História Perfeito para você (Malec) - Capítulo 6


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Categorias As Crônicas de Bane
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Magnus Bane, Tessa Gray
Tags Alec Lightwood, Magnus Bane, Malec, Romance
Visualizações 157
Palavras 974
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura ( :

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Perfeito para você (Malec) - Capítulo 6 - Capítulo 6

POV ALEC

Já havia uns cinco minutos que Magnus tinha saído e eu ainda estava parado olhando para a porta não acreditando no que tinha acabado de acontecer, e então o som do meu telefone tocando me tira do transe. Era Isabelle me chamando para uma chamada de vídeo. Atendo.

- Eai Alec, como vai ? – pergunta Izzy com um sorriso.

- Bem, e como vão vocês? Papai já voltou da viagem?

- Estamos bem e n... O QUE É ISSO NO SEU PESCOÇO ?

- O que ? – levo a mão ao lugar que levei uma chupada de Magnus. Sinto meu rosto esquentar. – Nada, eu bati ...

Izzy começou a rir.

- Ahan, bateu na boca de alguém, conta tudo Alec. Foi o Magnus não foi ? Sabia que ele não iria resistir a você.

- Pelo anjo Izzy, tenho que desligar. – digo lembrando que daqui a duas horas é o jantar.

- Alexander Light... – desligo o telefone já saindo da biblioteca. No meio do caminho encontro Catarina.

- Olá Alec, já estava procurando por você a senhorita Clarissa já chegou.

- Eu ouvi – digo me lembrando do som da campainha interrompendo meus beijos com Magnus.

- Bom, amanhã Magnus volta para a empresa e você vai levá-lo, tenho que lhe informar do endereço e oque deve vestir.

QUEBRA DE TEMPO

Já estava na hora do jantar quando me sentei a mesa depois de cumprimentar a senhorita Clarissa e seu assistente.

Magnus adentra a sala e penso que ele vai sentar a minha frente como fez no almoço mas ele se senta ao meu lado e começa a falar com Clarissa sobre contratos de empresas. O jantar foi extremamente entediante, já estava me levantando quando Magnus colocou a mão em minha perna e me sentou novamente, olho ao redor para ver se alguém percebeu mas ainda estavam distraídos com a comida, Magnus começa a subir a mão pela minha perna até chegar ao meu zíper, e então começa a abaixar colocando a mão dentro da minha calça. Ele me toca segurando-me firmemente. Eu não sabia onde enfiava minha vergonha, eu não estava acreditando no que ele realmente estava fazendo.

Mordo os lábios tentando não gemer senão a situação iria ficar pior do que já está, meu rosto está queimando.

- Lightwood ?– diz o assistente de Clarissa me observando.

- Sim? – tento responder o mais normalmente possível.

- Sabia que conhecia este nome de algum lugar, seu pai é Robert Lightwood não é? Dono de uma das empresas mais famosas de Seattle.

- Sim, ele mesmo – Clarissa olha para mim espantada, perfeito tinha conseguido atrair a atenção de todos para mim só para melhorar a situação.

- Fiquei sabendo que ele partiu de Nova York, ele já retornou? – pergunta Clarissa me encarando.

- Não, ele ainda não retornou e acredito que terá de ficar mais um período de tempo por lá- digo tentando encerrar o assunto não gostava de falar sobre os negócios de meu pai por mais que estivesse atualizado de tudo o que acontece na empresa.

- Bom temos que ir – diz Clarissa olhando o relógio em seu braço.

- Foi um prazer te conhecer Alexander Lightwood – diz ela do outro lado da mesa.

- O mesmo senhorita Clarissa – digo não podendo me levantar por causa de certas coisas que ainda estavam acontecendo debaixo da mesa.

- Nos acompanha Magnus? – diz ela com um sorriso.

- Claro – diz Magnus ao meu lado se levantando como se nada tivesse acontecido.

- Não se afaste – sussurra em meu ouvido antes de acompanhar Clarissa a porta. Não dava, estava esgotado e morrendo de sono, me levanto e vou para o meu quarto, mau deito na cama e já durmo.

Acordo no dia seguinte com batidas na porta, olho no celular e vejo que são sete horas da manhã, caminho cambaleante até a porta e me deparo com Catarina já em posição para bater novamente.

- Não me diga que estou atrasado- digo pensando que Catarina não tinha me falado o horário em que Magnus saia de casa.

- Não, mas você tem que levar Magnus para a empresa em duas horas, o café da manhã começa em meia hora e lembre-se roupa social.

- Ok Cat, não vou me atrasar- digo esfregando os olhos.

- Acho bom – diz ela se afastando fecho a porta vou ao banheiro faço minha higiene, e começo a me arrumar coloco um terno azul marinho sapatos sociais como foi pedido por Catarina e saio para o café da manhã, caminho em passos lentos para a sala de jantar lembrando do que Magnus tinha dito na noite anterior. Chego e vejo Magnus distraído com Catarina então tento não chamar muito a atenção, mas isso não dura quando puxo a cadeira levemente ela faz barulho fazendo todos olharem pra mim inclusive Magnus que naquele momento me olhava de cima abaixo boquiaberto então imaginei que poderia ser duas coisas, ou eu estava muito bem vestido ou estava muito muito mau vestido. Mas pelo sorriso de Catarina eu havia acertado em cheio. Tomamos café em completo silêncio que se estendeu até o momento em que Magnus e eu entramos em um carro inteiramente preto. Quando ia ligar o carro Magnus puxou o banco do carro para traz e subiu em meu colo me beijando apaixonadamente me tirando o fôlego e minha sanidade pois quando me dei por mim estava o puxando cada vez mais, então busco sanidade dentro de mim e puxo Magnus levemente para fazê-lo parar de me beijar.

- Magnus não podemos, você vai se atrasar.- digo olhando em seus olhos.

-Por favor, Alexander – Magnus voltou a me beijar e puxar meus lábios em uma mordida – Eu não consigo parar...

E ficamos assim por uns dez minutos até que nos dois concordamos que se não parássemos agora provavelmente não conseguiríamos parar.



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