História Perdida em teus lábios - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.290
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Adeus


Fabrício observava Renata enquanto ela arrumava algumas coisas em seu mochilão sobre a cama. Escorado na porta, com seu velho macacão jeans, ele acariciava o queixo, pensando naquilo tudo que estava prestes a simplesmente acabar, por mais que nenhum dos dois tivesse admitido isso. Preferiam não pronunciar aquelas palavras dolorosas, os poucos últimos instantes na companhia um do outro era o que lhes interessava. Estavam juntos há um ano e alguns meses, ela era mais velha que ele cinco anos, mas isso nada importava. Ela o ensinou a amar e foder como gostava e ele também se saciava disso. 

-Acabei.-afirmou ela so fechar o último zíper da bagagem roxa. Era isso. Não havia nada além dele que ela quisesse levar consigo. Era impossível. Suspirou, de cansaço e frustração. Uma franja castanha caía na testa ensopada de suor. A única janela em de seu quarto no apartamento de seus pais estava eficientemente aberta, mas era insuficiente para evitar que cada gotícula de suor se formasse e caísse. Felizmente a regata branca, o short jeans e os pés descalços no chão cru davam-lhe algum alívio. Agora, era só esperar o ônibus da trupe passar dali a duas horas. Só mais duas horas perto dele. Só!

Nenhum dos dois ousava falar nada em relação àquilo. Os dois naquele quarto feminino de classe baixa, abafado, sozinhos e uma cama não bonita, mas convidativa, não pensavam em nada mais senão num ao outro, pela última vez.

Renata sentia a entrada de sua vagina contrair e relaxar, piscando contra a calcinha, molhando-a com sua excitação, a cada passo que Brício, como carinhosamente lhe chamava, dava em direção a ela.

Os braços negros e brilhantes em desenvolvimento, mas fortes o suficiente para enlaçar-lhe do jeito que gostava: pegada forte na cintura, puxão de seu rabo de cavalo e a forma como ele rasgava alguma de suas calcinhas quando queria foder. Era assim que ela queria nessa última vez.

Ele a olhou com os olhos grandes, negros e penetrantes e a trouxe para si, invadindo sua boca com a língua grande e forte, puxando seus lábios, mordendo-os. Ele descia sua boca para o pescoço, querendo ouvir aqueles gemidosque faziam seu pau endurecer.

Ele a pegou nos braços, uma perna de cada lado do corpo e a levou para a sacada da janela, apoiando-a lá. Ele queria fodê-la ali e em outros lugares, mas aquela janela era especial. Certa vez, uma vizinha viúva os viu fodendo ali, através da jenela do apartamento em que morava logo a frente. O cu de renata aparecendo enquanto estava sentada, recebendo a piroca em sua boceta, os seios medianos da morena quando Brício a penetrava por trás e o pau dele quando escapava-lhe da boca enquanto estava ajoelhada pagando boquete. Então, a vizinha resolveu contribuir, pegou uma cadeira, despiu-se, abriu as pernas e exibiu a boceta com alguns cabelos brancos e lábios fartos. Ela dedilhava-se profundo, imaginando o dedo de Renata ou o pau de Fabrício. Um dia, essa vizinha fora convidada para brincar com eles. Ela, que não sentia uma pica desde o infarto e morte do marido cinco anos antes, gemeu alto ao sentir os 19 centímetros de Brício de quatro, enquanto Renata chupava-lhe o grelo e massageava os peitos. A vizinha, que antes era reprimida pela situação em que se encontrava, enfiava os dedos fundo na buceta de Renata e chupava cada gota de mel, dava o cu com gosto e sentia a língua penetrar-lhe com prazer. Bons tempos, felizmente o condomínio em que a vizinha e Renata moravam era pequeno, praticamente vazio e desprovido de crianças.

Após deixá-la na janela, ela tirou seu macacão e toda e qualquer roupa que lhe cobria. O pau não estava totalmente pronto, mas ele o acariciava pouco, queria que Renata o fizesse.

Então ele a ajudou a tirar a roupa, sem sair da janela. Então estavam ambos nus como vieram ao mundo, a pele negra dele e a morena, dela.

Ela abriu bem as penas, afastando os grandes lábios para exibir o quão molhada estava, os poucos pelos do monte não atrapalhavam a visuavização. Ela passou um dedo e levou-o à boca, passou novamente e ofereceu a Brício e ele o chupou e depois beijou a boca daquela mulher.

Um acariciava ao outro enquanto os lábios também o faziam. Fabrício sentia a mão dela ir e vir, lentamente, chegando perto da cabecinha, arrancando suspiros, e depois, voltando. Era assim, nesse ritmo cadenciado que ele a invadia e ela, o tinha em mãos.

Os beijos de Brício se estendiam dos lábios aos grandes lábios, passando pelas curvas do pescoço e dos seios, girando a língua no umbigo, para depois alcançar o destino mais gostoso. O botão de prazer era envolvido pela língua áspera e úmida, como se degustasse um fruto doce. Depois, ela percorria a parte rachada, invadindo as profundezas para sugar o mel. Era gostoso, um agridoce fluido, feito por ela para proporcionar prazwr a ambos.

Então, depois, ela ajoelhou-se à sua frente, agarrando-seu pau com a mão pela base, envolvendo a cabeça e o restante com a boca. Fechava em torno dele, indo e voltando, escondendo os dentes para não machucá-lo, apesar de, às vezes, ele gostava de mordidas leves quando gozava na boca dela.

Porém, dessa vez, ela queria gozar e gozar muito naquele pau negro, melado e de cabeça avermelhada. Era grosso, entopia-lhe fartamente, roçava e esfregava-se nela. As veias sinuosas sob a pele fina destacadas de prazer quando ela o estimulava.

Então, eles fizeram amor e foderam em todos os lugares. Ela gostava de levar de quatro, arreganhando bem a boceta, piscando para o mel escorrer. Gostava a sensação de tê-lo enfiado até o fim e depois tirando até a cabeça, e então voltando com força enquanto os dedos dele se prendiam aos seus quadris, apertado a fartura de uma mulher acima do peso, mas que o enlouquecia e amava.

Ele deitou-se no chão, exibindo as coxas em formação e os poucos pelos espalhados. Ela se sentou, subia e descia, deixando-o apreciar a cena mais maravilhosa que guardaria da sua juventude: a buceta dela envolvendo seu pau, os seios balançando com o movimento, a boca dela em forma de "O", devido ao prazer e os dedos dela em seu clitóris, girando, ajudando-a a chegar lá várias vezes.

Vez ou outra ele levantava para chupar-lhe os mamilos e apertar a bunda, beijar a boca e envolver os seios. O suor escorrendo pelo corpo, roupas espalhadas pelo quarto e o gemido de ambos.

Ele a girou e fez um papai e mamãe bruto e rápido, derramando porra quente enquanto a buceta se contraía. Ela sentia o líquido escorrer pela entrada junto ao seu próprio fluido, juntos como os dois.

Ele  cansou em seu braço, mas ela queria mais. Desceu com a boca nele novamente, querendo-o de volta. Quando já estava pronto, duro e levantado, fizeram uma espanhola. O pau passando pelo vão entre os seios de mamilos marrons. Vez ou outra ela recebia-lhe na boca ou dava beijinhos na ponta. Ele apertada as laterais dos seios, deixado-os mais próximos, melhorando a penetração a céu aberto. Então, quando ele ja estava quase para gozar, ela pegou-o novamente com a boca e com as mãos, sugando até que o líquido leitoso escorresse por sua boca e seios. Engoliu tudo, acostumou-se a tê-lo assim desde a primeira vez em que estiveram juntos.

Cerca de uma hora depois, eles se despediram um do outro. Ela o viu embarcar com a mochila verde nas costas, olhar saudoso, mas feliz. Ambos felizes.

O tempo passou, o contato entre ambos acabou aos poucos, e então não se teve mais notícias dela. Ele tornou-se um ator famoso e ela, um artista itinerante e realizada. Eles levaram consigo o que aprenderam nesse relacionamento, davam prazer e amavam outras pessoas, mas nunca, em momento algum, se esqueceram um do outro.



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