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História Pecando aos Pés da Lascívia - Capítulo 6


Escrita por: PodoCocegas

Notas do Autor


Parte dois do sequestro da Duda. Estão curiosos? O que mais pode acontecer?

Capítulo 6 - Deuteronômio 32:5


Pov’s Igor

Ai que sensação boa! Troquei as duas escovas que estava usando nos pés dela por unhas postiças e as deslizei pelas duas solinhas macias e rosadas com tanta vontade que quase dá pra ver arranhões nos pezinhos. Tem gente gosta de manter as cosquinhas num ritmo constante fazendo o submisso se acostumar com as cócegas diminuindo sua agonia, mas acontece que eu não tive todo aquele trabalho pra trazê-la pra cá a troco de ser piedoso.

Variei força e movimentos com as unhas postiças. As vezes simplesmente raspava as unhas no calcanhar, meio, arco e almofadas dos dedos, as vezes usando mais força até ela reclamar de dor, as vezes apenas cutucando as solinhas, as vezes deslizando as unhas postiças em meio aos dedinhos fofos, as vezes enfiando minhas unhas nos pés com a intensão de deixar marcas e de vez em quando a pegava de surpresa com mordiscadas e lambidas que podiam[i] se suaves um com a intensão de marcar os pés meus dentes.

Quanto tempo já se passou até agora? Pensando bem, quem se importa?! Continuei torturando os pés dela por mais alguns tempo e então com a velocidade de um lince deu um bote e ataquei com a mesma voracidade as axilas e costelas dela que nos pés. Isso arrancou gritos entre uma avalanche risadas que eu nem conseguia diferenciar gritos de protesto, suplicas, xingamentos ou perguntas.

Decidi não me importar com isso e levantei a camisa dela revelando sua barriguinha até então intocada e comecei a torturar alternando entre a barriga e as axilas, torturando-as de maneira aleatória. Quando parei pra pensar no meu próximo passo para a sessão reparei que ela estava com marcar vermelhas onde eu a tinha torturado.

Ignorando esse fato e as suas lágrimas fui buscar mais alguns instrumentos para tortura-las. Foi quando ela começou a implorar pra que pare a deixe sair, ela também começou a perguntar sobre o namorado. Geralmente eu teria dito que ela não direito de reclamar ou fazer perguntas, mas lembrei que ela é uma amiga muito próxima da minha irmã e poderia reconhecer minha voz, então me limitei a colocar óleo de bebê nos pés dela e no resto do corpo.

- Argh! O que está fazendo? O que é isso?! - Suplicava em meio a soluços. Tsc, tsc, tsc, como seu fosse me compadecer. - Me solta por favor, por favor...

Fiquei surpreso dela ainda conseguir falar. Percebi que ela estava chorando de rir, estranho não ter acontecido antes. Eu a ignorei e continuei passando o óleo de bebê por baixo da roupa dela, quando terminei voltei aos seus pés e comecei a fazer cócegas com um pente fino, desses usados pra recolher piolhos.

- AAAAAAAAAAHHHHHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!

Ela gargalhava tanto que mal tinha tempo de berrar, comecei a usar um pente em cada pé dobrando a sua agonia. E quando digo agonia era agonia mesmo! Não eram apenas risos histéricos como se fosse uma sessão de cócegas com amigos, eram risos forçados de quem tentava desesperadamente e inutilmente tentar fugir da sessão. Ela claramente não estava se divertindo ou sentindo prazer

Eu intensificava as cócegas de propósito pra impedi-la de suplicar, reclamar ou questionar em meio aos risos. Capaz até de ficar rouca de vez, por que o rosto dela estava vermelho que nem um sinal de trânsito.

- SOCOHOHOHOHOHOHORRO SOCORROOOOOOOOHOHOHOHOHOHOHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! PAHAHAHAHARA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA PAHAHARAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! POR FAHAHAHAHAHAHAVOHOHOHOHOHOHOHOHOHOHOR!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! EU IMPLOHOHOHOHOHOHOROHOHOHOHOHO POR FAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAVOR VAI ME MATAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAR!!! MISEHEHEHEHEHEHERICOHOHOHOHOHORDIA!!! CHEGA CHEGAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! EHEHEHEHEHEHEHESTOU IMPLORAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHANDO!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! EU VOU MORREHEHEHEHEHEHEHEHER!!! - Quer saber de uma coisa? Cansei de tanta reclamação, vou por uma mordaça nela!

Assim que larguei os pentes e coloquei a mordaça em sua boca antes que ela tivesse tempo de recuperar o fôlego. Fiz cócegas em seus joelhos arrancando uns risinhos abafados, até decidir atacar as costelas dela, ainda cheias de óleo de bebê, com as mãos. Eu não estava disposto a facilitar pra ela, arranhei suas costelas superiores e inferiores com bastante força.

Com o passar do tempo decidi fazer cócegas em sua barriga e cintura usando um espanador elétrico e um lustrador de sapatos até começar a deixar a pele vermelha. Comecei a sentir saudade dos doces pezinhos dela, mas ela parecia prestes a desmaiar, eu tinha que fazer alguma coisa.

Fui correndo até a área de serviço dela e enchi um balde com água gelada, voltei até ela e observei seus pezinhos suados e vermelhos precisando de um refresco pra aguentar mais cócegas. Joguei parte da água do balde em seus pezinhos, mas joguei a maior parte da água na cara dela molhando-a toda.

Agora que ela estava bem acordada eu decidi pegar as penas do espanador e as deslizei freneticamente naquelas solinhas macias e carnudas.

- Hmp hmp hmp hmp hmmmmmp hmp hmp hmmmmp hmp... Não eram risadas muito intensas, mas eu também já estava ficando cansado, então baixei meu rosto aos pezinhos e comecei a lamber o todo o pezinho imobilizado e exposto. - HUUUUUMMP HUUUUUUUMMP!!! HMHMHMHMHMHMHMHMHMHMHMHM HMHMHMHMHMHMHMHMHM!!! HUUUUUUUMMP!!!

Conforme ia lambendo ela começou a fazer um barulhinho que parecia mais choro do que risos, percebendo isso comecei a mordiscar a almofada dos dedos de um pezinho e fazer cócegas no outro com a mão. Parei e atormentar os pezinhos dela decidi tirar a mordaça com ela ainda chorando e assim que fiz isso ela começou a tossir e engasgar com a própria saliva.

Esperei ela parar de tossir e quando começou ela a ofegar levantei sua blusa e comecei a mordiscar uma barriguinha e cutucar repetidas vezes a costelinhas e axilas.

AAIIHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHA!!! POR FAVORHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! - Agora que ela não tinha mais a mordaça os risos e protestos fluíam naturalmente. - HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! MEU PÉ NÃÃHAHAHAHAHAAOOHOHOHOHOO!!! HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! - Voltei ao pés e recomecei a tortura-los com os dedos, aproveitei a deixa e voltei a mordiscar com vontade as solinhas.

Deixei os pezinhos em paz depois de mais algum tempo e me sentei pra descanssar da sessão, mas isso deu tempo da Duda recuperar o fôlego e voltar a protestar. Argh, como isso me IRRITA!!! Ignorando-a como sempre dei uma olhada no meu relógio de pulso, nem sei por quanto tempo eu a torturei. Caramba! São 5:10 da manhã! Isso por que eu a peguei as 2:00am.

Não tem jeito, infelizmente vou ter que parar por aqui. Apaguei-a de novo com o boa noite cinderela e a soltei da cadeira. Levei-a inconsciente no ombro até o meu carro e a pus de volta no banco de trás. Espero que eu consiga coloca-la de volta na barraca da praia, senão vou ter que larga-la em algum ponto da estrada. Ainda bem que eu troquei a placa do carro por uma que eu tirei do ferro velho, pra não conseguirem me rastrear caso alguém me veja.

Pena que essa noite com ela acabou. A ultima vez que fiz cócegas nela foi a um ano, também numa praia. Minha família e eu fomos convidados para passar um fim de semana na casa de um tio nosso que mora na praia. Isadora convidou as amigas, Helena e Isadora, pra irem junto e enterramos as três na areia da praia com apenas a cabeça e os pezinhos descalços desenterrados, partir daí já da pra imaginar o aconteceu não é?

Isso me deu uma ideia, peguei uma pá e um jornal velho que estava no meio de umas coisas e escrevi: Façam cócegas nesses pés de graça. Arranquei o pedaço do jornal em que eu tinha escrito e o guardei no bolso da calça.

Por incrível que pareça quando eu voltei pra praia dos onde os dois montaram a barraca o lugar estava tão intocado quanto o deixei, não havia nem mesmo uma única alma penada por lá! É casalzinho... tsc, tsc... escolheram o lugar errado pra acampar. Casalzinho?! Só agora lembrei que deixei o Cadu dentro da barraca com aqueles tênis especiais.

A essa hora ele deve estar tão desgastado quanto a Duda por causa das cócegas que os tênis causam, senão mais. Agora vou ter que dar um jeito nele. Dei uma conferida ao redor e fui até a barraca para encontrar um Cadu louco da vida, amarrado, vendado, amordaçado, suado e se revirando e contorcendo todo como uma minhoca na chapa quente desde as 2:00am.

Peguei um paninho com um bom e velho boa noite cinderela e pressionei contra o nariz dele até ele ficar completamente inconsciente. Arranquei os tênis dos pés dele e os desliguei, desamarrei o cara e saí pra cavar dois buracos. Assim que os terminei levei Cadu e Duda desmaiados no ombro aos seus respectivos buracos, os amarrei e os cobri com areia deixando apenas a cabeça e os pés descalços expostos daí foi só colocar o papel perto deles com um graveto o prendendo na areia da praia.

Com tudo feito fui embora de carro e os deixei pra trás. Pena que não posso estar lá pra ver como vai ser, senão eu seria descoberto. No caminho passei na padaria e peguei pão pro café da manhã antes de voltar pro acampamento, com um pouco de sorte Isadora ainda vai estar dormindo e vou poder acorda-la com cosquinhas nos pés.

A tarde eu estava na loja quando vi uma noticia no jornal que eu não esperava estar lá. Parece que Cadu e Duda estavam demorando demais pra voltar pra casa e os pais foram atrás deles. E quando chegaram na praia encontraram os filhos enterrados com vários banhistas lhes fazendo cócegas nos pés. Com isso os dois contaram aos pais pelo que haviam passado naquela noite. Resultado, acabou virando caso de polícia. Hum... Não era pra ter saído no jornal, acho melhor eu queimar os tênis que usei no Cadu e colocar de volta a placa do carro certa.

Duda nem desconfia, mas isso foi só o começo. Eu ainda vou fazer dela a minha submissa!

Mas por enquanto, vou chamar a Cibele pra gente namorar lá em casa. Estou afim de comemorar minha vitória dessa noite!


Notas Finais


E aí gente, o que acham que o Igor e a Cibele poderiam aprontar?


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