História Pedras do destino - Capítulo 5


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Categorias Winx Club
Personagens Aisha, Bloom, Darcy, Flora, Icy, Layla, Musa, Personagens Originais, Roxy, Stella, Stormy, Tecna
Tags Winx
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Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Festa, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Linphea


Fanfic / Fanfiction Pedras do destino - Capítulo 5 - Linphea

Vejo um cara—Não tinha mais que 20 anos— ele tinha cabelos loiros escuros e pele morena, usava o uniforme da marinha de Andros. Lembro da descrição que meus pais fizeram, ele se encaixava nas características. Roy, o novo funcionário, que cuidaria das minhas navegações.

—Roy, correto?—Eu pergunto ao garoto

—Sim, Princesa Aisha. No que posso ajuda-la, majestade?—ele diz com uma pequena reverência

—O explorador dos mares.—Eu anúncio

—Desculpe, mas o rei...—Ele começa

—Esta vendo meu pai? Até o de eu sei, a herdeira assume na ausência do rei.—Eu digo, sem tom de autoridade.

—As suas ordens, Majestade.—Ele ironiza e nos o seguimos até o barco

***

—Destino?

—Linphea.

—Desculpe minha indiscrição, mas não deveria estar em Eraklyon?—ele pergunta

—Tenho uma missão em nome de Alfea.—Digo rápidamente

—O rei sabe dessa sua missão?—Ele pergunta

—Não, por isso, conto com seu sigilo. E ele será muito bem recompesado—Eu disparo antes que ele possa questionar

—Não, de minha boca não sairá nada. E não aceitarei recompensa, meu dever é servi-la. Serei sempre leal a coroa.—Ele diz

—Fico grata por sua lealdade. Você está na fase de treinamento, certo?

—Sim, espero passar, a grana vai ajudar a minha família, e além do mais, meu sonho sempre foi esse

—Ser chofer da princesa?—Riven começa

—Não, ser o comandante da marinha real de Andros! Vamos demorar um pouco, talvez em duas horas.—Ele anuncia

***

P.o.v Flora

—Para aqui!—Eu peço ao de longe, avistar uma chaminé, minha casa.

—Tem certeza, princesa? Já está tarde, pode se machucar—Roy pergunta a Aisha,

—Tenho.—Ela diz sem mostrar qualquer gratidão pela preocupação, pra ela ele não deve passar de um criado tentando bajula-la

—Que horas devo estar aqui pra buscá-los?—Ele pergunta

—Toma aqui meu Magicxphone—Helia entrada o aparelho

—Magic quem?—Ele pergunta confuso

—O que importa é que por trás dele, eu vou dizer onde nós achar, e avisar caso precisemos de algo.—Aisha explica

—Vai começar a soar uma música dele, assim. —Tecna explica—E você vai apertar este botão, e veja a mágica acontecer! Vai aparecer a foto e o nome, se não for ninguém daqui, não atende.—tecna explica

—Ok.

—Vamos galera, por aqui minha casa.—eu digo

—Não seria melhor nos meninos acampamos por aqui? É muita gente. Tem um quarto no explorador dos mares, agente se vira.—Nabu sujere

—Não nada disso! Podem vir conosco! —Eh digo e eles me seguem

***

—Mamãe? Papai?—Eu chama adentrando a casa e eles vem ao meu encontro

—Flora! Que saudades!

—Eu também!

—E seus amigos?

—Estamos em missão...

—As garotas podem ficar no seu quarto, já os garotos, podem durmir no quarto da Miele, ela foi pro acampamento com as amigas da escola. Vocês nem pensem em sair agora pra achar seja lá o que for! Vão depois do café!

—Pode ser galera?

—Estamos com tempo, gastamos poucas horas em Andros.—Tecna explica

—Perfeito! Venham!

***

Após o café, partimos até a missão. Certamente tenho um lugar marcante também, o coração de Linphea, nada mais nada menos do que uma árvore grande e forte, cuja copa, era flores que olhadas com atenção, formavam um lindo coração. Lá foi onde eu brincava muito na infância.

—Sua terra natal é linda!—Musa diz admirando as flores—A harmonia reina aqui, os pássaros cantam, é maravilhosa!

—Antigamente era mais bonita.—Flora começa.— Quero dizer os cidadãos a faziam mais bonitas, tinham sempre um enorme sorriso no rosto, até a guerra. Começaram a nos atacar, a família real, recrutou pessoas de 18 anos que não tinham um trabalho, pra defender, não devolviramos, somente defendiamos. Depois disso, Linphea, virou um povo muito mais pacífico. Claro, isso foi o que meus pais me contaram e os livros da escola me ensinaram, cada um tem sua versão dos fatos, todos dizem a mesma coisa, mas contam com palavras diferentes.—ela completa—Chegamos, agora é só chamar!

—Chamar? Chamar quem?

—O cara que mora aí.—Eu respondo, bato o pé três vezes, bato palmas cinco vezes, e dou um leve soquinho no tronco da árvore, repito isso mais duas vezes. Sim um código de quando eu era criança. Assim que acabo, um garoto moreno, de olhos amarelos, deslizando pelo tranco da árvore, vejo a surpresa dos meus amigos, certamente imaginaram alguém amis velho, não de nossa idade.

—Tomou vergonha na cara foi, moça?—Ele dispara e eu começo a rir enquanto o abraço—Disse que viria nos visitar o mais cedo possível!

—E vim!—Eu digo.

—Se isso é cedo pra você, não quero saber o que é tarde!

—Besta!

—Cade o “Que saudade meu querido amigo”—Eu volto a rir.

—Eu estou numa missão...

—Além de demorar, vem em missão?—Eu volto a rir, sabia que ele iria ficar enchendo o saco mesmo.

—Enfim, esses são meus amigos, Tecna, Bloom, Musa, Aisha, Stella, Roxy, Andy, Riven, Sky, Nabu, Timmy, Brandon—Eu paro pra respirar—E Hélia. Podemos entrar?

—Você pergunta ainda pergunta? A propósito, meu nome é Peterson, mais podem me chamar de Peter

—Tipo Peter Pan?—Musa pergunta

—Ta mais pra Robin Wood—Ru brinco

—Que tipo de missão é essa?—Ele pergunta e eu explico enquanto seguimos.

Olho pra uma pintura, eu lembrava de quando ela foi feita. Acabo me destraindo, e quando olho prós lados, meus amigos não estão.—Certamente estão mais pra frente. “Flora” ouço uma voz conhecida, era minha irmã corro pra abraça-la mas ela rejeita.

—Uma medrosa, fracassada e fraca, não merece meu amor! Não merece nada meu! Não merece minha admiração! Nunca quero ser como você!—Ela diz e eu sinto uma lágrima escorrendo

—Mi?

—Meu nome é Miele! Viu está chorando! Fraca!

—Por que diz isso?

—Porque é verdade!

Minha mente vooa as lembranças da quarta série, o ano que sofri “bullying”. Talvez por eu ser tímida e uma boa aluna, as garotas da minha sala achavam graça. Com as lembranças, não vejo mais minha irmã, eu sabia que era uma ilusão, mas não me preocuepei em limpar as lágrimas que escorriam pela minha bochecha, as lágrimas saiam quentes. Lembro também de chorar escondida em casa, um dia que a Miele viu, me disse que queria ser como eu, disse que eu era linda, responsável, forte e esperta pra idade. E depois daquele dia, nunca mais liguei pra provocações, até que elas pararam, mais continuei com problemas com confiança.

“Gostou da demostração de carinho?” uma voz ecoa pela sala. Era famíliar, uma das vezes que me jogava pra baixo.

—Não! Essa não é minha irmã! E o que é que seja aqui que estava falando comigo, tudo que aquela coisa me disse, era mentira! E agora me deixa em paz!—Eu grito, ao notar que as risadas foram embora, eu comemoro, tanto que quase nem percebo a corrente na minha mão, era a igual a de Aisha, a diferença é que enquanto a dela é azul, com uma estrela em cima, a minha tenha uma pedra verde clara e encima, uma pequenina flor coloco o colar e limpo meu rosto.

Assim que meus amigos aparecem novamente, vamos embora, comemorando claro.



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