História Pepperony - O vizinho do lado - Capítulo 1


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Categorias Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Bucky, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Maria Stark, Natasha Romanoff, Pepper Potts
Tags Pepperrony
Visualizações 18
Palavras 1.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - A chegada


Fanfic / Fanfiction Pepperony - O vizinho do lado - Capítulo 1 - A chegada

Pepper estacionou o carro em frente a sua nova casa. Pelo jeito era como a imobiliária havia lhe dito: bairro calmo, vizinhança tranquila. Um lugar sossegado para que pudesse escrever seus livros em paz. 

Paz, era exatamente isto que buscava quando decidiu se mudar para a capital. Paz e uma nova vida.

Desceu do carro carregando apenas a bolsa e respirou fundo enchendo os pulmões de ar. Verificou o relógio e viu que eram 14:22, bufou e procurou dentro da bolsa a chave que haviam lhe dado. Caminhou em passos largos até a porta, colocando a chave na fechadura e a girando. A porta se abriu e o cheiro forte do ambiente tomou conta de suas narinas . Aquele lugar precisaria de uma grande limpeza. Suspirou novamente. Só espera não encontrar insetos. Tinha pavor deles.

Pegou o celular e discou o número de Wanda:

- Amiga, sou eu Pepper. Pediu que e ligasse assim que chegasse, bom eu cheguei. Estou bem, só vou fazer uma faxina na casa e descansar da viagem. Estou com saudades suas e do Bucky, beijos e se cuidem. - desligou e jogou o telefone em cima da mesa ainda tapada com o lençol branco.

Abriu as janelas e arremangou as mangas:

- Mãos a obra Virgínia Potts. - disse a si mesma – Mãos a obra!

Tinha certeza que assim que Wanda visse a mensagem em sua secretária eletrônica ligaria correndo para falarem durante horas, o que fizeram no transcorrer do dia.

Ah, Wanda. Sua meiga e divertida amiga. Sua única amiga. E não dizia isso apenas por Wanda ser a dona da editora que publicava seus livros e sua cunhada a quase três anos. Dizia isso apenas por viver isolada escrevendo e Wanda ser a única pessoa, tirando Bucky seu irmão, que a ouvia quando era preciso e lhe dava conselhos e puxões de orelha quando saia da linha .

Ainda lembrava de seu ultimo sermão:

 

Flashback On:

- Eu simplesmente não entendo como uma pessoa linda como você Pepper insiste nesta história de não se apaixonar. - Wanda disse brava

- Wanda, não vamos voltar a discutir por causa das minhas decisões amorosas. - disse colocando mais uma peça de roupa na mala

- Pepper veja eu e o Bucky  por exemplo. - ela insistiu – Eu e seu irmão nós amamos e somos felizes juntos, pretendemos até ter filhos. - ela argumentou – Você não quer ter filhos Pepper ? Olha que eu quero sobrinhos ein ? - ela disse a ultima parte com humor

- Wanda você tem 27 anos, - ela disse fechando a mala – está estabilizada emocionalmente e financeiramente…eu não. - rebateu – Eu tenho 25 anos, e um filho ou um namorado agora, não me ajudaria muito . - Wanda pareceu zangar-se mais – Entenda Wanda, quero escrever meus livros, que é o que eu amo fazer e só. Nada de paixão. - disse caminhando em direção a sala levando a gigantesca mala

- Eu pensei que se mudando para a capital, procuraria alguém para ser seu companheiro . - ela disse vencida

- Pois pensou errado. Tenho um livro para terminar de escrever e um prazo para entregá-lo. - largou a mala na porta e virou-se para Wanda colocando os óculos de sol - Prazo este que está perto, o que não me dará tempo para fazer outras muitas coisas, ainda mais encontrar um grande amor. - brincou

- Aah! - ela disse fingindo-se chocada – Quer dizer agora que eu sou uma má chefe e sou a culpada por você não ter tempo de procurar um grande amor na capital, porque a minha editora lhe deu um prazo pequeno? Isto foi golpe baixo Pepper. - brincou – Muito baixo!

- Sabe Wanda, sentirei falta de você. - disse lhe dando um abraço – De um beijo no Bucky por mim e diga que eu o amo muito e que também sentirei sua falta.

- Oh Pepper não me faça chorar. - ela disse a abraçando forte

- Não há motivo para chorar amiga. - ela disse beijando o rosto de Wanda – Só vou morar na capital.

Pegou a mala e foi em direção ao seu carro a guardando no porta malas. Entrou no veiculo ligou-o e acenou para Wanda:

- Me ligue assim que chegar Pepper - disse com os olhos marejados – Assim que der vou lhe visitar.

Pepper sorriu e arrancou se recostando no banco de seu automóvel. Sentiria falta das brigas tolas com Wanda.

Flashback off

Quando finalmente terminou de arrumar suas roupas em seu novo armário, olhou o relógio novante. Eram 21:53 e já estava escuro lá fora. Fechou as janelas para prevenir que os malditos insetos voadores entrassem, como baratas por exemplo. Tinha horror a elas. Comida. Seu estomago implorava por algo de comer. Trouxera hot dogs, e agradeceu por isso.  Lavou as mãos e sentou-se a mesa abrindo então a embalagem do então desejado hot dog. Morde-o com vontade enquanto mastigava de olhos fechados, para então saboreá-lo melhor. 

“Ping – Ping – Ping….”
Abriu os olhos assustada. Seria uma especie de grilo ou girino ? Oh céus estava perdida! Onde estava Bucky para salvá-la?!
“Ping – Ping – Ping ….” - o barulho era continuo. Olhou ao redor assustada e nada viu. Levantou-se e reunindo toda a coragem que tinha seguiu o som.

“ Orá Pepper, seja corajosa! “ - Ela repetia a si mesma mentalmente
A pia. O barulho vinha de lá. Oh droga acabará de lavar as mãos ali e não vira nada. Respirou fundo tentando acalmar a respiração acelerada e o coração que parecia querer saltar pela boca. Analisou-a cuidadosamente, nenhum bicho parecia estar ali. Em mais um ato de coragem, abriu as gavetas de uma só vez e correu para longe se esforçando para não gritar. 

“Ping – Ping – Ping ….” - o barulho não cessou. Aproximou-se novamente devagar. Em uma onda de adrenalina abriu as portas do armário e o barulho ficou mais forte. Viu algo cair em cima da tampa de uma panela.
Correu e gritou.  Escondeu-se atras da parede e ficou observando. Nada voava, nada saia correndo daqui de dentro, nada absolutamente nada. Apenas o irritante barulho. 

Voltou a aproximar-se devagar. Aquilo aparecia água?! Aproximou-se cada vez mais. Sim, era água. Um cano quebrado para ser mais descritiva. Gritara e sairá correndo da “perigosa e terrivelmente assustadora” gotas de água que caia do cano quebrado. Sentia-se uma idiota e rezava para que ninguém tivesse ouvido seu grito. 

“Droga!” - ela repetia para si mesma brava

Como conseguiria o número de um encanador aquela hora?! Sentiu-se tentada a ligar para Bucky e pedir ajuda, mas logo descartou essa ideia ao lembrar que prometeu assumir responsabilidades, depois de morar sozinha. Mas como faria se não conhecia a região, e não fazia ideia de onde arranjar um encanador? Lista telefônica. Claro, lá teria o número de dezenas de encanadores.

- Droga ! - disse esmurando o sofá – Eu não tenho uma lista telefônica!
Mas um vizinho qualquer iria ter. Afinal, todos tem uma lista telefônica menos Pepper. Pensou um pouco na ideia. Não tinha saída. Ou pedia a um vizinho o maldito número de um encanador, ou dormia com aquele barulho irritante e esperava o cano colar-se sozinho.

Bom, parte da segunda opção não aconteceria, fato, e dormir com aquele barulho irritante tão pouco, o jeito era bater na porta de algum vizinho. Talvez o vizinho do lado. Olhou o relógio novamente 22:15. Esperava que a vizinhança não costumasse a dormir muito cedo. Caso contrario tiraria alguém da cama. Guardou os hot gods na geladeira e bebeu um grande e longo gole de soda antes de pegar a chave de casa e s encaminhar até a porta.

Passou os olhos pela rua escura procurando alguma casa onde a luz estivesse acesa. A casa do lado, a luz estava acesa, com certeza não estavam dormindo e com certeza teriam uma lista telefônica. Passou a mão nos cabelos afim de melhorar a aparência deplorável que devia estar depois de uma grande faxina. Tomou folego e caminhou em direção a casa do vizinho do lado. Ou da vizinha talvez.

Entrou pelo pequeno portão e seguiu o curto e bem cuidado jardim. Parou em frente a porta onde um casal de gatos, pintados em uma madeira envernizada e bonita desejava “seja bem-vindo!”. Sorriu. Suspirou novamente enchendo os pulmões de ar e tocou a campainha. Esfregou as mãos no jeans desbotado que usava e esperou, até que passas se aproximando da porta foram ouvidos e rapidamente alguém a abriu.

Alguém alto, másculo, e bonito inacreditável e incrivelmente bonito. O príncipe dos sonhos para qualquer garota. O seu mais novo vizinho do lado.

Continua?



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