História Perdida no tempo - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Imagine Park Jimin
Visualizações 10
Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


-"Eu quero respirar, eu odeio essa noite
Eu quero acordar, eu odeio esse sonho
Eu estou preso dentro de mim e estou morto
Não quero ficar sozinho
Só quero ser seu.-"
~Save me

Capítulo 3 - Qualquer coisa que estivesse em seu lugar


Fanfic / Fanfiction Perdida no tempo - Capítulo 3 - Qualquer coisa que estivesse em seu lugar

A luz do sol que iluminava aquele pequeno apartamento me acordou. 

Olhei em volta com os olhos meio abertos e com as lembranças da noite anterior invadindo a minha mente. Ao que parecia a comemoração de ontem a noite, que Adam não fazia ideia do que se tratava mas comemorou mesmo assim, saiu totalmente do controle.

Me levantei e senti minha cabeça latejar, o quanto será que eu bebi?!

Meu estomago também não estava nas melhores condições e eu ainda usava as mesmas roupas da noite passada, me levantei indo em direção à cozinha tomando um analgésico e ingerindo litros de água. Em seguida tomo um longo banho deixando a água quente cair em meu rosto, me fazendo lembrar de outro acontecimento da noite passada... MEU CELULAR!!

Não havia nada nele que pudesse ser salvo, ele estava destruído e o conserto sairia muito mais caro do que comprar outro, o que me deixou de mão atadas.

Eu precisava comprar outro. Urgente! Quem nesse mundo vive sem um celular??

(...)

Dei uma última olhada no espelho antes de sair. O dia estava um pouco frio, o clima que eu mais gostava, fazia com que as pessoas ficassem mais elegantes e é óbvio que eu estava vestida à altura. Estava bem melhor do que quando acordei, sem duvidas!! Peguei minha bolsa e tomei mais água antes de sair... Ainda não me parecia seguro comer.

Passei pela pracinha perto do meu prédio e notei que estava quase deserta. Normalmente havia crianças brincado, ciclistas e barraquinhas de comida, mas estava estranhamente deserta, principalmente para um sábado! Deve ser por causa do horário, daqui a pouco era hora do almoço, pensei.

entrei na primeira loja que encontrei e fui direto para o setor dos eletrônicos. Estranhei o fato da loja estar completamente vazia, com exceção de uma vendedora, será que era algum feriado que eu não estava sabendo?

Não liguei muito para isso e voltei a olhar aqueles aparelhos incríveis que estavam diante de meus olhos. 

- Procurando algo em especial, querida? 

Disse a vendedora com voz suave.

- Hum... Nenhum modelo em particular, mas preciso de um celular que faça de tudo.

- Tudo?

- É! Wi-fi, 3G, Câmera, agenda, e-mail, memória, essas coisas...

- Você precisa de um aparelho com todas essas funções?

ouvi-la perguntar isso foi um tanto quanto estranho. Ela realmente queria me vender um celular? Ignorei isso porque ela já era um pouco de idade, parecia ter uns 60 e poucos anos, e para ela não faria muito sentido essas "coisas tão tecnológicas".

- Precisar mesmo, eu não preciso. Mas já que existe um celular que faz de tudo, por que não aproveitar?

Ela suspirou, me parecendo uma reprovação .

- Parece que você gosta muito de novas tecnologias.

Disse com um tom um pouco triste.

- É basicamente o meu trabalho estar sempre atenta a novas tecnologias. Além de que, o meu celular salva a minha vida basicamente todos os dias!

Eu ri e esperava que ela fizesse o mesmo, mas a vendedora, de olhos e cabelos cinzentos e bonitas feições apesar da idade, não o fez.

- Acho um pouco de exagero dizer isso.

- É porque você não sabe o quanto um celular é necessário quando se tem um vida cotidiana tão agitada. Mas você tem o que eu quero?

Disse tentando evitar prolongar o assunto e sair logo dali com o meu futuro aparelho.

- Acho que tenho exatamente o que você precisa.

Não sabia se ela realmente entendeu o que eu procurava, mas decidi esperar para ver. Ela abriu uma gaveta do balcão e tirou uma pequena caixa. O que chamou minha atenção no mesmo instante.

- Este modelo não está mais na vitrine. É o ultimo modelo. É um aparelho muito especial e está em promoção! Quase me sinto mal por vendê-lo por um preço tão baixo. Ele tem tudo o que deseja ou precisa.

Disse a última palavra com ênfase e um sorriso esquisito em seu rosto, o qual não dei muita importância.

- Acho que vou levar, então.

Naquele momento já estava hipnotizada pelo aparelho, não via a hora de tê-lo em mãos 

- Tem certeza?

Eu a encarei por um tempo. Estava ficando impaciente com aquela mulher. Ela realmente era uma vendedora?

- Tenho. 

Uma expressão estranha se fez em seu rosto, mas não sabia o que ela queria dizer com aquele olhar. Será que ela tinha outros planos para o celular? Como tê-lo reservado para outra pessoa ou ela o queria para si mesma? Então, por que ela teria me mostrado o aparelho, para começo de conversa?

- Você não poderá trocá-lo nem devolvê-lo. Como eu disse, este é o último modelo.

- Mas ele está com defeito? Tem garantia?

perguntei um pouco desconfiada.

- Tem garantia e não há nenhum defeito. Apenas por se tratar de um modelo único, não poderá ser trocado, já que não existe outro similar. Mas este possui tudo de que precisa.

- Eu fico com ele então.

- Ótimo! Vou te explicar como funciona!

Disse enquanto retirava o celular da caixa.

- É tão lindo!

-É mesmo! Veja, ele já vem com a bateria carregada, cartão de memória e número. Ele também só funciona com este chip.

- Certo. Onde eu pago?

- Aqui mesmo. A forma de pagamento será no cartão?

- Sim, isso mesmo.

Depois de finalmente desgrudar o olhar do meu futuro filho, pego o meu cartão e entrego para a vendedora, que ainda estava um pouco relutante. APOSTO QUE ELA QUERIA FICAR COM ELE!

- Volto em um minuto, Jennie.

Eu já estava avoada pensando em como seria trabalhoso passar todos os meus dados para meu novo celular, mas me toquei que algo parecia fora do lugar...

- Espere! Como sabe o meu nome?

- Está escrito no cartão, minha querida.

- Ah... É mesmo

Fiquei um pouco desconfiada, já que me pareceu que ela não olhou para o cartão uma única vez sequer.

Ela saiu e logo voltei meus olhares para o aparelho que era tão lindo e moderno! Estava louca para montar minha playlist, já que eu era movida pela música, enquanto lia, comia, trabalhava e até alguns dos meus sonhos tinham uma trilha sonora.

- É só assinar aqui

- Pronto... Tudo certo então?

- Tudo absolutamente certo! Espero que te traga a felicidade que procura

- Vai trazer, com certeza!

- Tenho certeza disso.

- Como?

A voz dela estava tão baixa, que queria ter certeza de que a ouvi direito.

- Boa sorte, Jennie. Espero vê-la em breve

Disse enquanto voltava a sorrir de forma gentil, o que me fez sorrir para ela de volta.

- Claro...! Até logo.

Disse já saindo da loja. Que mulher sinistra, me ver em breve? por que eu iria vê-la? Muito entranha, sem duvidas.

Podia esperar para testar meu celular novinho assim que chegasse em casa, como uma pessoa normal, mas estava tão ansiosa para vê-lo em ação que me sentei naquela praça que continuava deserta e tirei o aparelho da caixa. Tentei ligar, Nada. Virei o aparelho em busca de qualquer outro botão, mas não encontrei. Tentei ligá-lo novamente, NADA!

DROGA! NÃO FUNCIONA! POR ISSO ELA DISSE QUE NOS VERÍAMOS EM BREVE, ELA SABIA QUE ELE ESTAVA QUEBRADO!!!

Já estava pronta para dar meia volta para aquela loja e falar na cara daquela vendedora umas boas verdades. Mas de repente, a tela se acendeu e pouco a pouco foi ficando mais clara, até eu não conseguir mais olhar para ela. Parecia que tudo ao meu redor estava envolto por aquela luz absurdamente branca. Já estava basicamente cega pela claridade quando tropecei e me vi caindo no chão.

Aos poucos a luz foi ficando mais fraca e eu tentava ajustar a minha visão para voltar a enxergar alguma coisa. Quando meus olhos voltaram ao normal, pude ver a pedra em que havia tropeçado. Mas que raios foi aquilo?!?!

O celular devia ter entrado em curto, ou algo assim. Porque nada explicava toda aquela luz.

Ainda no chão, olhei para o celular, que estava desligado outra vez.

Foi então que percebi que algo não estava certo. Olhei em volta e fiquei totalmente assustada! Meus olhos estavam a procura de qualquer coisa que fosse familiar ali! Qualquer coisa que deveria estar ali! Mas não havia nada.




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