História Pedido número 04 - Capítulo 22


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 22
Palavras 1.871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, povinho fofo. Voltei! ❤
[Sei que pode parecer meio precipitado essa ideia de eles já voltarem, mas eu não tenho mais como continuar enrolando.]
[Tanto que no rascunho, o capítulo seguinte à briga já era o "tudo bem". Então até tentei procrastinar com o anterior.]
[É só isso mesmo. Boa leitura! ^^]
~ GarryPataFofa 🐾 ~

Capítulo 22 - Bad Boy


Fanfic / Fanfiction Pedido número 04 - Capítulo 22 - Bad Boy

Depois daquela semana passaram-se mais três, fechando um mês desde que não via mais Hoseok muito menos os meninos. Eu acho que eu realmente fui uma tola. Até passou pela minha cabeça enviar uma mensagem ao Namjoon ou a Taehyung, mas desisti quando pensei que iriam ignorá-la. No fim, eu não me importei com nenhuma mensagem que chegava e acabei chorando novamente – como sempre acontecia. 

Ultimamente, eu aumentei o consumo de cigarro. Eu temia que o meu hábito que antes era inconstante e mal visto se tornasse um vício permanente e mortal. O que antes um maço durava cerca de dois meses, agora gasto um por mês. Aquilo estava me irritando, porém conseguia acalmar meus ânimos pensando em outra coisa: quando eu iria ter meu encontro com o meu Anjo da Morte se continuasse assim. 

Sem ver, conversar, ouvir ou sentir Hoseok, eu precisava urgentemente dele. E a cada dia que passava, parecia que o sentimento crescia compulsivamente dentro de mim. 

Sem contar que o meu corpo sentia isso. Disse uma vez que não me importava muito com o meu "prazer físico", mas no fim, acabei me enganando seriamente. Outro motivo para querer ainda mais ele comigo. O que não espero fazer novamente o que fiz a quase cinco meses atrás. 

O verão havia chegado a quase duas semanas. Mas o verão aqui era diferente do verão do Brasil. Era menos quente e abafado, porém o calor não era inexistente. Mas estava suportável. Dava até para ficar com algum casaco durante a noite ou até mesmo o dia. 

E sobre o casaco, não. Eu não devolvi. Não acho que eu devolva aquele moletom tão cedo; talvez eu nem devolva. Eu me recusava a dormir sem aquele casaco miserável. Quando eu dormia sem ele, acordava apenas para pegá-lo. Eu parecia uma criança que não dormia sem seu cobertor favorito ou algum ursinho. 

Aquele sábado à noite não poderia se tornar pior com o tédio que reinava no meu apartamento. Garry dormia debaixo da minha cama, SuMin havia ido para uma festa e Lee tinha um "encontro super-romântico" com seu novo namorado desde o último. Era impressionante com ela "seguia o baile" facilmente. A última hipótese em que pensei não me queria mais. 

Passou pela minha cabeça enviar uma mensagem a Jimin, apenas para ver o que iria acontecer. Digitei um “Oi...” sem graça e esperei resposta. 

Eu estava na varanda olhando sem muito interesse para a cidade. Eu realmente me assustei quando meu celular carregando sobre o criado vibrou duas vezes. 

“Park Jimin <3 - 2 mensagens” 

— Oi?... 

— Espera... S/n?! 

Pensei delicadamente nas palavras antes de responder. Então, levei um minuto para responder. Comecei a digitar cuidadosamente e devagar: 

— Oi, Jimin. (De novo) como se inicia uma conversa? [Riso] Como vai? 

Por um minuto pensei: “isso foi horrível”, mas mudei de opinião quando ele riu e me perguntou de volta. Respondi que sim e o esperei digitar. 

— Me procurou por que acha que posso substituir o hyung? 

Aquela mensagem soou como uma patada. Franzi o cenho antes de começar a digitar: 

— Não, não. Longe disso. Está irritado?

A mensagem demorou um pouco a receber resposta. Logo ficou off-line. Aquilo já foi o suficiente para descobrir que ele não queria conversar comigo. Levei um fora, tecnicamente. 

Eu ia levantar, mas desisti já que o celular vibrou novamente. 

— Olha, não me interprete errado, mas você sumiu desde o dia em que veio aqui e não deu nenhum sinal de que estava viva. 

Eu não respondi. Não encontrei argumentos para respondê-lo. Eu dei por encerrada a conversa depois que enviei um “tem razão” e bloqueei o telefone. Me joguei na cama sentindo nauzéas e com ânsia de vômito. Não sei se era pelo emocional ou se era pelo fato de que estava apenas com o almoço durante o dia inteiro. Dez minutos depois, isso já havia passado. 

Ouvi três batidas leves na porta. Aquilo fez com que me assustasse e talvez ficasse confusa, já que não esperava visita em plenas 8hrs17min da noite. 

Me levantei devagar e fui até a porta. Olhei no olho mágico e meu coração disparou de uma forma que eu achei que iria sair do meu peito. Por que ele veio aqui? 

— S/n, abre. Eu sei que você me viu. 

Me esqueci por um minuto de abrir a porta. Várias interrogações despontaram da minha cabeça. Mas abri a porta. 

— Por que veio aqui? — perguntei confusa. 

— Quero conversar com você. Mas de uma forma mais pacífica... — Disse ele coçando a nuca sem jeito. 

Hoseok usava uma regata preta, que evidenciava seus bíceps um tanto quanto definidos, com uma calça de couro rasgada no joelho propositalmente. Os cabelos vermelhos estavam partidos no meio levemente bagunçandos. Céus, como ele estava lindo! 

Ahm... O.K. Entra...  — cedi a passagem a ele e me sentei no braço do sofá. O ruivo fechou a porta logo atrás de si. 

— Sinto muito — disse ele quebrando o silêncio de poucos segundo do ambiente. Eu ia dizer algo, mas fiquei quieta quando vi que iria continuar. — Eu fiquei meio fora de mim quando disse aquelas coisas e acho que realmente te magoei. 

— Você não é vilão por completo da história — disse de cabeça baixa. — Eu não deveria ter beijado nenhum dos dois. No fim, eu acabei me martirizando por algo que não tem volta. 

— Por que pensa dessa forma? — senti que se aproximou de mim, mas não ergui o rosto. 

— Porque lá no fundo, e acho que não me perdoaria. — Disse já com a voz embargada, mas me contive para não chorar. — Eu te traí... — murmurei. 

— De fato foi mesmo traição, mas — ele se agachou para poder ver meu rosto — tudo bem, O.K? 

Eu não respondi. Senti suas mãos pousarem sobre o meus joelhos, ele brincou com a barra de minha saia e sorriu meigo. Minhas bochechas rubraram e um arrepio me percorreu. 

— Por que está agindo assim? — perguntou ele deslizando as pontas dos dedos sobre o local. 

— Pare de perguntar o porquê das coisas — ri desviando o rosto. 

— Por quê? — eu revirei os olhos rindo. — Vira pra cá. Quero ver seu rosto. — Disse se levantando e virando meu rosto com o polegar e indicador. 

Suspirei e me levantei seguindo para a cozinha. Enchi um copo de água até a boca e recostei minhas costas na bancada da pia. 

— Pretende voltar a falar com os garotos? — aquela pergunta fez a mão que segurava o copo tremer, tive que apoiar o fundo com a outra livre para não derrubá-lo no chão. 

— Eles querem mesmo falar comigo? Tentei conversar com Park, mas ele me ignorou. Acho que eles não querem saber de mim por um bom tempo. — Suspirei bebendo a água do copo. Esvaziando-o. 

— Eles realmente estão chateados, mas não querem admitir que querem você por perto apenas por teimosia. — Riu ele. — Os conheço e sei que sentem sua falta. 

— Eles gostam de mim? — perguntei com os olhos já marejados. Hoseok assentiu. — E-eu só queria demonstrar mais afeto, compreende? — Quando fui perceber, já estava sentindo os filetes quentes escorrerem pelas minhas bochechas. 

Seus braços me envolveram, puxando-me para um abraço. Afundei o rosto em seu ombro. Ele permitiu que eu chorasse enquanto afagava meus cabelos. 

— Eu me sinto uma completa idiota quando os vejo me abraçando, me beijando e falando palavras fofas para mim enquanto eu não faço nem falo nada. É como se nada fizesse sentindo para mim... 

— O Jin-hyung e o Namjoon gostam quando fazem esse tipo de coisa com você e saí vermelha. Namjoon também me disse uma vez o que acha das suas curvas. Jimin disse que você é muito fofa e atraente. JungKook vive dizendo que você é linda e que tem belas pernas. Taehyung me disse a pouco tempo que sentia saudade de você e que ele gosta muito da sua voz. Suga gosta bastante dos seus olhos e diz que seu corpo é muito bonito. Eu amo seu cabelo... — Ele deslizou os dedos por entre diversos fios. 

— Viu? E o que eu digo sobre eles? Nada! 

— Hey, olha pra mim... — disse me fazendo erguer o olhar. Ele enxugou as lágrimas que caíam com os polegares. — Gosta deles, não gosta? — Eu assenti com a cabeça. Aquela voz rouca e aveludada me fazia delirar. — Conhecendo bem eles do jeito que conheço, basta dizer que gosta deles que já é o suficiente. Não precisa demonstrar nada. — Eu assenti com a cabeça e controlei meus impulsos. — Pronto. Vai parar de chorar? — Eu assenti e sorri por fim. 

Voltei a apoiar minha cabeça em seu ombro e aproveitei o seu perfume. Céus! Como eu sentia falta de sentir aquilo novamente! Passou pela minha mente em devolver seu casaco, mas desisti disso no final. 

— É verdade o que me disse quando brigamos? 

— Sobre? 

— Sobre não saber o que viu em mim... — disse em um tom triste esperando resposta.

— Eu estava fora de mim no dia. Sinto muito se isso te magoou. Eu vi muitas coisas você para que pudesse fazer meu coração disparar. — Sorriu meigo. — Quando ia trabalhar de cabelo solto, eu ficava olhando os fios balançarem de um lado para o outro enquanto andava desejando tocá-los. Sou apaixonado nesse cabelo... 

— Me acha atraente? 

— Muito. Você é muito atraente. Tudo em você chama a atenção. — Ele beijou o alto da minha cabeça. 

Um silêncio dominou o local antes de começar a falar de novo: 

— Hobi... 

Hum? 

Eu deslizei minhas mãos sobre seus braços e as envolvi entorno do seu pescoço. 

Eu posso... Te beijar? — mordi meu lábio inferior. Um sorriso de ponta a ponta se formou em seus lábios que, cá entre nós, estava louca para avançar neles. Aquele sorriso fez meu coração palpitar. 

Me aproximei mais dele e o beijei. Senti seus braços envolverem minha cintura. Fiquei acariciando suas bochechas com o polegar. Sei que já o beijei várias vezes, mas aquilo foi mágico – quase a melhor sensação do mundo. 

Retribuído de ambos os lados, senti sua língua penetrar minha boca. Cedi a passagem e o puxei pra mais perto, com as mãos em seu peito, de modo que podia sentir seu coração bater. 

Não demorou muito para se tornar mais intenso e quente. Jung me empurrou e me colocou sobre a bancada da pia; entrelacei minhas pernas em suas costas. 

Suas mãos deslizaram da minha cintura para a lateral de minhas coxas. Penetrando uma delas por dentro da minha saia e deslizando os dedos sobre o local. Um suor frio escorreu. Eu segurei sua mão e tirei-a dali, nos separando. 

— Não acho que esteja pronta pra isso agora... — Sussurrei um pouco ofegante. Ele assentiu com a cabeça. 

Eu recostei a cabeça em seu peito e deslizei minhas mãos por seus braços. 

— Promete não me deixar? — perguntei com a voz abafada. 

— Prometo não te deixar — sorriu ele beijando o alto da minha cabeça. 


Notas Finais


Foi isso, espero que gostem. Beijinhos da Unicórnio! ❤
[Me perdoem qualquer erro ortográfico. :3]
[Daqui em diante, os capítulos são de "me perdoa?" rs]
~ GarryPataFofa 🐾 ~


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