História Percy Jackson: Em busca da filha de Athena - Capítulo 51


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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Leo Valdez, Percy Jackson, Personagens Originais, Poseidon, Quíron
Tags Percy Jackson
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Palavras 4.953
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Gente, mil desculpas! Eu estava (ainda estou) lotada de provas e trabalhos pra fazer e final de ano... Vocês sabem como é! Então, para compensar, eu resolvi fazer esse cap enorme e deixar vocês bem felizes. Eu comecei a escrever ele a um tempo já, mas não consegui terminar. Eu ia postar ele ontem, mas meu pai me chamou pra sair e eu fiquei com dó de recusar, então não terminei o cap. Agora eu vou parar de falar e deixar vocês lerem! Ah, antes que eu esqueça, eu decidi mudar o nome da fic. Como vocês já viram, será "Percy Jackson: Em busca da filha de Athena". Beijos!

Capítulo 51 - Arthur e Allex


ARTHUR

Acordo quase congelando de tanto frio.

— Aqui está congelando! — Falo assim que acordo, encaminhando-me em direção ao Leo.

— A Bela Adormecida resolveu acordar! — Sam olha para mim com um sorriso sarcástico.

— Há-há-há! Muito engraçado Sam!

— Já ia pedir para a sua princesa te dar um “beijo de amor verdadeiro”. — Ele fala e faz barulho de beijo.

 Eu dou um tapa em Sam e logo depois cochicho em seu ouvido.

— Não podia ter pedido isso cinco minutos atrás?

Ele solta uma gargalhada e eu vejo Allex revirando os olhos e caminhando em direção a uma parede com várias caixas empilhadas. Encontro um casaco dentro de uma das caixas espalhadas pelo armazém, o visto e vou atrás de Allex.

ALLEX

Apenas por curiosidade, eu começo a “tirar” as caixas que cobriam a parede, afinal, por que eles empilhariam mais de dez caixas em uma parede?

Dou um chute bem forte na base e as caixas caem todas de uma vez.

— Uou! — Falo ao me deparar com uma enorme porta de metal antiga, que antes estava escondida atrás das caixas.

A porta deveria ter, no chute, uns dois metros de altura e um de largura. Era feita de um metal escuto, talvez chumbo, com desenhos escuros, do que pareciam ser trepadeiras que estavam postas de forma como se estivessem abraçando a porta por trás. Havia uma maçaneta antiga (de metal também) bem no centro da porta, e eu, não conseguindo controlar a minha curiosidade, a segurei, porém, antes mesmo de “girá-la”, a porta se abriu e um vento extremamente frio percorreu por todo o meu corpo, como se, de uma hora para outra, eu tivesse entrado no polo norte.

Mas não foi o frio que a realmente impressionou, e sim de onde ele vinha. Do outro lado da porta havia um salão enorme que parecia ter sido feito de gelo. Era maravilhoso e ao mesmo tempo assustador. Era como se de uma hora para outra, tivesse entrado em um enorme castelo feito de gelo, porque sem sombra de dúvida, aquilo parecia ser o salão de um castelo.

— Caramba!

— Sam. — Falei ainda olhando para as paredes de gelo do outro lado da porta.

— Se não se importam, eu gostaria de silêncio. — Ele fala ainda olhando pro painel de controle. — Estou tentando traba... — Ele se vira para nós e as palavras morrem na sua boca. — lhar... Mas o que (que) é isso? — Ele pergunta desmontando do dragão e caminhando em nossa direção. — A Elsa ficaria com inveja! — Fala Sam, olhando para o salão de gelo.

— Onde será que isso dá? — falo levando a cabeça ao outro lado da porta para tentar ver alguma coisa.

— Você tá louca? — Arthur fala puxando a minha mão, e consequentemente o meu corpo, me fazendo esbarrar nele e cair.

Ele cai de costas no chão e eu caio, literalmente, em cima dele, mais especificamente, com a cabeça em seu peito.

Levanto meu corpo com os braços e olho para o seu rosto corado, fazendo o meu corar instantaneamente. Parecia até cena de filme! Se não fosse pelos meus braços e o meu joelho, que estava apoiado no chão, nossos rostos se tocariam. Quem visse, pensaria que eu o havia derrubado, propositalmente, apenas para roubar-lhe uns beijos. Pensando isso meu rosto cora mais ainda.

— M-me desculpe! — falei ainda trêmula, saindo de cima dele e me levantando.

Ajudei-o a se levantar, enquanto Sam se debatia de tanto rir.

—N-não tem problema! A-a culpa foi minha! — ela fala ainda gaguejando, olhando para a direção oposta ao meu rosto.

Caminho até Sam e lhe dou um tapa no braço esquerdo. Os risos acabam quase que instantaneamente e ele fala indignado, com a mão esfregando o braço:

— Por que você fez isso?

—Pra você tomar vergonha na cara! Vamos!

— Para onde exatamente? Porque eu só consigo ver duas saídas! O buraco na parede e a porta... Sinistra... Não!

— Você está realmente pensando em entrar ali?

— Pensando não! Eu VOU entrar ali! — falo e caminho em direção à porta. Os garotos, sem muita escolha, me seguem.

Todos agasalhados, passamos pela abertura da porta. O outro lado dela, igual ao castelo, parecia ser feito de gelo. Assim que entramos no salão, a porta se fecha atrás de nós.

— Isso não é bom! — Arthur fala preocupado.

— Parabéns Allex! Agora estamos presos aqui! — Sam fala.

— Ah, dá um tempo! — falo.

O salão era enorme! Passando pela porta, viramos o corpo para a esquerda e nos deparamos com uma escadaria enorme, que começava no meio e ao chegar na enorme janela em frente a ela, se dividia para os dois lados. Igual a um castelo. Após se dividir, cada escada subia mais alguns lances, até acabar em uma porta de gelo enorme, que subia até o céu. Era completamente feito de gelo e lotado de pilastras. Havia outras duas portas, do lado esquerdo e direito, quase embaixo da escada.

À frente da porta da qual haviam entrado, havia uma janela, sem vidro, dividida por pilastras de gelo. Dava para ver pelo espaço aberto, a neve que começava a cair sobre a cidade.

À direita havia outra porta, tão grande quanto as demais.

Dois homens saem da porta à esquerda e começam a andar em sua direção. Um deles era do tamanho de um boi e usava uma jaqueta vermelha de hóquei, calças largas e chuteiras de couro preto.

O outro parecia ter saído da capa de discos de rock dos anos 80. Seus cabelos brancos como neve terminavam em um mullet comprido. Ele usava sapatos de couro de bico fino, uma calça exageradamente justa e uma camisa de seda horrorosa, com os três primeiros botões abertos.

Pareciam adultos normais, exceto que ambos possuíam cabelos brancos como a neve, além de suas asas roxas. Carregavam espadas de bronze que pareciam ser feitas de gelo.

— Ferrou! — Sam fala baixinho.

— Ei! Quem são vocês? — Pergunta o homem das roupas de hóquei e os dois correm em direção ao trio.

— Nós, ah... — Sam começa a falar.

O home se coloca em sua frente, aproxima seu rosto do dele, olha em seus olhos e “cheira o ar”, igual a um cachorro.

— Hefesto. — ele fala e se afasta.

— Ah, o quê? — Sam pergunta.

— Filho de Hefesto. — O homem olha para ele com desdém.

— Na verdade, é descendente! — Sam fala corrigindo-o e o homem faz uma expressão mortal. — Mas pode ser filho, se você quiser! — Ele fala igual a um esquilo, se encolhendo um pouco.

— Quem são vocês?

— Acho que fizemos essa pergunta primeiro.

— Eu sou Allex, esse é Arthur e o engraçadinho ali é o Sam.

Arthur me lança um olhar de indignação, que diz “você vai simplesmente falar nossos nomes pra esses caras?”. Eu o ignoro.

— Semideuses. E o que fazem aqui? — pergunta o homem dos anos 80.

— Ah, não foi nossa intenção entrar aqui. Agora, se nos dão licença, nós vamos embora...! — Arthur fala, virando de costas, com a intenção de ir até a porta.

— NÃO! — O mesmo homem fala alto antes mesmo de Arthur dar um passo. — Vocês invadiram nossa casa! Não sairão impunes disso!

— Olha, em nossa defesa, a porta estava aberta! — Sam fala, levantando as duas mãos em um gesto de rendição.

— E qual seria a nossa punição? — pergunto.

— Isso não cabe a nós resolver! Mas já que perguntou, vamos leva-los a um homem que resolva! — ele fala com um sorriso malvado. — Sigam-nos1

— Espere! Se vamos seguir vocês, digam apenas seus nomes!

— Eu sou Zetes! E ele é Calais, meu irmão.

— Boréadas. — Arthur fala sério.

— O quê? — pergunto.

— Filhos de Bóreas.

— Então você nos conhece?

— Meu pai me falou de vocês.

— É claro! Como pude me esquecer dessa história? — Sam fala como se tivesse acabado de lembrar a reposta da prova de matemática.

— Achei que viviam em Quebec!

— Quebec é chato! Além do mais, adoramos os chocolates que eles fazem aqui em Genebra!

— Genebra? Você quer dizer tipo, na Suíça? — pergunto.

— Sim, sim! Agora chega de enrolação e vamos logo à sua punição! Eu podia ser poeta! — Ele se vira e vai andando em direção à grande escadaria.

Nós subimos toda a escadaria e entramos na porta à direita.

Se o hall de entrada era frio, a sala do deus era o polo norte. Havia neblina no ar. Eu tremi. Minha respiração se condensou no ar frio. Nas paredes, de gelo, tapeçarias roxas mostravam cenas de florestas nevadas, montanhas inóspitas e geleiras. Acima, faixas de luzes coloridas — aurora boreal — pulsavam por todo o teto. Uma camada de neve cobria o chão, fazendo-nos caminhar com mais cuidado. Por todos os lados havia esculturas de gelo de guerreiros em tamanho real, todos congelados em posições de ataque, com espadadas erguidas. Pelo menos eu pensei que fossem estátuas.

Do fundo da sala uma voz de homem rugiu numa língua que parecia francês. A sala era tão longa que não conseguia enxergar a outra ponta.

— Tudo bem. — falou Zetes. — Meu pai ordenou que não os matemos ainda. Ainda!

Zetes cutuca as costas de Arthur com a espada, fazendo-o andar para frente.

— Siga em frente!

Continuaram andando e a névoa finalmente se dissipou, revelando um homem sentado em trono de gelo. Era forte e vestia um elegante terno branco que parecia coberto de neve e tinha asas de uma cor roxa escura, completamente abertas. Os cabelos longos e a barba espessa e bagunçada eram permeados de cristais de gelo, de modo que eu não podia dizer se eram grisalhos ou se estavam brancos por causa da camada de gelo. Suas sobrancelhas arqueadas faziam-no parecer mal-humorado, mas seus olhos piscavam de forma mais calorosa que os de seus filhos, como se tivesse um senso de humor por trás daquela perene frieza.

Bienvenu — disse o homem. — Je suis Bóreas le Roi. Et vous?

Votre Majesté, je suis Arthur Grace McLean. Et c’son Allex Chase, fils de Percy Jackson et Sam Valdez, fils de Leo Valdez et Calipso.

O rei sorriu, agradavelmente surpreso.

Vous parlez fraçais? Très bien!

— Arthur, você fala francês?

— Não que eu saiba!

— Porque… Você acabou de falar francês!

— Sério?

Fils de Aphrodite?

Décroissant(descendente).

— É claro! Sua mãe é filha de Afrodite! Por isso você pode falar francês!

— Você, entendeu alguma coisa do que ele disse? — Sam pergunta.

— Morei na França por um ano.

— Claro! Só falta você saber falar Alemão!

— Ich weiß es!

 

— É claro! Ela também sabe falar Alemão!

Calais! Zetes! Excusez-moi, s’il vous plaît.

Calais e Zetes se retiram da sala.

Je suis désolé, mon maître n'aime pas les demi-dieux. Je vais devoir te tuer.

Monsieur, êtes-vous sûr que c'est vraiment nécessaire? Les trois d'entre nous n'ont jamais rien fait pour vous donner des raisons de nous tuer. (Senhor, tem certeza que isso é mesmo necessário? Nós três nunca fizemos nada a você para te dar motivos de nos matar.).

— Mas o que é que vocês estão falando? — Sam pergunta frustrado.

— Ele... está falando... que deve nos matar. — respondo.

— Por quê? — Sam pergunta. No entanto, antes de alguém responder, Calais e Zetes entram correndo na sala.

— Pai! Nos desculpe, mas temos um problema. Os músicos para o almoço com os ventos do Sul, Leste e Oeste, cancelaram.

— O que? Vocês sabem que Noto adora música! Se não tiver música o jantar está arruinado.

— Então acho que nosso problema está resolvido! Nós cantamos (Arthur aponta para Allex e ele mesmo) e você nos deixa ir embora!

Faço uma cara de quem diz “O quê? De jeito nenhum!” e ele faz outra tipo “ É o isso ou a morte!” e depois se vira novamente.

— Proposta tentadora. Mas vocês sabem MESMO cantar? Ou estão apenas tentando meu passar a perna?

— Acredite, esses dois cantam tão bem quanto Shawn Mendes e Justin Biber. — Bóreas faz uma cara de quem não entendeu. E eu o olho com repreensão — A resposta é “sim”! — Completa.

— Certo! Então parece que temos um acordo! Vocês cantam e, se me convencerem, eu os deixo ir.

Arthur concorda com a cabeça.

— Vocês tem meia hora para se preparar. Os ventos chegam em pouco tempo.

Os filhos de Bóreas nos acompanham para fora da sala e nos levam para outra um tanto menor.

— Acho bom se prepararem... — Zetes fala com um sorriso maligno. — Se quiserem viver.

— Já entendemos o recado! — Eu falo e eles saem da sala, trancando a porta de gelo enorme, ainda com um sorriso maléfico no rosto.

— Devemos nos preocupar por ele ter trancado a porta? — Sam pergunta.

— Por enquanto não. — Arthur fala.

Agora que o fogo já havia baixado, minha raiva começa a voltar.

— Você tá louco? — pergunto irada. — Cantar na frente dos ventos?

— Sinto muito! Da próxima vez eu te deixo morrer!

— Pode ser!

— Eu tava brincando!

— Você não vai falar nada? — Pergunto para Sam.

— Primeiro, não sou eu que vou cantar na frente de todo mundo e segundo, já ouviu aquele ditado “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”?

— Ora, seu...! — Falo com a espada já na mão, indo em sua direção.

— Uou, uou, uou! Calminha aí, Allex! — Arthur fala se metendo na minha frente.

— Saia antes que tenha também sua cabeça decapitada.

— Está blefando! — Ele fala e cruza os braços.

— Quer pagar pra ver?

— Ah, não. — Ele fala e, sem mais nem menos pega a espada da minha mão e corre.

— Devolva! — falo irritada, com a mão para frente.

— Só quando você se acalmar!

Eu começo a correr atrás dele. A sala parecia um quarto de hóspedes. Tinha uma janela enorme, uma cama de casal antiga e grande, que possuía uma cortina vermelha ao seu redor e uma colcha da mesma cor. Havia no quarto também uma pequena namoradeira, onde Sam agora estava assentado vendo toda a cena, um armário, que eu supus ser um guarda-roupa, e o violão no canto do quarto.

Arthur correr ao redor do quarto, com eu às suas costas. Ele sobe na cama, tendo que desacelerar o passo para não cair. Eu me aproveito da situação e, assim que ele sobe na cama, eu subo também e pulo sobre suas costas. Arthur cai na cama de barriga para baixo e eu caio em cima dele.

— Ai. — ele fala com a voz abafada.

A espada erguida para fora da cama, eu apoio minha mão esquerda nela, apoiando todo o meu peso em suas costas, e a tiro de sua mão direita.

Me levanto e coloco a tampa novamente, guardando-a no bolço do meu short.

Arthur se levanta da cama, pega o violão e se senta novamente nela.

— Certo! Hora de ensaiar!

Ele fala e eu me sento ao seu lado. Só aí que eu percebo o que eu fiz, ficando vermelha no mesmo instante.

— Claro.

 

Meia hora depois, Calais e Zetes entram no quarto para nos buscar.

— Estão prontos? — ele pergunta com o mesmo sorriso maligno. — Se não tiverem, azar de vocês. Irão morrer.

— Estamos. — Arthur fala e nós três saímos do quarto.

Enquanto caminhamos em direção ao local do almoço, Arthur fala comigo:

— Olha, sobre o que o Sam disse, eu só queria dizer que...

— Não precisa falar nada. — eu o interrompo. — Ele... ele não sabe de nada! Está enganado!

Falando isso eu acelero o passo, deixando-o para trás. Triste pelo que eu havia acabado de dizer, quase começando a chorar, por ter arruinado as minhas chances com aquele garoto maravilhoso que eu tanto amava.

 

ARTHUR

 

Aquilo partiu meu coração. Ela não gosta de mim. Não como eu gosto dela. Não como eu a amo. Tive que me segurar para não começar a chorar.

 

ALLEX

 

Em pouco tempo chegamos em uma sala, que mais parecia um salão de festas. Havia várias mesas redondas, mas apenas uma delas estava ocupada, por quatro homens: Bóreas e outros três que imaginei ser os ventos do Sul, Leste e Oeste.

Havia, ao lado da enorme porta, uma coisa que parecia um bar, onde havia um homem com asas roxas, preparando bebidas. Do outro lado do salão, em frente às mesas, havia um palco, coberto com um tapete vermelho, que eu imaginei ser para ninguém escorregar, já que, como todas as outras salas, este era todo feito de gelo. No palco havia um violão, um teclado e dois microfones em suportes.

Eu e Arthur caminhamos até lá, deixando Sam assentado em uma das mesas de trás.

Subimos no palco, com um clima tenso entre nós. Eu caminho até um dos microfones, enquanto Arthur pega o violão e caminha até outro. Assim, começamos a primeira música:

 

 

Thousand Years

 

Heart beats fast Colors and promises How to be brave How can I love When I'm afraid to fall But watching you stand alone All of my doubt suddenly goes away somehow One step closer I have died every day waiting for you Darling don't be afraid I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more Time stands still Beauty in all she is I will be brave I will not let anything take away What's standing in front of me Every breath Every hour has come to this One step closer I have died every day waiting for you Darling don't be afraid I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more And all along I believed I would find you Time has brought your heart to me I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more One step closer One step closer I have died every day waiting for you Darling don't be afraid I have loved you For a thousand years I'll love you for a thousand more And all along I believed I would find you Time has brought your heart to me I have loved you for a thousand years I'll love you for a thousand more

 

 

O coração acelerado

Cores e promessas

Como ser corajoso

Como posso amar

Quando tenho medo de me apaixonar

Mas ao assistir você sozinha

Toda a minha dúvida de repente se vai


 

Um passo mais perto


 

Eu morri todos os dias esperando você

Querida, não tenha medo

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil


 

O tempo fica parado

Há beleza em tudo que ela é

Terei coragem

Não deixarei nada levar embora

O que está na minha frente

Cada suspiro

Cada momento trouxe a isso


 

Um passo mais perto


 

Eu morri todos os dias esperando você

Querida, não tenha medo

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil


 

O tempo todo eu acreditei que te encontraria

O tempo trouxe o seu coração para mim

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil


 

Um passo mais perto

Um passo mais perto


 

Eu morri todos os dias esperando você

Querida, não tenha medo

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil


 

O tempo todo eu acreditei que te encontraria

O tempo trouxe o seu coração para mim

Eu te amei por mil anos

Eu te amarei por mais mil

 

Enquanto cantávamos, eu tirei meu microfone do suporte e fui me aproximando de Arthur cada vez mais.

Após a música acabar, os presentes aplaudiram, principalmente Sam, que ficou de pé e assobiou, atraindo os olhares para si. Antes dele ser expulso, nó começamos a cantar a próxima.

 

Kid In Love

I know that we just met

Maybe this is dumb

But it feels like there was something

From the moment that we touched

Cause, it's alright, it's alright

I wanna make you mine

 

The way you're lightin' up the room

Caught the corner of my eye

We can both sneak out the back door

We don't have to say goodbye

Cause, it's alright, it's alright

To waste time tonight

 

Maybe I'm just a kid in love

Maybe I'm just a kid in love

Oh, baby

If this is what it's like falling in love

Then I don't ever wanna grow up

Maybe I'm just a kid in love

Maybe I'm just a kid in love

 

Oh, baby

It'd be cool if it's the two of us

But I don't ever wanna grow up

Cause I got it all

And I got it all

And I don't ever wanna grow up

 

Your place is kinda cozy

Your parents are out of town

Baby, there's no pressure

But if you're down, I'm down

Cause, it's alright, it's alright

To just talk tonight

But if you're feeling kinda crazy

Turn down the lights

We can take our time

Do whatever you like

 

I'ts alright, it's alright

I wanna make you mine

 

Maybe I'm just a kid in love

Maybe I'm just a kid in love

Oh, baby

If this is what it's like falling in love

Then I don't ever wanna grow up

Maybe I'm just a kid in love

Maybe I'm just a kid in love

Oh, baby

It'd be fine if this two of us

But I don't ever wanna grow up

 

Cause I got it all

And I got it all

And I don't ever wanna grow up

 

Cause you make me feel

Like I got it all, yeah

Cause you make me feel

Like I'm just a kid in love

Cause you make me feel

Like I got it all, yeah

And you make me feel, yeah

Like I don't ever wanna grow up

 

Maybe we're just kids in love

Maybe we're just kids in love

Oh baby

If this is what it's like falling in love

Then we don't ever have to grow up

Maybe we're just kids in love

Maybe we're just kids in love

Oh baby

When we're alone and it's the two of us

I can't get enough

 

'Cause I've got it all,yeah

I've got it all, yeah

And I've got it, and I've got it all

And I've got it, and we've got it all

And I've got it, and I've got it all

But I don't ever wanna grow up

 

 

 

 

Sei que acabamos de nos conhecer

Talvez isso seja estúpido

Mas parece que havia alguma coisa

A partir do momento que nos tocamos

Porque está tudo bem, está tudo bem

Eu quero ter você pra mim

 

O jeito que você está iluminando o quarto

Apanhou o canto do meu olho

Nós dois podemos fugir pela porta dos fundos

Não temos de dizer tchau

Porque está tudo bem, está tudo bem

Para perder tempo hoje à noite

 

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Oh, amor

Se isso é o que é se apaixonar

Então eu não quero crescer

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

 

Oh, amor

Seria legal se fôssemos só nós dois

Mas eu não quero crescer

Porque eu tenho tudo

E eu tenho tudo

E eu não quero crescer

 

Sua casa é aconchegante

Seus pais estão fora da cidade

Amor, não há nenhuma pressão

Mas se você está pra baixo, eu estou para baixo

Porque está tudo bem, está tudo bem

Só conversar essa noite

Se você está se sentindo meio louca

Apaga as luzes

Nós podemos ter calma

Faça o que quiser

 

Está tudo bem, está tudo bem

Eu quero ter você pra mim

 

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Oh, amor

Se isso é o que é como se apaixonar

Então eu não quero crescer

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Talvez eu seja apenas uma criança apaixonada

Oh, amor

Seria legal se fôssemos só nós dois

Mas eu não quero crescer

 

Porque eu tenho tudo

E eu tenho tudo

E eu não quero crescer

 

Porque você me faz sentir

Como se eu tivesse tudo, sim

Porque você me faz sentir

Como eu sou apenas uma criança no amor

Porque você me faz sentir

Como se eu tivesse tudo, sim

E você me faz sentir, sim

Como eu não nunca quero crescer

 

Talvez sejamos apenas crianças apaixonadas

Talvez sejamos apenas crianças apaixonadas

Oh, querida

Se isso é o que é como se apaixonar

Então nós não tem sempre a crescer

Talvez sejamos apenas crianças apaixonadas

Talvez sejamos apenas crianças apaixonadas

Oh bebê

Quando estamos sozinhos e é o dois de nós

Eu não me canso

 

Porque eu tenho tudo isso, sim

Eu tenho tudo isso, sim

E eu tenho isso, e eu tenho tudo isso

E eu tenho isso, e nós temos tudo

E eu tenho isso, e eu tenho tudo isso

Mas eu não quero nunca crescer

 

 

Fomos aplaudidos novamente e, assim, fomos para a última música.

 

Stitches

I thought that I've been hurt before

But no one's ever left me quite this sore

Your words cut deeper than a knife

Now I need someone to breathe me back to life

Got a feeling that I'm going under

But I know that I'll make it out alive

If I quit calling you my lover

Move on

 

You watch me bleed until I can't breathe

Shaking, falling onto my knees

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

Tripping over myself

Aching, begging you to come help

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

 

Just like a moth drawn to a flame

Oh, you lured me in, I couldn't sense the pain

Your bitter heart cold to the touch

Now I'm gonna reap what I sow

I'm left seeing red on my own

Got a feeling that I'm going under

But I know that I'll make it out alive

If I quit calling you my lover

Move on

 

You watch me bleed until I can't breathe

Shaking, falling onto my knees

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

Tripping over myself

Aching, begging you to come help

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

 

Needle and the thread

Gotta get you out of my head

Needle and the thread

Gonna wind up dead

Needle and the thread

Gotta get you out of my head

Needle and the thread

Gonna wind up dead

 

Needle and the thread

Gotta get you out of my head

Needle and the thread

Gonna wind up dead

Needle and the thread

Gotta get you out of my head, get you out of my head

 

You watch me bleed until I can't breathe

Shaking, falling onto my knees

(Falling on my knees)

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

(And I'll be needing stitches)

Tripping over myself

Aching, begging you to come help

(Begging, baby, please)

And now that I'm without your kisses

I'll be needing stitches

 

(And now that)

I'm without your kisses

I'll be needing stitches

(And now that)

I'm without your kisses

I'll be needing stitches

 

 

Eu achei que já havia me machucado antes

Mas nunca ninguém me deixou tão ferido

Suas palavras cortam mais do que faca

Agora preciso de alguém para me trazer a vida

Sinto que estou afundando

Mas eu sei que conseguirei sair vivo

Se eu parar de te chamar de meu amor

E seguir em frente

 

Você me vê sangrar até que não possa mais respirar

Eu estou tremendo, caindo de joelhos

E agora que estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

Estou tropeçando em mim mesmo

Sofrendo, implorando por sua ajuda

E agora que estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

 

Assim como uma mariposa é atraída pelo fogo

Oh, você me atraiu, eu não podia sentir dor

Seu coração amargo e frio ao toque

Agora vou colher o que eu plantei

Estou sozinho com a minha raiva

Sinto que estou afundando

Mas eu sei que vou conseguir sair vivo

Se eu parar de chama-la de meu amor

E seguir em frente

 

Você me vê sangrar até que não possa mais respirar

Eu estou tremendo, caindo de joelhos

E agora que estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

Estou tropeçando em mim mesmo

Sofrendo, implorando por sua ajuda

E agora que estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

 

Agulha e a linha

Tenho que tirar você da minha cabeça

Agulha e a linha

Vou acabar morto

Agulha e a linha

Tenho que tirar você da minha cabeça

Agulha e a linha

Vou acabar morto

 

Agulha e a linha

Tenho que tirar você da minha cabeça

Agulha e a linha

Vou acabar morto

Agulha e a linha

Tenho que tirar você da minha cabeça, tirar você da minha cabeça

 

Você me vê sangrar até que não possa mais respirar

Eu estou tremendo, caindo de joelhos

(Caindo de joelhos)

E agora que estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

(E eu vou precisar de pontos)

Estou tropeçando em mim mesmo

Pedindo, implorando pela sua ajuda

(Implorando, baby, por favor)

E agora que estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

 

(E agora que)

Estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

(E agora que)

Estou sem seus beijos

Vou precisar de pontos

 

No meio da música, nós começamos a nos olhar e, ao final dela, nossos rostos estavam quase colados. Terminamos a música e fomos nos aproximando devagar e, quando nossos lábios estavam prestes a se encostar, os ventos começam a aplaudir e nós nos afastamos rapidamente.

— Vocês me convenceram! Podem ir! — Bóreas fala sorrindo.

Arthur deixa o violão no palco e nós andamos em direção ao Sam, sem falar nada um com o outro.

Sam se levanta e nós apressamos o passo, de forma que ele não tenha tempo de falar nada.

O silêncio continua até chegarmos ao alçapão. Depois de algum tempo e muitos minutos de silêncio, Sam concerta o dragão.

— Não posso fazer muita coisa aqui, mas acho que isso é o suficiente para chegarmos em Roma. — Sam fala montando no dragão.

Eu e Arthur seguimos seu exemplo, comigo entre os dois, sem falar nada um com o outro e assim, continuamos nossa jornada.


Notas Finais


E então? Gostaram? Escrevam o que acharam nos comentários. E eu tenho uma leve impressão de que vocês vão me matar!


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