História Perfectly wrong. - Capítulo 3


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Categorias Camila Cabello, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Shawn Mendes
Tags Camila Cabello, Incesto, Perfectly Wrong, Romance, Shawn Mendes, Shawnmila
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Palavras 2.201
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Cap. 3


Acordo com o som do alarme tocando às onze da noite. Desligo-o e me levanto indo até o banheiro pra lavar o rosto e tirar sono do meu corpo, faço minhas higienes e me maqueio até estar em um estado apresentável. Coloco um top cropped preto, uma saia plissada preta e um salto prata de 15 cm. Fui até minha penteadeira e coloquei um par de argolas prata, soltei meus cabelos e coloquei minhas chaves, meu cartão de crédito, um pacote de pastilhas de menta e meu celular em minha bolsa. Abri com cuidado a porta do quarto e me certifiquei que todas as luzes da casa estavam apagadas, ou seja, todos deveriam estar dormindo. Desci lentamente as escadas tomando cuidado pra não fazer barulho e saí pela porta dos fundos. Eu e as meninas combinamos que elas estariam me esperando na esquina e não na frente da minha casa pra não acordar meus pais.

Essa noite iríamos para o nosso clube noturno favorito, o "Le chat de nuit". Ainda era quinta-feira e eu não tava muito no clima de festa, mas Normani insistiu dizendo que hoje os drinks lá estavam metade do preço. Quem diabos sai em pleno dia de semana?

- E aí, gata! - me cumprimentou Lauren assim que abri a porta de trás.

- Oi, baby.- disse me sentando ao seu lado na traseira do carro.

- Tá tudo bem? - perguntou Dinah me olhando apreensiva pelo retrovisor antes de acelerar.

- Tá sim... Só não tô muito no clima de festa.

- Ah não, Camz, me recuso a aceitar isso! - protestou Normani do banco do passageiro - porque você tá assim?

- É por causa do Shawn? - perguntou Lauren me cutucando com o seu ombro.

- Não...- digo e depois de pensar um pouco mais eu corrijo. - bem, na verdade sim. Pelo menos em parte. Eu tô um pouco receosa com a volta dele, sei lá... E se for pior que antes?

- E se for melhor? - disse Dinah sem tirar os olhos da estrada.

- Verdade, Camz, e se ele estiver mais maduro? - questionou Mani usando o espelho que ficava no quebra sol pra retocar seu batom. - não digo nem "mais divertido" porque isso ele já era.

- Cala a boca, ele não era não. - disse revirando os olhos.

- Só se for com você - rebateu Dinah.- porque com a gente ele era hilário.

- E charmoso. - disse a traíra da Normani.

- E gentil...- completou Dinah.

- E...- Normani ia continuar mas a cortei.

- Arg! - rosnei. - já chega de vocês duas babando o ovo dele. Sorte a minha que a Lauren não o conheceu, porque se eu tivesse que ouvir mais uma falando o quanto ele é "incrível" e blá, blá, blá, eu juro que explodiria.

- "Azar o dela" você quis dizer, né, môre? - disse Dinah estacionando o carro atrás da casa da Ally.

- Ai, gente, não sei em quem acreditar - Lauren riu. - Mani e DJ dizendo que ele é incrível ou Camz dizendo que ele é péssimo... Acho que vou ter que esperar a Ally pra tirar a dúvida.

- Ela nem sequer o conh...- eu ia rebater quando vi a figura pequena e desengonçada da Ally aparecer em sua janela do segundo andar. - Gente, tá ali a Ally.

Normani abaixou o vidro da janela e acenou para a pequena que devolveu o aceno antes de se pendurar na janela.

- Ai meu Deus... Será que ela vai cair? Seria a terceira vez só esse mês! - falou Lauren de olho em cada movimento da baixinha.

- Eu espero que não. - disse Dinah observando Ally se pendurar na estrutura de madeira do jardim que ficava rente á parede da casa, ela estava indo bem até que seu salto ficou preso num vão da madeira. Ela virou-se para nós e começou a balançar um braço pra chamar a nossa atenção.

- Puta merda! - praguejei e saí do carro seguida pelas meninas.

- Ally, tá tudo bem? - perguntou Lauren em um tom baixo para que os pais dela não acordassem mas alto o suficiente pra que ela pudesse escutar.

- Sem ferimentos ou torções, mas fiquei presa. - falou de um jeito manhoso que fez todas rirmos da situação.

- Joga a sua bolsa, eu pego. - disse Dinah se aproximando da estrutura e das plantas. Ally jogou a bolsa e ela pegou. - Ok, agora você tenta...

- Espera! - pediu Normani atrapalhando as instruções da maior. Ela pegou seu celular e bateu uma foto da Ally presa e com uma cara hilária de medo. - Ok, pode prosseguir.

- Você vai ter que fazer força pra sair daí, Ally. - falei.

- Vou tentar, espera. - ela agarrou os braços na estrutura e fez força pra sair, ela conseguiu se desprender, mas assim que o sapato dela desintalou ela se desequilibrou e caiu em um arbusto.

- Ally! - nós quatro exclamamos juntas e fomos ajudá-la.

- Meu Deus, Ally, por que insiste em sair por essa janela se já sabe que não consegue? - perguntou Dinah em um tom de bronca enquanto levava Ally pro carro.

- Você tá bem? - perguntou Mani assim que entramos no carro e fechamos as portas.

- Tô sim, só um pouco arranhada...- disse alisando seu cotovelo.

- E cheia de folhas. - disse tirando uma de seu cabelo.

- Ainda bem que eram só uns 4 metros. - disse Lauren. - mas por Deus mulher, é a terceira vez só esse mês!

- Eu tô pegando o jeito. - disse Ally tentando se recompor e ajeitando o seu cabelo.

- Vai sonhando! - disse Dinah ligando o carro novamente.

Estacionamos o carro na frente da boate e cumprimentamos Carl, o segurança que ficava na entrada do lugar durante a semana. Apesar de estarmos em plena quinta-feira, no meio da semana, o clube estava relativamente cheio. Tinha pouca gente da nossa idade, a maioria parecia estar entre os 20 e os 30, e tinha só dois barmans atendendo, diferentemente do final de semana onde há 4 trabalhando, o que não prejudicou em nada já que a demanda de bebidas parecia ser menor no dia.

- Aqui, meninas! - Mani surgiu do nada equlibrando 4 copinhos de dose nas mãos. Como ela conseguia ser tão rápida quando tratava-se de bebida? Eu nem sequer tinha visto ela ir até o bar.

- Á nós. - Lolo puxou um brinde.

- Á nós! - todas repetimos e levantamos os nosso shots, virando-os em seguida.

- Cadê o seu noivo? - perguntou Ally após uma careta engraçada.

- Ele não é meu noivo. - falei revirando os olhos pra baixinha e senti a minha garganta arder com o álcool.

- Se dependesse só dele, ele seria. - riu Dinah.

- Ainda bem que também depende de mim. - digo.

- Ai, Camz, ele te ama, você devia dar uma chance à ele. - diz Ally. - faz tanto tempo que ele é afim de você e só fica na friendzone, tadinho. Se você mandar, ele senta, rola e dá a patinha.

- É verdade, ele come nas suas mãos. - diz Normani.

- Ai, gente, mas a Camila tá a procura de um romance. Ela tem que amá-lo de volta, não quer só uma via de mão única. - disse Lauren.

- Em partes, Lolo. Quero reciprocidade sim, mas não estou a procura de um romance! Na verdade, longe de mim.

- Ai, ai. Daqui a pouco cresce o nariz e não sabe o porquê... - diz Lauren olhando pro teto.

- O quê? Por quê? - digo confusa.

- Camila, você tem milhares de livros de romance e já leu todos de trás pra frente, aí quer vir aqui e dizer na nossa cara que não gosta de romance? - diz Normani. - Acha que a gente é idiota ou o quê?

- Gente, eu amo livros de romance. Assim eu saio da minha caixinha, é divertido viver essas fantasias. - digo e elas me olham de forma convencida - Mas na vida real tem muita baboseira desnecessária, o que eu realmente não preciso na minha vida. É legal ver as complicações nas histórias, mas não na prática. Não quero isso pra minha vida.

- Bem, você não pode negar que o Connor é pratico. - diz Ally.

- Tem razão...- falo.

- Sim... Mas onde ele está? - retomou Dinah.

- Não sei, não falei com ele antes de virmos. - dei de ombros. - Se ele não estiver em casa, deve estar aqui no escritório dele.

- Se ele estiver aqui, já já te sequestra! - disse Mani com um sorriso brincalhão.

- Então é melhor aproveitarmos a sua liberdade, não? - disse Lauren balançando ao som da música. - Vamos dançar!

- Ok, vamos. - ri e revirei os olhos antes de ser arrastada pelas meninas em direção á pista.

Começamos a dancar e a nos divertir, principalmente com as dancinhas desengonçadas da Ally, que brincávamos dizendo ser o nosso mascote. Já estávamos lá pela quarta música quando ouvi meu nome ser chamado:

- Camila! - olhei ao redor e não encontrei ninguém. - Aqui em cima! - disse me fazendo olhar para o segundo andar, onde Connor, o dono da voz, me observava escorado na grade da varanda de forma sexy.

- Ah, oi. - sorri e acenei pra ele.

- Sobe aqui. - ele chamou e entrou em seu escritório.

Comecei a subir as escadas e vi as meninas brincando com a minha cara jogando vários beijinhos. Mani estava de costas pra mim, esfregando suas mãos em seu corpo e balançando a cabeça, simulando um beijo - bem exagerado, por sinal. Revirei os olhos e fingi não conhecê-las.

- Connor? - disse após bater na porta e abrí-la um pouco.

- É "senhor Whitemore" pra você. - disse brincalhão colocando os pés na mesa e os braços atrás da cabeça.

- Bobo. - eu ri e fiquei observando as pessoas no clube pela janela da varanda.

- Como conseguiu sair hoje?

- Saí escondido. - falo como se fosse óbvio e me sento em sua mesa.

- E aí, como tem ido? - pergunta levantando e vindo até mim. Ficou muito próximo e então pôs a mão em meu rosto.

- É... - digo sem vontade. - tô levando. - suspiro e baixo o meu olhar.

- Ei. - ele segurou meu queixo e me fez olhar em seus olhos. - você não parece bem. - diz e acaricia meu rosto. Fecho meus olhos e permito-me aproveitar o momento.

- Eu sei. - suspirei. - é só que... Não sei, ando tão cansada.

- Sei que estamos no meio da semana, mas você deveria curtir hoje. Não sei, dançar e beber quem sabe... - falou quando abri os olhos. - talvez muito. - completou me fazendo rir. - foda-se o amanhã, você merece isso.

- Talvez. - sorri de lado.

- "Talvez" não, "Com certeza"! - refutou olhando meus lábios e aproximou sua cabeça com cautela, ele então parou e intercalou o seu olhar entre meus olhos e minha boca, diversas vezes, como se esperasse eu retribuir a aproximação.

Você não pode negar que o Connor é prático. Você devia dar uma chance à ele. E foi o que eu fiz! Inclinei-me levemente e colei nossos lábios de forma suave.

- Obrigada. - separei o breve selinho e caminhei até a porta.

- Eu que agradeço. - ele diz com sorrisinho bobo no rosto e se apoia na mesa do mesmo jeito que eu estava.

- Tchau. - Balancei a cabeça rindo da situação e saí, fechando a porta.

Desci as escadas em direção ao bar, decidida a seguir o conselho do Connor.

- Uma garrafa de vodca, por favor. - pedi ao Henry, um barman super fofo que era muito bonito, tinha um sorriso maravilhoso, barba linda e músculos bem definidos.

- É pra já! - ele tirou uma garrafa de baixo do balcão e me entregou.

- Aqui. - lhe entreguei o meu cartão, mas ele recusou.

- Senhorita Camila, você sabe que você... - ele parou e encarou as minhas amigas dançando na pista. - e também as suas amigas... - ele completou. - não pagam.

- Me deixa pagar. - pedi tentando entregar meu cartão novamente, mas ele recusou de novo.

- Não posso. Recebemos ordens expressas do senhor Whitemore para não aceitar pagamento seu... - eu fechei a cara e ele completou. - Ou de suas amigas. De verdade, senhorita Camila, é capaz de eu ser demitido se esse cartão passar na maquininha. - falou apontando pro cartão em minha mão.

- Tudo bem, vou engolir meu orgulho. - desisti e guardei meu cartão na bolsa, peguei a garrafa e me afastei do balcão. - Obrigada pela garrafa.

Aproveitei a noite como nunca, dancei com as minhas amigas e bebi todas. Eu até diria que essa seria uma noite inesquecível... Bem, se eu lembrasse de alguma coisa no dia seguinte.



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