História Perfeita pra mim- fillie - Capítulo 15


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Stranger Things
Visualizações 199
Palavras 2.019
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Volteeei... Sobre a mensagem anterior que faz mil anos que postei. Agora ja esta tudo bem, minha mãe não esta totalmente curada, mas creio que agora que eu tenho que ser forte tanto por ela, tanto por mim mesma... Demorei séculos para rever a merda da inspiração, mas beleza, é isso aí.

Se estiver erros, me perdoem.. Depois eu corrijo pra vcs ;)

Capítulo 15 - O lugar vazio na cama


Fanfic / Fanfiction Perfeita pra mim- fillie - Capítulo 15 - O lugar vazio na cama

Millie 


-Então quer dizer que a Iris embebedou você?  

Digo incerta do que esta acontecendo, Finn me olha com espectativa esperando que acredite na história de Jacob e Iris tentarem algo contra nós. Mas me lembra vagamente da conversa com ambos que esclarece as duas coisas que o garoto a minha frente tentava dizer.  

Logo após interrarmos o corpo do meu pai , de ter visto Finn tão lindo como nunca usando um terno preto e seus cachos negros e bem definidos caindo sobre seus olhos.  Mary Wolfhard me convidadou pra morar em sua casa enquanto as coisas esfriavam. Ja não tinha mais minha mãe e também agora perdi o meu pai. Era órfã,  estava completamente sozinha,  ou achava que estava.  Meus avós moravam desde sempre na Califórnia e  não tinham mais condições de cuidar de ninguém,  pelo contrário,  o que eles mais precisavam eram de cuidados.  Meu pai fez a gentileza de cuidar deles por um tempo e acabou deixando sua vida por isso.  Ainda não tinha entendido o porquê da morte dele,  mas nada disso importava. 

Aceitei passar por uns dias na residência dos Wolfhard ate conseguir superar a perda de um membro da minha familia,  o que não seria nada fácil.  Mas assim que me acostumasse com a ideia, decidiria o que fazer a partir daí.  Talvez me mude para a Califórnia, para cuidar dos meus avós. Talvez só espere ser maior de idade para comprar minha casa própria. Não sabia de nada,  só sabia que precisava de alguem naquele momento para me amparar e me dissesse que no fim tudo ficaria bem. 

- Eu acredito em você Finn. - afirmei e o garoto me puxou para o um beijo. Somente um encostar de lábios,  Sem nenhuma malicias,  nem saliva,  era tão doce quanto a nossa tão esperada reconciliação.  

- Acho que você esta presa,  finalmente! 

- É mesmo ?  - perguntei entrando na brincadeira.  - E quando isso aconteceu?  

- desde daquela noite, depois de seis doses de tequila, uma dose de catuaba e três garrafas de askov de frutas vermelhas.  - rio me lembrando vagamente daquele dia. Me lembro de como chorava constantemente todas as noites pelas agressões do meu pai.  E de como minha fama influênciava nos meus braços cortados .  

- eu acho que te devo uma.... Você sabe,  por não ter desistido de mim apesar do que as pessoas pensavam. 

- eu tenho uma ideia de como você pode me recopensar. - sorriu malicioso ,  com certeza pensava a mesma coisa que eu.  

- mais tarde - pisquei para o mesmo e o guiei até o carro para o nosso próximo destino.  



***


Finn me deixa em casa para passar um tempinho la,  antes de voltar para pegar minhas malas.  Vou ate meu quarto e coloco algumas trocas de roupa,  imagino que a partir do dia que morar la,  usarei muito as camisetas gicantes de Finn Wolfhard. Ponho alguns livros indispensáveis nos fins de semana,  meus fones de ouvido,  etc.  

Passo pelos corredores sentido a sensação de vazio e ar solitário daquela casa. Ouço o toque de longe do telefone fixo e corro para atender. 

- alô?  

- Millie... 

- vó?  


*** 


Finn


Passo em casa só para tomar um banho e trocar aquele terno quente.  Minha mãe fazia  tempestade num copo d'água para causar uma boa impressão quando Millie chegasse,  o que eu achava totalmente ridículo ja que minha garota não tinha frescuras, nem exigências.  O que eu mais gostava naquela garota era porque era simples. Ela era totalmente humilde e não ligava para bens,  tudo que ela precisava ou sempre precisou foi do amor e dos cuidados de alguém.  O único problema era sua insegurança,  seu erro constante de ligar sempre para o que os outros pensavam dela. Ela não precisa acabar com a própria vida, para acabar com o sofrimento. E agora ela sabe disso.  


- Como assim sua vó acha que o assassino do seu pai é o mesmo da sua mãe?  

- Eu não sei,  Finn... Não sei de mais nada.  - Suas lagrimas caiam feito uma cachoeira sobre seus olhos de avelã.  Fazia de tudo,  pedia para que se alcamasse,  acariciava seus cabelos,  mas as lagrimas não secava.  

O que ela me disse foi confuso.  Sua avó havia ligado para ela e disse o caso de sua morte.  Foi assassinato,  ele tinha ido no mercado e não voltou mais,  a ambulância disse que foram dois tiros na cabeça. A um tempo a polícia ja investigava o caso da batida do carro de sua mãe.  Dizia que o motorista bateu o carro e depois tinha fugido. Assim como o assassino de Robert Brown.  Aquilo mexeu com a cabeça da millie e a deixou com mais medo ainda.  Ela conseguiu que um tio dela de Los Angeles fosse para casa de seus avós e os trouxessem para Nova York onde estariam mais seguros.  


Mais tarde ja havíamos comido , o que a Millie dizia a famosa lasanha de Mary Wolfhard.  Depois de assistirmos um filme tosco,  mal lembro o nome. Percebo que a garota ao meu lado ja esta completamente adormecida.  Minha mãe não achou nenhum colchão extra ou um inflável,  mas também havia dito que não fazia questão de passar aquela noite longe dela,  do seu calor.  

Ponho ela na cama,  mas não a puxo para perto,  não sei ,  de alguma forma ainda me sinto inseguro com todos esses dias longe da minha Millie. Me viro para o lado oposto da cama,  mas consigo sentir sua inquietação do lado direito da minha cama. 



Millie 


não consigo pregar os olhos uma vez se quer naquela noite.  Ja deve ser mais de meia de noite,  mas sinto que Finn também não dormiu ainda. 

-Millie?  - ouço seu sussurro do outro lado da cama.  - Esta acordada?  

Fico um tempo pensando no que iria acontecer se me virar.  Talvez ele veja o meu lado vulnerável,  ele sabe meu ponto fraco. Mas também sabe que agora não há mais nada que posso me derrubar.  Não há ninguém além de nós naquela cama.  Não tem nenhum de nossos amigos estranhos,  não ten Jacob,  nem Iris.  Somente eu e ele.  

- sim!  - respondo e me viro para o lado oposto que estava da ultima vez.  Encontro suas seus olhos castanhos escuros, muito negros olhando pra mim,  mas específicamente para os meus lábios.  

- Eu não sei o que seria de mim sem você Finn.  Você me mostrou um lado diferente da vida.... 

- Você ainda viveu intensamente Millie. Não podia deixar que sua vida acabasse assim,  princesa.   E essa cama estava muito vazia sem você. 

- me desculpe por deixar isso acontecer. 

- não, não... Não peça desculpas.  Vem cá. - o cacheado me puxa imediatamente para seu colo e ataca meus lábios,  me abraçando confortável.  


(Ouça feel something - jaymes young)  


Consigo sentir a mesma sensação da primeira vez que me apaixonei. Só que muito mais intensa.  Nossos lábios dançam de acordo com o calor presente no meio de ambas as pernas.  Abraço seu pescoço e  sinto seus pelos da nuca se arrepiarem naquela pele quente que o mesmo estava.  

Minha mão entra dentro do seu pijama massageando seu peitoral macio,  até tirar sua camisa por completo.  Sinto mãos apertarem minhas coxas me fazendo ansiar cada vez mais pelo seu toque 

O moreno põe a mão sobre a barra da camiseta do pijama ,  me fazendo erguer os braços até tira-la por completo,  eu não usava sutiã para dormir o que me fez arfar quando senti seus dedos grandes e gelados tocarem o meu seio despido,  ele aperta um pouco mais forte saindo um gemido da minha boca ao perceber  o que sua outra mão queria,  dentro do meu shorts de seda.  Seus dedos acariciam meu ponto frágil começando a umidecer aos poucos, conforme seus toques.  Até ele colocar um dedo inteiro no meu sexo já completamente molhado.  Fazendo movimentos de vai e vem me deixando completamente louca


- ah... F-Finn... Eu te quero tanto.. 

- que saudades que senti de você, meu amor.  

Me sinto próximo de um orgasmo o que me faz sussurrar para que ela acelere.  Solto um grito de satisfação descansando minha cabeça entre o seu pescoço .  


Finn 


Não aguento mais a distância entre nós dois e nos viro de uma vez sentindo meu pau se contorcer dentro do meu shorts.  Por cima da minha garota,  tiro seu shorts finíssimos com um puxão para baixo totalmente tomado pelo tesão que sinto agora.  

Me encaixo entre suas pernas sentido a molhada sob sua calcinha de algodão.  Me esfrego contra ela jogando minha cabeça para trás por conta do prazer que sinto, mesmo sem o nosso contato direto.  Ela era perfeita de mais, eu era totalmente apaixonada pela garota abaixo de mim,  gemendo deliciosamente no meu ouvido,  exatamente no mesmo estado que eu. 

A garota desesperada,  tira meus shorts me apertando ainda por cima da boxer vermelha que ainda usava. Nos viro novamente deixando- a por cima de mim para que finalmente tire minha cueca.  Quando ela finalmente o faz,  enfia seus dedos pequenos fazendo  movimentos frequentes enquanto eu gemia loucamente,  me contorcendo na cama, para melhor ainda mais a situação,  sinto sua língua lambendo a estenção do amiguinho la embaixo ,  até colocar por inteiro ate onde sua boca alcança enquanto me chupa me satisfazendo deliciosamente. Agarro desesperado seus cabelos também suados de tanto abaixar e levantar a cabeça constantemente.  

- Mills,  vou gozar.  - aviso a morena abaixo de mim,  até sentir o líquido descendo pela sua boca e solto logo um gemido de satisfação. 

 A puxo de volta em meus braços  a beijando docemente e ao mesmo tempo repleto de malícia,  ja ofegante alcanço sua calcinha e arrebento em pedaços o pano fino apertando sua bunda,  ah como era bom sentir sua pele preenchendo minhas mãos finalmente.  Sua parte íntima ja pronta para ser penetrada. Nos viro pela terceira vez beijando seu pescoço quente, deixando uma trilha molhada até alcançar seus mamilos rosados e os chupando com a mesma frequência na qual ela gemia.  Apertava o seio esquecerdo, enquanto trabalhava no direito . Solto minhas mãos e vou ao encontro da gaveta da escrivaninha procurando o papel platinado,  mas a mesma me impede dizendo que se precavia com suas pílulas.  


- me faça sentir algo, Finn. - ela pede manhosa que ativa em mim um desejo puramente irracional e inexplicável.  Separa suas coxas macias para que me encaixe nelas e a penetrou de uma vez,  totalmente desprotegido,  estocando em alta velocidade em sua vagina molhada. 

A tempos não me sentia desse jeito novamente,  a sensação de estar dentro dela,  era maravilhosa,  umas das melhores sensações que alguém poderia sentir em toda vida, até agora.  Ela era a garota mais incrível que eu havia visto em toda minha vida.  Linda,  sexy,  humilde ,  carismática,  frágil porém carismática. 

Sentia meu orgasmo perto,  assim como o dela.  Eu sabia disso por conta da pressão que suas unhas das mãos faziam nas minhas costas.  Ja estava sentido o suor descanso pelas minhas têmporas. Tudo que eu ouvia eram as ficção de nossos corpos e a batende da cama chocando na parede. Ajudei - a acelerar o orgasmo marcando ela com meus lábios e mordendo seu pescoço conforme a sensação ia passando aos poucos.  


- espero que saiba que vou te marcar com meus lábios.... Assim as pessoas saberão que você é minha.  


Dito isso parece que o tesão da morena abaixo de mim aumentou, por conta da altura que seus gemidos encoavam pelo meu quarto.  Dei mais algumas estocadas fortes,  porém macias,  enquanto chupava seu pescoço.  Até sentir novamente o liquido sendo derramado entre suas pernas,  relaxando os meus músculos.  

Me desconectei de sua vagina, deitando novamente ao seu lado nos lençóis branquinhos a abraçando, fazendo ela deitar sua cabeça sobre meu peito.  

Ouço uma risadinha doce saindo de sua boca.  

- o que foi, linda?  

- você me deixou toda marcada - riu de novo,  me mostrando os pontos rochos e escuros de sua clavícula e pescoço.  


Agora eu estava certo.  Todos saberiam que ela era minha,  apenas minha. 




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