História Pequena mente assassina - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Violencia
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Palavras 2.790
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Assassinato


Minha tia e eu chegamos no shopping e saímos comprando tudo o que víamos pela frente, uma coisa que minha tia não gosta de fazer é economizar e por acaso acabei aderindo esse costume também.

Tive que deixar o chuck no carro, por que segundo as pessoas estou grande demais para bonecos, só quero mandar o esse povo cuidar da vida deles.

Só paramos de fazer compras para almoçar na praça de alimentação, enquanto minha tia comprava comida, escolhi um lugar pra gente sentar. Eu ficava pensando em um geito de colocar ela contra o meu tio, e pelo visto vai ser mais fácil do que eu pençava, o mundo parecia estar girando ao meu favor.

Eu estava perdida nos meus pensamentos quando vejo minha tia tentando equilibrar duas bandejas cheias de comida, uma tinha dois hambúrguer, batata frita grande com cheddar e bacon, sunday de chocolate e um pedaço de torta de chocolate, na outra tinha um hambúrguer, batata frita grande com cheddar e bacon, e dois sunday's. Ela me deu o que tinha a torta.

- uaau tia, tudo isso?- perguntei sorrindo enquanto admirava aquele monte de comida.

- claro que sim filhota, esse dia é especial e merecemos no mínimo engordar uns três quilos. - ela disse e eu não duvidei de suas palavras, eu sabia as duas coisas que a minha tia mais amava, compras e comida então se fosse pra gente comer a gente comeria muito. - agora espera um pouco que eu vou buscar o nosso refrigerante.

Amo quando essas datas especiais chegam, porque nesse dia posso comer tudo o que eu quiser já que a minha tia presta bastante atenção na minha alimentação.

Comecei a comer o sunday enquanto ela não voltava. Eu amo a minha tia, ela não substitui minha mãe mas eu sinto que ela me ama de verdade como uma filha e eu também a amo como uma mãe, por isso quero que ela seja feliz, porém só eu posso dar a felicidade pra ela.

- pelo visto você não consegue segurar sua fome em?- disse minha tia sorrindo enquanto colocava o refrigerante na mesa olhando pro meu sandey que estava quase acabando.

Dei uma risada e continuei comendo ela se juntou a mim é ficamos conversando enquanto comíamos. Ela me perguntou como eu ia na escola e eu falei pra ela que minhas notas eram as melhores afinal eu sou a mais inteligente da minha sala, apesar de sofrer bullying por ser a "nerd" como eles dizem, eu continuo tirando notas boas de olhos fechados.

Quando terminamos de comer, minha tia chamou minha atenção pra uma conversa que ela queria ter comigo.

- querida... esses seus machucados, não foi seu tio que fez né? - questionou já com medo da resposta.

Fiquei calada olhando pra baixo com um olhar triste, por fora, mas por dentro meu sorriso era enorme.

- querida..? - tentou de novo, tocando o meu ombro.

- sim tia! Foi ele, só não queria falar porque ele disse que se eu falasse ia me expulsar de casa.- falei com os olhos cheios de lágrimas, lágrimas falsas claro.

- oh minha queria, sinto muito - disse ela vindo me abraçar. - Mas eu não consigo acreditar.

- ele também disse que você não ia acreditar em mim - eu falei já com lágrimas rolando nos meus olhos. - mais não conta pro tio por favor. - comecei a chorar mais alto o que chamou a atenção das pessoas.

- shiii tá tudo bem meu amor... mais por que ele faria isso com você?

- porque... eu não queria brincar com ele.- felei em um tom baixo e choroso.

- ma - mas que brincadeira querida?- questionou trêmula.

- uma brincadeira onde ele me machuca - falei ainda baixo colocando minha mão embaixo do meu umbigo.

Ela pareceu entender já que me olhou apavorada. E eu apenas estava rindo, por dentro claro.

Ela me abraçou chorando e eu fingi um choro com soluço, não gosto de ver minha tia triste mais e um preço a se pagar pela nossa felicidade.

- eu sinto muito.- falou com a voz cheia de dor por mim.- por que você nunca disse isso pra mim?

- porque eu nao queria te perder, não queria que você me abandonasse, eu te amo tia!- falei olhando em seus olhos lacrimejantes assim como os meus.

- eu também te amo! - falou enquanto me abraçava forte.- você não se importa se a gente dar uma passadinha no hospital né?

Eu apenas neguei com a cabeça ainda abraçada a ela, eu sabia que ela iria pedir pra fazer uns exames em mim e eu sabia que depois dos resultados ela ficaria desolada.

Assim que chegamos no hospital fui atendida o mais rápido possível, foi o doutor Marcos que me atendeu. Assim que fiz uns exames fiquei na sala de espera com a minha tia, ela deixou eu ficar jogando no celular dela enquanto ouvia musica, e foi isso que eu fiz até ouvir o médico chamar a minha tia.

-Querida eu já volto, fica aí ouvindo música tá?

Acenei com a cabeça e vi ela saindo, e como eu já disse que não sou curiosa eu fui logo atrás dela, vi ela entra em uma sala com o médico e fiquei atrás da porta escutando a conversa. Eu não consegui ouvir nada direito mais percebi que o meu prato tinha dado certo assim que ouvi o choro alto minha tia.

Sorri e voltei pra sala de espera sorrindo, finalmente meu sonho está sendo realizado, em breve será somente eu e minha tia.

Depois de 20 minutos minha tia veio até mim com os olhos inchados.

- querida vamos embora? Já está tarde, vou fazer uma janta bem gostosa para a gente, mas antes vamos passar no mercado ok?- disse sorrindo para mim é pegando a minha mão.

Quando chegamos no carro sentei e peguei o chuck nos braços e o apertei como se eu estivesse lhe abraçando, um abraço de comemoração, finalmente tudo está ficando nos trilhos.

Assim que chegamos no mercado minha tia me deu a missão de escolher os tomates e as laranjas para que eu não fosse correndo na sessão de doces.

Chegamos em casa e fomos direto pra cozinha, ainda bem que meu tio estava trabalhando hoje é só voltaria a noite. Fiz o suco de laranja enquanto ela fazia o molho da lasanha, assim que terminei de fazer o suco fui pro meu quarto tomar um banho, ela me chamaria quando o jantar estivesse pronto.

Assim que terminei meu banho peguei o chuck qur estava centado em cima da minha cama, e deitei na cama olhando ele, parecia loucura o que eu sentia mais as vezes parece que ele me enxerga de verdade.

- hoje o dia está sendo muito incrível, finalmente está tudo indo bem, a tia com certeza vai se separar do tio e vamos finalmente ter nossa vingança.- falei olhando no fundo dos olhos de chuck, e pude jurar ver um sorriso no rosto dele.

Acho que por ele ser meu único amigo e eu só falar com ele acabo acreditando que ele tem vida, mas mesmo ele sendo só um boneco eu o amo muito, ele foi a única coisa que minha mãe me deu.

Quando eu ia abrir a boca pra dizer mais alguma coisa pro chuck um latido alto invadiu o silêncio do meu quarto, era o cachorro da minha vizinha, eu odiava aquele cachorro, mesmo ele sendo pequeno fazia um barulho enorme o que me fazia odia-lo por me tirar o silêncio.

- aff eu odeio esse cachorro!.- falei olhando pro chuck ainda em meus braços, derrepente tive uma ideia que me fez dar um sorriso quase que assustador.- Chuck! O que acha de garantir que esse cachorro nunca mais nós irrite? - perguntei ainda sorrindo e pude jurar que eu vi ele sorrindo de volta.

Talvez eu esteja louca.

- QUERIDA? JANTAR. - escutei a minha tia gritando da cozinha.

- TÔ INDO.

Peguei o chuck no colo e fui pra cozinha, assim que cheguei lá um cheiro maravilhoso de lasanha invadiu meu nariz.

- huum tô com tanta fome.- falei enquanto me sentava na mesa e colocava o chuck do meu lado, logo ela colocou um prato com lasanha e salada de tomate com beterraba na minha frente.- não vamos esperar o tio? -Perguntei com receio.

- ele vai chegar tarde hoje. Come tudo! - disse ela com um sorriso amarelo e eu apenas acenei com a cabeça, mas quando eu olhei no relógio do micro-ondas ainda estava cedo.

Sorri discretamente, parece que vamos ter um show aqui em casa.

Logo em seguida ela colocou o suco no meu copo. Quando terminamos o jantar ela cortou 2 pedaços daquele bolo que ela tinha feito mais cedo para comermos como sobremesa.

Estáva um clima leve e descontraído, nos estávamos conversando sobre como eu ia na escola até ouvir um barulho que chave na porta.

- boa noite! Como estão minhas meninas?- disse ele assim que trancou a porta e entrou na cozinha.

Ele tentou dar um celinho na minha tia mas ela levantou bruscamente da cadeira o que fez meu tio a olhar estranho.

- minha querida, termina de comer no seu quarto, sim?- disse minha tia pra mim mas mesmo assim ela olhava o fundo dos olhos do meu tio.

Acenei que sim pra minha tia, mas antes de subir peguei o chuck e enchi meu copo de suco e levei o copo com suco e o bolo comigo.
Quando eu sumi da vista dos meus tios eu sentei no chão atrás de um vaso enorme de flor que ficava perto da perto do topo da escada, eu ouviria tudo daqui.

Eu ouvi um som de vidro se quebrando e logo em seguida vários gritos, sorri com essa situação que eu avia criado.

- VOCÊ TA LOUCA? POR QUE VOCÊ TENTOU JOGAR O COPO EM MIM?

- PORQUE VOCÊ É ASQUEROSO E NOJENTO, POR ISSO!

A cada palavra que eles diziam eu me sentia leve.

- por que você tá dizendo isso?- ele perguntou indignado, só que mais baixo.

- POR QUE VOCÊ OUSOU TIRAR A INOCÊNCIA DE UMA CRIANÇA! UMA CRIANÇA!! - Pude ouvir o desespero nas palavras dela

- do que você tá falando?

- DA LUCY! Você é um NOJENTO!

pude ouvir um som de tapa e pelo crito que meu tio deu entendi que era minha tia que tinha batido nele. Tive que me segurar pra não rir.

- você ficou louca de vez, eu não fiz nada!

- para de teatro "amor", ela me contou tudo.- pude ou ver um sarcásmo na palavra amor.

Silêncio. É... acho que minha tia já deve ter matado ele, acho que vou ter que desistir da ideia de acabar com ele...

Derrepente ouço paços e me levantei rapidamente.

- onde pensa que vai?

- vou acabar com aquela pirralha, você não vê Camylla? Ela está colocando coisas na sua cabeça!

- NÃO, foi você que ficou colocando coisas na minha cabeça, como pude confiar em você?

Depois que ouvi isso fui pro meu quatro, não queria que eles me pagassem ouvindo a conversa deles.

- está ouvindo isso chuck? - falei me referindo aos gritos que vinham do andar de baixo.- isso é a nossa vida mudando pra melhor.- disse com um sorriso maléfico.

Me sentei na cama terminando meu pedaço de bolo, deixando meu suco pra depois, assim que terminei meu bolo coloquei o prato na mesinha perto da minha cama. Tomei um susto quando a porta foi aberta com força.

- desculpa te assustar querida, posso dormir com você hoje?- eu a olhei com uma cara de interrogação, fazendo ela se explicar.- e que seu tio vai dormir pela última vez nessa casa, ele vai arrumar as coisas dele e vai embora logo que amanhecer. Pode ficar tranquila meu amor... Ele nunca mais vai encomodar.

Assim que ela terminou de falar fui correndo dar um abraço nela, finalmente ele não seria mais uma pedra no caminho e eu cuidaria para que realmente nunca mais viesse a ser.

- tenho que usar o banheiro.- disse ela se afastando de mim, apenas acenei com a cabeça e sentei na minha cama.

Enquanto estava perdida nos meus pensamentos de como acabar com a vida do meu agora-não-mais-tio tive uma brilhante ideia.

Peguei o chuck e tirei de dentro do macacão dele aquele remédio que apaga as pessoas que eu tinha pegado no médico e coloquei dentro do suco, esperei pacientemente minha tia voltar do banheiro, eu odiava ter que drogar ela mas isso é para o nosso bem.

- toma tia, quer? - perguntei oferecendo o copo com suco na maior "inocência" pra ela assim que ela saiu do banheiro e se sentou do meu lado.

- você não quer mais? - apenas neguei com fazendo com que ela pegasse o copo e tomasse todo o conteúdo nele.

Assim que ela terminou ela deitou do meu lado me puxando pra deitar abraçada a ela, passei um tempo encarando ela.

- tia?- chamei sua atenção fazendo ela olhar pra mim com um olhar muito sonolento.- eu te amo como se você fosse minha mãe, por isso nunca vou deixar nada tirar você de mim.

Ela ia tentar falar alguma coisa, mas antes que algum som saísse da sua boca ela apagou completamente, balancei ela um pouco pra ter certeza que ela não acordaria, peguei uma luva preta que eu tinha na minha gaveta e desci as escadas indo silenciosamente para a cozinha.

Quando cheguei na cozinha peguei uma faca enorme na qual eu tinha certeza que estava bem afiada já com as minhas luvas postas, claro.

Subi a escada lentamente enquanto eu pençava que ia ser maravilhoso, ninguém iria desconfiar, Seia uma bela história: o tio que abusa sexualmente da sobrinha se suicida após ser descoberto pela mulher. Ri com meu propri pensamento.

Abri a borra do quarto onde meu tio estava silenciosamente, vi ele dormindo de barriga pra cima e sem camisa um alvo mais que perfeito, me aproximei dele ainda em silêncio e olhei ele dormindo. Só consigo pensar o quanto eu odeio ele.

Como eu queria rasgar a cara dele inteira e depois arrancar o pênis dele, mais eu não podia, a cena tia que parecer suicídio e não um assassinato.

Vesti uma blusa dele que achei no chão pra não manchar o meu pijama e subi em cima dele, ele acordou assustado com o meu peso e arregalou os olhos quando me viu com a fala na mão.

- shiiiii sem gritos.- falei pra ele dando a referência da primeira vez que ele abusou de mim.

Ele me olhou assustado e ia começar a gritar mais antes eu cravei a faca na garganta dele com força vento o sangue respinga na blusa que eu estava usando e um pouco no meu rosto, sorri com a imagem dele com os olhos arregalados e se engasgado com o próprio sangue, mas quando ele começou a se debater eu comecei a gargalhar fazendo o olhar dele ficar cada vês mais assustado.
Eu estava amando isso, sentir a vida dele indo embora era uma sensação maravilosa.

Quando finalmente ele parou de se debater a cabeça dele caiu pro lado indicando que finalmente tinha ido para o inferno.

Antes de me levantar coloquei a mão dele encima da faca, como se indicasse que ele mesmo tinha feito isso, tirei a blusa e coloquei encima do peito dele pra simular uma tentativa de prender o sangue.

Fui pra lavanderia que ficava na garagem lavar a minha luva que estava coberta de sangue, lavei ela a mão no tanque para que nenhuma gora de sangue ficasse nela e em seguida coloquei ela na secadora, enquanto eu esperava a secadora fazer o trabalho dela tratei de tirar o sangue que estava no meu rosto e no meu braço.

Quando terminou peguei a luva e levei ela pro meu quarto, e guardei no seu devido lugar.

- ficou de olho na tia?- perguntei pro chuck assim que me deitei na cama.- que bom, finalmente nada mais vai nos atrapalhar, e pra falar a verdade foi bem divertido acabar com a vida dele.- falei sorrindo tendo a certeza de que se ele não fosse um boneco além de sorrir para mim diria que está orgulhoso.

Deitei de lado me aconchegado na minha tia que ainda estava em seu sono pesado, e assim eu mergulhar no meu mundo de sonhos feliz da vida por ter feito as coisas darem certo.



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