História Le péché et l'amour - Capítulo 2


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Annie Leonhardt, Armin Arlert, Bertolt Hoover, Connie Springer, Darius Zackly, Dina Yeager, Dot Pixis, Eren Jaeger, Erwin Smith, Grisha Yeager, Hange Zoë, Historia Reiss, Jean Kirschtein, Kalura Yeager, Kenny Ackerman, Kuchel Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Marco Bott, Mikasa Ackerman, Mike Zacharius, Nanaba, Pastor Nick, Personagens Originais, Petra Ral, Reiner Braun, Ymir, Zeke Yeager
Tags Erenxlevi, Ereri, Levixeren, Rireri
Visualizações 214
Palavras 2.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!
Tudo bom?
Aqui estou eu com mais um capítulo, eu queria escrever algo maior mas o cansaço não deixa.

→Perdão pelos erros de português e digitação.

Boa leitura.

Capítulo 2 - II - Felicissimo


Fanfic / Fanfiction Le péché et l'amour - Capítulo 2 - II - Felicissimo

  A noite na cidade de Maria era fria, e todos que andavam nas ruas ou estavam nas varandas de suas casas, soltavam fumaça gelada que pedia por algo quente, todos queriam alguém que os esquentassem e outros até mesmo tinham esse previlegio, quando Levi estava em frente de casa decidiu adentrar novamente e vestir um sobretudo preto, um cachecol vermelho e luvas pretas, estava tão frio que ele se fechou totalmente, voltou a saída e seguiu para seu carro, um clássico Malibu preto, apesar de ele gostar mais do clássico jeep que ele também tem no estacionamento, ele preferiu ir de Malibu pois achou mais apropriado, assim adentrou aquele carro com cheiro de cigarro misturado ao de chiclete, e deu a sua partida, ligou para a mãe avisando que estava a caminho e ela logo informou que já se encontrava a porta da igreja esperando por ele, assim que chegou avistou ela mesma mas não viu o pai e também nem perguntou, a mãe quando o viu o abraçou, aquele abraço fraterno de mãe aconchegante e quente, a mãe logo perguntou pelo cigarro, sim, a mãe dele também é fumante, há apenas duas coisas que aceita no filho, o fato de ser fumante por ela também ser e o fato da bissexualidade,  a mãe dele acredita que o amor exista independente do gênero do parceiro ou parceira, essa é uma das discussões com o marido no dia-dia, eles saíram da porta da igreja e foram para o lado da mesma para fumarem.

Enquanto isso, dentro da igreja o padre Eren entrava para se preparar para a última missa do domingo, do lado dele estava Hanji que o acompanhava em mais uma missa, aquele era seu turno e ela estava ansiosa para ver o melhor amigo de infância, já Eren estava entediado pois lá estava ele para fazer mais uma de suas missas repetitiva vezes, a única coisa que ele se animava era a ideia da freira de irem a um rodízio de pizza, mal ele sabendo que teriam companhia, ele estava vestido com as mesmas vestes da missa da manhã, estava preparando a mesa, fazendo suas preces, folheando a bíblia para o conteúdo do ensino prestado ali hoje, sentou em sua cadeira e aguardou que todos chegassem, naquele momento ele sentia a nostalgia de estar sempre na mesma válvula todo dia, observava as família que iam chegando e se perguntava como era a vida delas, era cheia de amor?, Paz?, Ódio?, Terror?, Traição?, Depressão? E solidão?, Esta última era a que mais lhe incomodava, será se algum daqueles que já se encontravam sentados nos bancos também se sentiam solitários, ele se levantou e se aproximou a mesa, aguardando que os que estavam lá fora entrassem.

E foi nesse exato momento que o destino começou a trabalhar, Levi entrava na igreja ao lado da sua mãe e Eren estava ali em pé olhando para a porta da igreja, foi naquele momento que nada mais existia em suas voltas, o coração dos dois disparou de forma misteriosa, Eren ficou sem fôlego quando viu aquele homem de cabelos negros, pele branca, corpo esbelto e aura forte o encarando, ele era lindo, o coração de Eren estava envolto de um sentimento e sensação desconhecida, mas não era só ele, Levi se sentia da mesma forma, o padre era jovem, de olhos irresistíveis, pele morena e chamativa, os dois se sentiram corar pelo pensamento de ambos, Kurchel e Hanji observavam a cena afoitas, após a mãe e a freira lhes chamar incontáveis vezes eles saíram do transe, Levi foi sentar-se no banco enquanto Eren ficava nervoso aclarando a garganta para começar a missa.

Durante a missa, Levi ficava encarando o padre, ele não queria perder o privilégio de observar aqueles olhos tão lindos e incomparáveis, enquanto isso Eren estava nervoso com os olhos que o deixava sem fôlego o encarando a cada segundo sem parar, até mesmo a missa que era algo tão fácil de realizar como se bebesse água, aqueles olhos o faziam ser difícil, ele estava atrapalhado e até mesmo gaguejava, ele podia odiar alguém que o estava atrapalhando em algo tão importante, mas pelo contrário ele gostava disso, o seu ensinamento aquele dia, era sobre o amor ágape, o amor incondicional, o amor voltado a Deus, apesar de Levi estar em transe ele entendia cada palavra daquela voz dócil e grave que escutava, amor por Deus, sim Levi sentia este amor, acreditava no Deus supremo e o amava fielmente mesmo não sendo religioso, ele não precisava fazer papel de bom samaritano indo a igreja, apenas precisava respeita-lo.

A missa em si acabou como sempre, todos se levantavam para ir embora, ato que Levi também seguiu, mas sua mãe o segurou pelo braço.

-Filho espere um momento, eu marquei um rodízio de pizza com a Hanji, vamos? Por favor.

-A sério isso mãe?

-Sim, por favor.. parece que o padre também vai.

-Hum.. – Levi parou para pensar por um momento – ok.

Eren observava aquela cena lá do palco, mas saiu de seus devaneios sendo puxado por Hanji pelo braço enquanto caminhava em uma direção que o fizera tremer, o que Hanji estava fazendo o levando até ali?

-Eren eles vão conosco á pizzaria.

-Co-Como? – Não foi respondido pois ela correu para abraçar o moreno.

-Levizinho! Que saudade! – abraçou o melhor amigo forte mesmo sem ser retribuída.

-Me solta quatro-olhos!

-Simpático como sempre!

-Aff – Levi coçou a cabeça com raiva

-Ah Sra. Ackerman! A quanto tempo! – abraçou Kurchel enquanto o padre e o policial se encaravam.

-Haha pois não é.

Hanji percebeu que eles se encaravam, viu que o padre estava nervoso e Levi estava estranho aos olhos dela.

-A Levi este aqui é o padre, se chama Eren Jaeger e Eren este aqui é Levi Ackerman meu amigo de infância.

-Olá, prazer em conhece-lo – Eren levantou a mão para um aperto de mãos.

-Olá padre, muito prazer em conhecê-lo – apertou a mão do padre.

Um choque térmico, foi isso o que sentiram, a mão de Levi tão fria e a mão de Eren tão quente, isso os fizeram sentir um choque correr pelo corpo todo, era um choque assustador mas ao mesmo tempo tão bom, eles não queriam soltar aquele aperto de mãos mas a sanidade era a que falava mais alto já que eram adultos, um padre e um policial, deveriam agir como tal, e assim o fizeram.

-Então Eren, esta aqui é a Sra. Kurchel Ackerman, mãe do Levi claro – Eren estendeu a mão novamente.

-Prazer, Sra. Ackerman, és muito bela.

-Oh padre que gracioso, belo que aqui é o senhor – retribuiu o aperto de mão.

-Por favor, não sou velho – soltou a mão e coçou a nuca sem jeito.

-Agora Eren, acho que dá pra ver de onde esse homão aqui – apontou para Levi – herdou tanta beleza.

-S-Sim – Eren olhou para Levi de canto de olho todo sem jeito.

-Vai se ferrar quatro-olhos!

-Levi não fale assim com uma freira! – Kurchel passou a estapear o braço de Levi.

Eren riu com aquela cena, ele amou a voz grossa e sensual de Levi, por outro lado, Levi sentiu um aceleramento no coração ao ouvir a risada do padre, era uma risada tão meiga e doce que dava vontade de ouvir aquela risada e ver aquele sorriso tão lindo todo dia e do nada levou um susto.

-Aaaaah! Padre me perdoe eu lhe apresentei ele de forma errada! – apontou para Levi.

-Porra sua louca não me assusta! – Levi cerrou os olhos com raiva, Eren sentiu medo com aquele feição no rosto do outro mas ao mesmo tempo amou.

-Levi não fale palavrão na igreja e não fale assim com ela! – Kurchel repreendeu o filho.

-Hum? – Eren olhou para Levi e para Hanji confuso.

-Erenzinho este aqui é o Capitão Levi Ackerman, capitão do esquadrão da polícia militar e o homem mais forte de lá.

-Aaaaah sério?! – Eren corou e ficou animado por ter um superior a sua frente depois de anos.

- Sim!

Levi corou com a animação do padre, e amou a face corada do padre e a animação que estranhou, por que ficaria animado com uma coisa tão simples?

-S-Sim padre.. – respondeu sem jeito e ao mesmo tempo sério, e se assistiu novamente quando o padre fez continência.

-Que honra! Eu fui do exército por dois anos! Como chegou a esse cargo? Está lá a quantos anos? O que faz todo dia? Tem muita missão?! – Ele perguntava animado fazendo Levi corar novamente, ter toda aquela atenção e admiração o deixava sem reação, ninguém nunca agiu daquela forma consigo, por que ele assustava todo mundo.

-Espera Eren, kkkkkkkk, alcama a animação e vá se trocar para irmos e lá vocês flertam o quanto quiserem!

-Hanji! – os dois a repreenderam ao mesmo tempo.

Por fim, a freira e o padre foram se trocar, Levi e Kurchel se sentaram novamente no banco para esperarem, Eren já dentro do quarto procurava pela melhor roupa, vestindo uma camisa social branca, uma calça jeans preta, amarrou seu cabelo em um coque, e calçou sua bota do exército, estava tão animado por conhecer um capitão, pôs o colar com a chave que levava desde criança por dentro da blusa, pegou seu celular, sua carteira, a chave do carro e seu cigarro e saiu animado do quarto, encontrando Hanji pelo corredor saltitando animada levando uma calça jeans e uma blusa branca básica, eles encontraram Levi e Kurchel nos bancos que levantaram para os acompanhar, Levi não pode deixar de notar o quanto Eren ficava bonito naquelas vestes, e via a animação do padre ao seu lado, quando saíram pela porta da igreja foram direto ao estacionamento e foi nesse momento que Levi sentiu, esse era um dos dons que o fazia ser o homem mais forte dos policiais e o homem mais difícil de capturar ou derrubar, ele sentiu a sede de sangue direcionada a ele, percebeu que estava sendo seguido e quando viu Eren e Hanji indo em direção a outro carro ele tomou uma decisão.

-Padre e Hanji, venham no meu carro.

-Mas Levi tem o carro do padre.

-Vai me dizer que não está sentindo Hanji.

-Tá bom, tens razão.

-Vamos no seu carro capitão? – Eren perguntou animado.

-Sim padre – Levi deu um sorriso pequeno, sincero e meigo, fazendo o coração de Eren acelerar, ele definitivamente estava encantado com o capítão, assim como o capitão estava encantado com o padre.

Eles entraram no carro e Kurchel deu prioridade ao padre o fazendo se sentar na frente no banco de passageiro e sentando nos bancos de trás com a freira, Levi abriu os vidros e ascendeu um cigarro, a mãe seguiu o mesmo ato, e Levi se surpreendeu quando viu o padre puxar um cigarro para si e dando um para a freira os acendendo e fumando, ele nem havia ligado o carro na chave ainda observando admirado e surpreso um padre fumando, da Hanji ele já sabia eles fumavam desde criança, mas ver um padre fumando era épico.

-Surpreso capitão? – perguntou com um sorriso meigo.

-Sim padre – respondeu com o mesmo sorriso e uma piscada de olho para o padre mais belo do catolicismo.

Deram todos no carro uma risadinha e seguiram com o carro para a pizzaria, Levi ao manobra o carro para sair do estacionamento viu um vulto entre as plantas e acelerou o carro, as duas mulheres mais importante de sua vida estavam no carro junto a ele e um padre que queria tanto descobrir seus mistérios e acatar sua beleza estava ao seu lado, ele os protegeria com toda a força que tivesse, até porque , aquele era o momento mais puro e legal que já viveram e irá viver ao longo da noite.

Após chegarem a pizzaria procuraram uma mesa para quatro pessoas e se sentaram, uma garçonete veio até eles para ouvir os pedidos, no qual foi pedido um rodízio de pizza para quatro pessoas e um vinho como acompanhamento, aquela pizzaria era uma clássica pizzaria italiana, nada de ketchup e maionese, mas sim um bom azeite, nada de cervejas e refrigerantes, mas sim um bom vinho, que fora escolhido pelo padre, um vinho chamado 'Il mio capitano', coisa que não passou despercebido por Levi, os garçons passavam em volta das mesas oferecendo sabores de pizzas, a primeira a passar por lá foi a de marguerita, a qual todos aceitaram de bom grado e passaram a comer e provar do delicioso vinho que Levi não deixou passar em branco.

-Vejo que tens bom gosto para vinho padre – sorriu minimamente, balançando o vinho tinto na taça.

-Obrigado capitão – sorriu com vergonha – então podes me responde as perguntas de antes?

-Oh sim me perdoe, eu acabei esquecendo,mas foram tantas perguntas, poderia fazer de uma por uma? – Levi perguntou encarando os olhos verdes.

-Ah sim capitão, Quando entrou na polícia militar? – perguntou animado encarando os olhos cinzas, os dois não queriam cortar aquele contato, e iria ser respondido se certa freira inconvenientemente não aclarasse a garganta e os interrompesse.

-Será se podem lembrar que vocês têm mais duas companhias aqui? – apontou para si e para Kurchel fazendo a mesma rir, ela estava animada por ver o filho interagindo tão bem com um padre, e Hanji foi totalmente ignorada pelos dois que pouco se importaram com o argumento da outra.

-Entrei com dezoito anos e você antes de ser padre o que fazia ?

-Eu fui do exército por dois anos senhor, cheguei apenas a ser cabo – respondeu envergonhado por não ter chegado ao nível de Levi.

-Que admirável um ex-cabo a minha frente.

-Capitão, se importaria de me treinar um dia? – perguntou corando.

-Será uma honra padre.

-Capitão perdão pela ousadia, mas quantos anos tens?

- vinte e seis anos e o senhor padre?

-vinte e quatro – Eren estava tremendo.

-Padre por que está tremendo ? Sentes frio? – sua expressão era de preocupação e isso fez Eren se sentir especial.

-Sim, mas acho que aguento.

-Não mesmo.

Levi se levantou se aproximando de Eren e se despindo do sobretudo, pondo sobre as costas de Eren, o que deixou Eren sem ar não foi apenas esse ato de proteção mas sim as tatuagens de Levi que sem se segurar acabou por comentar em um sussurro pela aproximidade de Levi, podendo sentir a respiração gelada que o fizera estremecer até a espinha dorsal, assim como Levi se aquecia com aquela respiração quente.

-Suas tatuagens.. – sussurrou.

-Hum?

-São lindas.








Levi : “Puta que pariu o que eu faço?”.


Notas Finais


Obrigada a quem está acompanhando!

Até o próximo capítulo!

Beijos ;*


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