História Perfume - Capítulo 18


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Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Kai, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Eau De Vixx, Scentist
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Palavras 3.083
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi pessoal.

Agora a história vai fluir direto sem a interferên.cia das lembranças. Elas provavelmente só vão aparecer novamente quando for necessário explicar algo sobre o Taekwoon, ou quando o Hakyeon estiver tendo mais um dos seus pesadelos.

Espero que gostem.

Boa leitura

Capítulo 18 - Nova fase


Fanfic / Fanfiction Perfume - Capítulo 18 - Nova fase

Hakyeon acordou e percebeu que o irmão o abraçava. Sorriu para o alfa que dormia profundamente. Fez um leve carinho nos cabelos coloridos antes de levantar da cama e arrumar a coberta sobre o mais novo.

Queria tanto voltar a se entender com Wonsik.

Saiu do quarto devagar procurando não fazer barulho e se encaminhou ao próprio. Suas coisas já estavam todas arrumadas para ir embora. Trocou de roupa e se ajeitou no banheiro e depois começou a levar as caixas aos poucos até o carro e encheu o porta malas e os bancos traseiros com seus pertences.

Ainda era muito cedo pra ligar pra Hongbin então resolveu tomar café e depois dar uma volta. Enquanto caminhava pensava na noite anterior em que conversou com Wonsik. Não conseguia lembrar por que chorou tanto nos braços do irmão. Tudo parecia confuso e borrado agora.

Quando o mais novo acordasse precisaria conversar com ele.

 

Hakyeon entrou em uma cafeteria e pediu um chá. Passou vários minutos observando o movimento nas ruas que não era grande num sábado de manhã. Fechou os olhos viajando nos próprios pensamentos. Tentava se lembrar da época em que Wonsik havia começado a se afastar.

O ômega sempre se sentiu culpado pelo sofrimento do irmão. Hakyeon era seis anos mais velho que o alfa. Era de se esperar que ele o defendesse do pai quando aconteciam as discussões e principalmente quando Taekwoon descontava as próprias frustrações no pequeno.

Wonsik desde muito novo se fazia de durão e nunca chorava na frente do outros, mas o ômega sabia que ele estava sofrendo em silêncio assim como ele mesmo. Nesse aspecto eles eram muito parecidos. Cada um vivia fechado no próprio mundo sozinho com a sua dor.

Mas agora o mais velho estava querendo ver tudo isso mudar. Queria poder colocar tudo pra fora e também queria que o mais novo pudesse confiar novamente em si.

 

Antes de voltar par casa mandou uma mensagem a Hongbin dizendo que ele iria até lá antes do almoço e o alfa concordou se oferecendo mais uma vez para ir buscar o moreno e ajudar com a mudança, mas o rapaz dispensou a ajuda.

Ao chegar pode notar que o carro de Wonsik não estava na garagem e estranhou que o irmão tivesse saído cedo. Normalmente ele acordava bem tarde.

Nem chegou a entrar novamente pra não correr o risco de esbarrar com o pai e passar mais alguma situação embaraçosa. Verificou que estava tudo no carro e logo se posicionou no banco do motorista pra sair. Pensou em ligar pra Wonsik antes de sair, mas então lembrou que não tinha o novo número de telefone do irmão que o mudava com constância para que as mulheres não o ficassem enchendo como ele mesmo dizia.

Hakyeon se sentia estranho indo embora daquela casa. Por um lado não via a hora de se afastar dali e ao mesmo tempo se sentia totalmente inseguro de deixar aquele lugar que mesmo que conturbado sempre foi o seu lar.

Tirou o carro da garagem e ainda ficou aparado um tempo em frente ao portão observando os detalhes da casa. Se lembrando de várias coisas que viveu na infância na época em que ainda brincava com Wonsik e Jaehwan naquele quintal.

Depois de algum tempo suspirou e resolveu sair dali. Dirigiu devagar mesmo encontrando as ruas praticamente vazias.

Chegou na casa dos irmãos por volta das dez horas e logo foi recebido com entusiasmo por Hongbin. Teve que deixar o carro estacionado na calçada já que na garagem só havia espaço para um carro.

 

Os dois alfas vieram ajudar a carregar as caixas para dentro e todas foram levadas ao quarto que pertencia a Hyuk.

-Você vai ficar com esse quarto por enquanto Hakyeon. Pode arrumar suas coisas na cômoda, mas as roupas do Hyuk continuam no armário, então ele vai ter que entrar de vez em quando pra pegar. –Hongbin falou colocando a última mala no chão perto da cama.

-Não precisam deixar um quarto só pra mim, eu posso ficar na sala sem problema nenhum.

-O Hyuk quem decidiu que deixaria o quarto pra você e ele vai ficar no meu quarto. Desenterremos a beliche que estava esquecida na garagem. Vai ser como quando éramos crianças.

-Ah bom. Pensei que o Hyuk ficaria na sala. Mas de qualquer forma eu não quero atrapalhar vocês. Ele vai ter mais trabalho assim.

-Não se preocupe. Eu já falei que você não atrapalha em nada então pare de achar que está dando trabalho. Nós vamos começar a fazer o almoço. Pode ir arrumando as coisas do seu jeito. Se precisar de alguma coisa é só chamar.

-Obrigado.

 

Hakyeon observou aquele quarto. Era minúsculo comparado ao próprio quarto na sua antiga casa. Se fosse calcular provavelmente o tamanho da casa toda dos irmãos era o equivalente ao da sala de estar da casa dos Jung. Mesmo assim Hakyeon estava feliz. Era muito melhor estar em uma casa humilde, mas onde não precisava sentir medo o tempo todo.

Começou a arrumar as roupas nas gavetas e logo percebeu que faltaria espaço pra guardar tudo então separou as que mais usava e guardou o resto de volta na mala a colocando debaixo da cama pra não atrapalhar.

Logo saiu do quarto e foi até a cozinha conferir se os irmãos precisavam de ajuda, mas apenas ficou sentado observando os dois cozinhando. Hyuk cortava alguns legumes com agilidade e Hongbin mexia alguma coisa em uma panela grande. Pelo cheiro devia ser carne. Logo os dois trocaram de lugar e Hyuk foi colocar os legumes na panela e Hongbin começou a lavar a louça sobre a pia. Era engraçado ver como os dois trabalhavam em sintonia sem trocar uma única palavra.

Logo o almoço ficou pronto e Hakyeon ajudou a arrumar a mesa.

Os três conversavam apenas assuntos banais pra descontrair. Os alfas queriam que o moreno se sentisse realmente em casa, mas Hakyeon ainda estava achando tudo aquilo muito estranho. O ômega já tinha comido na casa de irmãos outras vezes, mas agora ele não era mais simplesmente uma visita.

Depois de comerem Hakyeon insistiu em lavar a louça e os irmãos deixaram. O ômega não tinha muita prática com esse tipo de coisa e aceitou a ajuda de Hyuk que começou a secar e guardar a louça.

 

-Estou muito feliz que tenha vindo morar conosco Hakyeon hyung.

-Obrigado. Vocês estão sendo muito bons comigo por me acolher aqui. Eu espero não atrapalhar por muito tempo.

-Você falou ao hyung que quer morar sozinho em breve, não é?

-Sim. Vocês são ótimos amigos e eu sei que estão fazendo de tudo pra que eu me sinta bem, mas eu preciso aprender a me virar sozinho.

-E eu vou te ajudar.

-Vai?

-Eu sei que você sempre teve empregados na sua casa e nunca precisou fazer nada sozinho então se quer ser independente você tem muito a aprender e eu estou disposto a te ensinar. Você sabe cozinhar?

-Não. Nem fritar um ovo.

-Então hoje você vai me ajudar a fazer o café da tarde e depois a janta. Também vou te ensinar como usar uma máquina de lavar roupa e a lavar o banheiro. Eu sei que parece que eu estou te explorando, mas eu quero que você aprenda tudo pra não passar os mesmos perrengues que eu e o Hongbin passamos até aprender a fazer tudo. Eu vou botar você pra trabalhar nesta casa. –Hyuk falou sério parecendo uma mãe dando bronca e isso fez Hakyeon sentir algo estranho. Aquele jeito de falar o fazia querer lembrar de alguma coisa, mas era um sentimento bom e confortável.

-Eu vou me sentir muito melhor em ajudar você ao invés de ficar só olhando. Assim vou me sentir útil.

-Mas não pense que vou te dar moleza. –Falou desta vez sorrindo.

-Sim senhor. Serei um aprendiz dedicado. –Sorriu também.

 

Hongbin entrou e sorriu também apesar de não saber sobre o que os irmãos conversavam, mas era bom vê-los juntos e se dando bem, mesmo que Hakyeon ainda não se lembrasse de nada.

-Eu vou ao mercado comprar algumas coisas. O que você precisa pra fazer a janta Hyuk?

-Eu fiz uma lista. Está ali na geladeira.

Hongbin pegou a lista e leu rapidamente logo guardando no bolso.

-Quer ir comigo Hakyeon?

-Eu preciso ajudar o Hyuk ainda.

-Se já terminou de lavar a louça pode ir. Quando você chegar a roupa e o banheiro ainda vão estar te esperando.

-Certo.

 

Caminharam em direção a garagem, mas antes de entrar Hakyeon paralisou lembrando que o “bichinho de estimação” de Hyuk ficava ali.

-Er... Hongbin.

-O que foi?

-Podemos ir com o meu carro? Ele já está lá fora vai dar menos trabalho.

-Tudo bem. –Falou voltando e Hakyeon respirou aliviado por não ter que entrar na garagem.

-Por que está nervoso Yeon?

-Eu não quero ter que chegar perto daquele bicho.

-Você fala a Hebi? Ela é mansa. É uma serpente domesticada, jamais te atacaria.

-Mesmo assim.

Os dois entraram e Hakyeon foi dirigindo até o mercado.

-Quer dizer que o Hyuk resolveu colocar você pra trabalhar?

-Ele quer que eu aprenda a me virar pra quando eu morar sozinho.

-Você quer mesmo fazer isso? Pode ficar conosco o tempo que precisar.

-Eu sei, mas eu quero ser independente Binnie.

-Você está certo. Eu também posso te ensinar tudo que precisar.

-Obrigado.

-Você conseguiu conversar com o seu irmão?

-Sim, mas pra dizer a verdade eu não me lembro muito bem da conversa que tivemos. Eu nunca me lembro direito das coisas.

-Você falou que foi ao médico e eu sei que você toma alguns remédios, mas você nunca me falou que tipo de tratamento você faz.

-Eu vou ao psiquiatra desde criança por que sempre tive problemas com pesadelos, falta de memória e alucinações. Eu não me lembro de quase nada relacionado aos primeiros anos da minha vida. É como se essa época fosse um grande borrão. Mesmo hoje em dia ás vezes eu me esqueço das coisas que eu fiz ou que eu falei. É estranho, mas eu tenho como apagões. É como se as minhas memórias fossem cheias de espaços em branco que eu não consigo preencher.

-Eu acho que você deveria passar em outro médico. Ter uma segunda opinião. Se até hoje você não se lembrou quer dizer que o tratamento não está sendo eficaz.

-Eu sempre quis trocar de médico, mas o meu pai nunca deixou. Ele falava que precisava ser alguém de confiança.

-Nós não temos dinheiro pra procurar um profissional no particular, mas eu tenho um amigo que está estudando medicina e acho que ele pode conseguir uma vaga pra você no hospital onde ele faz residência. Vou falar com ele hoje.

-Eu não gosto muito de ir ao médico...

-Você precisa se cuidar Yeon.

-Tudo bem. Se você conseguir a vaga eu vou.

 

Eles fizeram as compras e logo estavam de volta. Quando chegaram Hyuk estava sentado na sala com o celular na mão. Ele parecia preocupado.

-Hakyeon posso falar com você um instante?

-Aconteceu alguma coisa?

-Venha precisamos conversar.

Hyuk levantou e foi ao próprio quarto que agora era o quarto de Hakyeon e o ômega o seguiu.

-O que aconteceu Hyuk?

-Onde estão os remédios que você costuma tomar? –Perguntou sério.

-Estão na minha mochila, por que?

-Pegue-os, por favor.

Hakyeon estava achando aquilo tão estranho e começou a ficar preocupado.

-Pra que você quer os meus remédios?

-O Jaehwan acabou de me ligar. Você precisa parar de toma-los. Eles contém substâncias pesadas que podem te fazer mal. Se não parar com os remédios vai prejudicar a sua saúde.

-O que o Jaehwan tem a ver com isso? Os remédios são pra me ajudar a dormir e me acalmar. Fazem parte do meu tratamento.

-Eu peguei os seus comprimidos escondido na última noite em que você dormiu aqui e levei pra que Jaehwan descobrisse o que tinha neles. Qual o nome do médico que os receitou pra você?

-F-Foi o doutor Park. Ele me passa esses remédios desde que eu era pequeno.

-Nós precisamos denunciá-lo á polícia. Isso que você toma não são calmantes. Uma das substâncias é um sedativo que pode funcionar como calmante em pequenas doses, mas na quantidade que você toma ele age como um sedativo pra que você fique dopado e o outro é um alucinógeno que pode causar diversas reações inclusive algumas pessoas o usam para se drogar.

Hakyeon sentou na cama digerindo as informações. Sabia que Hyuk não inventaria uma história como aquela, não havia motivos. Por outro lado não conseguia acreditar completamente nas palavras do alfa.

-Você tem certeza? Por que ele me passaria um alucinógeno?

-Pra te deixar confuso. Pra que você não consiga diferenciar os sonhos da realidade. Esses seus pesadelos não são só sonhos. Algumas coisas são lembranças que você acaba confundindo com as alucinações que o remédio provoca.

-Não... Isso não é verdade. –Falou colocando as mãos nos ouvidos. Sua cabeça começou a ficar confusa. Centenas de imagens vieram ao mesmo tempo e uma sensação ruim tomou conta de si. Estava com medo. Começou a tremer.

Hyuk sentou ao seu lado e o puxou pra um abraço.

-Está tudo bem. Aqui é seguro.

-Não. Me diz que é mentira. Tudo isso é só um sonho ruim, não é? Essas imagens não são reais. Elas não podem ser.

Hyuk apenas o abraçou mais forte esperando o menor se acalmar. O ômega se sentia seguro sendo abraçado pelo alfa, mas ao mesmo tempo queria que ele não estivesse ali.

-Eu quero ficar sozinho, por favor.

-Tudo bem. Quando estiver mais calmo nós conversamos está bem?

-Eu não quero conversar. Eu preciso descansar.

O alfa soltou o menor do abraço e Hakyeon se encolheu na cama sem nem tirar os sapatos. Hyuk saiu e encostou a porta suspirando.

Ao olhar pra trás viu que Hongbin estava parado na sala esperando pra conversarem.

Os dois sentaram no sofá e Hyuk contou sobre os remédios. O mais velho queimava de ódio e só se controlou por que sabia que se Hakyeon o escutasse iria se assustar.

-Eu vou matar esse filho da puta do Jung. –Falou baixo num rosnado.

-O que nós precisamos fazer agora é denunciar esse médico e principalmente convencer o Hakyeon a parar de tomar os remédios.

-Mas você já não contou tudo a ele? Ele não acreditou?

-Ele está confuso. Não é fácil ouvir uma coisa dessas. O pior é que esse tipo de droga causa dependência e ele as toma há anos. Vai ser muito difícil simplesmente parar. Temos que leva-lo ao médico e explicar o caso. Talvez ele vá diminuindo a dosagem aos poucos pra que o organismo se acostume e vá desintoxicando.

-Eu vou ligar pro Gongchan agora mesmo. Ele pode conseguir uma consulta pro Hakyeon no hospital onde está estagiando. Mas eu juro que eu quero fazer agora é quebrar todos os dentes desse desgraçado.

-Isso não vai ajudar. Temos que manter a cabeça fria Hongbin. A saúde do Hakyeon vem em primeiro lugar e depois você pensa na sua vingança.

O mais velho respirou fundo e saiu da sala pra pegar o celular e ligar pro amigo. O médico prometeu se esforçar pra conseguir uma consulta o quanto antes.

Hongbin voltou pra sala e o irmão não estava mais lá. O procurou pela casa, mas não encontrou. Hyuk nunca saía sem avisar, aquilo era estranho. O único lugar que restava olhar era o quarto onde Hakyeon estava.

Abriu a porta devagar e olhou pela fresta.

O ômega estava dormindo encolhido na cama e Hyuk estava agachado mexendo na mochila do menor. Hongbin deu uma batida leve na porta e o mais novo olhou para trás logo saindo do quarto.

-O que estava fazendo? –Perguntou depois de fechar a porta novamente.

-Eu queria encontrar os remédios. –Falou mostrando as caixinhas que tinha tirado da mochila do ômega.

-Você não pode mexer nas coisas dele sem permissão. Por que não esperou ele acordar pra pedir?

-Ele não ia me dar e depois ainda podia acabar escondendo. Eu sei que não podemos tirar os remédios de uma vez, mas eu quero ter certeza que ele não vai tomar mais do que deve até conseguirmos ir ao médico. Pelo que Jaehwan me falou uma alta dose de um deles pode até matar. Eu sei que meu irmão está nervoso e isso pode fazer com que ele tome alguns comprimidos a mais tentando se acalmar o que pode ter um resultado desastroso.

-Ele vai ficar bravo com você quando souber.

-Eu sei, mas prefiro que ele fique bravo á ter uma overdose.

Hongbin apertou o ombro do maior.

-Ainda bem que você está aqui Hyuk. Eu realmente não saberia lidar com essa situação.

-Por que você acha que eu não fui morar com a noona quando ela se mudou?

-O que isso tem a ver? –Perguntou confuso. -Você tinha dito que ia ficar comigo antes mesmo de saber que o Hakyeon estava vivo.

-Por que eu sei que você não sabe se virar sem mim. –Falou sorrindo.

-Ei eu sou o mais velho aqui.

-Mas eu sou o mais responsável. Agora chega de dessa conversa, eu vou procurar na internet o endereço desse tal de doutor Park pra fazer a denúncia. E precisamos procurar um advogado também.

-E você tem dinheiro pra pagar um?

-Eu não, mas o Jaehwan tem. Ele pode ser um mauricinho metido a besta, mas assim que souber de tudo com certeza vai nos ajudar. Ele parece gostar mesmo do Hakyeon.

-E você ainda não disse tudo a ele?

-Não. Eu falei que tenho que explicar pessoalmente e ele vai me encontrar mais tarde pra jantarmos juntos.

-Jantar? Isso está parecendo mais um encontro.

-Eu preciso explicar as coisas com calma e ele sugeriu um jantar. Como ele que vai pagar eu aceitei. Aliás você que vai ter que fazer a comida. Quando o Hakyeon acordar ele vai estar com fome.

-Eu vou fazer não se preocupe, mas sabe uma coisa que me intriga?

-O que?

-Será que esse tal de Jaehwan realmente não sabia de nada? O Wonsik eu sei que é um cabeça de vento que só pensa em si mesmo, mas o Jaehwan é esperto. Ele já devia ter percebido alguma coisa. E se ele estiver junto ao pai nessa de manter o Hakyeon sob controle?

-Não seja paranoico Hongbin ele não teria motivos pra isso.

-Eu espero que você esteja certo.

 


Notas Finais


E essa adaptação não vai ser nada fácil pro Hakyeon. Ainda bem que ele vai ter o apoio dos meninos.

Me falem o que estão achando e nos vemos no próximo capítulo.

Bjs <3


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