História Courtesy Call - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Antigo, Bangtan Boys (bts), Jungkook, Liliane, LOREN, Pullx, Rainhas, Reis, Yoongi
Visualizações 58
Palavras 2.002
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


P E N U M B R A. ISSO MESMO. Ok, eu pensei e repensei, finalmente ganhei um notebook, pensei de novo e repensei. Eu vou reescrever essa coisa. De primeira eu olhei e tentei fazer a capa com o nome Penumbra, mas ela ficou ridícula e o nome não tava me agradando, aí fui procurar nome de música e Courtesy Call apareceu e KABUM, surgiu a capa ficou linda e maravilhosa; Mas aí eu pensei, reescrever Penumbra??????? NÃO VAI DAR CERTO. Então decidi que colocaria Courtesy Call com um novo enredo e tals no lugar dela, porque né, não dava pra reescrever.
Os personagens são os mesmos, pelo menos o Jungkook e o Yoongi são KKKKKK Mirella não tá mais ali, quem substitui ela é a linda Liliane.

Espero que gostem e desculpem por ter aparecido uma história bem nada haver nas notificações.

PERDOEM os erros de formatação. Eu escrevi pelo note e tô postando pelo celular (insira aqui um meme What?)

Boa leitura e até as notas finais 💤

Capítulo 1 - 01, Eles chegaram


    As orbes banhadas de mel observavam ao longe seu bom e velho pai partir para mais uma viagem de negócios com o reino vizinho. Sua preocupação se multiplicava por números que ela nem mesmo sabia o nome ou conseguia escrever em uma folha de papel. Era difícil para si vê-lo viajar, pois a estrada que tomava era muito perigosa e havia muitos boatos de que ladrões espreitavam a floresta e saqueavam todas as mercadorias que passavam por ali.

    — Não precisa ficar assim. — Alaric, seu irmão mais velho, lhe dava um de seus sorrisos mais meigos que fazia o coração da jovem se aquecer e um sorriso adornar seus lábios — Sabe, nosso pai pode ser um velho que consegue secar uma garrafa de vinho em poucos minutos, mas acima de tudo ele sabe se cuidar, afinal, já serviu ao rei por muitos anos.

    — E agora você está fazendo isso. — um suspiro pesado saiu por sua boca — Sei que é seu sonho seguir o mesmo caminho que nosso pai, mas não acha que está sendo de mais? Digo, você vive indo em caçadas e vai até aos limites para guerrear e mal para em casa. Isso é frustrante!

    — Mas Loren sempre fica aqui com você.

    Ham, quando não está paquerando alguma moça. — colocou uma das mãos na cabeça e soltou o ar pela boca — Tenho pena delas.

    — Eu tenho é pena do garotão, afinal, não é todo dia que encontramos um garoto com um parafuso a menos. — gargalhou alto e ela o acompanhou — Vamos entrar.

    — Eu tenho que ir até a padaria comprar alguns pães. — arrumou sua blusa bordô ajeitou seus sapatos.

— Sei muito bem o que você quer, Liliane. Não é de hoje que eu te conheço.

    — Sou desimpedida.

    — Mas a pessoa que você quer tem obrigações até de mais. — ela deu de ombros e viu na sua bolsinha pequena de pano se havia dinheiro para comprar os pães pois, apesar de tudo, ela ia comprá-los mesmo —Você vai encontrar alguém legal e bacana um dia.

    —Você diz cada bobagem, irmão.

    — Já disse que te conheço? — ela sorriu e deu um soquinho fraco no ombro dele — Não apronte nada na cidade.

    — Até parece que não me conhece. — sorriu e saiu saltitante pela estrada contrária que seu pai havia tomado.

    Seus saltos iam diminuindo conforme ia se distanciando da sua casa, e logo os saltitos haviam se tornado passos preguiçosos que pareciam se arrastar pela estrada de terra. Apesar de tudo, sua casa era um pouco longe da cidade, já que seu pai fez questão de construir ela ali por causa da localização ser favorável para seus filhos crescerem bem e sem qualquer tipo de estresse. E ele estava certo, como sempre.

    Seu pai, Edgar, decidiu que trabalhar para o rei não estava adiantando em nada quando Alaric e Liliane nasceram, pois mal parava em casa — coisa que seu filho estava fazendo hoje em dia — e via o quanto os filhos ficavam tristes quando o via partir. E mesmo assim isso não mudou.

    A loira logo pôde ver as pontas do castelo se mostrarem e a cidade tornar-se visível aos seus olhos. Parou por alguns instantes e respirou fundo. O motivo real de estar indo comprar pão era que podia conversar com Loren, que por sinal sempre passava por lá para comer de manhã. E não por causa de algum homem bonito ou metido a besta que Alaric pensava.

    Atravessou o rio pela ponte de madeira e observou dois guardas posicionados no final dela. Ela tinha quase certeza que eram amigos de seu irmão, já que os viu algumas vezes com ele. Cumprimentou-os com um aceno de cabeça e sua mente gritou um obrigada ao chegar na cidade.

    Tomou seu caminho pelas ruas e becos, mas não conseguiu concluir seu caminho até a padaria, pois uma multidão se formava no final de um dos becos. Chegou perto e se colocou nas pontas dos pés para ver se enxergava algo, mas mal podia ver o outro lado.

    — Liliane! — ouviu a voz de Loren e olhou para os lados, encontrando-o acenando e com um sorriso no rosto — Que bom que não foi sugada pela multidão.

    — O que está acontecendo? — perguntou preocupada e com fome, já que sua barriga fazia um barulho que já estava incomodando-a.

    — Eles voltaram, Lili! — balançou os ombros da amiga, que tentava compreender tamanha alegria do rapaz.

    — Quem voltou? — perguntou, empurrando as mãos do rapaz que não largava de seus ombros.

    — E quem mais, após doze anos, ia voltar para casa?!

    Liliane parou para pensar, refletir e buscar lá no fundo da sua memória algo. Seus olhos se arregalaram e logo sua boca ficou semi aberta, repetindo coisas tão baixo que Loren se perguntou se ela estava delirando.

    — Nossos príncipes estão de volta!

    Ela nem mesmo lembrava-se deles. Afinal, eles partiram de seu reino quando tinham meros seis e oito anos. Jungkook e Yoongi, respectivamente. De acordo com o rei, foram mandados para outro lugar para ter um estudo melhor e saberem se comportar como um rei. Mais precisamente, foram mandados para o reino do tio e irmão mais velho do rei, que já devia beirar os sessenta anos. Ela conseguia se lembrar agora, ainda que vagamente, que seu pai comentava com Alaric o motivo de tê-los mandado para milhas de distância quando tinham um bom exemplo dentro da própria casa. Algo incompreendido até então.

    — Chegou a hora de um deles subir ao trono. — Loren parecia tão maravilhado — Imagine quantas donzelas virão para Annelym e caíram no charme do garotão aqui?! — Liliane riu alto, aliás, gargalhou alto — Não ria tão alto!

— É por causa disso que você está tão animado? Uau, achei que não ia conseguir me surpreender mais com você depois que entrou clandestinamente em um dos bailes e declarou juras de amor a princesa Elinna. — relembrar é viver, era o que Lili pensava — Mas então. Vai invadir o baile de comemoração da volta dos príncipes?

    — Vai ter baile?

    — É normal ter, não é?

    — Acho que sim. Mas creio que dessa vez eu vou poder ir. — a jovem fez uma careta e Loren suspirou — Os guardas estavam procurando por voluntários para fazer alguma coisa no castelo, e como você me conhece, eu fui e dei meu nome. Quem vai perder a oportunidade de ver a princesa mais de perto?

    — Não contaria tanto com isso… — murmurou para si mesma.

    — Os príncipes! — alguém gritou e logo os dois jovens se viraram. Alguns erguiam outros nas costas e alguns pais erguiam seus filhos para que eles pudessem ver quem estava passando pela rua.

    — Foi mal, Loren. Mas enquanto você aprecia seus príncipes, eu vou ver se acho outro caminho para a padaria.

    — O beco perto dos lagos está vazio. Bom, pelo menos eu não vi ninguém lá. É só você seguir reto e virar a direita, o resto do caminho você vai reconhecer.

— Te devo uma.

— Só falar meu nome para alguma donzela. — piscou e sorriu.

Loren era um mulherengo de primeira. As mulheres se encantavam com suas sardas e cabelo ruivo, vale lembrar de seu corpo que não era tão trabalhado, mas também não era esguio. Ele tinha as proporções que algumas mulheres daquele reino gostavam. Liliane um dia ia entender elas, um dia.

Conseguiu chegar até a padaria sem problema algum e até conversou com o dono de lá, que por sinal era amigo de seu pai havia anos. Ele comentou com ela sobre a vinda dos príncipes e que suspeitava quem poderia ser a próxima rainha. Também não deixou de lado o comentário sobre o filho mais novo não receber muita atenção igual o mais velho, que por sinal não era filho legítimo do rei. Não que Jungkook fosse algum tipo de bastardo, mas a rainha e o rei já foram casados, mas ambos acabaram perdendo os amados e tiveram um filho. O rei não gosta muito do mais novo por não ser filho dele, apenas isso. Lili achava uma tremenda bobeira negar o filho por causa disso, mas não ia meter a cara onde não foi chamada.

Voltando pelo mesmo caminho, ela observou algumas crianças brincando perto dos lagos. Não era difícil saber que eram as crianças que viviam nas ruas. Se suas roupas não os entregavam, talvez as sujeiras espalhadas por todo o corpo e seus pés cheios de barro entregassem. Liliane encarou as duas sacolas de pão e pensou que era muito para ela e seu irmão que mal parava em casa, então se aproximou das crianças que sorriam e se divertiam, jogando a água em seus rostos e as chamou.

    — Eu sei que você tem pena da gente, senhorita Liliane. — Heitor, o mais velho dentre eles que tinha apenas dez anos, disse — Mas nós realmente agradecemos sua bondade e generosidade ao nos dar essa comida. — os olhos de Lili brilharam e ela passou a mão no cabelo daquela criança.

    — Você é tão homem quanto muitos que vivem aqui na cidade e que só ligam para o ego deles. — entregou uma sacola cheia para ele — Eu sei que tem mais de vocês, então não esqueça de dividir a comida, está me ouvindo? — um sorriso gigantesco se formou no rostinho do garoto e nos das demais crianças, que agradeceram em conjunto e foram para o outro lado saltitando.

    — Não alimente as falsas esperanças dessas aberrações, Lili.

    — Saiu mais cedo do chiqueiro, Namjoon? — se virou e passou a mão em sua própria roupa, passando a encará-lo nos olhos.

    — Da próxima vez que eu pegar algum deles roubando, eu não vou pensar duas vezes.

    — Já que se incomoda tanto com o fato deles roubarem, então por que não divide seu teto, comida e água com eles? — a carranca de Namjoon era péssima — Pessoas como você é que são dignas de pena. Passar bem.

    Seguiu seu caminho para casa, pois apesar de tudo, Alaric ainda estava lá e devia estar com certa fome. Aliás, ela estava muito surpresa por ele não estar no castelo hoje já que os príncipes retornaram. Bom, quanto mais tivesse o irmão por perto, melhor.

    Amarrou seu cabelo loiro com um fio preto que usava como uma pulseira e se abanou com a mão. Não se lembrava da primavera ser tão quente dessa forma, mas também, não era de percorrer longas distâncias para comprar pão.

    Chegando até a ponte, Liliane viu que os guardas estavam eufóricos e que havia cinco há mais do que tinha quando ela estava vindo para a cidade.

    Controle sua curiosidade, Liliane.

    — Aconteceu algo? — chegou em passos tão silenciosos que até os guardas se assustaram com sua presença.

    — Senhorita Liliane, poderia chamar seu irmão?

    — Por quê?

    — Não há tempo para explicação, apenas o chame.

    Ela não havia gostado nada daquela forma que ele falou consigo, até mesmo mordeu sua língua para não soltar um xingamento. Chamar seu irmão uma ova, era a primeira vez que ele ia poder ficar dois dias em casa, não ia perder essa oportunidade de forma alguma. Tinham assuntos demais para colocar em dia, seja o que for que tivesse acontecido, aqueles sete guardas podiam resolver.

    Caminhou a passos rápidos até sua casa, temendo um pouco que mandassem outra pessoa avisá-lo. Somente dessa vez ela queria o irmão por perto por mais tempo. Não era pedir muito, era?

    Chegou a sua casa, ofegante e com alguns fios de cabelo grudados na testa por ter decidido que correr seria melhor, e entrou nela, batendo a porta e tentando procurar por seu irmão, mas chegando na cozinha a única pessoa que encontrou ali e ainda por cima sentada com uma cara de paisagem foi um desconhecido.

— Quem diabos é você?!


Notas Finais


Liliane é delicada igual um coice de mula. Ok, convenhamos e venhamos que até o começo ficou melhor do que o de Penumbra que não tinha nem pé nem cabeça.

Tá, vamos para as opiniões. Vou dar a minha né, vai que incentiva.

Eu levei umas 3 horas para escrever esse primeiro capítulo no notebook e cansou hein, meu Rá, como cansou. Achei que no celular cansava mais, mas olha, superou hein. Como eu refiz e fiz a capa dessa fanfic, ao todo foi uns 3 dias, tô brincando não. Pegar material me cansa pra cacete e eu não have paciência.
Tô aprendendo inglês, legal né?
Enfim, só esse capítulo eu reescrevi umas 3 vezes, no caso a terceira foi esse aqui que eu tô postando. A personalidade da Lili eu vou moldando conforme o tempo, mas ela é meio cabeça quente, curiosa, desconfiada, bondosa quando quer, tira sarro dos outros e é delicada igual um coice de mula.
Acharam que Loren era uma girl no começo? Nem, o nome me veio a mente e chaplau meu povo. Só para vocês terem noção, Alaric era para ser Alarix KAKAKKKAKAKAKA
Enfim, achei que não ficou 100%, mas que eu consegui superar o começo de Penumbra, a eu consegui.

Podem me xingar a vontade e dizer que me amam ou me odeiam ou o que tiver passando na mente de vocês!

Desejo tudo de bom para essa fanfic e é nois

XOXO


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