História Perfect - Imagine Park Jimin - Capítulo 1


Escrita por: e Chuggadeuling

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor De Infancia, Bangtan Boys(bts), Chuggalodeulig_fanfics, Imagine, Park Jimin, Perfect, Romance&novela, Você, Yoongiwzfanfics
Visualizações 934
Palavras 2.131
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá queridas flores do meu jardim, como vocês estão? Espero que bem. Aqui quem fala é a tia Pony (@Yoongiwz).

Estou com um collab bem gostozinho com a Carol, e estou muito feliz por estar fazendo essa maravilha com o mozão Jimin. Agradeço à cada um por vim ler.


•Alguns avisos importantes•

→Imagine Park Jimin

→Não toleraremos plágio, se isso acontecer, iremos tomar as devidas providências, use sua imaginação.

→A fanfic é de nossa total autoria.

→Caso goste da fanfic favorite/comente, sua opinião será muito importante para nós duas.

→Desculpe os erros.

→___* (Seu nome)
→S/A*(seu apelido)


Aviso foi dado à você, leitor.
Espero que gostem.
Boa leitura.

Capítulo 1 - I


Londres às 14h30 min 2018- Casa

Narrado por você.

— Seulgi eu realmente não quero ir. — Fiz uma cara de cansada e logo me joguei em cima da cama revestida no branco.

— Por favor ____!! — Seulgi se sentou ao meu lado e bateu em minha coxa, esta que fez um barulho engraçado. — Você precisa se diverti um pouco, trabalhou durante toda a semana com os preparativos do seu casamento. Custa me acompanhar?

Era de fato, eu estava tão ocupada com os últimos preparativos do meu casamento marcado para daqui algumas semanas que acabei ficando sem tempo para sair. Era do trabalho à igreja — onde seria realizado o casamento — e da igreja para a casa, onde eu tinha um pouco de tempo para descansar e lavar algumas peças de roupa.

— Por favor ____!! — A garota começou a fazer mensão de que iria chorar, dramática. — Eu quero “conversar” com o gostosão do Hoseok e preciso que você vá comigo!

— Nem vem.

— Você quer que sua amiga desencalhe!? — Assenti. — Então me ajude à ficar com ele. — Seulgi sorriu, apenas a ignorei. — Aish... Sua chata, eu já vou indo e espero que você esteja pronta às sete em ponto.

— Hm... Não prometo nada. — Digo e vejo os olhos da mais nova brilharem.

— Eu sei que você vai! — Seulgi me abraçou e se levantou da cama. — Nos vemos mais tarde, tchau ____.

Sorri com sua teimosia e em seguida suspirei derrotada. Seulgi é minha amiga desde o tempo da faculdade onde éramos duas garotas que se odiavam, mas por causa de um pequeno acidente que nos uniu, acabamos passando de inimigas à “irmãs”.

Isso me faz lembrar de alguém que um dia fora o motivo dos meus mais sinceros sorrisos e hoje o motivo de saudades e lágrimas.

Eu prometo que irei me casar com você depois de namorarmos...

Avistei uma pequena fotografia que se encontrava no chão e por curiosidade eu logo a peguei.

Tudo o que pensamos é atraído de alguma maneira.

Senti minhas pernas bambearem e o corpo tremer. Meu coração estava começando à se acelerar, parecia querer martelar em meu peito como uma doença cardíaca. Um monte de lembranças me atingiram.

– Hey ____ !? – Jimin me chamou a atenção enquanto o meu appa tentava ajeitar a câmera.

– Diga chimchim. – O olhei à proucura de alguma resposta e percebi que estava com as bochechas coradas.

– Eu sei que ainda somos crianças, e eu não entendo nada sobre o amor, mas eu gosto muito de você. – Começou a dizer. – Mas quando nós dois crescermos quero ser o seu namorado.

– Aigoo!!

– Por isso… – Pegou minha mão e depositou um pequeno anel no meu dedo anelar. – Quero que fique com ele como parte da minha promessa: Eu prometo que irei me casar com você depois de namorarmos ____.

– Promete mesmo? – Perguntei.

– Sim, eu prometo. – Sorriu selando nossos lábios em um selinho rápido.

– Hey vocês dois!? – Mamãe nos gritou da beira do rio. – Se ajeitem para tirarem a foto.

Assenti em resposta e sorri ao concluir que omma não havia visto aquela cena.

– Eu amo você ____. – Jimin entrelaçou nossas mãos.

Me aconcheguei para mais perto de seu corpo e descansei minha cabeça em seu ombro.

Quando o flash da câmera se fez presente, Park Jimin selou seus lábios em minha bobochecha e me abraçou."

Olhei novamente para a pequena foto antiga de duas crianças sentadas em um banco no parque de diversões e sorri boba ao me lembrar daquele dia. Lágrimas começaram a cair dos meus olhos, fazendo meu pequeno e pobre coração se apertar com a figura em minhas mãos. A imagem tratava-se do meu primeiro amor de infância. Do único e inconfundível Park Jimin.

Se eu soubesse que aquele seria o último dia em que nós dois estávamos juntos, com toda certeza eu iria aproveitar cada minuto e segundo ao seu lado. Faria o possível para dar todo meu amor e carinho — que sem dúvida alguma ficaria em nossas memórias. Eu o abraçaria só para não me esquecer de como era gostoso ficar em seus pequenos braços e aspirar sua fragrância apimentada.

Quando Jimin dizia que iria estar comigo no dia seguinte para brincarmos de casinha, mesmo eu sabendo que só estava dizendo aquelas palavras porquê me amava demais para presenciar meu sofrimento, fogos de artifício era a definição para o que eu sentia, meus hormônios simplesmente se agitavam dentro do meu corpo junto as células — dificilmente eu me controlava.

Nós nos conhecemos desde quando estávamos nas barrigas de nossas mães — ambas eram melhores amigas à anos. Que loucura isso, parece até que fomos escolhidos para sermos alma gêmeas um do outro. Nascemos quase na mesma data, dia 15 de outubro e ele no dia 12.

Maluco, não?

Morávamos no mesmo país, mesma cidade e rua, éramos vizinhos e tivemos nosso primeiro contato em um dia de primavera e deste esse dia nos tornamos amigos, ou melhor, melhores amigos. Nossas mães costumavam falar que quando crescercemos iriamos nos casar, o que de fato era o que queríamos mas não se ralizou.

Park Jimin era tímido mas eu amava o jeito como sua face ficava quando envergonhado. Todas as vezes que eu tentava puxar assunto com ele o garoto ficava manhoso perto de sua mãe, era engraçado, mas foi aos poucos que eu o conquistei e me tornei sua amiga.

Um pequeno segredo: eu roubava os caramelos dos potes da mamãe e dava ao garoto manhoso. Era assim que o chamei durante alguns anos.

O tempo estava passando e muitas coisas estavam mudando. Park estava se distanciando e a idade adulta se aproximando. Os nossos dias eram resumidos apenas em trabalhos e relatórios. Não tínhamos tempo para conversar e não nos víamos durante o final de semana. Brincar, tomar banho de piscina, rabiscar a cara do seu irmão mais velho Hoseok, ver as estrelas no gramado... Nada mais estava sendo feito novamente, estávamos totalmente entregues à responsabilidades com a "nova fase". Porém, a distância nunca nos impediu de estarmos juntos, Park e eu éramos inseparáveis, marcavámos de almoçar quando saíamos mais cedo do trabalho e colocávamos o papo em dia até comermos o último pedaço de frango. As vezes brigávamos por conta de alguns assuntos discutidos durante a refeição, mas sempre acabávamos em lágrimas e pedidos de desculpa.

Meus dias eram cansativos, mas ao lado do Park, tudo se tornava divertido.

O destino sem dúvidas fora algo traiçoeiro. Na mesma noite em que me levaram para o hospital contastando pressão baixa, Jimin me ligara e dissera coisas estranhas ao telefone. Tentei ignorar e me destrair com um livro, mas não consegui, era como se eu soubesse que algo de ruim iria acontecer. No dia seguinte eu recebi alta pela manhã e fui correndo para a casa do baixinho ao lado dos meus pais, mas a única coisa que encontrei foi uma mobília totalmente vazia e uma placa anunciando a venda da mesma. Eu fiquei desesperada, não sabia o que fazer. Meus pais tentaram de tudo para me animar, mas infelizmente eu não queria saber de nada, só conseguia pensar em como ele se sentiria com a nova moradia e nas mudanças que aconteceriam em minha vida.

Jimin simplesmente sumiu sem deixar nada, nem ao menos o número de telefone no qual ele escreveu em um papel dizendo ter trocado. Eu tinha esperanças e orava todos os dias pedindo à Deus para me reencontrar com ele, mas as minhas orações não estavam sendo correspondidas do jeito que esperava.

Insônias, choros... Saudade, tudo começara à fazer parte das minhas noites e manhãs.

Então, nove anos se passaram e a aquela foi a última coisa que eu vi; um pedaço de papel dentro de uma casa vazia. Não tinha muitas lembranças para recordar, apenas algumas fotos carregadas de lembranças como esta.

Eu não iria mais alimentar minhas expectativas, estava noiva – noiva de uma pessoa que poderia ser ele, mas infelizmente ou felizmente se chamava Jeon Jungguk; alto, magro, pele branca, sexy e de derreter qualquer coração. Um gato humano.

Nos conhecemos durante meu primeiro emprego de auxiliar administrativa. Após uma noite presos em um elevador começamos à namorar e depois de dois anos ele me pediu em casamento. Eu o amava, porém meu coração pertencia à outro, este que tinha até as inicias dos nossos nomes em uma árvore que ficava no parque de Londres.

— Querida!? — Ouvi a voz de minha madrinha ressoar sobre o cômodo, chamando–me a atenção. — Está tudo bem?

– S-sim. – Enxuguei as lágrimas que caiam sobre minhas bochechas e a fitei fingindo realmente estar bem.

– Não minta! Meu nome é Solange, eu reconheço quando está mal e à vi chorando quando passei pelo corredor. – Caminhou em minha direção e se sentou ao meu lado no colchão macio.

Solange é minha madrinha, ela quem me deu forças para continuar quando precisei e me acolheu. Foi a pessoa que mais me ajudou na adolescência.

— Eu... – Tentei conter as lembranças que insistiam em continuar me atingindo e cobri o rosto com as mãos.

— Ah querida, vem cá. — Solange me abraçou e beijou minha testa. — É o Jimin?

– Sim madrinha, eu ainda o amo muito.

– Sei que você ainda o ama, mas você está noiva e em breve estará casada com Jungkook.

— É, eu sei, mas...

— Mas nada mocinha, pare de chorar e esqueça Park Jimin, passado deve ficar no museu. – Bagunçou meus cabelos, fazendo-me sorrir com o ato. – Agora vamos, você tem que experimentar o seu vestido.

Ah, o vestido... Aquele vestido branco e longo, que todas as mulheres se encantam apenas por olhar...

Deixei a fotografia de lado e ajeitei minha aparência no espelho à minha frente. Solange me ajudou à prender o cabelo em um rabo de cavalo e logo em seguida seguimos para o quarto de minha mãe, no qual estava cheio de mulheres mais velhas.

Aquilo tomaria uma boa parte da minha tarde, com certeza!

(...)

Londres às 18h40 min

Assim que terminei de vestir a último peça de pano do meu vestido, me olhei no espelho para ver qual fora o resultado e me surpreendi com o que vira. Estava lindo. 

Solicitei às estilistas que deixassem o vestido em minha conta e suspirei aliviada. Enfim eu havia gostado de algum.

Voltei para o meu quarto e me joguei sobre a cadeira de rodinhas pertencente à escrivaninha do computador. O que eu iria fazer primeiro? Dormir ou... Assistir netflix?

Apesar da falta de vontade para sair de casa com o clima frio de Londres, o que me fazia escolher entre ficar em minha cama assistindo séries da netflix e ir para a boate com Seulgi, era a novidade de como o vestido havia ficado e o excesso de tédio acomulado em um só lugar. Resolvi tomar um banho e encontra-la na “casa noturna” de surpresa, a final, eu não iria poder mais me divertir dessa maneira daqui alguns dias.

Saí do meu quarto com o celular nas mãos e mandei uma mensagem para Seulgi avisando que talvez eu fosse. Desci as escadas e encontrei minha mãe junto à meu pai assistindo alguma coisa na televisão. Meu noivo que também assistia ao programa com um sorriso em seu rosto se dispertara ao notar minha presença e se colocara de pé.

— Quem é essa aqui? — Jungkookie perguntou apontando a tela de seu celular em minha direção, o mesmo parecia que estava em seu colo e revelava uma foto de duas garotas; eu e mais uma, na qual conheço muito bem.

— É a Lilia. — Mamãe respondeu. — A irmã mais velha de ____.

Eu e minha irmã nunca fomos daquele tipo de irmãs unidas, a ruiva me odiava de todas as formas, ela não escondia isso de ninguém. Em quanto eu recebia ódio vinda da mesma preparava o meu melhor para ama-la. Lilia fazia de tudo para me ver triste, ela roubava meus brinquedos, fazia-me brigar com meu amigo, grudava balas em meu cabelo... Sempre tramava de tudo para me ver mal, até que se mudou para Nova York junto à minha tia.

— Hum, entendi. — Jeon falou voltando à fitar o aparelho.

— Vamos, a Seulgi já deve estar surtando com meu mistério. Tchau mãe, tchau pai. — Dei um beijo nos dois e peguei a mão de Jungkook.

A ferrari preta do moreno estava estacionada em frente à nossa casa. Jeon abriu a porta para que eu pudesse entrar e logo em seguida fez o mesmo, dando partida ao nosso destino.

Observei as ruas de Londres um pouco movimentadas. Estava no carro na presença de Jungkook escutando a música "Perfect" do Ed Shreend que tocava na rádio. A mesma me lembrava à Jimin em todos os momentos. Eu permanecia tão destraida olhando através do vidro que nem percebi o meu noivo me chamar.

— Hey, amor? — Jungkookie me chamou. — Eu te amo.

Aquelas simples três palavras eram tudo, mas para mim não era o bastante. No final de tudo Jimin nunca iria voltar.


Notas Finais


Chorando.

Espero que vocês tenham gostado!!

Se gostou favoritem e comentem, a opiniões de vocês são muitos importantes, pois queremos saber se vocês gostaram.

Então, amores até o próximo capitulo.

~ Kissus.


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