História Peça- me o que quiser (Camren e Justin Bieber) - Capítulo 158


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags !kink, Bdsm, Camren, Daddy, Femmslash, Lauren G!p, Sado
Visualizações 1.206
Palavras 2.208
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 158 - Capítulo 26 - Livro III


 

As lágrimas voltam a brotar sem parar e Justin sussurra:

— Fica calma, Camila.

— Não consigo... não consigo...

 Ele balança a cabeça. Tenta me consolar e murmuro desesperada:

— E os olhos dela? Você viu os olhos dela?

— Vi... — responde preocupado e, esforçando-se para mudar de assunto, diz:

— O problema da perna é uma fissura simples. Uma das enfermeiras acabou de confirmar isso.

Choro de impotência e digo soluçando:

— Não... não... não me deixou abraçá-la, nem olhar pra ela. Não disse nada.

Justin solta um palavrão, mas em seguida afirma:

— Lauren não é boba, e te ama.

E se na verdade não me amar? Justin parece ler meus pensamentos. Segura meu rosto com as duas mãos e diz:

— Te ama. Eu sei disso. É só ver como te olha pra saber que a tapada da minha amiga não pode viver sem você.

— É uma babaca.

Ambos sorrimos e Justin concorda:

— Um babaca que te ama loucamente. Tomara que um dia eu encontre uma mulher tão pirada, divertida e carinhosa como você, que faça eu me sentir do mesmo jeito que Lauren.

— Você vai encontrar, Justin. Vai encontrar e logo, logo vai reclamar dela como Lauren reclama de mim. — Voltamos a sorrir e eu murmuro: — Obrigada por resolver a história da Keana.

Meu amigo querida acena com a cabeça e eu pergunto:

— Onde está Norbert?

— Foi embora com a sobrinha. Tinha que falar com ela.

Coitado desse homem, que desgosto ela lhe deu! Por fim Justin me segura e diz:

— Vem, vamos comer alguma coisa. Você está precisando.

Rejeito a ideia. Não quero comer e, com o coração dilacerado, sussurro:

— Quero voltar pra casa.

— Como assim?!

— Quero voltar pra Estados Unidos. Eu disse a ela que deveria decidir o que fazer com nossa relação e que me ligasse pra me avisar. Mas não liga, está vendo?

— Mas... o que você está dizendo? — diz Justin, protestando. — Agora você é que ficou maluca? Como você vai embora?

Engulo a emoção engasgada na minha garganta e digo:

— Apostei todas as minhas fichas, Justin. Disse a ela pra pedir o que quiser ou me deixar. Agora só falta ver se realmente me quer ao lado dela. Mas não quero ficar em cima dela. Quero que pense bem e decida o que fazer.

Meu amigo tenta me convencer a não ir embora, mas me recuso. Estou cansada, muito cansada, e não me sinto bem. A frieza e a rejeição da minha esposa atingiram em cheio meu coração.

Ao fim, Justin se dá por vencido, pegamos o elevador, chegamos à recepção e, quando vamos sair do hospital, ouvimos uns gritos e eu me assusto. Assim que me viro, fico sem palavras quando vejo Lauren se debatendo contra duas enfermeiras e gritando:

— Camz... espera... Camz...

Meu coração dispara, enquanto Justin e eu assistimos à cena. A poucos metros de nós está Icegirl em sua versão irritada, vestida com a camisola ridícula do hospital, soltando palavrões a torto e a direito, enquanto tenta se desvencilhar das enfermeiras que não se deixam abalar.

Como se tivessem pregado meus pés no chão, não consigo me mexer.

Justin diz:

— Pelo que vejo, Lauren já decidiu o que ela quer.

Minha americana de repente vê que estou olhando para ela, levanta a mão e grita para eu ficar onde estou. Depois empurra as enfermeiras e, arrastando a perna engessada, chega até nós.

— Te liguei, querida — diz, mostrando meu celular. — Te liguei pra você voltar, mas você deixou o telefone no quarto.

Meu coração quase sai pela boca. De novo meu amor, minha americana, minha Icegirl, demonstra que me ama e, já pertinho, diz:

— Desculpa, querida... Desculpa.

Não me mexo... Não digo nada... Lauren está toda tensa. Está nervosa. Quer que eu me manifeste, que eu diga algo, e insiste:

— Sou uma babaca.

— Sim, minha cara, você é mesmo — afirma Justin.

Meu linda estende a mão a seu grande amigo e, instantes depois, eles se abraçam e eu ouço Lauren dizer:

— Sinto muito, Justin. Me perdoa.

Emocionada, assisto à cena junto com metade do hospital, até que Justin sussurra:

— Está perdoada, babaca.

Ambos sorriem. Depois se soltam e as enfermeiras voltam a puxar Lauren. Pedem que ela volte ao quarto. Em seu estado não pode ficar ali.

Tensão. Todo mundo na recepção nos observa. Isso é surreal! A presidente de uma multinacional, com uma camisola de hospital que mostra mais do que esconde, luta de novo com as enfermeiras e, quando consegue tirá-las de cima dela, me olha, me olha e me olha.

Sem se importar com todo mundo que está em volta, suplica:

— Te amo. Fala alguma coisa, querida.

Mas continuo em silêncio e ela insiste:

— Não vou te deixar, pequena. Você é minha vida, a mulher que amo, e preciso que me perdoe e que não me abandone por eu ter sido tão...

— ... babaca — concluo a frase.

Lauren concorda. Vejo que precisa receber um abraço meu. Mas, surpreendentemente, estou tão paralisada, que mal consigo piscar. Então, apertando uma tecla do meu celular, faz soar o toque da chamada. É a música Si nos dejan.

— Prometi cuidar de você pelo resto da vida e é isso que pretendo fazer — murmura.

Ponto para a Estados Unidos! Nos olhamos... Nos encaramos... E, com vontade de abraçá-la pelo que acaba de fazer e dizer, dou um passo à frente e digo:

— Número um, que fique claro que, pra eu te deixar e querer viver sem você, algo muito... muito... muito ruim tem que acontecer. Número dois, continuo querendo que você cuide de mim por toda a vida, mas nunca mais volte a duvidar de mim ou de Justin. E número três: por que você está mostrando a bunda pro hospital inteiro?

Sorri, eu sorrio também e todos ao nosso redor fazem o mesmo. Quando me atiro em seus braços e sinto que me abraça, fecho os olhos e fico radiante, enquanto as pessoas aplaudem e sorriem, e Justin vai para trás de sua amiga e cochicha:

— Cara, corre já pro quarto e para de mostrar a bunda.

Meus hormônios enlouquecidos me deixam à flor da pele e, quando minhas lágrimas molham o peito de Lauren, ela me aperta mais contra si e murmura:

— Não chora, querida... Por favor, não chora.

Mas estou tão emocionada... Tão feliz... E tão preocupada com ela... Que choro e rio descontroladamente.

Cinco minutos depois, acompanhada por Justin e pelas enfermeiras, voltamos ao quarto. Lauren arrancou o soro e agora precisam colocá-lo novamente. As enfermeiras a repreendem, e ela não para de me olhar e sorrir.

Sou a pessoa mais importante da sua vida! Ao ver que está tudo em ordem, Justin desce até a cafeteria para comprar alguma comida.

Insiste que preciso comer, e Lauren logo o apoia. Esses dois, hein?! Quando ficamos sozinhas no quarto, Lauren me pede que deite ao seu lado na cama. Obedeço. Ela me abraça, e preocupada, quero saber:

— Você está bem, querida?

— Já tive dias melhores, mas vou ficar bem.

Seus olhos me assustam. Não consigo deixar de olhar para eles.

— Fica tranquila, tudo vai se resolver — murmura.

— A cabeça está doendo?

Lauren faz que sim e fico ainda mais preocupada, até que ela diz:

— Mas tudo está sob controle.

Sorri com uma expressão carinhosa, passa a mão no meu queixo e acrescenta:

— Como você diz, te amo mais que tudo na vida.

 Me lanço em sua boca e ela emite um grunhido de dor.

— Ai, querida, desculpa, sinto muito.

Sorri e diz:

— Eu é que sinto, moreninha. Não poder te beijar é uma tortura.

Volta a me abraçar e, quando me separo dela, digo:

— Apesar do seu visual assustador por causa desses olhos de vampira furiosa, você continua sendo a mulher mais linda, sexy e babaca do mundo. — Lauren sorri e brinco: — E agora que metade do hospital já viu sua bunda e outras partes do seu corpo, sei que sou a mulher mais invejada que existe.

Seu sorriso é um alimento para minha alma. Logo sussurra:

— Meu Deus, pequena... me desculpa por desconfiar de você. Te amo tanto que, quando vi aquelas malditas imagens, fiquei meio bloqueada e perdi a razão.

— Está desculpada e espero que não volte a desconfiar.

— Com certeza não. Te prometo.

— Ah, aliás, foi Lucy quem me avisou. Você estava certa, ela me respeita.

Morrendo de vontade de lhe contar o que estou escondendo de todo mundo há vários dias, digo:

— Tenho uma coisa pra te contar, mas primeiro você precisa me soltar. Lauren faz uma cara contrariada e responde:

 — Conta logo. Agora quero continuar te abraçando. Dou uma risada e, aninhando-me em seus braços, murmuro:

— Tá bom, mas quando eu te contar você vai ficar triste de não ter sabido antes.

 — Sério?

— Seriíssimo.

Lauren é dominada pela curiosidade. Beija o alto da minha cabeça e pergunta:

— É uma coisa boa, né?

— Acho que sim. Se bem que, considerando essa situação toda que a gente acabou de viver, não sei como você vai encarar isso!

— Não me assuste.

— Não estou te assustando.

— Camz...

Dou de ombros e não me mexo. O calorzinho do seu corpo me faz superbem. E sua voz no meu ouvido mais ainda. Começa a fazer cafuné no meu couro cabeludo. Ai, meu Deus, que delícia! Dois minutos depois, me solta, não aguenta mais de curiosidade:

— Fala logo, quero saber.

Suspiro de um jeito sedutor, levanto da cama e ando até minha bolsa. A notícia que estou prestes a lhe dar vai enlouquecê-la. Abro a bolsa, pego um envelope volumoso e mostro para ela.

Lauren ergue uma sobrancelha. Rindo, peço para ela esperar, tiro o lenço que estava enrolado no meu pescoço, me viro para ela e digo:

— Olha como estou.

Ao ver meu pescoço avermelhado e quase em carne viva, pula da cama, alarmada.

— Caramba, querida, o que houve contigo?

— As brotoejas e o nervosismo me atacaram.

Boquiaberta, volta a olhar para mim e murmura:

— A culpa é minha.

— Em parte é — confirmo.

— Já sabe o que me acontece quando fico nervosa.

Sem que Lauren entenda nada, entrego a ela o envelope e, achando graça da situação, peço:

— Abre. Assim que ela abre, os quatro testes de gravidez caem sobre a cama. Fica apalermada, sem saber o que dizer.

Chego mais perto dela, pego a foto de Medusa que a ginecologista me deu e exclamo:

— Parabéns, senhora Jauregui, você vai ser “papai”.

Sua cara é indescritível e, achando graça da sua falta de reação, aviso:

— Prepare-se, porque eu, desde que soube que Medusa está dent...

— Medusa?!

— É assim que eu a chamo — respondo, apontando a imagem da foto.

Paralisada, entende do que estou falando e continuo:

— Mas, então, desde que soube que Medusa está dentro de mim, não durmo, não como e tenho um mau humor que você não imagina, porque estou assustada. Muito assustada! Vou ser mãe e não estou preparada.

Aturdida como poucas vezes a vi, Lauren faz menção de se levantar. Mas o que ela vai fazer? Rapidamente a detenho. Se ela volta a arrancar o soro, as enfermeiras nos matam. Nos olhamos. Eu sorrio, me aninho nela outra vez, e ela me abraça com tanta força que sou obrigada a dizer:

— Querida... querida... você está me sufocando.

Me solta, me beija e se encolhe de dor. Me abraça de novo. Volta a me olhar fixamente. Observa os testes e, emocionada, pergunta com voz embargada:

— Vamos ter um bebê?

— Pelo visto, sim.

— Uma moreninha?

— Ou um americanozinho?

Sorri. Está nervosa.

Ficamos assim abraçadas por um tempo e juntos analisamos a ultrassonografia e rimos, rimos, rimos, até que de repente ela pergunta:

— Pequena, você está bem?

Sua alegria é minha alegria. E, como quero ser sincera, respondo:

— A verdade é que não, querida. Estou um trapo. Já faz dias que não paro de vomitar, de chorar e de coçar o pescoço. Penso o tempo inteiro na Medusa. E, se além disso tudo você considerar que de repente minha esposa não me queria mais e me acusava de traí-la com seu melhor amigo, como quer que eu esteja? — Antes que ela diga qualquer coisa, explico: — Maaaaaaas... agora, neste instante, neste exato momento, e estando ao seu lado, estou bem, muito... muito bem.

Lauren volta a me abraçar. Está tão surpresa com a notícia que mal consegue falar. Num tom íntimo que sei que a deixa louca, murmuro:

— Fique você sabendo que, apesar da minha gravidez, você vai ser castigada por desconfiar de mim.

Sorri. Nesse momento a porta se abre e Justin aparece. Lauren se vira para ele e, eufórica de tanta alegria, pergunta:

— Quer ser o padrinho da minha Medusa?

 

BOTAS FINAIS. 

Gente, eu quase nunca sei qual o capítulo 24 ou 26, vocês tão vendo que eu to postando toda hora esse capítulo. 

 

Não é um dia legal pra mim. Eu nunca tive amigos pra sair e comemorar nesse dia, e também não me lembro de ter ganhado um presente nos últimos sla, 9 ou 10 anos.

Meus pais é inevitável, eles vão dar feliz aniversário pq acham que assim vai estar tudo bem.

Então, eu queria saber de vocês, se for pra eu ficar aqui, quero que vocêsc omentem algo legal que já aconteceu no aniversário de vocês. ou triste sei lá. Se você também nunca comemorou, comenta o que acha que seria perfeito.

 

Beijos da tia Sarah. amo vocês. 



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