História Perdão Por Te Amar - Capítulo 10


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Categorias As Aventuras de Poliana
Personagens João Barros, Luisa D'Ávila, Otto Monteiro Pendleton (Sr. Pendleton), Poliana D'Ávila Andrade
Tags Drama, Romance
Visualizações 66
Palavras 3.210
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey pessoal!
Me desculpem postar só agora, eu acabei de chegar da pós hahahahah
Espero que gostem foi um capitulo bem leve para introduzir algumas coisa <3

Capítulo 10 - I Don't Want to Miss a Thing


“Eu poderia ficar acordado

Só pra te ouvir respirar

Te ver sorrir enquanto dorme

Enquanto estás longe e sonhando

Eu poderia passar a minha vida

Nesta doce rendição”

 

Podia sentir sua respiração lenta enquanto dormia, mantinha minha cabeça em seu peito escutando seu coração bater, sorrio fechando os olhos me aninhando melhor em seus braços, havia me esquecido completamente de tudo... Eu não havia avisado Poliana que não dormiria em casa, com esse pensamento me afasto de Pendleton, saindo da cama sem acorda-lo começando a me arrumar, depois vou até ele dando um beijo em seus lábios saindo de lá antes que ele acordasse, depois falaria com ele.

Saio da casa dele indo para a sua caminhando, para sua sorte não tinha ninguém na rua, não demoro muito para chegar, entro com cuidado com a esperança que ninguém estivesse acordado, mas mal coloco o pé dentro de casa e sinto alguém quase me derrubar ao pular em mim me abraçando.

- Tia Luísa! – Poliana quase me enforcava. – Estava tão preocupada te ligamos um monte de vezes e a senhora não atendia, pensei que... – Para de falar me abraçando mais apertado.

- Calma Poliana eu estou bem. – Beijo o topo de sua cabeça a acalmando.

- Graças a Deus tia. – Se afasta me olhando. – Eu não sei o que faria se perdesse a senhora também...

- Poliana você não vai me perder, acalme-se eu estou bem. – Sorrio acariciando seu rosto.

- Fico feliz que esteja bem tia. – Toca meu rosto.

Sorria olhando minha sobrinha, Poliana realmente era menina especial beijo sua testa.

- Muito bonito não é Luísa? Sai, desliga o celular e quase nos mata de susto. – Escuto Durval, apenas me afasto de Poliana olhando para ele.

- Durval eu esqueci de avisar que dormiria fora, mas como pode ver estou bem. – Vou até a sala.

- Posso saber onde passou a noite que não teve nem tempo de avisar a família? – Seu olhar era acusador.

- Minha vida pessoal não diz respeito a você, agora se me permitem vou subir, depois eu desço pra te levar na escola. – Falo para Poliana.

Vou para meu quarto indo tomar um banho relaxantes, toco meu pescoço sorrindo lembrando da noite que tivera, podia se acostumar nos braços dele fazia muito tempo que não dormira tão bem. Saio do banho me arrumando, opto por um vestido azul escuro justo e um scarpin preto, me olho no espelho gostando da imagem que via, pego a bolsa descendo.

Me junto aos dois no café da manhã, nem mesmo Durval faria com que eu perdesse meu bom humor.

- Ual tia, a senhora está maravilhosa, nunca te vi assim.

- Que exagero Poliana, hoje apenas resolvi mudar um pouco.

- Fico feliz que a senhora tenha vontade de se arrumar. – Poliana fala com carinho.

- Primeiro dorme fora e agora isso, Luísa o que está escondendo? – Durval pergunta.

- Durval cuida da sua vida. – Respondo séria. – Poliana terminou o café? – Queria sair de lá antes que brigassem com o irmão.

- Sim tia. – A vejo se levantando indo pegar suas coisas.

Saio de lá com Poliana a levando para escola, desço com ela dando um beijo em sua testa. – Tenha um boa aula.

Poliana me abraça com carinho. – Obrigada tia. – Após dizer isso ela entra e eu fico ali a olhando.

- Luísa! – Escuto a voz de Marcelo, me viro o vendo ali encarando-me.

- Oi Marcelo. – Cumprimento.

- Você está bem? Ontem depois daquilo tentei falar com você, mas só dava caixa postal.

- Estou sim, acabei desligando o celular. – Suspiro. – Marcelo me desculpe por ontem.

- O que não entendo Luísa é o por que agiu daquela forma, você parecia com ciúmes de Pendelton com Nadine. – Seu olhar era intenso para mim.

- Marcelo aqui não é o lugar para conversamos, que tal mais tarde você passar em casa? – Pergunto.

O vejo respirar fundo levando a mão na testa. – Tudo bem, aproveito e levo João passar um tempo com Poliana. – Fala finalmente.

- Ótimo, então até mais tarde.

Falando isso saio de lá indo para casa resolvi que trabalharia de lá hoje, quando chego vou direto para o meu escritório, pego meu celular mandando uma mensagem para Pendleton explicando porque havia saído sem falar nada. Depois foco no trabalho, estava animada então o serviço rendia, ao começar a analisar os gráficos da empresa vejo que existe uma diferença dos valores adquiridos pela empresa, era um desfalque que parecia estar acontecendo há um bom tempo.

Começo a olhar mais a fundo, quem desviava o dinheiro não tomava o cuidado com o valores que retirava, faço comparativo e podia dizer que Pendleton não ficaria nenhum pouco feliz com tudo aquilo, levo a mão na testa pensando, precisava marcar uma reunião com ele e Roger.

Fico tão imersa naquele assunto que não percebo a hora do almoço passar só me dou conta quando Antônio entre ali com uma bandeja com o almoço.

- Antônio não precisava se preocupar! – Exclamo indo pegar a bandeja.

- Eu sei que você não gosta de interromper o trabalho quando está concentrada, então trouxe algo leve para que não fique sem comer. – Sorri.

- Obrigada. – Retribuo o sorriso.

Antes de sair ele para na porta a olhando. – É bom te ver feliz novamente menina Luísa.

Sorrio para ele que sai fechando a porta, começo a comer e após terminar saio de lá levando a bandeja na cozinha, olho no relógio vendo que Poliana ainda não havia voltado ainda, respiro fundo onde aquela menina estava. Só volto para o escritório, onde fico boa parte do dia, escuto a porta de casa ser aberta, mas não saio do lugar sabia que se fosse Poliana ela iria até lá entraria sem bater.

Dito e feito, vejo a porta ser escancarada e a menina entrando, mas não sozinha ela puxava Pendleton pela mão. – Tia olha só quem veio te ver!

- Pendleton... – Me levanto.

- Como está Luísa? – Pergunta me olhando.

- Estou bem, o que faz aqui? – Ainda tinha que disfarçar.

- Vim trazer Poliana e aproveitei para falar com você. – Coloca as mãos no bolso da calça.

Olho para minha sobrinha que antes que eu falasse qualquer coisa diz. – Bom eu vou para o meu quarto. – Sai de lá os deixando sozinhos.

Vou até a porta fechando-a olhando para ele. – E então?

- Você ficou linda nesse vestido. – Pendleton fala me segurando pela cintura. – Não tive o prazer de te ver hoje de manhã. – Sussurra com um sorriso de canto.

- Eu tive que vir embora, Poliana estava muito preocupada quando cheguei. – Coloco a mão em seu peito acariciando.

- Ela me falou, pensa que estava com Marcelo. – Revira os olhos.

- Com ciúmes Otto? – Pergunto com um sorriso de canto.

- Não preciso ter ciúmes dele Luísa.

- Por falar nele, daqui a pouco ele vai vir aqui para conversamos. – Coloco as mãos em seu ombro.

- Sobre o episódio de ontem imagino eu. – Abraça minha cintura.

- Exatamente, digamos que eu tenha saído do controle ontem, mas valeu a pena. – Sorrio com malícia.

- Concordo plenamente. – Responde me beijando, Pendleton me guia até minha mesa onde me encosta, levando a mão para o meu cabelo deixando o beijo mais profundo.

Agarro seu cabelo gemendo baixo ao lembrar da nossa noite, o sinto sorrir entre o beijo me fazendo sentar na mesa, cruzo as pernas em sua cintura o trazendo mais para mim, já estava fora de mim de novo, o sinto descer os beijos para meu pescoço, jogo a cabeça pra trás dando a ele mais acesso.

Escuto a porta de casa ser aberta e escuto as vozes de Durval, Marcelo e João, o afasto um pouco de mim o encarando. – Eles chegaram... – Mal termino de falar e ele me beija novamente.

- Os deixe esperando um pouco. – Sussurra, apenas assinto segurando sua nuca unhando, apesar de ouvir a conversa de Durval e Marcelo na sala, eu já não raciocinava direito, estava perdida nos lábios de Pendleton que me levava mais para ele.

Começo a abrir sua camisa, passando a mão por seu pescoço enquanto ele abria o zíper do meu vestido beijando meu ombro, agora já não escutava mais nada vindo da sala já estava entregue a ele, solto um gemido baixo conforme ele mordiscava minha pele, tocando os lábios pelo meu colo. Minhas mãos passam por seu peito enquanto abria mais alguns botões da camisa que ele usava antes de voltar a segurar seu cabelo.

Sua boca no meu pescoço me fazia soltar gemidos baixos e sua mão por minha nuca me deixavam arrepiada, se eu continuasse com aquilo não conseguiria parar, e, não desejava parar, porém o afasto mantendo a mão em seu peito, estava ofegante.

- Melhor pararmos, ou vamos ter plateia daqui a pouco. – Sussurro sentindo sua testa na minha.

- Concordo. – Sorri beijando minha testa se afastando, arrumando sua camisa, depois se volta para mim. – Posso? – Aponta para meu vestido, apenas faço que sim ficando em pé, ele fica atrás de mim fechando o zíper tocando levemente minha pele com seus dedos, quando termina dá um beijo em meu ombro me deixando arrepiada.

O olho alguns segundo escutando a conversa dos outros dois na sala. – Posso pedir para deixamos nosso relacionamento em segredo por enquanto?

- Claro, acredito que também não seja hora de saberem é melhor preparar Poliana primeiro e também seu irmão, além de Marcelo. – Pendleton diz calmo.

- Obrigada, Poliana eu sei que vai atingir sua eudaimonia se souber, mas Durval e Marcelo... – Suspiro. – Não quero que Marcelo sofra.

- Totalmente compreensível Luísa vocês possuem uma história juntos seria estranho se não houvesse um sentimento da sua parte em relação a ele. – Acaricia meu rosto.

- Fico feliz que compreenda. – Sorrio levemente.

- Mas você também vai ter que controlar seu ciúmes. – Me olha.

- Se Nadine não me provocar eu posso manter aquele rostinho lindo que ela tem. – Respondo com um sorriso angelical.

- Luísa... – Me repreende.

- Está bem, vou tentar me controlar mais. – Olho emburrada.

Ele me beija apenas, mas logo se afasta. – Melhor você abrir a porta.

Assinto sorrindo de canto indo até a porta do escritório a abrindo, vejo os dois me olharem, Marcelo sorria, mas para ao ver Pendleton atrás de mim. Se levanta caminhando até nós. – Luísa, você está muito bonita. – Diz indo me dar um beijo no rosto. – Otto, o que faz aqui? – Ele nunca perdia essa mania.

- Boa tarde para você também Marcelo, resolvíamos assuntos da empresa, mas já estou de saída...

- Otto, eu esqueci de falar, preciso de uma reunião com você e Roger. – Falo o olhando.

- Claro irei providenciar isso para amanhã mesmo. – Responde. – Mas agora vou indo, Luísa de um beijo em Poliana por mim. – Pede tocando minhas costas, se despedindo dos outros dois saindo de lá.

Durval me olha com a sobrancelha arqueada. – O que esse gajo estava fazendo com você no escritório a tanto tempo, hein Luísa? – Pergunta.

- Ele já não disse que falávamos de negócios?

- Poderia esperar até amanhã, ora pois!

- Não gosto desse homem, não o acho confiável. – Marcelo fala passando a mão no cabelo. – Acho que ele esconde alguma coisa e além disse vive atrás de você.

- E se esconder isso não diz respeito a nós. – O olho. – Otto é um antigo conhecido da família e nós temos uma dívida com ele eu já te disse isso Marcelo, e, não querendo ser indelicada, mas nós não temos mais nada.

- Eu sei disso Luísa, mas me preocupo com você! Aliás fiquei muito preocupado ontem, você saiu tão transtornada daquele jantar. – Comenta, o que faz Durval me olhar confuso.

- Que jantar?

- Eu e Luísa fomos jantar, mas daí apareceu o Otto com a Nadine... – Para me olhando. – Você parecia furiosa com alguma coisa, daí você saiu daquele jeito com ele... – Se volta para mim.

- Apenas não tinha tido um bom dia e aquela mulher me irrita. – Respondo.

- Espera você foi embora com o Otto... Não dormiu em casa... – Durval pensava e me olha assustado. – Você não...

Marcelo agora olhava para o meu irmão para depois me encarar. – O que Durval está querendo dizer... Você estava com ele? – O moreno se senta.

- Não! Durval pare de imaginar coisas, eu pedi para o Pendleton me lavar para um hotel queria espairecer um pouco, colocar a mente no lugar e isso eu não conseguiria fazer aqui. – Respondo da melhor forma que conseguia.

- Tem certeza que é só isso? Ele não te fez nada? – Marcelo pergunta.

- Absoluta! Vocês dois estão indo longe demais com essa implicância com o Pendleton, deveriam saber que assim como vocês eu não suporto aquele homem, apenas o aturo porque trabalhamos juntos. Você mais do que ninguém sabe disso Durval. – Minha voz era firme, afinal a mentira tinha que parecer realista.

- É realmente você nunca gostou dele. – Durval diz ponderando.

- Mas Luísa o que aconteceu, você nunca ficou daquele jeito? – Insiste Marcelo.

- Eu já disse, tive um dia péssimo no trabalho e ontem nem ele e nem Nadine foram tralhar, acho que surtei pelo estresse. – Minto.

- É Nadine me falou que ela está bem próxima do Otto, parece que ele está a ensinando algumas coisas sobre tecnologia. – Marcelo comenta.

- Otto deve gostar dessa menina então, ele não gosta que se aproximem dele. – Durval fala e eu quase o fulmino com o olhar.

- É talvez, assim quem sabe ele não deixe a Luísa em paz...

- Marcelo, já te disse que não vamos voltar entenda! Agora se você puder ir embora. – Falo irritada, aquela insistência de Marcelo já estava me incomodando.

- Está bem Luísa, não vou mais te incomodar com isso. – Suspira. – Só vou chamar o João.

Concordo, ele chama o menino que não demora a descer com Poliana, eu podia ver o quanto os dois ficavam felizes juntos, se despedem saindo e minha sobrinha vem até a mim me abraçando. Sorrio para ela, Durval fala que tinha que voltar para a padaria e sai de lá, nós duas nos sentamos na sala e fico fazendo carinho em seu cabelo enquanto ela falava sobre uma apresentação que faria na escola.

Escuto a campainha tocar e estranho não esperava ninguém, Nanci vai atender a porta e logo volta.

- É pra Poliana. – Fala.

- Pra mim? – Estranha. – Está bem pode falar para entrar. – Se arruma no sofá sorrindo, quando vejo Éric entrando estranho o que aquele menino ali, porém o que me deixa mais confusa é a expressão de Poliana ela havia parado de sorrir.

- O que faz aqui Éric? – Pergunta ainda sem se levantar.

- Poli... eu acho que te devo desculpas... – Parecia envergonhado com algo passando a mão no cabelo. – Não deveria ter ajudado Filipa a zoar o jogo do contente de novo.

Mas o que estava acontecendo? Haviam de novo arrumado confusão com Poliana e aquele menino havia ajudado, mas estava arrependido, era isso mesmo?

- Tudo bem Éric...

- Podemos continuar sendo amigos? – Pergunta para minha sobrinha que do jeito que era tonta aceitaria.

- Claro. – Não falei, a vejo dar um sorriso tímido assim como ele.

- Obrigada Poli! Mas agora tenho que ir meu pai está me esperando. – Diz se despedindo saindo de lá.

Poliana suspira, eu apenas a olho. – O que aconteceu? O que fizeram dessa vez? – Pergunto.

- Filipa espalhou vários cartazes na escola com uma imagem minha vestida de palhaça jogando o “jogo do demente” como ela chama. – Sua voz era tristonha.

A abraço. – O minha pequena, porque não me falou antes? Vou conversar com a Ruth amanhã mesmo sobre o comportamento desse menino e da filha de Roger.

- Não precisa tia! O Sr. Pendleton também queria falar com a dona Ruth, então vou te falar a mesma coisa que disse a ele, não vale a pena existe uma razão para que eles sejam assim... Eu só não esperava isso do Éric havíamos nos tornados amigos...

- Pera ai, Pendleton já sabia? – A sobrinha apenas assente, respiro fundo ela realmente confiava no homem. – Poliana com um amigo igual essa você não precisa nem de inimigos, mas me fala foi só por isso que ficou estranha quando ele entrou? – Pergunto.

Balança a cabeça em negativa. – Eu to confusa tia, o João é meu melhor amigo e eu amo muito ele, mas o Éric também é meu amigo, mas parece que é diferente sabe? – Me olha.

Eu não acreditava no que ouvia, sorrio fazendo carinho em seu rosto. – Você está apaixonada por Éric? – Pergunto.

- Não tia! – Fica vermelha. – Eu apenas não sei o que sinto por e pelo João. – Confessa.

- O minha pequena essa confusão um dia passa e você vai descobrir o que está sentindo nesse coraçãozinho.

- Obrigada tia. – Me abraça apertado, beijo sua testa.

Ficamos mais um pouco assim, até que ela decide subir não demoro também a me retirar, acabo adormecendo quando acordo já era manhã. Me levanta assustada indo me arrumar estava atrasada, depois de pronta desço correndo tomo só um café preto e saio de lá com Poliana, após a deixa-la na escola vou direto para a O11O.

Ao chegar vou direto para minha baia, fico ali até que Pendleton chega ele me chama, vou até a sala dela onde o vejo em seu lugar. – Marquei a reunião para daqui meia hora, está tudo bem para você? – Pergunta. – Alias como você está?

- Estou bem... E por mim está ótimo! – Respondo. – Otto agora me diga porque não me contou sobre o que aconteceu com a Poliana? – Questiono.

- Estou bem também Luísa, obrigada pela preocupação. – Responde irônico. – Não contei porque ela me pediu, mas pelo jeito ela mesma o fez, eu queria falar com a Ruth, mas você a conhece. – Suspira nada feliz com isso.

- Se dependesse de Poliana eu nunca saberia, mas um garoto foi em casa pedir desculpas para ela e dai ela acabou contando. – Confesso.

- Pelo menos alguém teve senso de pedir desculpas para ela.

Sorrio com a lembrança da minha conversa com ela, e pela atitude do garoto. – Acho que ele gosta dela. – Comento.

Pendleton me olha tão assustado. – Como assim? Não, Poliana é só uma criança, e, se ele fez isso não a merece, de forma alguma. – Balança a cabeça parecia não querer pensar naquilo, ele estava com ciúmes da filha sem saber.

Não consigo evitar sorrir com aquilo, ele era tão protetor com Poliana. – Poliana vai ficar feliz quando souber que estamos juntos, esse era o desejo dela que fossemos uma família. – O olho.

Pendleton me olha se levantando indo até mim. – Poliana é especial Luísa, não quero que nada de mal aconteça a ela... É como se fosse minha filha.

Quando ele comenta isso é como se eu levasse um soco no estomago, mas só sorrio. – E ela te ama muito também, não tenha dúvidas disso.

Ele sorri para mim me dando um rápido beijo. – Mas agora vamos, temos uma reunião. – Apenas assim, saindo da sala dele com aquela sensação estranha de um segredo que poderia mudar a vida de suas pessoas que eu amo, mas que poderia me separar de Pendleton se ele soubesse que eu já sabia e escondi aquilo. 


Notas Finais


O que acharam?


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