História Le péché et l'amour - Capítulo 1


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Darius Zackly, Dina Yeager, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kalura Yeager, Kenny Ackerman, Kuchel Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Nanaba, Pastor Nick, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Ymir, Zeke Yeager
Tags Erenxlevi, Ereri, Levixeren, Rireri
Visualizações 244
Palavras 2.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Tudo bom?
Bom, eu estou vindo com uma fanfic que sempre tive a idéia de escrever mas nunca tive a coragem, haha ela pode se tornar um pouco polêmica mas espero agradar com o meu trabalho, não sou nenhuma profissional então peço paciência comigo por favor.

Levi e Eren é o meu casal preferido, eu amo esses dois mais que tudo, então estarei sempre com novidades sobre os dois.

→Peço perdão pelos erros de português e digitação.

Capítulo 1 - I


Fanfic / Fanfiction Le péché et l'amour - Capítulo 1 - I

 A religião é uma das primeiras decisões que os pais nos fazem tomar, as vezes nem dão a escolha e escolhem por si mesmos, isso não foi diferente com Eren Jaeger, quando criança ainda na escola, ele teve a pressão dos pais em escolher uma religião, sua mãe Carla Jaeger e seu pai Grisha Jaeger eram um casal religioso da igreja católica e possuíam o sonho de ter um filho devoto ao catolicismo, quando tiveram seu primeiro e único filho esse sonho só se aguçou, com 8 anos de idade eles levaram Eren Jaeger pela primeira vez a ‘Igreja Maria das Graças’ nome denominado a mãe de Jesus, Eren se apaixonou a primeira vista pela igreja cheia de cores e obras cristãs feita pela mão humana, fez sua catequese ali mesmo e se batizou também ali quando bebê, foi seguindo o caminho entre a escola e o catolicismo, aos 18 anos se alistou ao exército e passou dois anos por lá, nunca teve qualquer relação sexual ou se apaixonou pois seguia o conceito da lei do casamento religioso, o conceito do sexo só após o casamento e seguia a risca, quando saiu do exército já com 20 anos de idade ele decidiu que seria padre já que nunca se apaixonou por alguém, o curso durou por 2 anos e passou-se um tempo, e agora com 24 anos de idade estava em cima do púlpito pregando aquilo que acreditava e servia fielmente ao vosso grande Deus, Eren Jaeger era considerado o padre mais bonito do mundo católico, cabelos castanhos longos preso em um coque e com mechas soltas abaixo deste, olhos verdes brilhantes como uma esmeralda criada a própria mão de Deus, pele morena e bonita, um sorriso luminoso e contagiante, e um porte físico trazido do exército e ainda moldado após ele, vestia uma beca branca com uma túnica de padre envolta do pescoço e caindo sobre a beca, lá estava ele em mais uma missa de domingo, pregando a pessoas devotas e outras que iam apenas para fazer imagem, mesmo sendo padre ele achava isso ridículo, ele pensava que se as pessoas acreditavam mesmo em Deus deviam estar lá por ele e não para fazer imagem de bom cidadão, ele estava a finalizar mais uma missa.

Eren não demonstra por causa de sua posição, mas apesar de estar ali ele se sentia só, ele ainda era novo e não aproveitou muito da sua juventude, não, ele não se arrependia de sua escolha, ele sabia que amava o que estava fazendo e achava ser o certo, só de ver seus pais a ter orgulho dele isso já o deixava realizado, mas e como ele ficava?, Por que se sentir tão vazio?, Deus realmente queria que ele estivesse a servi-lo daquela forma?, ele se repreendia por se questionar essas coisas, e ali com aqueles pensamentos escondidos dentro de si mesmo, ele finalizou mais uma missa, se despediu de todos e seguiu para atrás da igreja onde era a casa dele e das freiras, quando ia andando pelo corredor querendo ir ao seu quarto tomar um longo banho e deitar-se ele ouve a voz da amiga de cabelos castanhos preso em um rabo de cavalo, óculos e uma bata preta de freira, sim, Hanji Zoe, uma freira desaprovada pelas companheiras pelo comportamento e por não usar o véu preto em sua cabeça, Eren se virou para trás e sorriu para a amiga, um sorriso triste, era ela a única com quem podia ser aberto, era sua melhor amiga e uma grande companheira quando queria esquecer sua posição de padre.

-Erenzinho! O que vai fazer agora? – perguntou animada dando pulinhos.

-Indo tomar um banho e dar um cochilo – sorriu triste novamente.

-De novo esse sorriso triste? – perguntou perdendo o sorriso para mostrar sua feição de preocupação.

-Sim, as mesmas perguntas de sempre – coçou a nuca.

-Vamos jogar baralho?

-Fica para uma próxima – disse acenando um tchau e seguindo no corredor de parede branca.

As paredes brancas constratavam com as portas de madeira, ele chegou a sua porta e a abriu, adentrou seu quarto e trancou a porta, seu quarto é simples, apenas uma cama de casal, um criado mudo da cor da porta, a parede branca também e seus móveis com vestimentas casuais e normais, ele se despiu tirando a bata e as vestimentas padrão que acompanhavam a beca, ficou nú revelando seu corpo malhado e esculpido, pegou uma toalha e foi até o banheiro tomar seu banho após isso retornou ao quarto e se vestiu com uma calça moletom cinza e uma camiseta da mesma cor se jogando na cama, ele estava cansado, de praticamente quase tudo, queria algo novo em sua vida mas continua se repreendendo por passar coisas nada santas em sua mente, como um relacionamento e saideras voltada a sua idade, ele puxou a gaveta do criado mudo e puxou sua carteira de cigarro e seu isqueiro, sim o padre fumava e bebia casualmente com Hanji sem extrapolar limites, coisa que as outras freiras discordava e aconselhava a para dizendo que era pecado, ele não ligava, o cigarro lhe acalmava e era seu único companheiro nas horas de solidão, ele orava todo dia pedindo a Deus que lhe mostrasse o caminho correto a seguir, mas Deus apenas respondia “Ele logo aparecerá para ti meu filho”, Eren acredita e crer nisso e isso o acalmava, ele ascendeu um cigarro e tragou sentado no parapeito da janela que dava de frente pro jardim que havia atrás do dormitório, ele fumava e cantava, cantava baixo para não ser julgado pela música não ser cristã, aquela voz linda como a dos anjos, era uma voz perfeita, um dom lhe dado por Deus, ele cantava com a fumaça sendo traga e solta sendo dissipada no ar como os seus próprios pensamentos.


‘I Wanna be Yours – Arctic Monkeys'


I wanna be your vacuum cleaner

Breathing in your dust

I wanna be your Ford Cortina

I will never rust

If you like your coffee hot

let me be your coffee pot

You call the shots babe

I just wanna be yours

Secrets I have held in my heart

Are harder to hide than I thought

Maybe I just wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours (...)



Ele cantava sonhando com alguma pessoa, fechando os olhos ele apenas via uma sombra preta em seus sonhos, seu sonho era poder cantar um dia essa música para alguém quando estivesse apaixonado, isso se um dia acontecesse, mas ele sonhava com isso, alguém cantando junto a ele como uma forma de declaração, ele terminou o cigarro e voltou a cama se jogando nela para tirar um cochilo da tarde, mal sabendo que próximo a ele no mesmo bairro habitava um certo alguém feito e escolhido por Deus, que mudaria seus devaneios e iluminaria seu mundo, mas aquilo só aconteceria de uma forma extremamente católica e predestinada.


____________________________________


A vida não é tão fácil para quem tem uma escolha de vida diferente, principalmente quando seus pais não concordam com seus comportamentos, seu estilo de viver, seu estilo de vestir, seus hobbies e seus conceitos, Levi Ackerman um homem de 26 anos, um rockeiro alternativo, com algumas tatuagens e alguns piercings, um estilo de vida seguido entre seu sonho de ser cantor, um policial militar e bissexual, ele amava ser policial, o homem mais forte e capitão de um esquadrão da polícia, Levi saia aos fins de semana para casas de rock e boates para curtir, raramente ficava com alguém pois achava que era ridículo agir como uma hiena e sair comendo qualquer uma ou qualquer um que encontrasse por aí, ali estava ele em seu apartamento envolto das cores básicas como preto, branco e cinza nos móveis e paredes, um apartamento com decoração alternativa como posters de animes e bandas decorações coloridas que davam um realce ao apartamento solitário, lá estava ele vestido com uma calça moletom preta e uma camisa da mesma cor jogado em sua cama de casal fumando um cigarro e pensando sobre a vida quando o telefone tocou e viu que era sua mãe, kurchel Ackerman, ligando mais uma vez para a mesma persistência de sempre, trocar o rumo da sua vida, Levi não era religioso, acreditava em Deus mas não seguia religião nenhuma, ele acreditava que a religião é uma coisa criada pelos humanos e não pelo ser divino, do outro lado da chamada seus pais lhe ligavam para fazer um acordo, acordo esse que lhe irritaria mas que seria sua única saída, apagou o cigarro no cinzeiro do holmer e atendeu a chamada.

-Oi filho! Como você está meu bem ?

-Oi mãe, tô bem – respondeu acariciando o próprio cabelo.

-Filho já pen- foi cortada por Levi.

-Mãe não comece novamente por favor.

-Filho, você não pode continuar assim, essa sua vida não é saudável!

-Mãe já falamos sobre is- a mãe o cortou no mesmo tom.

-Nós temos uma proposta.

-Nós?.

-Eu e seu pai.

-Hum.. – Levi achou estranho a intromissão do pai em um assunto relacionado a ele, o pai nunca se importou com ele e o definia como “o filho bastardo que nunca aceitarei”, a mãe percebendo a permissão para falar prosseguiu, não que fosse deixar de falar se ele não a permitisse.

-Nós te aceitaremos como és se..

-Se o que mãe?

-Se nos acompanhar todos os domingos a missa da igreja.

-Mãe eu n- foi cortado de novo.

-Filho se aceitar, não iremos mais questionar seu estilo de vida e nem iremos interferir na sua profissão arriscada e nem iremos tentar mais lhe arranjar um casamento.

-Isso é sério mãe? – perguntou desconfiado com o rumo da conversa, afinal o que mudaria sua vida na porra de uma igreja?!

-Sim filho, aceita?

-Domingo é hoje e com certeza não irá ter mais missa por hoje já que já está de tarde.

-Hanji disse que terá missa hoje a noite.

-A senhora ainda fala com a quatro-olhos?

-Não fale assim de uma freira! E ela é sua amiga de infância, claro que eu manteria contato.

-Foi ela quem deu a idéia não foi? Eu mato aquela quatro-olhos! Tsc – lá estava ela o irritando novamente.

-Não importa, hoje às 19 horas?

-Tá bom, tá bom!

-Uhullll! Você não vai se arrepender!

-Dúvido muito...

-Seu gato ranzinza! Até mais tarde filho.

-Até mais tarde mãe.

Levi jogou o celular ao seu lado na cama, e bagunçou os cabelos com dor de cabeça, aquilo o irritava, todo mundo querendo mandar em sua vida, a quatro-olhos lhe pagaria, ele sabia que a preocupação que sua mãe e sua amiga tinha era por conta da depressão, ele nunca havia casado ou tido filhos, apenas estudou e entrou pra polícia e de lá não saiu mais, e nem sairia ele amava a profissão e a hora de seus plantões eram os únicos momentos que se esquecia da solidão, o fato de se sentir sozinho, queria poder se apaixonar por alguém, ali estava ele, com o corpo esbelto e esculpido por Deus, os olhos cinzas cheio de tempestade e sensualidade, os cabelos em corte militar preto e luminoso, sua expressão indiferente de sempre, a expressão ao qual fazia as pessoas a ter medo dele, isso ele até achava bom, odiava aproximação demais com as pessoas, ele passou a cantar um trecho da música que tanto sonha em cantar para alguém, queria tanto alguém que pudesse lhe tirar das profundezas, queria um sorriso, queria se torna de alguém e torna esse alguém seu, ele queria amor e cantava com a voz linda como se fosse a própria voz de Deus e queria que fosse essa a ser o conteúdo da carreira de cantor.


‘I Wanna be Yours – Arctic Monkeys’


Let me be your ‘leccy meter

And I’ll never run out

Let me be the portable heater

That you’ll get cold without

I wanna be your setting lotion

(wanna be)

Hold your hair in deep devotion

(how deep?)

At least as deep as the Pacific ocean

I wanna be yours

Secrets I have held in my heart

Are harder to hide than I thought

Maybe I just wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours

I wanna be yours (...)



Levi deixou um leve sorriso triste aparecer, ele só fazia isso quando estava sozinho, não gostava que ninguém o visse tão vulnerável, era totalmente fechado até mesmo com a mãe, apenas uma pessoa o via daquele jeito, Hanji, aquela louca era sua melhor amiga, mas ultimamente não tem visto a amiga que parece estar fascinada pela vida que estava a levar, havia um segredo entre eles, segredo tal que não era mencionado com ninguém mais, aquilo fortalecia cada vez mais a amizade deles, Levi se sentia cansado de tudo, dessa solidão que o sufocava e doía o peito, ser policial o deixa mais que solitário, o deixa paranóico também, ameaças era como se fossem o café da manhã dele, também as saideras e as drogas eram seu escalpe, parando de pensar na vida observou o horário e já era 17 horas, se levantou da cama e foi até a cozinha fazer um lanche rápido, após isso foi ao quarto e se despiu mostrando o corpo de Deus grego que tem, a pele branca os músculos, o abdômen definido, tão bonito, ele sabia disso mas para ele não adiantava nada se as pessoas só viam isso nele, foi ao banheiro e deixou que a água caísse pelo corpo levando toda a sujeira e a tensão que queriam estar ali, terminou o banho e passou o desodorante aerosol, um creme corporal e o perfume, vestindo uma cueca box preta e sua calça jeans preta rasgada nos joelhos, uma camisa preta social e uma bota do exército que comprou, penteou os cabelos negros e se observou no espelho, bonito e sensual, ele enxergava o que todos enxergavam mas pouco se lixava para isso, observou as tatuagens, ele as amava, todas elas tinham algum significado, haviam tatuagens espalhadas pelo corpo, mas com a roupa fechada, dava para ver mais as dos braços e nuca, pegou a carteira, o celular e a chave do carro e saiu de casa, mal ele sabia que estava indo direto a uma luz que era destinada a ele, apenas a ele. 


Notas Finais


Agradeço a quem leu o primeiro capítulo e espero que tenha gostado, também agradeço a quem for me acompanhar nessa jornada aí, quem gostou por favor clica no coraçãozinho e quem tiver um tempinho comente aí.

Beijos ;*


Até a próxima!


Link da música :

https://youtu.be/gr90Ujn_Fgo


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