História Pensão Offenders - Taekook - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~MinPark913

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Namjin, Sadicomasoquismo, Taekook, Vkook, Yaoi, Yoominseok
Visualizações 110
Palavras 1.644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Meus amores desculpem a demora, pois tive alguns problemas e ainda mais teve o enem, o que acabou acarretando a demora desse capitulo, então para recompensa-los, hoje postarei dois capitulo, aguardem o próximo capitulo, annyeong! <3

Capítulo 4 - Me ajuda


— O QUE VOCÊ TÁ OLHANDO BAEK?

— Sabe açúcar trevoso... — Acariciou meus cabelos junto a um sorriso cínico. — Dava para ouvir do segundo andar. — Meu rosto pegou fogo no exato momento que o mesmo pronunciou aquelas palavras. — Já sabia que uma hora ou outra vocês iriam se pegar, mas não achei que seria tão cedo.

— C-cala a boca. — Retruquei.

Meu rosto já doía do tanto que estava envergonhado com a situação, mas isso não era nada, sabia que Baek provocaria de um jeito bem pior, afinal, estou falando de Baekhyun, o garoto que não perde nenhuma chance de provocar, ainda mais quando se trata de mim.

— Suga? Você está c-corado? — Perguntou-me gargalhando histericamente.

— V-vai se fuder!

Andei em direção a sala que ecoava o barulho de um carro que acabara de sair disparado.

— Era o Jimin? — Perguntei.

— Sim, parece que os pais dele ligaram pedindo que ele fosse para casa, eles irão viajar amanhã, e ele também, provavelmente. — Articulou Chanyeonl.

— Por falar em viagem eu tenho quer ir, aquelas coisas que chamo de pais terão uma viagem de negócios amanhã, tchau Chan. — Peguei minhas chaves que havia deixado sobre o balcão e andei em direção ao carro, mas antes de ligar o mesmo escuto alguém chamar pelo meu nome.

— Ya! Açúcar trevoso, espero que tenha fodido bastante por hoje.

— Vai se fuder Baek!

— Sabe quantas vezes você já me disse isso só hoje?

— Não quero saber, isso não tem importancia para mim.

— Grosso...

— E grande.

Baekhyun ria escandalosamente de uma forma que transmitia um certo prazer em me atormentar. Estava andando apressadamente pelas ruas de Daegu, quando menos eu percebi eu já estava pensando em Jimin, a liberdade que ele me fazia sentir era incrível, Jimin havia me deixado completamente fascinado apenas por olha-lo. Já sentia falta dele, do seu perfume, do seu toque, daquele sorriso que faz seus olhos parecerem apenas dois tracinhos, ele é tão lindo. Não sou esse tipo de cara apaixonado, mas não sei explicar...com ele é diferente, ele mexe comigo de uma forma inexplicável, talvez fosse por meus instintos o terem escolhido.

Desde que vi o mesmo, não tinha consciência do que fazia ou dizia, já não controlava mais meu corpo e nem meus pensamentos. Isso aconteceu uma vez comigo, com um garoto que conhecera um dia e apenas em passar algumas poucas horas com ele, eu me apaixonei, talvez pela sua sinceridade ou seu jeito tímido de agir e falar, aquele jeitinho me encantava. Mas agora se trata de Jimin, não dele, ele é passado, um passado que eu nunca esquecerei, sempre manterei em minhas memórias e em meu coração. Meu primeiro e inesquecível amor.

Cheguei em casa rezando para que meus pais não estivessem lá, afinal, não estava com cabeça para escutar suas baboseiras, adentrei meu quarto me jogando na cama enquanto milhões de pensamentos me invadiam, acabo adormecendo.

 

~ QUEBRA DE TEMPO ~

 

Depois de acordar e fazer minhas higienes matinais, desco as escadas em direção a cozinha pois meu estomago já roncava. Ao chegar a geladeira reparei que na mesma havia um bilhete dizendo:

"VIAJAMOS E NÃO SABEMOS QUE DIA VOLTAREMOS, SE VIRE SOZINHO."

Eles escolheram um ótimo lugar para colocarem esse bilhete, provavelmente acharam que seria o primeiro lugar que eu iria...acertaram. Abri a geladeira e não encontrei nada de interessante para comer, decidi ir ao mercado.

No caminho de volta vi a casa abandonada que eu costumo ir quando quero ficar sozinho, o lugar onde finalmente encontro paz, adentrei a mesma e percebi que havia alguém lá.

— Jimin? — O garoto não me respondeu, talvez estivesse dormindo, resolvi me aproximar. — Jimin, acorda. — Disse cutucando o garoto deitado no chão.

Ele abriu os olhos lentamente e então me fitou meio desorientado por causa do sono.

— Você está bem? Por que está aqui?

— Ah! Não tava me sentindo bem em casa e acabei vindo para cá.

— Está com fome? Comeu algo hoje? — Balançou a cabeça negativamente e depois assentiu. — Então vou comer aqui se não se importa. — Proferi esperando sua permissão para sentar ao seu lado.

— Claro, claro. — Sorriu para mim de forma doce. — S-suga...me desculpe por aquele dia...estava meio bêbado, dai já fui dando em cima de você e acabou rolando aquilo e...

— Jimin, não se preocupa, eu queria. — Abaixei a cabeça envergonhado, mas logo o fitando.

— M-mesmo? Eu também... — Disse envergonhado com as mãos sobre as bochechas rubras.

Como essa criatura consegue ser tão fofa? Suga se controla, muda de assunto, não agarra ele, não agarra ele.

— É...você veio da Inglaterra? — Perguntei enquanto comia despreocupadamente.

— S-sim, estava fazendo faculdade lá. — Deu de ombros.

— Desistiu?

— De certa forma sim. — Fitei-o esperando por uma explicação mais clara, ele prosseguiu. — Meus pais, eles tavam colocando pressão demais em mim, eu não queria cursar administração, mas eles insistiam para que eu pudesse administrar a empresa da família.

— Seus pais também têm uma empresa?

— Sim, no momento estão em viagens de negócio. — Proferiu junto a uma expressão de dor cruzando as pernas, não entendi as suas ações. — E-eu...eu preciso ir para casa.

— É aqui perto? Eu posso te acompanhar até lá.

— Não, não precisa. Obrigado. — Pronunciou levantando e saiu quase correndo, mas parou antes de sumir completamente da minha vista, virou-se mostrando seu sorriso lindo. — Até logo, Yoongi.

Após ele sair percebi o que tinha acontecido, o cheiro que ficou me disse isso. Ele estava entrando no cio.

Mas por que ele não me disse nada? Eu poderia ajuda-lo, a não ser que ele não quisesse.

Lembrei-me do perigo que ele corria, pois nessa avenida haviam muitos alfas, o que poderia acarretar de algum segui-lo e machuca-lo. 

Nós alfas ficamos muito agitados com o cheiro de um ômega no cio, podia tentar fazer algo com ele. Eu tenho que defende-lo.

Jimin não tinha ido muito longe, provavelmente estava sentindo tanta dor que mal conseguia andar, avistei-o e corri em sua direção o alcançando.

— Jimin me deixa te levar pra casa, eu não vou fazer nada que você não queira. Por favor não posso te deixar ir sozinho desse jeito.

Puta que pariu, o cheiro dele é maravilhoso! Suga aguenta, você tem que defende-lo e não machuca-lo.

— Ta tudo bem, eu consigo ir sozinho. 

Será que ele não percebe o quanto isso pode ser perigoso? O cheiro dele está tão forte, e é tão bom. — Balancei minha cabaça para afastar esse pensamento.

— Não, eu não vou te deixar ir sozinho. Nem adianta reclamar. Eu não vou fazer nada está bem?

— Eu moro naquela casa ali. — Apontou para casa de tons azuis, que por ironia do destino ficava ao lado da minha.

Como assim ele mora ali? Ele é meu vizinho? Ele é um Park? Ótimo, agora que meus pais vão ter um treco quando souberem que estou apaixonado por um Park.

— Por favor Suga, já que vai me levar em casa vamos logo eu tô morrendo de dor aqui. — Peguei-o no colo sem aviso e andei em direção a sua casa.

— Qual a senha Jimin? Preciso abri-la rápido, seu cheiro está ficando cada vez mais forte, estou dando meu máximo para resistir. — Proferi desvencilhando-o de meus braços.

— É-é 0918.

Após aberta, o mesmo entrou logo fechando a porta mas o impedi colocando a mão sobre ela. Jimin me encarou assustado.

Droga, eu não quero fazer nada com ele, pelo menos nada que ele não queira, mas não aguento mais.

— Precisa de ajuda? — Fitou-me por um instante.

— N-não, obrigada Yoongi.

— Está bem. E-então até logo. — Dei as costas para ele e fui para casa.

Já tem mais de meia hora que escuto os gritos, porra eu tô sentindo o cheiro dele daqui, ele não vai aguentar sozinho e já não suporto mais ouvir isso.

Sai de casa correndo e a cada vez que me aproximava seu cheiro me consumia mais e mais, naquele ponto a minha sanidade estava para acabar, bati em sua porta diversas vezes até escutar a voz do mesmo que saia através do interfone.

— S-suga? O que faz a-aqui?

— Jimin, abre agora essa porta e deixa eu te ajudar.

— Ah...ah...é m-melhor você ir embora, eu vou ficar bem.

— Bem uma porra Jimin, eu sei muito bem como é passar o cio sozinho, então não venha me falar como se não fosse nada.

— Ah...ah... Suga ta d-doendo muito.

— Eu sei Jimin, agora abre essa porta e me deixa entrar.

Segundos depois Jimin abriu a porta, e deixou a mesma entreaberta colocando apenas a cabeça para fora, ao me olhar seus olhos estavam amarelados, aquele olhar se tornou intenso em poucos segundos assim que o mesmo sentiu meu cheiro, o que fez o mesmo me puxar bruscamente para dentro da casa. 

Jimin parecia descontrolado, desesperado para ser tocado, sem menos esperar puxou-me para um beijo necessitado, peguei em sua bunda e o mesmo pulou em cima de mim entrelaçando suas pernas em minha cintura. — Me senti muito necessitado dele, talvez até mais do que ele precisava de mim. — Fui em direção as escadas, carregando-o enquanto nossas línguas brigavam por espaço. Conhecia um pouco a casa, já ocorreram algumas reuniões aqui.

— Tem certeza que q-quer isso? — Questionei preocupado.

— T-tenho, só me ajuda, por favor S-suga.

— Tem c-certeza mesmo? Porque eu não irei pegar leve, irei foder com tudo essa bunda linda.

— É tudo o que eu quero. — Sussurrou no meu ouvido arrancando diversos arrepios.

— V-vai se arrepender por não ter me mandado embora.

— T-tenho certeza que não...

 



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