História Pequenas coisas - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Romance
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Palavras 3.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Caracas demorou pra ficar pronto, porém com muita dedicação ai está mais um capitulo topzera para vocês.

Capítulo 4 - A Primeira segunda.


A PRIMEIRA SEGUNDA.

  A minha estranha segunda, não necessariamente começou com eu acordando..., mas sim tendo um sonho. Eu estava numa espécie de vazio, não tinha paredes nem chão apenas à escuridão, mas, foi apenas eu olhar para baixo e vê que eu estava em pé sobre um fino e enorme rochedo, como se fosse o que sobrou de um penhasco. Eu tentei me manter calma porem o pior aconteceu, o chão cedeu e eu cair. Eu já não tinha mais esperança de que ia viver e já estava pensando- poxa nem deu tempo de eu ter minha primeira aula- quando de repente, sinto meu corpo parar de cair e meu pulso apertado... Era uma pessoa, eu não conseguia ver quem era, mas, por incrível que pareça eu sabia quem era... A garota de cabelo azul. Não sei como ou por que, mas, de alguma maneira ela veio me salvar, foi me puxando e puxando até eu parar no verdadeiro solo, todo florido com flores brancas (não faço ideia qual espécie era), parecia um pedacinho do céu só que cultivado. Logo após eu me levantar a garota de cabelo azul começou a correr e me acenar pedindo que eu a acompanhasse e então eu a acompanhei, fui seguindo ela, até me deparar com uma porta, no meio desse campo florido não tinha uma casa, mais sim uma porta que quando fui olhando atentamente notei que essa porta não era uma porta qualquer e sim a porta da casa da Emma. Eu fiquei encarando até tomar a decisão de decidir entrar porem... Quando eu fui abrir a porta, as coisas voltaram à loucura, eu comecei a ser puxada para longe um barulho muito forte começou a ecoar no sonho e a garota de cabelo azul começou a pronunciar uma frase, mas não sei por que só conseguia entender uma palavra:

-Procure... Procure... Procure.

-Procurar? Procurar o que? - tentei responder sem sucesso.

-Procure....

E de repente

Born to be wiiiiiiiiiiiiiiiiiild ♫♪

      Abrir os olhos olhei para o lado e percebi que meu despertador tocava sem parar “Born to be wild” as 6:00 Horas da manhã.

 Eu poderia ficar chocada com o sonho e tudo mais, porém, quando eu percebi que hoje era segunda, todas as coisas estranhas sumiram da minha cabeça de uma maneira bem repentina, então eu desativei o despertador para não acordar a Molly e fui para o banheiro tomar uma ducha quente, em seguida vesti umas roupas confortáveis e olhei pela janela e notei que estava tudo vazio e silencioso... Como se o dia ainda não tivesse começado (bom... pelo menos para mim já havia né). Coloquei sapatos de treino e fui correr pelo campus pelo menos por uma meia hora já que as aulas começam as 7:30 e eu quero ter tempo de relaxar em outra ducha quente. Quando eu sair do meu prédio, pude notar que estava tudo nublado e já me veio na cabeça um conjunto para frio quando eu fosse ter minha aula mais tarde... Porem o tempo às vezes é surpreendente e eu decidir não pensar nisso e começar a minha corrida. Já estava me sentindo um Bolt da vida quando comecei a dar meus primeiros passos, mas algo me dizia que eu parecer uma lesma daqui a 30 minutos, então comecei a diminuir o ritmo e olhar atentamente as áreas da faculdade e elas são enormes, eram tantos lugares que eu tive a leve impressão de que iria me perder e não ia achar nunca minha sala de aula. Enquanto eu fazia minha caminhada e exploração local, eu me deparei com um ser encapuzado correndo e pulando as estruturas da faculdade (bancos, mesas... etc), Por um momento eu achei que fosse algum dublê de filme de ação ou parente próximo do Homem aranha, mas, foi ai que minha ficha caiu, com quatro palavras a resposta é? SIM NOAH! O saltador mais querido da nossa universidade fazendo o que sabe fazer de melhor... Saltar. Como eu queria falar com ele sobre o fim de semana e a gente não ter se encontrado, eu decidir dos meu 100% na velocidade e tentar acompanhar ele, porém, o Noah é bom no que faz e quando você salta de uma plataforma pra outra em 1 segundo significa que nem o Bolt te acompanha, então eu simplesmente comecei a gritar o nome dele:

-EI... NOAH! AQUI! - Gritei que nem uma maluca sendo perseguida.

Ele deu uma parada e começou a procurar então tive que repetir a dose.

-AQUI OH! OLHA PARA CÁ- fiquei acenando tanto que pensei q minha mão fosse quebrar.

Então ele finalmente me viu, demorou um pouco para identificar quem era pois ele estava longe, mas, assim que soube que era eu ele deu um sorriso tão fofo (OPA ,OPA, VOCÊ TEM NAMORADO.FOCA NO DYLAN) e veio e minha direção.

-Olá Charlie Brown (CHARLIE BROW? NEM MINHA MÃE USA ESSA), você por aqui... Nessa hora da manhã? Isso realmente é uma surpresa pra mim - disse ele enquanto sorria.

-Sim, eu decidir me aquecer para o primeiro dia de aula, muito importante sabe? Ficar em forma antes de estudar - decidir sorrir de volta, mas o nervosismo não fez parecer um sorriso bonito não.

-Ah! Isso é bom... Agora, é a primeira vez que eu vejo uma Nerd atleta – disse ele com uma cara de deboche.

-Olhe aqui seu Noah, pra sua informação, Nerd pra mim é um ótimo elogio e isso não vai afetar de jeito nenhum – ergui a cabeça pra ele (AFINAL EU SOU PEQUENA ENTÃO EU NÃO TENHO ESCOLHA).

-Sério? Que pena. Mas atleta você não é! – ele então me deu um empurrãozinho e saiu correndo.

-EI! Quando foi que isso virou uma corrida – gritei pra ele.

-Quando você começou a perder!! – gritou de volta enquanto salva as coisas.

 Então eu comecei a correr atrás dele, e usei meu 110% de velocidade pra ficar próximo dele e quando eu conseguir me aproximar o empurrei e ele caiu, fiquei olhando pra baixo esperando aquela cara de morto levantar, mas ao invés disso ele ficou me encarando, até a hora que ele estendeu a mão e quando eu fui ajudar o patife me derrubou junto.

-Será que... Pode da uma parada nas corridas e nos empurrões? Eu estou um pouco cansado – disse ele arfando bastante.

- AH É! O SENHOR ATLETA ESTÁ CANSADO? POIS BEM... EU VENCI! HAHAHA (COMO EU CONSIGO ME EMPOLGAR TANTO EM VENCER UMA CORRIDA BESTA).

 

-Então... Ontem você, esteve ocupada né?

-Pois é... Despedida dos meus pais e do Dylan.

-Seu namorado-concluiu num tom suave.

-É... Meu namorado-concluir também sem muito tom na voz- mas e você? Conta-me que você fez ontem.

-Depois de ter te visto, eu fui para meu dormitório, comecei a estudar e decidir sair um pouco-completou Noah olhando para o céu.

-Saiu?-perguntei- posso saber para onde?- completei sendo uma imensa enxerida.

-Fui comer uma pizza numa região mais distante daqui sabe?-disse enquanto olhava para o céu fixamente- queria conhecer uma pequena porcentagem da Califórnia e é isso que pretendo fazer sempre que a chance aparecer.

-Esta me dizendo que vai sumir sempre que vir a calhar?-perguntei completando meu interrogatório.

-Exatamente! Por quê?

-Então pode me avisar sempre que for sair para esses locais?-perguntei olhando fixamente para ele.

-Está preocupada comigo?-indagou devolvendo o olhar fixo- eu não esperei esse tanto de afeto vindo de você em tão pouco tempo de vivencia com você Charlie brown(PARA DE ME CHAMAR ASSIM OH PESTE)

-E... EU NÃO TO PREOCUPADA COM VOCÊ-Disse completamente nervosa e com a voz extremamente alta (aposto que acordei uns 80 campus nesse tom de voz)-EU SÓ... EU SÓ ACHO CORRETO UM ESTUDANTE DO CAMPUS DA O SEU PARADEIRO SEMPRE QUE FOR PARA UM LUGAR DISTANTE... Deu pra entender?-terminei depois da uma longa respirada e falar mais baixo enquanto o Noah fazia uma cara de surpreso e de medo ao mesmo tempo.

-Claro... aaaah Charlie?- me chamou ele enquanto me encarava de um jeito estranho.

-Diga-respondi recuperando a calma.

-Você tá corada-disse ele com uma cara de deboche.

-AAAAAAAH ISSO É... AAAAH NOAH NÃO ENCHE!- respondi enquanto me levantava e saia correndo deixando o Noah no chão- MA... MAIS TARDE A GENTE CONVERSA!

-EI!...BOA AULA CHARLIE BROWN!- berrou sua ultima frase antes de a gente se desencontrar pelo resto do dia.

 

 Após a minha corrida de volta para meu dormitório, entrei no quarto e a Molly já não estava mais lá, porém, havia deixado um bilhete sobre minha cama:

     “Charlie, acordei e vi que você não estava e deduzir que já estivesse ido procurar a sala, mas, como notei que seu celular estava carregando, suspeitei que voltasse pro quarto, se eu acertei, deixo de aviso que fui comprar um café antes de começar a aula se quiser um também, deixa mensagem e nos encontramos na entrada da universidade até as 7:15,Tenha um bom dia Baby!”

Guardei a cartinha na bolsa, abrir o celular, enviei uma mensagem para a Molly sinalizando que estava no meu dormitório e que iria tomar um banho rápido e nos encontraríamos em aproximadamente 15 minutos sendo que quando entrei no banho era 6:45,então a ducha seria rápida e  eu iria chegar 30 minutos antes de começar a primeira aula. Exatamente as 7:00 eu me encontrei com a Molly na entrada e ela estava com a mão estirada mostrando um copo de café e um saquinho escrito “fritas” para mim.

-você é mesmo incrível!-disse sorrindo para Molly- Café e fritas antes do primeiro dia de aula? Nem o Dylan no primeiro encontro fez esse feito, meus parabéns minha cara-completei bastante grata pelo o que ela fez.

-Ah para Charlie- disse ela com aquele sotaquezinho sueco dela- eu só quero iniciar essa vida nova com o pé direito e acho que um cafezinho com fritas é um ótimo pé direito.

-Então vamos fazer o seguinte-disse olhando pra ela enquanto comia as fritas na entrada da universidade- amanhã eu pago e então vamos iniciar oficialmente nosso ritual de café matinal na porta da universidade, que tal?

-Certo... Eu topo!-disse ela estendendo a mão enquanto eu estendia a minha para criarmos um comprimento de trato feito e simbolizar um café da manhã entre estudantes- Hm... Mas e ai quais suas aulas de hoje?

-Eu só vou ter duas durante parte do semestre que são antropologia e filosofia, vou ver se consigo colocar mais uma ou duas pra adiantar meu lado, ou talvez eu já tenha e deu algum erro no site, mas assim que sair vou procurar saber do clube de fotografia e após isso fazer minhas atividades etc e você?

-haha... Eu acabei não conferindo a grade então só irei descobrir estando lá- disse ela enquanto ria de vergonha- enfim Charlie, esta na hora de nos despedirmos, Tchauzinho!- disse ela enquanto seguia pelo longo corredor onde tinha centenas de portas de salas e entradas diferentes na universidade.

 

 A partir desse exato momento, as coisas começaram há desandar um pouco e prejudicar o que devia ser uma segunda perfeita, mas, iremos contar por partes senão estraga a historia né?(CARALHO CHARLIE TU QUEBROU A QUARTA PAREDE UAU!). Eu liguei meu celular e tentei ligar o aplicativo de rastreio de sala, mas ele não funcionou de maneira alguma, então, tive que recorrer ao velho método de perguntar as pessoas onde eu poderia encontrar a minha sala e para minha surpresa parecia que além de mim todos estavam na mesma situação, o que me levou a pensar na ideia mais estupida de todas... Identificar quem era estudante de jornalismo pela roupa (Aqui vai um pequeno conselho da Charlie, não cometam o mesmo erro que o meu, tentar identificar um curso de aluno pelas suas roupas, além de ser extremamente feio é uma maneira de julgar alguém e eu tento evitar julgar as pessoas o máximo possível, um forte abraço!), mas o tiro meio que saiu pela culatra e  tudo que aconteceu foi eu ficar extremamente nervosa rodando para todos os cantos possíveis criando um mini ataque de pânico que só foi bruscamente interrompido por o que eu achava ser um quarterback do time da faculdade pela força que eu fui arremessada pelo chão, só que assim que eu me levantei me deparei com uma menina de cabelo curto, loira, magra e bem vestida com roupas de grife e levemente maquiada, ela estava ao lado de outras duas garotas usando quase a mesma quantidade de grife que as dela, pareciam esta até uniformizadas.

-Sai da frente garoto!-disse a menina de cabelo curto se referindo a mim-aqui não é lugar de ficar rodando, vai acabar sendo derrubado sempre.

-Desculpa é que eu não sou uma garota-disse extremamente confusa com o que houve- e porque você me empurrou? Era só pedir licença!

-Eu não te empurrei ta ok? Você foi trombada pela grife, é diferente- disse ela de uma maneira extremamente debochada e seria enquanto suas amigas riam da minha cara- e se você é realmente uma garota... Devia se olhar no espelho porque dessa maneira que você está arrumada não vai a lugar nenhum- terminou ela me olhando de cima pra baixo enquanto dava uma risadinha chula que foi interrompida por um estrondoso EI! Vindo de trás de mim.

 Quando olhei pra trás uma garota baixinha muito enfurecida veio andando extremamente rápida na minha direção apontando o dedo para a loira de cabelo curto que fez uma cara de surpresa absurda.

-ESCULTA AQUI GAROTA-gritou a menina baixinha-VOCÊ NÃO PODE SAIR POR AI AGREDINDO E INSULTANDO CALOUROS COMO VOCÊ NESSA INSTITUIÇÃO OK?QUEM VOCÊ PENSA QUE É?-disse à menina que apontava o dedo para a cara da loira na tentativa de explodir a cabeça dela com aquele dedo.

-Você aqui? Como é possível? O que uma garota como você faz aqui?-respondeu a loira extremamente surpresa e com um olhar de desprezo.

-Calma Baby, vamos embora estamos quase atrasadas para a aula-disse uma das amigas da menina loira que descobrir se chamar Baby.

-É amiga, vamos embora, não irá dar futuro comprar briga assim na universidade-completou a segunda amiga (E ELA ESTÁ EXTREMAMENTE CERTA OK? NÃO SAI NA MÃO NA FACULDADE, NÃO VALE A PENA).

-UMA GAROTA COMO EU?-cortou a menina baixinha-COMO EU VOCÊ QUER DIZER NEGRA? SIM! A MESMA GAROTA CUJO VOCÊ PRATICAVA A MERDA DO SEU BULLYING SUJO TA DE VOLTA E DESSA VEZ EU NÃO VOU DEIXAR VOCÊ PASSAR POR CIMA, EU VIM PRA ME FORMAR E DE QUEBRA VOU EVITAR QUE GENTE COMO VOCÊ FAÇA MAL A OUTRAS PESSOAS COMO ELA- terminou apontando pra mim enquanto me levantava do chão.

-Olha como fala comigo mocinha... Meu pai é um politico muito importante e eu aposto que ele pode acabar com tua raça ou da tua família-disse em um tom muito ameaçador para a menina que tinha acabado de me levantar.

-Sabe Baby... Eu não a culpo muito por essa sua vida-falou a menina baixinha- não a culpo por ter um pai excelente como o seu que faz bem para um monte de gente, mas não tem tempo para cuidar da filha que acabou ficando sem amor e sem caráter e acaba descontando em todos a sua volta, tentando ser um alguém extremamente insensível e apático para que não seja magoada novamente- completou, enquanto fitava a Baby-então eu não culpo por isso... Quanto a seu pai, eu duvido que um cara incrível como ele fosse se submeter à tamanha maldade de prejudicar uma família porque sua filha pediu E VOCÊS DUAS!- gritou rapidamente para as meninas- Trisha, Ally, vocês duas são melhores que isso, não desperdice seus preciosos tempos com essa racista... Vamos branquela- falou diretamente para mim- não quero você respirando o mesmo ar podre que elas-completou enquanto deu uma pausa súbita e voltou a encarar as três dizendo: E PRA VOCÊ BABY QUE PASSOU UM BOM TEMPO SEM “LEMBRAR” O MEU NOME... É DIANE, LEMBRE-SE BEM DESSE NOME, VADIA!- e voltou a me puxar para longe delas.

 Após a gente se afastar da Baby e suas amigas, Diane me ofereceu um chiclete e nesse meio tempo aproveitei pra perguntar sobre a sala de antropologia e a mesma disse que também iria para lá, logo fiquei feliz com a novidade de que a pessoa que me defendeu de um ataque de grife é uma colega de sala. Diane é uma menina baixinha, na faixa de um metro e cinquenta, negra, cabelo longo e cacheado parece que faz academia, pois o corpo é parcialmente definido, usa argolas imensas e a pele dela parece que foi esculpida de tanta perfeição; estava vestindo uma camisa quadriculada amarela e uma calça preta com um sapato também de mesma cor. Após entrarmos na sala, prosseguimos a primeira aula de maneira tranquila e felizes até o final dela onde podemos conversa um pouco mais antes de eu me dirigir ao refeitório, para comprar algo e ajeitar a agenda escolar.

-Então... De onde você conhece a Baby e as outras meninas-perguntei bastante curiosa.

-Eu fiz parte da mesma turma do ensino médio que elas-respondeu tranquilamente- A Trisha e Ally já foram grandes amigas minhas no inicio de tudo, até a Baby “conquistar” elas com as verdinhas.

-Você falou sobre Bullying não é? Você sofreu muito com elas?-continuei perguntando (EU REALMENTE ESTAVA INTERESSADA NAQUELAS MALUCAS).

-Bastante! Durante dois anos e meio, a Baby me xingava de tudo quanto é nome e pregava as piores peças possíveis, eu recorri ajuda varias vezes e nada dos malditos diretores daquela maldita escola me auxiliarem, eu precisei de varias sessões de terapias e aquilo quase custou a minha vida-disse Diane bastante centrada na conversa- eu só tive um momento de paz naquela escola: foi quando a Baby foi explicitamente racista e eu dei um soco na cara daquela vadia.

-Nossa! E o que aconteceu?-perguntei intrigada.

-Vocês acreditam que eles me suspenderam por agressão e deram apenas uma advertência para ela? Os canalhas tinham medo que o pai dela fizesse algo naquele colégio e ai passaram pano por toda aquela situação, porém, a própria Baby contou pro pai da agressão e o próprio veio falar comigo, mas, vou te confessar, o cara é um Homem da porra-disse Diane com uma meio...como eu posso dizer parabenizante(PARECIA OBSCENO MANDEI A REAL.PS: INVENTEI ESSE TERMO TAMBÉM!)

-O que ele fez?

-Ele ouviu minha versão e me pediu imensas desculpas, durantes os demais dias a Baby não compareceu ao colégio e quando retornou, me evitou até o fim do ensino médio.

-E sobre o pai dela... Ele é tão importante assim para um colégio temer ele?-completei minha sessão jornalística do dia.

-O pai dela é secretario de educação da Califórnia, concorrendo à vaga de prefeito, então de certa maneira ele tem um grande poder.

-Minha primeira semana na Califórnia e eu sou tombada pela filha do secretario de educação do estado, parabéns Charlie! Mas então... Di, eu preciso organizar a agenda então já estou indo a caminho do meu dormitório certo?

-Tudo bem, mas antes preciso te falar uma coisa- a disse chegando mais perto do meu rosto- Eu sofri muito por causa daquela garota, eu fiz terapia e somente quando acabou ensino médio eu absorvi toda aquela dor e tive forças o suficiente para estudar, para entrar na faculdade mesmo sabendo que aquela piranha iria está aqui e que era um dever meu estar preparada para derrubar ela toda vez que essa mocreia tentasse encostar aquele dedo privilegiado em mim. Então garota... Seja forte senão ela irá te derrubar, falou!- completou me dando um bom e suave tapinha nas costas e foi embora.

 

 Peguei meus objetos e fui em direção à praça do campus, para dar uma olhadinha rápida antes de me trancar no meu cafofo e revisar a matéria da faculdade. O dia estava lindo, o sol estava radiante e vários grupinhos estavam espalhados pela grama, deitados e tomando um banho de sol, conversando, jogando e obviamente estudando. Avistei a árvore que eu e o Noah tivemos nossa primeira conversa e aproveitei para da um “alô” para ela, então me aproximei, acariciei ela, peguei minha câmera e decidir tirar uma boa foto dela, foi quando o inesperado aconteceu novamente: alguns metros atrás da árvore, falando com uns garotos, estava ela... A garota de cabelo azul. Provavelmente vocês a estão imaginando errado, ela não tem o cabelo totalmente azul e sim as pontas de seu longo cabelo negro. Ela deve ter um metro e setenta, branca com os olhos azuis cristalinos que te hipnotizam, tatuagens espalhadas pelo braço e um piercing no canto superior da orelha direita. Vestia uma camisa preta com estampa de um anime chamado One Piece, calça preta com umas manchas avermelhadas nas laterais e sandálias completamente contraditórias a tudo que estava vestindo, mas de maneira alguma deixando ela feia ou estranha. Peguei minha câmera e totalmente substituir a visão da árvore pela visão dela dei um close e tirei a foto, peguei o filme agitei e a foto revelou seu rosto lindo olhando em direção a câmera e foi exatamente quando me dei que ela estava olha realmente pra câmera e antes que eu pudesse tomar qualquer atitude ela estava vindo em minha direção com uma cara muito seria.

-Hey!-gritou ela na minha cara, extremamente estressada-quem você pensa que é para ficar tirando foto das pessoas em?

-Des... Desculpa, é que eu achei você-tentei argumentar, mas ela me interrompeu com uma tapa na minha câmera com uma baita força que foi direto ao chão.

-Não me interessa o que você achou entendeu? Espero nunca mais olhar pra sua cara ou pra sua câmera-terminou me olhando com uma cara de desprezo e indo embora.

Quando olhei ao redor tinha varias pessoas olhando pra mim e os amigos dela pedindo para ela manter a calma e não agir assim. A coisa foi tão assustadora que eu peguei a câmera me tremendo e sai correndo e segurando choro em direção ao meu dormitório, abrir a porta do meu quarto, coloquei a agenda e as coisas na escrivaninha, deitei na cama e chorei até pegar no sono e acordar somente no dia seguinte.

 

 


Notas Finais


Vou da uma pausa longa na serie para focar um pouco na minha fic de one piece desculpa o transtorno.


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