História Perdoe minha inocência - Capítulo 6


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Bardroy "Bard", Charles Phipps, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Condessa Rachel Durless-Phantomhive, Doll, Earl Charles Grey, Elizabeth Midford, Finnian "Finny", Grell Sutcliff, Madame Red (Angelina Dalles), Mey-Rin, Personagens Originais, Sebastian Michaelis, Snake, Sr. Tanaka, Undertaker, Vincent Phantomhive
Tags Adultério, Bard, Charles, Ciel, Earl, Filha, Finny, Gray, Herdeira, Kujoshitsuji, Maylene, Mey Rin, Michaellis, Rainha, Romance, Sebastian, Snake, Tanaka
Visualizações 57
Palavras 2.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Jogos de Azar



CIEL

Demorou mais um mês até finalmente a Dra. Sullivan ter de sair da mansão Phamtohive. Somente após um telegrama avisando que uma parte de seu trabalho na colônia de Portugal não estava indo muito bem a fez sair da mansão a todo vapor, embarcando no primeiro navio para lá. Irritadiça. Não duvido que viria a matar um que a fizesse passar mais raiva. De um modo apressado Lady Sullivan se despediu de mim com um abraço sufocante. Já à Princesa foi dirigida uma reverência, porém Lady Daisy logo a abraçou de um modo mais afetuoso que pude testemunhar.

Foi tão sentimental que nunca pensei que uma garota fria como Daisy pudesse ter emoções necessárias para fazê-lo. Imagino se os abraços dela com Gray são tão afetuosos desse jeito.

- Prometa que irá me escrever sempre. - A Alteza disse quando se separaram. - Prometa.

- Sim. - Eu respondi primeiro. A resposta da doutora veio segundos após a minha. Não sei por que a respondi, a pergunta nem mesmo havia sido dirigida a mim. Não fazia sentido algum. Princesa Victoria me olhou um pouco confusa, mas resolveu ignorar a situação, atentando-se em falar o quão estimada amiga a outra tinha se tornado para sua vida.

Após mais alguns mimos, finalmente a deixamos ir.

Olhei de relance para a Princesa e posso jurar que a vi com os olhos cheios d'água. Essas lágrimas nunca seriam derramadas, pois Daisy não era uma garota de chorar. Disso tinha total convicção. Ela fechou as pálpebras, enxugou os olhos, respirou fundo e tornou a abri-los, já estavam secos como os lagos intermitentes. Fitou-me com seus renovados olhos pétreos.

- Perdeu-se na minha beleza?

Suspirei cansado de todo seu modo descortês. Mesmo com já com mais de um mês, ainda não havia me acostumado a tamanha grosseria. Lady Daisy era uma garota bastante difícil de lidar. Decidi que não queria mais vê-la por aquela semana e com uma leve reverência me despedi.

- Se precisardes de mim estarei no escritório.

Não quis olhar para trás, juro que não quis; mas minha cabeça virou. Queria saber se a tinha feito refletir pelo menos um pouco. Se o meu modo frio, que era uma resposta a seu porte ignorante, tinha feito suas sobrancelhas arquearem em confusão. E a face da Princesa parecia triste.

Mas isso não importa, afinal, eu a odeio.


X-X


DAISY


Sentia falta de Joseph. Queria-o aqui desesperadamente. Gosto do som de sua voz, de seus cabelos loiros quase impossíveis de arrumar de tão lisos, gosto dos termos que usa, de seu cheiro, da maneira como me faz me sentir segura. A maneira fria e distante que trata todos a seu redor e a maneira atenciosa que é comigo. Sentia saudade de meu mordomo.

Tive de lhe mandar uma carta adiando sua vinda para cá por conta da Dra. Sullivan. Não quis que ela atrapalhasse o desenvolvimento da situação. Poderia simplesmente ter a mandado embora na primeira noite, porém acabei sendo afeiçoada à ela e não quis que Sie se fosse. Acabei atrasando o plano em dois meses. Não que isso me fosse muito incoveniente, afinal, não há mais nada para alguém como eu fazer que tenha alguma utilidade. Sou uma importante membra da família real inglesa, entretanto não há nada que eu possa fazer que tenha  algum significado além de sorrir e estar sempre bem humorada. Mas isso eu já me recusei a fazer há muito tempo. Não quero ser vazia. Se for para não fazer nada, então que me deixem viver do meu modo.

Os serviçais daqui são estranhos. Todos muito prestativos e amáveis. Não quero confiar neles, e não vou. Não irei me acostumar com suas presenças. Ciel é o único motivo para estar aqui. É a única pessoa que desejo. Necessito dele.

Passo horas sozinha em meu quarto, sem a menor vontade de levantar da cama. Após a partida de Sie fui me deitar com a roupa e tudo, triste por não ter mais a companhia de minha amiga na cama. Não divido uma cama com alguém desde minha infância em que um dia já dividi a cama com meu noivo. Como estamos prometidos desde o nascimento, convivemos há bastante tempo juntos. Também sinto sua falta, gosto dele.

Sinto-me culpada por não estar apaixonada por meu prometido. Amo-o sem sombra de dúvidas, entretanto o amor que ele tem de mim e o amor que tenho para com ele  é diferente. Penso nele como um bom amigo. Alguém que sei que faria de tudo por mim. Contudo não faria de tudo por Earl. E não confio nele, embora saiba que devesse. Sou realmente uma péssima noiva.

Batidas à porta. Ajeito-me sentada e aliso a minha saia cor-de-rosa antes de pedir que entre. Ciel.

- Vim vê-la - diz. A forma como me olha é gélida. - Então, tu... - sua voz abaixa em dez tons - estás se sentindo bem? Com a ida de Sullivan, quero dizer...

Oh, Conde Phamtohive está preocupado comigo. Adorável.

- Sinceramente? - Ele confirma apressado com a cabeça. - Não muito. Realmente gostava de Sie.

- Imagino.

Ficamos em silêncio. Percebo que Ciel está se sentindo desconfortável. Noto que não sabe o que fazer com as mãos, apertando-as e as soltando rapidamente. Está nervoso. Pondero sobre a possibilidade dele me amar. Pondero sobre a possibilidade de perguntar isso, mas creio que ainda é muito cedo para o amor surgir. Se eu não estou enganada, ele deve me odiar, ou ao menos, ter uma aversão de meu ser.

- Conde, tu queres jogar algo comigo?

- Certamente. - Ele tenta esconder um sorriso, mas ainda consigo o flagrar antes dele sumir. - O que a senhorita sugere?

- Vamos jogar cartas.

- Cartas? Um jogo de azar? - Pergunta meio descontente. - A dama não preferes algo mais intelectual como xadrez?

- Não. Qual é a graça de jogar algo que tu sabes que irá vencer? - Sorrio, indo para seu lado e lhe estendendo o braço. - Xadrez é esperteza; cartas é sorte. Por isso é tão divertido.

- Teu pensamento tem lógica, mas nunca se pode estar tão convencido sobre uma partida de xadrez, talvez teu oponente seja mais esperto que tu.

- Duvido bastante que alguém descobriria o que eu estou planejando.

O olho visível do Conde me olha com um certo fascínio, posso ousar dizer que eles tinham um brilho sóbrio. Os seus azuis eram tão encantadores que dava vontade de encará-los eternamente. Pareciam um abismo em que eu estava a beira de cair.

- Lady Daisy, tu pareces bastante certa do que fala. - O seu sorriso me dá um alívio, contrastando diretamente com a curiosidade impertinente do azul profundo de sua íris. - Será que estás planejando alguma coisa?

Ele finalmente aceita meu braço. Começamos a nos dirigir para fora do quarto, andando em uma lenta sincronia.

- Sim. Irei te fazer se apaixonar loucamente por mim, assim como eu pretendo ser o amor de tua vida.

- É para isso que vieste? Para me fazer cair de amores por ti?

- Exato. Conde, eu estou há meses interessada em ti. Pesquisei sobre tua vida. Sei de tudo o que já tenha passado.

- Se falas tão seriamente assim, então deveria saber que meu tipo de mulher não são abusadas.

- E a tua noiva és o quê? - Pergunto acidamente. Chegamos aos degraus da escadaria.

- Falaste bem: Lizzy não é exatamente meu tipo de mulher. - Ele parecia se divertir em ter esta conversa. Talvez quisesse desabafar isto com alguém. - E se por acaso eu não estiver nem um pouco apaixonado por ti?

- Consideraria justo, afinal, também não estou sentindo nada.

- Então por que estás aqui ainda?

- Porque sou uma princesa extremamente desocupada.

- Disso não me restam dúvidas. Pronto, chegamos à sala de jogos.

X-X

Por alguma ironia do destino acabei por vencer quase todas as partidas que travamos. A tarde inteira se perdeu nessa futilidade, e eu não me importava nem um pouco. O seu mordomo nos trouxe um lanche pela tarde, no chá das cinco, que acabei rejeitando.

- Preciso voltar para o quarto e escrever uma carta. Perdão pelo inconveniente.

- Por favor, faças o que desejares - disse Ciel, polidamente. - É para tua mãe?

- Não; é para Earl e meu mordomo. Este está muito preocupado comigo, então o chamarei para se juntar a nós. - A expressão de Ciel se torna um pouco desconfortável. - Incomoda-te a presença de mais uma pessoa nessa enorme mansão?

Fiz questão de dar uma ênfase na grandiosidade da moradia, pois tinha menos chances de Ciel rejeitar meu pedido. Tínhamos passado uma tarde bastante agradável para duas pessoas que não se dão bem. Com certeza o Conde não queria estragar essa trégua que tínhamos conseguido chegar. Além do mais, eu quero Joseph aqui.

- Pensei que meus seriviçais fossem o suficiente para atender teus pedidos, Princesa.  

Como esperado, ele disse que não se importava, mas sua expressão não era de total cumplicidade. Agradeci-lhe e fiz questão de admoestar que só retornaria a vê-lo no jantar. Após todas as formalidades, retornei aos aposentos reservados a mim. Escrevi uma carta bastante detalhada à Joseph, relatando tudo o que havia acontecido na última semana e respondendo algumas coisas que ele havia inquirido na carta que mandou para mim alguns dias atrás. Pedi que viesse a mansão o mais cedo possível, e sei que assim o fará. No momento em que ter as cartas em mãos virá.

Como ele está hospedado obedientemente na cidade próxima, é só enviar a carta e esperar poucas horas - afinal seria muito suspeito se ele recebesse no mesmo dia em que a carta foi enviada. As suspeitas seriam grandes demais. Precisamos ser discretos.

Também aproveitei a tintura e papel para escrever a meu noivo e à minha mãe, garantindo que estava bem e me divertindo. Earl em sua última carta parecia estar com bastante ciúmes, perguntando se eu ficava bastante tempo sozinha com o Conde, ou se já tinha conhecido Elizabeth.

Eu deveria conhecer Elizabeth Midford? Não sei ao certo se desejo conhecer a noiva de Ciel. Falei há mais ou menos um mês atrás que adoraria, contudo comentei isso mais por cortesia do que pela sinceridade.

Também aproveitei a deixa e escrevi uma carta endereçada à Charles Phipps, por Sie. Lá constava todos meus mais polidos - e um pouco exagerados - elogios sobre a doutora. Quis realmente ser extravagante quanto a personalidade de Sullivan. Conhecendo Phipps como o conheço - também desde pequena - é um sujeito altamente tranquilo e passivo, ele iria concordar em dá-la o convite simplesmente porque admira seu trabalho, mas a minha intenção é que fique interessado não só na Dra. Sullivan, como também na própria Sieglinde Sullivan. Sentia-me o próprio Eros ao tentar fazê-lo se apaixonar por minha amiga.

Chamei Finn ao quarto e lhe pedi do modo mais doce que consegui que ele se desse o trabalho de entregar a carta. Com um aceno obediente de cabeça, ele concordou e saiu correndo em disparada. Recolhi-me na cama e fiquei pensando se deveria ler algo ou simplesmente dormir. Optei por ler e me ocupei pelo restante do tempo até Sebastian bater à porta.

- Princesa Daisy, o jantar está servido.

Olhei-o fulminantemente para sumir de minha visão, contudo o belo sujeito ainda continuou a esperar algum movimento meu com seu habitual sorriso cínico costurado. Vendo que não daria em nada essa discussão silenciosa me levantei e me dispus a seguí-lo. Ciel já estava sentado a minha espera, levantou-se e me dedicou uma reverência.

- Finn já retornou? - Perguntei, ajeitando o guardanapo sobre meu colo.

- Sim. Espero que tuas cartas sejam logo respondidas.

- Obrigada. - Havia realmente sido muito cortês de sua parte. - Estava lendo As Viagens de Marco Polo, peguei de sua biblioteca, espero que não se incomode.

- Nem um pouco - ele sorriu. - Minha mãe lia esse livro para mim quando era menor. Sempre um capítulo antes de dormir.

- Tua mãe deveria ser muito boa. Quem me dera eu ter uma história tão amável dessas.

- A Rainha não...

- Não - cortei-lhe logo. - Tenho preferência por histórias fantasiosas. Adoro entrar em um novo mundo, parece que consigo viver todas as aventuras junto dos personagens. Amo a sensação. Amo, sofro, rio e choro junto desses mundos.

Ciel me fita, divertido. Não toca nem em seus talheres para desfrutar a refeição, simplesmente põe o cotovelo sobre a mesa e o queixo é segurado por sua mão. Estava me escutando.

- Mesmo que minha mãe nunca tenha feito isso, ela contratou os melhores tutores e desde cedo fui ensinado a ler e escrever, portanto eu mesma lia. - Ri um pouquinho. - E quando eu não lia para  Earl - Lembro-me das vezes em que nos sentávamos juntos em uma cadeira de balanço branca e eu lia em voz  alta capítulos de livros  infantis  -, lia para meus bichinhos de pelúcia.

O Conde também riu, mas depois pôs a mão na boca, tentando esconder.

- Perdoes-me.

- Não há problemas. Ria à vontade. Um sorriso é a arma mais poderosa contra o mal. Sempre sorriso para afastar minhas tristezas.

- Acredito que mesmo fazendo isso, não consegues expulsar a escuridão que assola nossa alma cheia de angústia.

- Não; não consigo - respondo honestamente. - Mas consigo ao menos diminuir o medo e fingir para mim mesmo estar bem. Funciona se já tiver prática.

- Irei tentar esse método na próxima vez em que meu coração for corrompido pelo mal.

Paro de me atentar a comida e o encaro com escárnio.

- Acho que já é tarde demais, Conde.

- Tens razão, Daisy.

Foi proposital. Definitivamente. Ciel chamou por meu nome sem nenhum honorífico formal de propósito. Será que ele se sente tão íntimo a esse ponto? Mas ainda não estou pronta para tal maneira de tratamento. Está praticamente me obrigando a abandonar a formalidade que viemos mostrando em nossas conversas e chamá-lo pelo primeiro nome. Diabólico. Certamente isso fora um golpe baixo. Tento omitir minha confusão mental.

- Não vais se importar, não é mesmo? De eu lhe chamar assim?

- Como poderia - levanto uma sobrancelha -, se somos amigos, não é?

- Somos? - Ele parecia querer rir.

- Respondas-me tu.

- A não ser que algum de nós odeie ao outro; sim.

Termino meu prato, entretanto o jovem Phamtohive nem toca no seu. Pede para a empregada limpar tudo e me convida para dar uma volta pelo jardim.

- Jovem mestre, não irá comer nada?

- Não. Estou sem fome. Quem sabe algo na ceia. - Ele estende o braço para mim. - Acompanha-me?

- Se assim desejar, Ciel.


X-X


JOSEPH


A demora era angustiante. Não sentia nenhuma raiva em esperar pelo momento de eu me juntar à minha senhora, mas o tempo me deixava impaciente. Não fazia nada demais na cidade além de vagar pelas ruas, estudando as pessoas. Agora, após um conhecimento empírico, posso afirmar que formulei minha opinião sobre esses seres: Humanos são fascinantes. São ótimos seres para se observar, pois nenhum é igual ao outro. É uma ótima oportunidade para inspecioná-los mais de perto - na Mansão não tenho muito contato com ninguém, exceto a senhorita.

Sou exclusivo dela.

É o que a madame me sussurrou muitas vezes com sua maviosa voz . Sei que é verdade quando diz isso; sou realmente o único que a Alteza deixa tocá-la e serví-la. E sei que tem total confiança em mim. Eu poderia guiá-la cega por um labirinto cheio de paredes de acúleos se quisesse. Isso tudo também tem um motivo. Sou incapaz de machucá-la. Tanto no contrato como meus sentimentos para com ela; sou incapaz de fazê-la algum mal e definitivamente não me perdoaria por isso.

A Lady é a luz do fim do túnel. Seus olhos são meus faróis. Seus cabelos são o tecido sedoso que me conforta durante o aperto. Sua voz é a única coisa que me relaxa. E seu corpo é o único que desejei, desejo e para sempre irei desejar.

Leio muitos livros enquanto a espero fazer contato. Descobri o porquê de de tamanha admiração minha. É simples e frívolo, exatamente por esses motivos não anuí por várias semanas. Não obstante, conforme o sol e lua nasciam e se punham, examinava pessoas e notei - e compreendi - suas emoções. Isso ajudou-me a entender as minhas emoções. A minha admiração tem nome, e é um dos sentimentos mais mortais que se pode existir. Este sentimento já tirou a vida de milhares. Um dos mais fortes e perigosos: Amor.

Eu a amo. Tão fortemente que palavras não são o suficiente para expressar esse amor que irá me levar a loucura e obsessão. O meu amor é tão incondicional quanto unilateral.

Ouço batidas à porta.

- Sr. Blatter?

Levanto-me da cadeira onde repousava e atendo a porta do quarto onde me hospedei. Era um jovem carteiro.

- Carta para o senhor.

- Obrigado.

Assim que se foi, fechei a porta e voltei a me sentar. O remetente era da minha senhorita. Pedia que eu fosse a Mansão me juntar a ela finalmente. Ainda preciso esperar uns dois dias, é isso me deixa ansioso. Desde que nos conhecemos, há quase um ano, estas semanas foram o maior tempo em que estivemos separados. Nem mesmo quando o Conde Gray vinha vê-la ficávamos em cômodos diferentes. Precisava assistir o encontro do casal e serví-los se assim necessário. Torturante. Agora aqui terei de assistir a bela dama e o herdeiro dos Phamtohive.

Que desgraça tamanha é essa vida que tenho. Até mesmo um demônio é capaz de ser torturado. 






Fim da parte 1






Notas Finais


Se vocês quiserem imaginar o Joseph, eu penso nele como o Mamura Daiki de um mangá chamado Hirunaka no Ryussei, que eu particularmente gosto muito.

https://www.zerochan.net/1850873 => link de uma imagem dele.
http://unionmangas.cc/manga/hirunaka-no-ryuusei =>link do mangá

Se quiserem, né. Também não vou obrigar ninguém a nada.


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