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História Pela estrada afora - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Oeeeeee! Apenas putaria com enrendo, baseada e distorcida no conto da Chapeuzinho vermelho (Avá), no entanto não tentei ser fiel, apenas tenho fetiche em presas e no de capa. :')

Esse é o meu primeiro lemon, e não tenho experiência com hot, mas acho que para uma primeira tentativa não ficou de se jogar na lixeira. Espero que gostem!

AVISO: Contém consentimento levemente duvidoso e um baixo nível de gore.

BOA LEITURA!

Capítulo 1 - À espreita; Lobo mau - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Pela estrada afora - Capítulo 1 - À espreita; Lobo mau - Capítulo Único

Mais um dia começava no pequeno vilarejo, os primeiros raios de sol iluminando as casas de madeiras e despertando os moradores para suas tarefas diárias.

Já de pé e devidamente higienizado, Ciel comia uma maça sentado na velha mesa da cozinha. Seus olhos atentos na mulher a sua frente, a qual as mãos trabalhavam habilidosamente em alguma coisa na grande panela.

Terminando a fruta que comia com uma última mordida, o jovem aproximou-se dela.

— Darei uma volta, Mãe. - Avisou. - Precisa de alguma coisa?

— Já que está se oferecendo, compre algumas frutas.

Assentindo positivo, o garoto pegou três moedas em um pote no armário e saiu do campo de visão da mulher. Parou em frente a porta de entrada da casa e olhou para os objetos pendurados ao lado, pegando uma capa vermelha e a colocando em seus ombros. A bela capa era um presente de sua falecida Tia e Ciel nunca saia de casa sem ela. Um hábito um pouco estranho, mas não se importava.

Era cedo, mas já havia muitas pessoas trabalhando, limpando a frente de suas casas ou comprando mantimentos. No intuito de se proteger do sol, o jovem ergueu o capuz vermelho sobre sua cabeça.

Ao chegar na banca do velho Josué, olhou com atenção a variedade de escolhas que havia, decidindo que aquelas uvas verdes e roxas seriam uma perfeita escolha.

— Me dê três punhados misturados destas. - Apontou para as uvas escolhidas.

O velho Josué sorriu com apreciação, colocando as frutas na pequena cesta que o menino carregava. Após pagar por sua compra, Ciel agradeceu e despediu-se, mas parou no processo por um pedido do homem.

— Menino Ciel, eu esqueci de trazer as mangas… poderia olhar a banca para mim por um instantinho só?

O jovem deu uma leve risada e assentiu que sim. Desde que o filho Tobias havia ido se aventurar pelo mundo, o pobre velho andava bastante esquecido e atrapalhado.

Distraiu-se olhando a movimentação ao redor, cumprimentando com um aceno cada pessoa que passava e o reconhecia. Dentre o movimento apressado de vendas e outras ações, seus olhos bicolores detectaram algo, ou melhor, alguém, que era definitivamente capaz de acabar com o seu bom humor.

O jovem se virou rapidamente e puxou mais o capuz sobre a cabeça na intenção de se esconder. Quem sabe assim “ele” não o via.

Sebastian, este era seu nome. Um homem cujo seu único entretenimento era irritar Ciel. E de fato, ele tinha êxito toda vez que tentava. Desse modo, ganhara a inimizade do garoto, pois o queria bem longe si. Agradecia todos os dias pelo homem morar para as bandas de sua avó, que felizmente ficava depois do grande bosque. Assim, tinha a graça de não o ver diariamente.

— Uma capa vermelha chamativa, vestida em um garoto de um metro e meio. Até um cego saberia que é você.

Voz calma, acompanhada de palavras debochadas e insultantes como sempre. Ciente de que o homem agora estava bem atrás dele, Ciel tirou o capuz e virou-se para encará-lo, a testa levemente franzida em irritação aparente.

— O dia mal começou, não o estrague com a sua presença. - Provocou.

Um, dois, três, quatro e cinco segundos se passaram sem Sebastian dizer nada. Raro. Ciel ergueu seu olhar para cima, agora curioso para saber porque a expressão do outro parecia a de quem acabara de descobrir algo. As narinas expiraram e ele aspirou o ar ao redor, seu olhos vermelhos com um novo brilho obscuro quando pousaram em Ciel novamente.

— O que foi? - Perguntou curioso. Confessava intimamente que estava levemente assustado com o jeito que o outro o encarava, era quase como se fosse pular em cima dele na primeira oportunidade. Mas para que?

“Sem chances disso, pare de pensar besteiras.” repreendeu-se mentalmente.

— Você ficou mais velho?

Ciel estreitou os olhos. Qual o motivo dele querer saber essa informação?

— A cada dia vivido, todos ficamos. - Sorriu ao ver a careta do outro com sua resposta. Contudo, poderia jurar que vira seus olhos vermelhos ficarem róseo por um instante.

— Então a idade chegou… - Sussurrou, como se tivesse armazenando uma nova informação em sua cabeça. Ele deu um passo para a frente, aproximando-se mais de Ciel, e este, seguindo sua intuição de que o idiota a sua frente estava agindo estranho, dera um para trás. Eles repetiram o movimento, de novo e de novo, parando quando os quadris do menor bateram na outra parte da banca. Paralisado por algo que ele suspeitou ser medo, Ciel apenas corou violentamente quando o nariz do outro encostou no seu, inalando seu cheiro numa espécie de trilha por sua pele, que ao chegar em seu pescoço, afundou-se lá.

Constrangido, as bochechas do garoto agora pegavam fogo. Mas ainda que sua mente não entendesse nada, conseguiu fazer com que seu cérebro acordasse. Empurrou com tudo Sebastian para longe de si, esse desgraçado teria que lhe dar alguma explicação convincente para esse tipo de comportamento indecente sobre ele!

— Obrigado menino Ciel. - Senhor Josué voltou com um sorriso. — As frutas estão lindas hoje, se eu fosse você levaria todas. - Direcionou seu olhar para Sebastian, e este sorriu, ignorando completamente o que acabara de acontecer.

O garoto então apenas o ofendeu baixinho e saiu dali a passos apressados. Se tivesse olhado para trás, teria notado que os olhos do outro nunca deixaram suas costas e o movimento detalhado da capa que o cobria.


 


 

A manhã se foi tranquilamente, o sol já havia passado pelo seu ápice da tarde, deixando todos saberem que a noite chegaria em breve.

— Ciel?!

Ouvindo sua mãe o chamar, o garoto levantou-se do tronco que estava sentado no terreno e caminhou para dentro de casa até a mesma.

— Eu fiz alguns doces para a sua avó, poderia levar para ela? - Perguntou gentilmente, mas ele sabia que não era um pedido.

— Tudo bem. - Concordou, ganhando um sorriso da mulher.

— Volte antes de anoitecer. - Beijou sua testa. — A cesta está cheia de doces e frutas, cuidado para não encontrar um ladrão no caminho e ele achar que é algo valioso.

Ciel revirou os olhos, quase aborrecido. Toda vez era o mesmo aviso bobo… o bosque não era nada desafiador e seria mais fácil um raio atingir a casa, do que encontrar alguém perigoso por essas bandas e a de sua avó.

— Não há perigo algum lá fora. Voltarei em breve. - Colocou novamente sua capa vermelha e saiu pela porta, seguindo em direção para a entrada do grande bosque.

Olhando para as primeiras árvores que adornavam a estreita estrada, um suspiro saiu dos pequenos lábios. Teria que andar a passos rápidos, se realmente quisesse voltar antes do cair da noite. Não que estivesse preocupado com alguma coisa, mas também não era nenhum pouco agradável caminhar sozinho na escuridão, cercado por grandes árvores.

O barulho de passos foram ouvidos, nitidamente os galhos e folhas próximos de si estavam sendo pisoteados. Girou seu corpo ao redor, mas não viu nada. A estrada estava vazia como todas as outras vezes que fizera aquele caminho. Balançou a cabeça desgostoso, claramente sua mãe havia conseguindo plantar “coisas” em sua mente depois de todas aquelas conversas sobre segurança. Não se deixaria enganar por besteiras.

Parou de andar mais uma vez, seu olho esquerdo (O outro coberto por uma tapa-olho negro) olhando atentamente a estrada, buscando encontrar alguma coisa suspeita escondendo sua presença por trás das árvores e arbustos. Nada parecia fora de lugar, mas a maldita sensação de ser vigiado/perseguido não queria o deixar. Rangeu os dentes irritado com suas próprias ilusões fantasiosas. Forçou sua mente a se despreocupar e voltou a caminhar, ignorando seus sentidos. Era apenas tolice sua, claro.

Seu coração pulou uma batida ao ver um vulto preto passando de um lado para o outro da estrada, rapidamente aprofundando-se na escuridão das árvores aglomeradas. Aconteceu tão rápido que apenas captou um borrão, mas definitivamente não seria ingênuo o suficiente para acreditar que fora apenas fruto de sua imaginação. Praguejou-se pelo raciocínio que ficara lento com o susto, deixando-o incapaz de decidir se continuava em frente ou voltava para trás. Não estava muito longe do vilarejo…

Decidido, virou-se na intenção de retroceder pela estrada, apenas para um grito estridente escapar do fundo de sua garganta, ao se ver frente a frente com um enorme lobo negro.

Os olhos vermelhos da fera pareciam acompanhar até mesmo a sua respiração, esperando apenas o primeiro indício de fuga para atacar. Sua boca aberta, mostrando todos os dentes pontudos que ali residiam, perfeitos em um claro sinal de ameaça.

Ciel apertou mais a cesta, deixando seus dedos vermelhos no processo. Não tinha nenhuma arma consigo no momento. Quais as chances de sair vivo desta situação? Jogou com toda a sua força a cesta no focinho do lobo e correu sem olhar para trás.

Uma fuga perigosa começou.

O garoto tinha plena ciência de que não conseguia correr mais que o animal. Ainda não tinha sido pego pelo simples fato da fera querer divertir-se com sua presa antes de a jantar. Engoliu em seco com esse pensamento, sua barriga agitando-se no processo.

Arriscou um olhar para trás e confirmou com horror a sua suspeita. O lobo parecia concentrado em sua capa vermelha que esvoaçava, tentando cravar as grandes garras no tecido, mas afundando as patas na terra e pequenas pedras toda vez que falhava em sua tentativa.

— Ah, merda! - Tropeçou em um pequeno galho no caminho, caindo de quatro no chão. Machucou as mãos e joelhos na queda, agora de olhos arregalados enquanto ouvia sua própria respiração acelerar a níveis inimagináveis. Sentiu o hálito quente da criatura em sua bochecha esquerda, mas não teve coragem o suficiente para virar o rosto e encará-la.

O lobo se pós a frente de seus olhos, deixando o garoto observar pela primeira vez os seus olhos vermelhos, notando o brilho obscuro que continha neles e os desejos escondidos nas orbes cruéis. Dentre as presas pontiagudas e cheias de saliva, uma língua áspera raspou para fora, fazendo seu caminho pelo rosto do menino, deixando-o paralisado no lugar pela sensação quente daquele gesto tão nojento.

O animal parou sua ação e circundou o pequeno corpo, abocanhando a capa vermelha que o cobria, arrastando-o para dentro das árvores. Tornando a estrada apenas uma mera lembrança de segurança para sua presa, enquanto carregava-a para as profundezas do grande bosque.

Ciel foi solto em cima de um amontoado de folhas, o choque do perigo deixando-o incapaz de mexer um único músculo enquanto o animal o cheirava por todas as partes. Tentou mudar de posição, não queria ver o momento da primeira mordida, mas a fera rosnou perigosamente, quase cravando as unhas em suas coxas expostas pelo shorts que usava.

Fechou os olhos com força, apenas esperando o segundo em que seria brutalmente atacado. O nariz do animal farejou por toda a extensão de sua barriga, o fino pano não impedindo a pele de arrepiar-se com a sensação de gotas de saliva caindo sobre ela.

Um, dois, três ou mais minutos se passaram e Ciel estava tão preso em seu próprio estupor que não notou que já não estava mais sendo cheirado ou tocado. Não notou quando mãos desfizeram o nó de seu tapa-olho, deixando ambos os olhos livres agora. Não viu as esferas vermelhas brilharem por apreciação a sua imagem e um sorriso brotar nos lábios de quem o segurava, demonstrando felicidade pura em sua face.

— Não tenha medo, pirralho.

Essa voz…

Ciel abriu os olhos, as batidas de seu coração não desacelerando quando vira Sebastian em sua frente. O cabelo do homem que sempre estava perfeitamente arrumado, encontrava-se levemente emaranhado, alguns galhos presos nos fios negros. O garoto fez uma carranca para o sorriso do outro e seus olhos circundaram o amontoado de árvores a procura do lobo, incapaz de entender para onde a fera havia ido. Sua atenção voltou para o moreno, notando o abdome nu acima do seu corpo. Deu-se conta que sua parte superior não era única coisa descoberta, ele estava completamente sem nada.

— Como… o que… - Não foi capaz de completar uma frase, sua língua perdendo-se em uma pergunta a cada vez que sua mente fornecia outra.

— Eu não queria te assustar. - O tom de sua voz denunciava a mentira. — Pelo menos, não no começo… mas devo admitir que ver esse seu olhar sempre tão orgulhoso refletir medo, foi deveras interessante.

Ciel franziu o cenho, os lábios carnudos tremendo com as várias coisas que gostaria de dizer naquele momento.

— Foda-se você. - Sua língua não esqueceu os insultos. — Se não há mais perigo, saia de cima de mim. Agora! - Esbravejou ao empurrar o corpo acima do seu, não obtendo sucesso.

— Tem certeza que já está seguro? - Deslumbrou um sorriso cheio de presas, fazendo a respiração do menino engatar em sua garganta. De repente a mente do jovem forneceu diversas lembranças passadas. Sebastian sempre aparecendo no meio do bosque e o acompanhando até sua avó; O desaparecimento de animais do vilarejo toda vez que o mesmo o visitava; Lendas fantasiosas, agora, não mais tão fantasiosas… de um lobo que guardava e morava no grande bosque. Ainda que não quisesse acreditar, sua boca abriu-se sozinha para perguntar:

— Você é um lobo?

Sebastian não perdeu o tom acusatório na pergunta do menor, mas sua atenção estava focada no peito abaixo do seu que subia e descia conforme as respirações irregulares. As gotas de suor frio brilhando na pele branca de seu rosto. Os olhos, azul e violeta, cintilando um misto de sentimentos. Oh, seu pequeno parceiro era a verdadeira personificação da beleza. Demasiadamente lindo, despertando um calor no interior de sua barriga.

— Eu sou. - Afirmou cheio de orgulho em sua fala.

Não perdeu tempo em desatar o nó da bela capa vermelha do garoto, fazendo da vestimenta um lençol para o corpo dele. Sua ideia era ir devagar com o menino, mas vendo-o assim em sua frente, sabia que isso não seria possível. Esperou por anos ele completar a idade certa… não esperaria nem mais um segundo para tomar posse do que o destino lhe reservou e dera de presente.

— O que você está fazendo? -Perguntou nervoso, vendo Sebastian desabotoar sua camiseta. — Ei, pare com isso! - Bateu a mão na cara dele, surtindo o único efeito de um sorriso maior, tendo seus dedos capturados para dentro da boca do mesmo. A cavidade quente melando desde o mindinho até o polegar de saliva, arranhando os dentes na pele, mordiscando as pontas com apreciação e malícia em seu olhar.

Ciel tremeu. Suas bochechas esquentaram, mas não foram elas as únicas partes de seu corpo a ferverem com a ação. Sebastian era um homem bonito, tanto, que mesmo detestando-o, já se pegara pensando nele no silêncio da noite, sozinho em seu quarto… quando os olhos de todos estavam distante e sabia que poderia fazer qualquer coisa sem ser julgado.

Não fez nada quando as garras do outro cresceram e arrancaram sua blusa, jogando-a para longe. Contorceu-se em desejo silencioso ao sentir as mãos grandes e possessivas na braguilha de seu shorts, puxando a peça para baixo e expondo suas coxas leitosas aos olhos vermelhos famintos.

— Tão lindo. - O moreno estava hipnotizado, olhando o belo par de pernas como se fossem a coisa mais valiosa do mundo. Suas pupilas se dilataram e eles desceu suas garras, arrastando-as pela pele e arrancando filetes de sangue no processo.

— Isso dói. - Reclamou Ciel, curvando um pouco seu corpo e parando as mãos de Sebastian com as suas, saindo de seu pequeno delírio. — O que você quer? - Indagou ao ganhar a atenção dele.

— Você. - Respondeu simplesmente, voltando a trabalhar suas mãos pelo corpo do jovem. Afundou seu nariz no pescoço, inalando o cheiro como se fosse a coisa mais deliciosa que já sentira em toda a sua vida. E de fato, era. Abocanhou o pomo de Adão, circulando sua língua em meio a leves mordidinhas. Tão delicioso.

— Isso não faz sentindo… - Ciel estava confuso. Era muito para lidar em um único dia. Seu coração batia forte pelos recentes acontecimentos e a maneira em que seu corpo reagia aos toques. Era bom, quente, provocante e inconscientemente desejava e ansiava por mais.

— Você é meu. - Sussurrou rouco no ouvido do menor. — Eu sou aquele a quem você pertence. - Mordeu com força o doce pescoço, quebrando a pele e deixando sua marca. Orgulho e satisfação enchendo seu peito ao observar sua obra pintada no belo quadro que era a pele do menino.

Ciel mordeu a língua para reprimir um grito, lágrimas brotando em seus olhos. Sua mente forneceu que ele nunca deveria ter saído de casa hoje, mas seu corpo queria descobrir mais do que estava por vir. Infelizmente sempre fora um garoto muito curioso.

Se ainda havia alguma luta nele contra o que estava acontecendo, foi esquecida no momento em que os lábios finos chocaram-se com os seus, roubando-lhe seu primeiro beijo de uma maneira possessiva, brusca. Sebastian estava sem paciência para demorar-se, sua mente apenas querendo saber de tocar o corpo do outro e fazer tudo que teve vontade por todos esses longos anos. Mordiscou os lábios carnudos, sugando a carne em um gostoso chupão, quase gozando com o gosto açucarado daquela boca. Uma de suas mãos trabalhou em descer a cueca do garoto, massageando o pênis ereto, suas línguas tremulando em meio aos gemidos abafados do pequeno. Ter o corpo menor contorcendo-se abaixo do seu fazia sua ereção pulsar com choques de eletricidade, simplesmente não aguentava mais esperar!

Quebrou o beijo, cuspindo sua saliva na entrada rosada, suas mãos não deixando de trabalhar na ereção em seu aperto, ficando louco com os gemidos recebidos. Posicionou seu pau na entrada, forçando a cabeça a entrar.

— Espera! - Ciel arregalou os olhos. Iriam mesmo fazer aquilo? — Não vai entrar, não cabe! - Exclamou ao ver o tamanho do membro que se forçava para dentro dele.

Sebastian beijou sua testa, notando que a ereção do menino estava vacilando. — Eu não prometo que não irá doer, porque vai. - Mordiscou o lóbulo de sua orelha. — Mas garanto que depois se sentirá bem, melhor do que qualquer outra coisa. - Brincou com a cabeça de seu pau no pequeno buraco, cuspe não era o suficiente, mas teria que servir no momento. Deu um forte impulso, introduzindo metade de seu membro na quente cavidade, um gemido escapando de seus lábios ao mesmo tempo que um grito saia da garganta do outro.

— Tira essa porra de mim! Tira agora! - Contorceu-se desconfortável, as lágrimas embaçando sua visão. Estava ardendo e doendo, não era nem um pouco prazeroso.

Tudo que Sebastian queria era revindicar o corpo que o pertencia, mas não queria assustar seu parceiro pelo resto de sua vida. Ignorou as exclamações dele, optando por beijar toda a extensão de sua barriga, voltando a massagear seu pênis, focando em o deixar bêbado de luxúria por seu toque. O desconforto não fora esquecido, mas pouco a pouco Sebastian conseguira introduzir todo o seu membro no buraco apertado, lambendo graciosamente as lágrimas que desciam pela face do garoto.

— Eu não aguento mais, irei me mexer. - Retirou-se totalmente do corpo do outro, apenas para voltar em uma forte estocada, arrancando um gritinho assustado de Ciel.

— Devagar seu desgraçado! - Enroscou as mãos nas costas do maior, arranhando-as como vingança, cravando com força suas unhas enquanto sentia o corpo o invadir de dentro para fora incontáveis vezes. — Aaah, aah Sebas… Sebas-tian. - Não se deu conta de quando ou em qual momento, mas havia virado uma bela bagunça em meios aos gemidos, babando-se com todo o prazer recebido.

— Meu, você é meu. - O moreno continuava as violentas estocadas. — Tão apertado… aah, meu. - Sentia que estava perto de seu ápice, Ciel era simplesmente gostoso demais para se durar muito tempo. Suas estocadas ficaram erradicas, acertando um certo ponto no garoto que fez o mesmo gritar de prazer. Bateu várias vezes seu pau naquele local, olhando para o rosto erótico do pirralho, afundando sua língua na pequena boca e devorando os  doces lábios. — Eu vou gozar. - Avisou, sabendo que Ciel estava perto também, os gemidos desavergonhados do menor enlouquecendo-o.

— Mais… ma-is… eu, algo vai explodir! - Ciel enroscou suas mãos nos cabelos negros, soltando um gemido alto na boca de Sebastian ao atingir seu êxtase, seu gozo obscenamente pintara sua barriga, seu corpo agora tremendo, deixara sua mente nublada pela onda de prazer indescritível. A chegada de seu ápice apertou mais ainda o pau de Sebastian, fazendo-o o chegar logo em seguida, seu sêmen jorrando dentro da estreita cavidade.

Ambos respiravam ofegantes, perdidos no prazer pós gozo.

— Isso foi fantástico. - Sebastian o abraçou, nunca mais iria o soltar.

— Idiota. - Revirou os olhos, mas não pôde deixar de retribuir.

Agora, lobo e humano sabiam que a cesta de doces perdida em algum lugar do grande bosque, nunca chegaria na casa da vovó. E que depois dessa união carnal, a capa vermelha já não era mais tão vermelha assim. 

Fim!


Notas Finais


Vergonha profunda de ter escrito isso, pqp kkkkkk a ideia era fazer apenas uma coisinha bem rápida, mas como podem ver foi um longo começo (Eu não sei me conter). O lemon pode ter parecido uma bagunça, mas eu ainda estou começando... então paciência hahaha. Gostaram?


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