História Pedrinhas na janela - Capítulo 1


Escrita por: e neorbit

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaemin, RenJun
Tags 90s, Ficlet, Fluffy, Healerxing, Jaemin, Najun, Nct, Renjun, Renmin
Visualizações 147
Palavras 643
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu postando fanfic essa hora, pois é...
Felizmente eu sou muito apaixonada em renmin e decidi escrever uma fic, inicialmente ela ia ser baeksoo mas... Parece que as ideias fluíram mais assim que mudei pra renmin hihihihi

Eu espero que vocês gostem e me desculpem os errinhos, não foi betada e eu até daria mais uma revisada agora, porém sono.

Ps: Perdoem a capa, logo mais eu faço uma e mudo essa iti

Boa leitura <333

Capítulo 1 - .juventude


Jaemin andava desanimado, há dias não falava com o melhor amigo e já não aguentava mais de saudades. As aulas eram chatas, estava sem os seus abraços quentinhos e as idas ao fliperama no fim da tarde não eram as mesmas de antes. Não tinha graça jogar sem o Huang e tudo estaria normal se não tivesse o arrastado numa quarta-feira qualquer em meio a madrugada para ver a chuva de meteoros no campo. Coisa que lhe rendera bons esporros e quase um mês sem o seu Atari, mas nada comparado a punição de Renjun  – sua mãe era mesmo ríspida – que ficara uma semana de castigo sem poder colocar um dedinho do pé para fora de casa. Moravam a alguns quarteirões de distância e estudavam em escolas diferentes, cada uma em um extremo da cidade, tudo dificultava e Jaemin sempre culpava o destino, a vida, Deus e sabe-se lá mais o quê.


Mas já cansado da tortura, não foi surpresa quando seus pés começaram a trilhar o caminho tão bem conhecidos por si, depois de terminar o jantar, subir para o quarto e esquematizar uma fuga pela janela baixa da casa, deixando o cômodo escurinho e os travesseiros tão bem alinhados cobertos por um lençol que, sua mãe nem ao menos perceberia a diferença caso decidisse passar no quarto do filho apenas para checar se ele não havia pegado o Atari escondido essa noite. Não duvidava de mais nada daquele garoto, ah, a adolescência.


Durante o trajeto não continha os sorrisinhos só em pensar nos olhos espremidos do Huang depois de dar mais um daqueles sorrisos bonitos assim que botasse os olhos em si, o coração chegava a palpitar e Jaemin esperava que fosse só a agitação e toda a afobação a partir do momento em que passou a correr.


Correu até que o ar faltasse em seus pulmões e as pernas praticamente falhassem e continuaria correndo ainda mais se já não estivesse em cima do gramado verdinho do jardim da mãe de Renjun. Se ela lhe pegasse ali provavelmente lhe mataria a vassouradas, mas contava que já estivesse dormindo ou quem sabe vendo algo de inútil na TV a cabo. A rua estava deserta e quase silenciosa, a não ser por um gato perambulando por cima de um muro bem ao lado, não teria testemunhas e isso soava perfeito. Podia escutar a música baixinha ecoando do toca fitas lá do quarto do Huang, Nirvana como sempre. Os dois eram simplesmente fascinados.


O Na pulou o pequeno muro enquanto cantarolava a letra baixinho e nem ao menos se importou quando uma parte de sua roupa rasgou nos tijolos velhos. Recolheu algumas pedrinhas e começou a lançá-las de encontro ao vidro da janela do quarto do outro que ficava no primeiro andar. Uma, duas, três. A música parou. Renjun sorriu. O Na também.


– Jaemin?


– E quem mais seria, Hyung?


Levantou a escada velha do chão e a posicionou na parede da casa, subindo aos poucos. Cada degrau era uma batida mais brusca do seu coração e mais ainda quando sofria algum escorregão. Quando tocou a janela com as próprias mãos, quase o sentiu sair voando do peito.


– Sentiu saudades? – Abriu os próprios braços, ainda meio debruçado.


– Você ainda pergunta?


Renjun não se conteve ao puxar o amigo com tudo para dentro, resultando em um abraço desajeitado, caídos no chão enquanto gargalhavam.  


Jogados no chão, olhando um para o outro, os batimentos acelerados e as famigeradas borboletas no estômago tão agitadas quanto os próprios, perceberam que talvez não fossem tão melhores amigos assim.


Principalmente depois de tocarem os lábios, sentindo a textura macia que prendia-os igual um ímã e não queria mais soltá-los.


A noite se estendeu, a saudade morreu e Nirvana continuou tocando no quarto enquanto juntos os dois aproveitaram mais uma das fugas silenciosas e noturnas.


Afinal, a juventude não se vivia sozinha.


Notas Finais


Minha segunda fic de NCT e eu tô só amores. Felizmente vai ter muito mais! Até a próxima e espero que tenham gostado <3 <3


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