provocante, sentada na banqueta, subo a saia do vestido preto e abro as pernas para ele. Para o meu amor. Maxon sorri. Adoro seu sorriso sacana! Antes que ele pergunte, sussurro:

— Estou sem.

Ao saber que estou sem calcinha, seu sorriso se alarga. Safado! Ele se aproxima, roça os lábios nos meus e murmura, acendendo meu fogo:

— Adoro quando você não usa.

Suas mãos percorrem minhas coxas em um gesto possessivo e firme. Estremeço. Minha respiração acelera, meu corpo acende e, quando sinto as mãos que adoro se deslocarem pela parte interna das minhas pernas, fecho os olhos e solto um gemido. Maxon sorri… Sorrio também e estremeço na banqueta quando seu dedo separa os lábios da minha vagina e entra em mim.

Adoro quando ele faz isso!

Fecho os olhos, extasiada pelo momento e pelo jogo. Esse jogo excitante, quente e apaixonado que, agora que somos mães, nos permitimos menos do que gostaríamos.

Mas, quando temos oportunidade, curtimos loucamente.

— Pequena… — Pequena… Hm! Adoro quando ele me chama assim. — Pequena, olha pra mim — insiste Maxon, com sua voz sensual, tirando o dedo de dentro de mim.

Sua voz… Adoro sua voz rouca e fascinante, com um leve sotaque americano. Sem vacilar, faço o que me pede e olho para ele.

Estamos no Sensations, uma casa de swing que frequentamos sempre que podemos. É onde nossas fantasias levantam voo, onde alimentamos nossos desejos mais luxuriosos.

Marcamos de nos encontrar aqui com Brenda e Sammy, nossos grandes amigos, com quem compartilhamos a vida e a sexualidade, embora nunca tenha acontecido nada entre mim e Brenda e nunca vá acontecer.

Maxon olha o relógio. Faço o mesmo. São dez e vinte.

Vinte minutos de atraso. Sem pensar duas vezes, ele pega o celular com a mão livre, pois a outra continua entre minhas pernas, e faz uma ligação rápida. Assim que desliga, guarda o telefone no bolso da calça escura.

— Eles não vêm.

Não pergunto por quê, já que mais tarde vou ficar sabendo.

Meu único desejo é curtir o prazer que a mão de Maxon entre minhas pernas provoca. Esse prazer aumenta quando a vejo olhar para um grupo de pessoas. Sei o que está pensando. Sorrio. No Sensations há muitos conhecidos com quem compartilhamos sexo, mas também há desconhecidos, o que torna tudo mais interessante.

Fixo o olhar em uma homem alta, de cabelos curtos e sorriso bonito. Sem hesitar, faço minha escolha.

— O homem de camisa branca, que está com Zedd.

Maxon o observa durante alguns segundos. Sei que o está analisando. Por fim, com uma expressao cheia de malícia, pega sua taça e me pergunta:

— Eu e ele?

Faço que sim e continuo sentada na banqueta.

— Ames... me parece que ele partilha do mesma condição que eu.

Sei a que se refiro. Maxon acaba de me confirmar o que eu suspeitava. A homem parece ser intersexual. Começo a sentir calor. Segundos depois, a homem, que é muito gostoso, atende ao aceno de Maxon e vem até nós. Quem frequenta o Sensations entende esse tipo de sinal. Durante alguns minutos, ficamos as três conversando.

O nome dele é Dênnis; é amigo de Zedd e tem um leve sotaque. Embora a gente nunca tenha se visto antes, ele nos diz que já esteve aqui algumas vezes. Depois que Maxon e eu decidimos que sua companhia nos agrada e que ele pode entrar no nosso jogo, meu amor coloca a mão na minha coxa e Dênnis, sem pensar duas vezes, toca meu joelho. Massageia.

Maxon observa o que ele faz, e diz em um tom íntimo:

— A boca é só minha.

Dênnis concorda, e sei que chegou o momento pelo qual nós três estávamos esperando.Desço da banqueta. Maxon segura minha mão com força e me beija.

Caminhamos em direção aos reservados, e os gemidos sensuais e excitantes das pessoas que já estão lá dentro chegam aos meus ouvidos. Gemidos de prazer, de gozo, de deleite, de regozijo, de êxtase, de felicidade, de luxúria, de diversão.

Quem frequenta o Sensations sabe o que quer.

Todos procuram fantasia, prazer, entrega. Todos.

No caminho, sinto a mão de Dênnis na minha bunda. Ele a acaricia e eu deixo. Quando chegamos a um reservado com um cartaz na porta, nos entreolhamos e assentimos. Não precisamos de palavras.

É a sala dos espelhos. Um ambiente maior que os outros, com várias camas redondas e lençóis prateados. Ali dentro, não importa para onde a pessoa olhe, sempre se vê refletida em mil posições diferentes. Não sou nova nisso, mas, cada vez que entro em um lugar assim, fico arrepiada, molhada, e sei que vou curtir loucamente.

Dentro do quarto, comprovo que a luz é mais suave do que no resto da boate. Vemos outras pessoas transando. Sexo excitante, quente, pecaminoso. Um tipo de sexo que muita gente não entende, mas que eu encaro com naturalidade, porque é o que gosto de fazer e o que espero continuar fazendo com minha marido durante muito tempo.

Mal fechamos a porta e vemos dois homens e uma homem se divertindo no fundo do quarto.

Ouvir seus gemidos e seus corpos se chocarem e se libertarem me excita. Maxon me agarra pela cintura de um jeito possessivo e murmura no meu ouvido:

— Fico louco só de pensar em comer você assim.

Ah… As coisas que ele me fala…

Faz anos que estamos juntos, mas continuo sob o efeito Schreave.

Ele me deixa louca.

Excitada pelo momento, sorrio. Sem soltar minha mão, Maxon caminha até uma das camas redondas, onde há preservativos. Ele se senta e me olha. Fico em pé na frente dele, enquanto Dênnis, que está atrás de mim, se aproxima e me agarra pela cintura, colando o corpo ao meu. Sua ereção sob a roupa revela o quanto ele me deseja, e eu fico feliz de confirmar sua intersexualidade. Suas mãos se perdem dentro do meu vestido. Ele me toca. Seios, sexo, bunda. Maxon fica só observando. Seu olhar discreto de prazer diante da cena me deixa louca.

— Gostei que você está sem calcinha — diz Dênnis ao meu ouvido.

Mal consigo desviar os olhos de Maxon, que nos observa. Ele está gostando do que vê, tanto quanto estou gostando das sensações que o jogo me provoca.

Nossa releção nos permite tudo isso.

Não existe ciúme por essa homem me tocar, ou por outra homem tocar Maxon nessas experiências sexuais, porque sempre fazemos tudo juntos. Claro, fora do jogo, no dia a dia, o ciúme provocado por qualquer um que simplesmente olhe ou sorria para uma de nós provoca umas brigas enormes. Somos estranhas, eu sei. Mas somos assim.

Depois de percorrer meu corpo com lascívia, Dênnis tira as mãos de debaixo da minha roupa e solta um gancho fininho na lateral da minha cintura, abrindo meu vestido. Segundos depois, o tecido cai aos meus pés.

Fico completamente nua.

Sem calcinha e sem sutiã. Sei muito bem aonde vou e o que quero.

Os olhos de Maxon se estreitam de desejo. Sorrio. Olho para ele e ouço sua respiração acelerar quando vê o que exibo sem nenhum pudor. Sem perder um segundo, ele se levanta da cama e começa a tirar a roupa. Perfeita!

Primeiro tira a camisa.

Meu Deus… como amo meu marido.

Com um sorrisinho que me esquenta até a alma, ele tira os sapatos e desabotoa a calça. Depois de tirá-la, a cueca vai ao chão também.

Diante de mim está meu amor. Estremeço só de ver sua ereção. Se estivesse no Facebook, daria “Curtir” muitas e muitas vezes. Sinto Dênnis se mover atrás de mim e sei que está tirando a roupa.

Ótimo, porque quero que me comam.

Quando estamos as três nus, Dênnis e Maxon se colocam na minha frente, orgulhosas de seu corpo. A expressão no rosto deles diz tudo. Dou um passo à frente, me ajoelho diante deles, pego os pênis duros e os passo delicadamente pelo rosto.

Vejo como estremecem com meu gesto. Logo eles serão minhas, e só minhas.

Logo depois sinto a mão de Maxon na minha cabeça; então a de Dênnis. Eles massageiam meu couro cabeludo, me encorajando a brincar com o que tenho nas mãos.

Coloco um pênis por vez na boca úmida e quente e derreto de prazer. Percebo que eles tremem, se arrepiam, vibram com o que minha boca e minha língua fazem. Adoro isso. Faz com que me sinta poderosa. Sei que neste instante sou eu quem tem todo o poder. Ficamos assim vários minutos, até que solto os membros mais do que duros. Maxon me ajuda a levantar, e nos encaramos.

— Me dá sua boca… — sussurra ele, excitado. — Agora.

É o que eu mais quero.

Minha boca é dele. Só dele.

Sua boca é minha. Só minha.

No sexo, nos unimos e nos tornamos uma só pessoa. Totalmente entregue aos meus desejos, Maxon passa a língua por meu lábio superior, depois pelo inferior, e me dá uma mordidinha que me faz sorrir.

Enquanto isso, as mãos de Dênnis passeiam por todo o meu corpo, mergulhando em cada recanto.

— Está gostando? — murmura Maxon.

Faço que sim. Como não ia gostar?

Logo as mãos do meu lindo marido e os desse desconhecido unem esforços. Juntos, eles me tocam devagar até me deixar louca.

— Dênnis, senta na cama e oferece minha esposa pra mim. — Ouço Maxon dizer.

Dênnis faz conforme ordenado.

Ele me põe sentada em seu colo, de frente para Maxon. Dobra minhas pernas, passa as mãos pelas minhas coxas e me abre para ele.

— Depois também vou oferecer você a ele. Tudo bem? — pergunta Maxon, sem desviar os olhos do meu sexo.

Balanço a cabeça. Sim, sim, sim!

Enlouqueço de tesão. Com Maxon ao meu lado, vou adorar ser oferecida para quem ele quiser. Um arrepio percorre meu corpo quando sinto Maxon se aproximar, flexionar as pernas para ficar na minha altura e, com um movimento forte, me penetrar.

Grito de prazer. Gostamos de sexo um pouco mais forte e, para facilitar, Dênnis me ergue com firmeza enquanto Maxon se aperta contra mim em busca desse prazer extremo que nos alucina e nos faz ser quem somos.

Meus mamilos estão duros, meus seios balançam a cada investida. Gostando do que vê, Dênnis diz coisas no meu ouvido que me deixam ainda mais excitada, coisas que eu desejo que ele faça. Sem descanso, Maxon continua com as investidas.

Sete… oito… doze…

Nosso olhar se funde e eu a incito a meter, a me foder como sei que nós duas gostamos. E é o que ele faz. Maxon gosta disso, aproveita tanto quanto eu. Sinto que vou explodir de prazer enquanto observo seu autocontrole.

Mesmo tomada pela excitação, Maxon sempre mantém o autocontrole. Não é como eu, que perco a cabeça quando a luxúria me possui. Sorte minha. E sei que ele gosta que nesses instantes eu seja louca, desinibida, exagerada e insensata. Porém, no tempo em que estamos juntos — apesar da minha personalidade espanhola, completamente oposta à do meu alemão —, aprendi a me controlar, de certa maneira, dentro do meu descontrole. Sei que é difícil entender o que estou dizendo, mas é verdade. A meu modo, eu já controlo.

O tempo passa e meus gemidos ficam cada vez mais altos. Maxon, desvairada, me agarra pela cintura e me arranca das mãos de Dênnis, me suspendendo no ar. Não desvia o olhar do meu e faz de mim o que quer, metendo sem parar.

Ninguém sabe me possuir como Maxon.

Do jeito que posso, me agarro a seu pescoço, esse pescoço americano duro e forte, que me deixa maluca.

Um… dois… sete… Tremo.

Oito… doze… quinze… Gemo.

Vinte… vinte e seis… trinta… Grito de prazer.

O calor que as investidas produzem me queima por dentro.

Ao me ouvir e ver minha expressão, Maxon enlouquece de prazer. Eu sei. Ele está adorando. Eu o deixo a mil. Basta notar seu olhar para saber que ele está gostando do que vê, do que sente, do que dá e do que recebe. Quando, segundos depois, meu sexo encharcado contrai de tesão, meu corpo convulsiona e solto um grito de gozo incrível, Maxon sabe que cheguei ao clímax.

Cheia de orgulho, ele para e me observa. Gosta de ver meu prazer. Quando consigo retornar ao meu corpo, depois de subir ao sétimo céu, olho para ele com um sorriso que me preenche a alma.

— Tudo bem, pequena? — pergunta Maxon.

Confirmo com a cabeça. Não consigo falar. Maxon continua:

— Adoro ver você gozar, mas agora vamos gozar as três, tudo bem?

Confirmo de novo, sorrindo. Maxon murmura em meio a um beijo:

— Você é o que existe de mais lindo na minha vida

Suas palavras…

Seu charme…

Sua maneira de me amar, de me olhar, de me seduzir me aquece de novo até a alma.

Ele sabe e sorri, mordendo o lábio inferior.

E, quando ele move os quadris, volta a se aprofundar em mim. Grito de novo. A Mila safada voltou. Cravando as unhas em suas costas, os olhos fixos nos dele, sussurro ofegante:

— Peça-me o que quiser.

Essa frase…

Essas palavras enlouquecem a nós duas. Desejo que ele me enlouqueça ainda mais, e completo:

— Quero que as dois me comam.

Meu amor concorda, e percebo seu lábio tremer de luxúria. Minhas terminações nervosas se ativam novamente em décimos de segundo, e toda a potência viril de Maxon me faz entender que ele, e só ele, é o dono do meu corpo e da minha vontade.

Aproveitando, sem sair de dentro de mim, Maxon olha para Dênnis e diz:

— Em cima da cama tem lubrificante. Pode se juntar a nós.

Quando ouço isso, minha vagina se contrai, apertando o pênis de Maxon. Agora é ele quem prende a respiração. Dênnis coloca um dos preservativos que estão em cima do colchão, então pega o lubrificante. Meu amor continua dentro de mim, e eu me penduro em seu pescoço. Não nos mexemos, ou não conseguiríamos parar. Esperamos Dênnis.

Também querendo se divertir, ele dá dois tapas na minha bunda. Arde, mas Maxon sorri. Dênnis abre o lubrificante, passa na minha bunda e coloca um dedo em mim.

— Estou louco para comer esse cuzinho lindo — diz ele.

Maxon e eu nos entreolhamos. Logo ele separa minhas nádegas e me oferece a Dênnis, que enfia a cabeça do pênis ali.

— Cuidado… com cuidado — murmura Maxon.

O membro grosso de Dênnis se introduz em mim pouco a pouco. Respiro pela boca. Maxon, como oncontrolador que é, me observa para ter certeza de que está tudo bem. Não há dor. Meu ânus está dilatado e, segundos depois, as dois já me penetraram por completo. Um pela frente e a outrp por trás. Ser possuída assim, de pé, é algo que fiz pouquíssimas vezes. Quando Maxon começa a se mexer, eu grito de prazer e me permito ser dominada.

Quero que mexam comigo…

Quero que me façam gritar de êxtase…

Quero gozar…

Maxon e Dênnis sabem muito bem o que estão fazendo.

Sabem qual é o limite do jogo e, acima de tudo, sabem que sou importante e que se eu sentir a mínima dor devem parar.

Mas a dor não existe. Só o gozo, o prazer, a vontade de jogar.

— Não goza ainda, Ames — pede Maxon, ao ver como estou trêmula.

— Espera a gente — pede Dênnis, em voz baixa.

Minha respiração está ofegante… Não é nada fácil o que eles pedem!

Meu corpo se rebela. Quer explodir!

Estou à beira do orgasmo, mas tento achar meu autocontrole, quero esperar as duas. Vou conseguir. Sei que, chegado o momento certo, o êxtase vai ser mais arrebatador. Mais devastador. Mais inebriante. Durante vários minutos, nosso jogo inquietante continua.

Eu tremo… eles tremem.

Eu arquejo… eles arquejam.

Meu corpo se abre para receber essas dois deuses gregos cheias de luxúria. Me entrego e deixo que façam de mim o que quiserem.

Ah, que delícia!

Como gosto do que fazem e como gosto de me sentir preenchida assim.

Isso. É isso o que eu quero. É disso que eu gosto. É isso que eu desejo.

Sem descanso, s se movimentam em busca da satisfação, me dão prazer, gemem ofegantes, até que ambas, quase em uníssono, dão um grito de êxtase e metem fundo em mim. Sei que o momento chegou e, por fim, também me permito explodir.

Meu corpo relaxa, meu grito me liberta e sinto que nós três subimos ao paraíso da luxúria, vibrando em êxtase. Sem sombra de dúvida, conseguimos o que procurávamos: prazer ardente, lascívia, fantasia e sexo.

Muito, muito sexo.

Durante horas, nos deixamos levar, sem limitações, por tudo aquilo de que gostamos, que nos acende e que nos excita. Depois de uma noite repleta de volúpia e sensualidade no Sensations, eu e Maxon nos despedimos de Dênnis e fico sabendo que ele foi criado no Brasil.

Quando saímos da boate e caminhamos até o carro, pergunto por Sammy e Brenda. Maxon torce o nariz e me explica que invadiram de novo o site do escritório. Isso me surpreende. É a terceira vez em menos de um mês.

Nunca vou entender os hackers.

O que ganham fazendo isso?

Às três da madrugada, chegamos à nossa casa em Munique. Estamos exaustos, porém felizes. Assim que estacionamos na garagem, Susto e Calamar, nossos cães, vêm nos cumprimentar como se não nos vissem há meses. Como são exagerados!

— Esses cachorros nunca vão mudar — protesta Maxon.

Meu alemão os adora, mas, de vez em quando, todo esse alarde é muito para ele.

Algumas coisas nunca mudam. Embora eu saiba que Maxon não poderia viver sem eles, sempre reclama quando a enchem de baba e prefere ficar dentro do carro enquanto eu saio e acaricio os dois.

De repente, ouço música saindo do carro e, sem olhar, sorrio. Ele sabe que adoro “Blanco y Negro”, cantada por Malu.

Quando a ouço abrir a porta do carro, volto meu olhar para Maxon e digo em um sussurro divertido:

— Quer dançar, Iceman?

Ele sorri. O sorriso mais lindo!

Esses momentos bobos, essas dancinhas românticas de que tanto gosto, não acontecem com a frequência que eu gostaria, mas, quando olho meu amor, perco todas as inibições e sorrio como uma boba. Sem dúvida, quando quer, Maxon cumpre seu papel muito, muito bem.

Adoro vê-lo se aproximar de mim, o rosto sério.

Fico excitada. Ele desvia de Susto e Calamar, pega minha cintura em suas mãos grandes, me puxa para ele e começamos a dançar.

Envoltas pela música incrível, vamos nos movimentando p garagem e devorando uma a outra com os olhos, cantarolando o refrão em meio a sorrisos.

A música me lembra de que não vou deixá-la, nem ele vai me deixar. Discutimos, brigamos dia sim e outro também, mas não podemos viver uma sem a outra. Nos amamos de uma maneira louca e desesperada, como nunca amaremos ninguém.

Quando a música termina, Maxon me beija. Estremeço, excitada. Sua língua percorre o interior da minha boca de forma possessiva. Quando damos por finalizado o beijo apaixonado, Maxon murmura com os lábios colados aos meus:

— Te amo, pequena.

Balanço a cabeça. Sorrio e, extasiada pelas coisas incríveis que ele me faz sentir sempre que dá uma de romântica, murmuro:

— Eu te amo mais.

Depois de nos recompor, nos despedimos de Susto e Calamar. Maxon me dá a mão para entrar em casa, mas preciso tirar os sapatos antes.

— Me dá um segundo. Os saltos estão me matando.

Maxon sorri e, como sou uma pluma para ele, me pega nos braços e sobe a escada comigo no colo. Rimos. Lá em cima, ele para em frente ao quarto de Tiago e abre a porta. Vemos que está dormindo. Sorrimos orgulhosas do nosso adolescente de catorze anos.

Como as crianças crescem rápido!

Ontem mesmo ele era um menino baixinho de cara redonda e pôsteres do Yu-Gi-Oh! nas paredes. Agora é um jovem comprido, magro, com pôsteres da Emma Stone no armário, arredio com a gente. Coisas da idade. Depois, vamos para o quarto que Ahren e Allycia dividem. Abrimos a porta e Mary, a babá que nos ajuda com eles, se levanta da cama e diz:

— Estão todos dormindo como anjinhos.

Maxon e eu sorrimos.

Anjinhos… De anjinhos eles não têm nada, mas não os trocaríamos nem pelos melhores anjinhos do mundo.

Com amor, observamos o pequeno Ahren Schreave, que já tem quase três anos e é um diabinho que quebra tudo em que põe a mão assim como Maxon é um loirinho, e a pequena Allycia, que tem dois e é uma chorona assim como.eu seus cabelos ruivos são tão chamativos, mas nos sentimos os pais mais sortudos do mundo. Alguns minutos depois, Maxon e eu entramos em nosso quarto, nosso oásis particular. Ali nos despimos e vamos direito para o chuveiro, onde trocamos carinhos e nos beijamos com adoração. Depois vamos para a cama, deitamos e dormimos abraçados, esgotados e felizes.


Notas Finais


Até o próximo!


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