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História Pequenas cartas e suas causas - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Assassina de crianças



No final das contas você realmente estava certo. É realmente uma pena que ninguém tenha acreditado em você. Quem eu estou tentando enganar? Foi uma das partes mais divertidas de todo o jogo. Só perde para os gritos que ela dava quando eu a multilava. Eram magnificos de se ouvir...

Fora a isso, era muito engraçado ver você se humilhando pra tentar fazer aquelas pessoas acreditarem que eu era a assassina da pequena e adorável Ariel. Eu admito que vou sentir falta da nossa brincadeira. E sei que você deve estar me amaldiçoando nesse exato instante enquanto tenta achar alguma pista que te leve ao paradeiro daquela linda jovem. 

Com esse seu cérebro medíocre, sei que nunca vai achar nenhuma das partes sozinho, então aqui vai uma dica: o topo está onde tudo começou

Mas lembre-se, o relógio bate depressa. Não deixarei ali para sempre, seja rápido e esperto para achar.

Ah, antes que eu me esqueça, mande lembranças para a senhora Green, ela parecia bem abatida na entrevista.







O pobre policial correu até o último local onde a menina Ariel foi vista com vida. Pegou sua viatura e dirigiu o mais rápido que pode, furando vários sinais vermelhos. Sua sorte era a sirene ligada.

No intante que chegou a escola primária, não pensou duas vezes até ir ao parquinho, onde as crianças esperavam seus pais as buscarem. Assim que pisou no ambiente, não demorou muito até seus olhos o guiassem para a cabeça da criança em cima do escorrega. Talvez fosse seu dia de sorte, as crianças estavam em aula, não teriam que passar pelo trauma de encontrar uma cabeça decepada no lugar que elas sempre brincam. Chris chamou seu parceiro e pediu reforços. Qualquer sinal de que aquela bruxa estivesse tido ali, ele iria descobrir, e ia atrás dela. Nem que fosse até o inferno.


Notas Finais


Bem, crises da madrugada.
Tava afim de escrever algo bem curtinho, e restaurei essa história.

Explicação para quem não entendeu: Ariel é uma criança de cinco anos que desapareceu há alguns meses. Mas um dia, uma carta anônima com uma foto chegou na delegacia. Nela tinha uma declaração do assassino, que fez questão de resaltar que era A assassinA, junto de uma foto de um corpo infantil esquartejado. O maior foco da polícia naquele momento era encontrar os restos mortais da garotinha, para que a mãe, senhora Abigail Green, desse um enterro decente a filha


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