História Pedra d'água - Capítulo 39


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaehyun, Taeyong, Winwin
Tags Jaeyong, Xiuminmebeija
Visualizações 217
Palavras 235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 39 - Trigésimo nono


39.

- Eu ainda tô aqui, não precisa correr – Jaehyun ouviu uma voz bastante familiar atrás de si quando já estava andando o mais rápido que podia para chegar logo em casa, ou melhor, na casa de Taeyong.

- Não se ache demais – riu, continuando a andar quando sentiu o braço do Lee enlaçar o seu.

Recolheu a guia ao sentir-se ser conduzido devagar em direção a pequena casa.

- E aí, como foi? – Taeyong finalmente perguntou, para seu deleite. Sentia a língua coçar para lhe contar logo a novidade.

- Eu errei só uma vez - contou, não se importando realmente com isso – Mas o professor Kang falou que eu toco com paixão. Ele me convidou pra participar da grande orquestra de Natal no final do ano.

- Meu deus, Jae, isso é incrível! – Taeyong exclamou, os lábios se esticando em um largo sorriso.

- Sim! – concordou animado, quase tropeçando de alegria – Nem consegui acreditar quando ele falou, eu fiquei tão surpreso! Eu não poderia estar mais feliz, caramba, eu vou explodir de felicidade!

O pintor riu, deixando um selar estalado na bochecha de Jaehyun. Ele sorria sem parar, os olhos pressionados e as covinhas aparecendo de penetra no rosto iluminado. Taeyong lembrou-se de quando apenas o observava de longe, o garoto sério e solitário que via, sempre coberto por uma aura cinza de melancolia densa. Era inevitável não se encontrar tão animado quanto ele, afinal vê-lo feliz também o deixava feliz.




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