História Pequena Hana - Capítulo 4


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Categorias Overwatch
Tags Baby!hana, Mchanzo, Zarmei
Visualizações 107
Palavras 3.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha só! Õ/ Boa leitura!

Capítulo 4 - Simplicidade


Fanfic / Fanfiction Pequena Hana - Capítulo 4 - Simplicidade

O café acabou ficando para outro dia, pois assim que estava parando um táxi que passava naquele distrito de Hanamura e estava seguro de que Hana não iria correr perigo com seus tios ou até mesmo a ameaça que seu “avô” representava. Mei acabou retornando a ligação e passou a mesma para o americano, esse explicando melhor que estaria ocupado na universidade que amiga de ambos trabalhava, também se desculpando por ter confirmado algo sem nem mesmo ter o compromisso de ter recusado.

Foi sim uma lastima, mas Hanzo precisava falar com ele, só que não por chamada... Por isso, aceitou bem a recusa e assim, voltou para o palácio. O nervoso que passava em cada parte do seu corpo, receio e medo tomavam contam da sua mente por conta desse assunto. Deveria ter se prevenido melhor, era sua culpa... Mas também não considerou que iriam aparecer tão cedo para buscar e levar Hana embora, ele nem considerou essa hipótese direito e essa notícia deveria ter sido o trunfo da comemoração do senhor Sojiro Shimada.

Quando adentrou o palácio, se redigiu até onde Angela poderia ter levado sua filha, no quarto de jogos mais divertido que qualquer titio daria para a sua sobrinha e que, pelos pensamentos de Hanzo, não deveria estar distraindo a mesma em nenhum momento por conta do pesadelo, pelo medo de que o que tenha sonhado se torne verdade.

Ao achar a sala, suas suspeitas apenas se concretizaram e Angela tentava a qualquer custo animar sua pequena, mas Hana... Ela se mantinha quieta e não chorando, algo estranho e que chegava a gelar Hanzo com essa reação tão preocupante com uma criança de quatro aninhos. Era como se soubesse o que estivesse acontecendo.

“Meu amor?” Ele sussurrou, se aproximando e ajoelhado diante da filha, sorrindo fracamente ao ver o rostinho e o nariz vermelhos dela, os olhos marcados e como ela parecia pequena demais “Vamos para casa? Seu titio Genji vai cuidar de quem está levando esses pesadelos até você” Contou, mas nem ele conseguiu ser entusiasmar diante dessa declaração “Eu vou ficar com você a noite inteira, que tal?” Sugeriu.

“Não quero dormir...” Ela resmungou, fungando e secando os olhinhos.

“Todas as crianças tem que dormir em algum momento, botão de flor” Angela comentou, balançando a sobrinha no colo e a entregando para Hanzo, esse que a segurou bem em seus braços e sentiu os bracinhos de Hana tentarem aperta-lo “Ela não quis brincar, nem mesmo pediu doces ou algum mimo” Sussurrou, preocupada enquanto olhava Hana “Não pediu para ver o Genji na sala dele...”

Sim, era como se ela soubesse.

“É apenas um monstro e eu vou espantar, nem que eu tenha de chuta-lo pra fora do país” Declarou em sinal de ameaça, mas menos perceptível para sua filha “Estamos seguros, o titio Genji e o papai não vão permitir que nenhum monstro chegue perto desse bolinho de arroz”

“Espero que sim...” Suspirou, Angela “Sojiro veio ver como Hana estava quando você saiu e não, ele não falou nada e nem mesmo chegou perto” Contou e Hanzo franziu o cenho, confuso “Não gosto da opinião do seu pai com relação a muitas coisas, mas acho que você deveria falar com ele”

Falar com o homem que queria jogar a filha dele no lixo? Só poderia ser piada, mas pelo olhar de Angela, não era. Sojiro nunca olhou para Hana realmente e temia o que ele poderia fazer com relação não só a ela como também a si, seu pai não era alguém para ser subestimado. Mas ele levou aquilo em conta, mesmo que tivesse discutido com o senhor Shimada não fazia quinze minutos e ambos quisessem se matar caso tivesse na mesma sala.

“Não quer levar nenhum brinquedo, querida?” Hanzo perguntou, balançando Hana em seus braços e a sentindo negar com a cabeça “Sabe que pode levar, até mesmo os pelúcias que era do seu papai e que estão aqui” Incentivou e a resposta foi o silêncio, talvez o olhar preocupado estava transparecendo em seu rosto já que Angela estava preocupada na mesma medida “E se pedirmos um doce caseiro da vovó Hong em pessoa? Doces chineses são os seus favoritos” A sua última tentativa e essa deu certo.

Hana ergueu a cabeça e encarou Hanzo, um sorriso choroso em sua face e mesmo assim, ele conhecia aquele tipo de sorriso e doía seu coração vê-lo tão cedo vindo da própria filha. Era como além dela “saber” o que estava acontecendo, como também tentasse falar que estava tudo bem.

Preferiu não falar com seu irmão no momento, sentia ainda o calor da discussão e ainda estava intrigado com a aparição, nervoso demais para se focar em outra coisa que não fosse o bem estar da filha. Por isso preferiu mandar uma mensagem para Genji quando fosse chegar em casa e assim, foram embora daquela que uma vez foi seu lar.

Durante o caminho inteiro até o restaurante onde voltaria a trabalhar, observava tudo e todos como ameaça. Não era apenas ser treinado em várias artes de defesa que garantiria sua segurança e de Hana, temia até mesmo machuca-la. Estava com medo, sentia medo por ela, mas ainda por si.

Era egoísta.

Quando chegaram em casa, Hanzo a deixou no quarto dele com algum pelúcia e se preparou para arrumar e levar os lençóis para lavar na lavanderia, deixando o colchão virado e pensando em como o limparia sem chamar alguém ou pensar em levar para lavar. Não iria atravessar a rua com um colchão na cara.

Mandou a mensagem para Genji sobre a escolinha e Genji logo se prontificou, tinha os documentos que precisava para fazer a matrícula, agora cabia a Hanzo ir até a antiga e cancelar a vaga, o que ele não queria pensar muito e faria apenas no dia seguinte ao deixar sua filha com Angela já que ela não começaria logo de cara as aulinhas.

Encolhida na cama, Hana escondia o rosto e apenas por Hanzo chegar perto, ela pulou em seu colo e o abraçou bem forte. Sua barriguinha até mesmo roncou de fome e uma risada escapou de ambos.

“Comida...” Pediu e Hanzo negou, risonho.

Ela era a única pessoinha que arrancava fácil um sorriso dele. Sempre.

“Prometi a comida caseira da Mama Hong, né?” Lembrou e Hana concordou com a cabeça “Apenas hoje eu vou ligar para pedir comida, tá bom?”

“Sim, papai”

“Vêm, você vai dar um oi primeiro para aquela velha” Brincou e Hana deu uma risada.

Mei era a protegida de Mama Hong e também a sobrinha de Yukiko, essa foi uma das formas que Hanzo conseguiu o emprego, digamos que Nakamura precisava de funcionários e Hanzo era o que tinha para o jantar. Com isso, Mama Hong também estendeu sua proteção para Hana assim como fez com Mei, mesmo ela sendo japonesa.

“Vovó Hong! Eu te amo!” Falava no celular e no viva-voz, Hanzo até mesmo segurou uma risada.

“Meu amor, sei quando o crápula do seu pai quer um favor meu, mas eu também amo você” Respondeu e Hana deu uma risada da careta do pai “Ele não conseguiu fazer o jantar de novo?”

“Não, vovó” Falou risonha “Eu fiz xixi na cama” Contou “E eu soltei um pum” E outra risada.

“Que tipo de coisa o seu pai anda ensinando a você, minha criança...” Lamentou “Mandarei um dos funcionários de Nakamura levar uma marmita bem gorda para vocês e o meu doce especial” Contou e Hana comemorou “Menos para você, Shimada!”

Bruxa velha.

Quando a comida chegou, ambos pareciam devorar um porco e os doces nem mesmo Hana conseguiu devorar todos de uma vez, mas pelo menos o dia terminou com ela sorrindo e dando risada.

No dia seguinte, ele foi a escola de Hana para cancelar sua matrícula e de lá deixou a pequena na casa dos Shimada, não temendo a carranca costumeira de Sojiro e vendo a mesma mais alegre que o dia anterior, aceitar Angela e feliz por faltar de novo na escolinha. Dali foi ao restaurante para conversar com Yukiko resolver os assuntos pendentes da sua promoção e o aumento, tendo também o acerto de horário que teria e por isso, ele preferiu passar a manhã e parte da tarde em “treinamento”, arrumando alguns documentos e organizando os papéis a serem pagos com relação a entregas.

Foi algo fácil, ele quase lidaria com aquele tipo de coisa com o clã, mas na questão de negócios, ambos eram bem diferentes. Yukiko sorria para si e o apresentou novamente aos cozinheiros e ao restante dos funcionários, todos o receberam tão bem e pareciam de fato contentes de não terem o antigo gerente e segundo em comando ali trabalhando.

Ao final, usou o tempo que trabalharia junto do horário que Hana estaria na escola e demoraria apenas uma hora e meia para buscá-la. As coisas estavam entrando no eixo e era uma semana feliz, tinha apenas uma pedra no seu caminho, o cisco no olhar passageiro.

Os próximos quatro dias foram assim, uma nova rotina foi estabelecida e nenhum comunicado daquele idiota coreano. Não gostava daquele silêncio, mas Genji também não informou nada de especial sobre. Algo de errado estava acontecendo, ele sentia isso.

Desses dias, no quinto, Jesse McCree remarcou para que tomassem um café e novamente Hanzo ofereceu sua casa, aceitaria fazer as tarefas em um tempo dobrado já que sairia cedo e Angela aceitou ficar com a pequena novamente, afinal, a loira poderia não concordar com os métodos de Genji, mas concordava menos ainda com os de Hanzo, desaprovava esse sacrifício que ele fazia, mas no final, o ajudava.

Estava nervoso ao receber o outro, o café foi servido e oferecido, segurava com firmeza a xícara para não mostrar o nervoso que sentia e mesmo assim, McCree sorria e descontraía com algum assunto, fazia parecer tão normal que Hanzo já se arrependia do que planejava fazer, sentando-se ao lado do mesmo e apreciando ao seu tempo ao prestar atenção no que esse conversava.

“Você tem algo para falar, não?” McCree interrompeu o silêncio e Hanzo sentiu-se tenso “Digo, não sou um escroto completo e nem mesmo minha profissão pode servir de empecilho para o que vai falar para mim”

“É um tanto constrangedor...” Confessou, rindo de nervoso e Jesse bebericou a bebida “Eu gostaria que você se passasse como meu namorado...” Contou e pelo olhar do americano, surpresa o definia bem “Seria apenas por alguns dias” Explicou e McCree concordou levemente com a cabeça.

“Se é um caso judicial, eu posso dar um jeito” Ofereceu e Hanzo negou.

“Não é isso, eu só preciso da aparência... Não é algo na justiça, é algo mais sujo” E uma risada nervosa saiu.

“E você me escolheu por...?” Franzia o cenho e Hanzo sentiu o rosto esquentar.

“O escolhi porque é atraente” Contou, deixando a xícara na mesinha assim como Jesse o fez também “Claro que existem outros motivos, mas não quero parecer o interesseiro”

“Não está, foi claro com seu objetivo e palavras, gosto assim” Sorriu e Hanzo negou com a cabeça.

“Como consegue levar isso com tanta tranquilidade?” Perguntou e McCree negou, a mão apoiando em seu ombro e reparando que o outro se aproximava.

“É porque eu também acho você atraente” Contou, aproximando por fim seu rosto com o de Hanzo.

Ainda sentia o gosto de café na boca do outro, da língua adentrando sua boca e dessa chupando seus lábios de forma tão lasciva, chupando como um doce a ser apreciado com lentidão. Era tão gostoso que não conteve o gemido durante o beijo, não se importou com a dominação e ser dominado pelo ato, muito menos em ter sua cintura apertada e as mãos ásperas, o toque gelado delas contra sua pele.

Ele queria mais.

Fervia e sentia o incomodo crescente em sua calça, seu pênis ficava duro a cada toque que sentia, cada arrepio que subia sua espinha e até mesmo se viu na falta de ar, ficando ofegante e respirando fundo o máximo que conseguia apenas para perder todo o fôlego novamente e sentir aquela boca descer para o seu pescoço.

Era muita ousadia apertar o cabelo de McCree? Desejar que ele o mordesse e o chupasse, marcasse em vermelho com seus dentes o seu pescoço? Pois era isso que Jesse estava fazendo e Hanzo se deixou levar, cada parte de seu corpo desejava aquilo e só de se sentir desejado de uma forma tão carnal e suja, o fazia ficar não só excitado, como também satisfeito com sua própria luxúria.

Aquilo não era apenas a proposta “tosca” que sugeriu, era o desejo de se consumirem. Mas não era amor, não era paixão. Era desejo.

“Cama, quarto, agora...” Falou sôfrego, sentindo o outro gemer manhoso para si e segurar sua cintura, parando de marca-lo e o pegando no colo “Brega...” sussurrou, lambendo a boca ao sentir as mãos apertarem sua bunda com força.

“Querido, eu sou feito de coisas bregas” Declarou, dando uma piscadela para Hanzo enquanto o guiava até o quarto.

Só a ousadia daquele americano prepotente, Hanzo lambeu sua boca e chupou a mesma, gemendo da forma mais depravada possível, algo que ele nunca faria e nem fez com ninguém, nunca se deixou tão livre e ficou a vontade com alguém daquela forma, por isso a desculpa nunca foi tão útil, as palavras com japonês barato do outro com o café que os colocou naquela situação, trazendo apenas o calor de um momento tão quente.

O caminho para o quarto parecia longo, a demora se colocava na presa em tirar a blusa branca de botões que Hanzo usava, sendo arrancada e o pescoço sem marca alguma ter naquela noite várias para se lembrar nos dias seguintes. Mostrando até mesmo a grande tatuagem de dragão da qual cobria a maior do seu braço e lembrava de quem foi um dia e do que era destinado, mas McCree ignorou o sentido e admirou pouco, voltando a seguir até o quarto do Shimada.

Jogado na cama, Hanzo se apoiou nos braços e admirou o outro abrir a braguilha lentamente, abaixando a calça e deixando apenas a cueca vermelha, o membro ereto e evidente com toda excitação que Hanzo deveria ter provocado no outro, de cada palavra suja que falou antes mesmo de se beijarem. Gostava de brincar daquela forma, de dominar o outro e não hesitou ao ver o outro engatinhar até si, o empurrar para ficar de costas na cama.

“Jogo sujo, Shimada” Jesse sussurrou, a voz rouca e arrastada com um sotaque, o que fez Hanzo apenas sorrir.

“Você não gosta?” Rebateu, sentando no colo do americano e sentindo a protuberância roçar em si, remexendo a cintura e gemendo manhosamente com aquele tamanho todo ao imagina-lo dentro de si “Não quer me ver montado em você?” E abaixando, ele sussurrou no ouvido de Jesse e mordeu o lóbulo lentamente, sentindo ambas as mãos apertarem sua bunda e separarem as bandas “Safado...”

“Tão gostoso...” Apenas respondeu, não precisando nem incentivar e Hanzo rebolou em seu colo.

“Melhor me preparar, não?” Sugeriu e o outro rosnou com isso, tentado demais com essa sugestão e sem mais, ajudou Hanzo a se despir por completo.

Sem a calça, agora também apenas de cueca, Jesse segurava mais firme a carne nua dele. As marcas deixavam o vermelho, um rastro de destruição e desejo para terminar de ser concluído e para a sorte de Hanzo, o que ele comprou na farmácia tinha realmente sido útil e lá estava ele abandonando o beijo para pegar o necessário. A camisinha e o lubrificante, ao ficarem na visão de Jesse, trouxeram um sorriso malicioso e um beijo no pescoço de Hanzo.

Era como se ele tivesse voltado a ser um adolescente, sentia-se nervoso e talvez Jesse tivesse reparado que ele ficou tenso já que esse largou apenas a camisinha de lado e abriu o lubrificante, mas focando em beijos pelo peito de Hanzo.

Estava pronto para saber e perguntar o que o outro iria fazer quando sentiu a boca do mesmo pegar e chupar um de seus mamilos, o chupando como se estivesse com fome e o barulho disso trouxe as fisgadas para seu baixo ventre, seu membro ficando duro cada vez mais enquanto o outro mamilo era apenas apertado e beliscando. Aquela era com toda certeza a parte sensível de todo seu corpo e Jesse descobriu em pouco tempo.

Tirando a cueca dele, Jesse apenas deslizou o tecido e Hanzo se arrepiava inteiro, parecia brasa fresca, cada gesto que envolvia sua pele o deixava sensível e ele tentou abaixar a mão para fazer o mesmo, mas Jesse não o deixou, ele o fez sozinho. Como se mostrasse que estava no controle.

Algo gelado era sentido nas coxas e Jesse o masturbava junto do seu membro, ambos molhado pelo lubrificante e como ele fez isso... Hanzo não prestou atenção nesse detalhe, mas se sentiu grato e tão cheio por dentro a essa atenção que gemeu contido, a boca do outro logo veio e o beijou, abafando os barulhos que fazia ao se sentir satisfeito.

“Você é lindo, Hanzo...” Jesse sussurrou.

Não era como os elogios que ele já recebeu. Jesse McCree olhava para ele e voltou a repetir, os pingos negros o encarando enquanto estavam nus e Hanzo não ousou se mexer, absorveu apenas aquelas palavras para então enlaçar suas pernas na cintura de McCree.

“Meu nome... Diga de novo...” Pediu, murmurando e segurando o pescoço de Jesse.

“Hanzo...” O fez, beijando sua clavícula, seu pescoço, o queixo e o lóbulo. O marcava com a simplicidade de cada carinho em sua pele “Hanzo”

Sim, eram apenas os dois. Havia beleza na simplicidade e no momento. Quase como se...

Dois dedos o penetravam devagar e aquele era apenas o início, mas ele já esperou tanto... Que logo, Jesse já o penetrava com seu membro e ditava o movimento, ficando sob Hanzo enquanto segurava seu rosto, o beijava e não o deixava de forma alguma abafar os barulhos dos gemidos.

Algo dentro de si era tocado, o fazia delirar enquanto Jesse chamava seu nome, as estocadas acertavam e mesmo assim, Hanzo chegava a chorar, lágrimas escorriam de sua face daquele momento intenso. Nunca se sentiu tão bem em ser desejado daquela forma, como algo para ser apreciado sem se sentir sujo, mas sim, belo.


Notas Finais


Eles não são oficialmente um casal, apenas de mentirinha, ok? Desculpem a demora, mas eu me arrastei com o capítulo novamente :u

Ainda tem mais 2/3 capítulos para serem feitos e essa é a fic que eu tento mais ter cuidado na hora de fazer, então me perdoem se algo saiu errado e espero que tenham gostado.

Até o próximo!


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