História Peça-me o que quiser (Adaptação Clexa) - Capítulo 26


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Categorias Alycia Debnam-Carey, Eliza Taylor-Cotter, The 100
Personagens Aden, Bellamy Blake, Clarke Griffin, Costia, Lexa, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Clarke, Clexa, Clexa G!p, Lexa, Lexa Gip, Romance, The 100
Visualizações 119
Palavras 1.815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Fantasia, Festa, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vamos ver oque aconteceu com Lexa, logo depois de Clarke deixar a casa dos seus amigos

Capítulo 26 - 26. Sechsundzwanzig


Fanfic / Fanfiction Peça-me o que quiser (Adaptação Clexa) - Capítulo 26 - 26. Sechsundzwanzig

P.O.V Lexa

Dez minutos depois, da janela do quarto, vejo Frida e Andrés se despedindo de Clarke.

Quando o táxi parte e desaparece de vista, deito-me na cama e sinto meu coração congelar uma vez mais.

Minha volta a Munique é estranha. Muito estranha.

Quando entro no jatinho particular e decolo de Jerez, sinto que estou deixando algo na Espanha, mas não quero aceitar que talvez seja meu coração.

Nos dias seguintes, vou com meu amigo Bjorn a todas as festas particulares a que sou convidada e faço sexo com várias mulheres que quero. Tento esquecer Clarke.

Algumas noites, enquanto tomo Vodca em meu escritório, em certos momentos me permito pensar em Clarke. Penso na jovem que virou minha vida do avesso e a quem decidi voltar a chamar de srta. Griffin.

Onde será que está?

O que está fazendo?

Recordar seus olhos azuis , seu sorriso, sua loucura me deixa louca, e sua imagem volta a mim enquanto estou lendo uma matéria que diz que o verdadeiro amor chega de duas maneiras. A primeira é quando você encontra sua alma gêmea e a segunda, quando encontra seu polo oposto.

Inevitavelmente, isso me faz sorrir com amargura.

De forma puramente masoquista, na intimidade, escuto nossa música mil vezes e sinto, como diz a letra, que a levo em minha mente com desespero. Mas no, nosso caso é impossível e irei esquecê-la.

Frida e Andrés voltam das férias com o pequeno Glen e combinamos de almoçar com Bjorn no restaurante de seu pai. Frida nos mostra fotografias das férias e, em algumas, aparece Clarke. Vê-la me machuca, mas não posso evitar olhar. Esse sorriso maroto, esses olhos azuis ... Meu Deus! Tenho que sair da mesa.

Estou afastada quando Bjorn se aproxima. Espera seu pai se afastar para atender a uns clientes e me pergunta:

— O que aconteceu?

— Nada...

— Alexandra, eu te conheço! Insiste. Assinto, praguejo e, por fim, murmuro:

— A srta.Griffin... Clarke ...

— A loirinha de Zahara?

— Exato. — Eu achava que era alguém especial acrescento , mas me enganei. Meu amigo me olha.

— Você sabe que não acredito que existam pessoas especiais. Responde.

Sorrimos e, sem conseguir me controlar, digo:

Se Andrés o ouvir, vai dizer que é porque ninguém ainda tocou seu coração.

— Meu coração está bem guardado. afirma ele.

Ficamos em silêncio uns instantes e, então, meu amigo diz:

— Quer falar dessa mulher?

Reflito. Não sei nem o que quero. Por fim, respondo:

— Não. Hoje não.

Quando nos sentamos de novo, as fotos das férias já desapareceram. Ninguém menciona Clarke e posso relaxar.

Mas, quando chego em casa e vejo a luminária com os lábios dela em meu criado-mudo, suspiro. Tiro a roupa e, inevitavelmente, me masturbo pensando nela.

Dez minutos depois, decido tomar banho. Enquanto a água escorre por meu corpo, penso se devo entrar em contato com o detetive que seguiu Clarke da outra vez, mas desisto. Quanto menos eu souber dela e quanto antes a tirar da cabeça, melhor.

Meu dia a dia é complicado, muito complicado. Qualquer coisa me faz lembrar dela.

Mas não. Isso não é possível, então tento esquece-la da única forma que sei:

Divertindo-me com outras mulheres. No entanto, para minha desgraça, já não gosto como antes, e, enquanto penetro o corpo delas em busca de prazer, tenho plena consciência de que não ha ninguém que se compare a ela. Por mais que eu tente e impossível.

Em primeiro de setembro vou para a Espanha, especificamente para Madri, mas decido não passar no escritório central para evitar a tentação.

Fico hospedado no hotel de sempre e dali vou aos vários escritórios.

Fisher me atende quando a chamo. Ela é uma excelente profissional e me ajuda nas reuniões. Agradeço a ela por isso.

Em nosso tempo livre, curtimos nossos jogos na cama. Sempre gostei disso. Não quero admitir, mas nem isso e igual como antes. Mas tudo muda quando, certa noite, abro o notebook e leio:

De: Clarke Griffin

Data: 3 de setembro de 2019, 23h16

Para: Alexandra Woods

Assunto: Está melhor?

Oi, Lexa,

Sinto ter ido embora daquele jeito. Fui impulsiva e lhe peço desculpas.

Espero que você esteja melhor. Eu ligaria para você, mas não quero incomodar.

Por favor, me ligue e me dê a oportunidade de pedir perdão olhando em seus

Olhos. Faria isso por mim? Sinto sua falta.

Mil beijos,

Clarke

Enquanto leio o e-mail, meu coração se acelera.

Suas palavras, acrescidas desse " Sinto sua falta", são o bálsamo de que preciso.

Contudo, ciente de que minha relação com ela nunca daria certo por nossa incompatibilidade de gênios, e por tudo que há comigo , fecho o computador e ligo para Amanda.

No dia seguinte, tenho uma reunião que dura o dia todo em Toledo. Na volta, abro o e-mail e leio:

De: Clarke Griffin

Data: 4 de setembro de 2019, 21h32

Para: Alexandra Woods

Assunto: Sou insistente

Certa vez, você me disse que o melhor de me pedir perdão era ver minha cara quandoa perdoava e a possibilidade de estar comigo. Não acha que eu posso querer o mesmo de você?

Meu coração acelera de novo. Sorrio e vou para o chuveiro.

Vinte minutos depois, leio o e-mail de novo e seguro o impulso de responder. Nessa noite não ligo para Amanda e, pensando na srta. Griffin, adormeço.

— - - - - - - - - -- -

No dia seguinte, pegamos o AVE, um trem maravilhoso que nos leva para Valencia em uma hora e meia. Temos várias reuniões e, a tarde, durante uma delas, recebo um novo e-mail:

De: Clarke Griffin

Data: 5 de setembro de 2019, 17h40

Para: Alexandra Woods

Assunto: Olá, bravinha

Evidente que você está brava comigo. Tudo bem... eu aceito. Mas quero que saiba que não estou brava com você. Faça uma boa viagem! E espero que a tratem bem nos escritórios, mesmo que tenha decidido ir com outra, e não comigo.

Beijo, Clarke

Leio o e-mail e fecho o notebook. Se não o fechar, nao vou prestar atenção na reunião. Por que essa mulher não sai da minha cabeça?

A noite, quando voltamos de Valencia, vou ao quarto de Fisher.

No dia seguinte, depois de várias reuniões em uma das salas do hotel de Madri, saio do chuveiro e meu computador apita. Sei que é um e-mail.

De: Clarke Griffin

Data: 6 de setembro de 2019, 20h14

Para: Alexandra Woods

Assunto: Adivinhe quem é

Hoje, quando falei com minha chefe ao telefone, ouvi sua voz ao fundo. Você não imagina como fiquei contente. Pelo menos sei que ainda está viva! Espero que esteja bem. Saudades.

Beijinhos, Clarke

Com um sentimento estranho, leio de novo o e-mail. Sinto que estou desfalecendo aos poucos.

Receber essas pequenas pílulas dela é gostoso, mas me deixa arrasada. Que tem saudades, mas, por que não vem me ver se sabe onde estou? Por que não me diz essas coisas olhando em meus olhos? Sinto meu coração se partir um pouco mais hoje.

Os e-mails de Clarke continuam chegando, um por dia.

E eu não respondo. Não consigo. Não posso, ela precisa continuar sem mim, so vou faze-la sofrer. Quero esquece-la e sei que ignora-lá é uma tentativa.

Mas, quando um dia recebo um que diz só "Babaca!", não posso evitar rir. Imagina-la com seus cabelos loiros e seus olhos azuis penetrantes me dizendo isso com ênfase me faz sorrir como uma idiota. Decido voltar imediatamente para a Alemanha, senão vou acabar cedendo.

Passam-se os dias e, em razão de compromissos profissionais, tenho que voltar a Espanha. Feliz ou infelizmente, tenho que passar meu aniversário, dia 21 de setembro, nesse pais.

Depois de uma manhã cheia de reuniões no hotel, quando ficamos a sós, Monica me dá os parabéns. Ela sabe que é meu aniversário e me conta que organizou um jantar com uns amigos em comum.

Não estou a fim de fazer nada, mas decido ir. Não posso dizer não, menos ainda quando se trata de um jantar no Moroccio.

As oito e meia, Monica e eu chegamos ao lugar com alguns amigos, dois homens e uma mulher. Todos sabemos que tipo de restaurante é esse e queremos nos divertir. Mesmo que minha mente esteja em outro lugar.

Durante o jantar, apertamos os botões na mesa em varias ocasiões e, ao ver os vidros mudarem de cor, primeiro assistimos a duas mulheres se possuindo e depois um magnifico ménage de dois homens e uma mulher.

Quando acabam e as cortinas se fecham, estamos comentando o que vimos quando um garçom entra com um bolo de morango e chocolate. Deixando-o sobre a mesa, ele diz, com discrição, enquanto me entrega um envelope:

— De sua mulher.

Boquiaberta, olho para ele. — Minha mulher?!

Curiosa para saber de quem é o bilhete, observo Monica e os outros mexendo no bolo e abro o envelope.

Cara senhora Woods,

Obrigada por me mostrar um lugar tão especial e pelo jantar a dois que compartilhamos em sua homenagem. Foi maravilhoso, e a sobremesa, como sempre, soberba. A propósito, feliz

aniversário.

A garota dos e-mails-fantasmas

Sem poder acreditar, leio de novo o bilhete. Levanto-me depressa, saio do reservado e procuro o garçom que me entregou o papel junto com o bolo.

— Onde está a mulher que lhe deu este bilhete? Ele indica um reservado situado a direita.

Ao que parece, minha mulher está jantando com um homem.

Com o coração saindo do peito, vou direto para lá. Mas, quando abro, só resta dela seu cheiro, o maravilhoso odor de seu perfume e de sua pele. Praguejo-a, transtornada.

Como ela pode ter a pouca vergonha de jantar aqui e dizer isso? Volto a meu reservado, onde meus amigos estão se divertindo.

Quando começa o jogo ardente, invento uma desculpa; não estou a fim de brincar. Depois de me despedir de um deles e pedir que avise os outros, saio do reservado e do Moroccio.

Já na rua, pego meu celular, procuro um nome na agenda e escrevo, irritada:

Obrigada pelos parabéns, senhorita Minha esposa.

Depois de enviar a mensagem, pego um táxi. No trajeto para meu hotel, penso na srta. Griffin e em seu descaramento.

Minha mulher?

Estou pensando nela quando sinto algo dentro de mim explodir em mil pedaços. Olhando para o taxista, peço que mude de rota.

Quando chegamos diante do edifício dela, pago a corrida e desço do taxi.

Durante alguns minutos, caminho pela rua de um lado para o outro, ciente de que, se eu entrar na casa dela de novo, vai ser muito difícil sair.

Meus sentimentos por Clarke são mais fortes que a minha razão. Não consigo, não consigo mais aguentar. Quando vejo um vizinho sair do edifício, corro para entrar. Preciso surpreende-la.

Sem pressa, mas sem pausa, chego a sua porta. E, depois de me convencer de que este e o lugar onde quero estar, bato a porta.



Notas Finais


Haja 💙


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