História Perigo Excitante - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Festa, Professor, Romance
Visualizações 30
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Hello peoples!!! Espero que não tenham se esquecido de mim 😹😚

Capítulo 7 - Ciúmes?


Fanfic / Fanfiction Perigo Excitante - Capítulo 7 - Ciúmes?

 - Megan! - Nath me gritou, havia acabado de chegar do passeio com Daniel e precisava descansar antes de ir pra universidade. Não foi tão ruim assim, a não ser a parte em que ele me beijou e agora vou ter que contar pro Jonny. - Você tem visita!

- Fala que eu morri! - gritei de volta. Como iria dizer ao Dan que a única coisa que temos é amizade e isso não vai mudar? Como vou dizer pro Jonathan que meu melhor amigo//aluno que ele mais odeia, me beijou?

- É o Sr. Morgan, ele veio te devolver seu trabalho. - olhei para porta.

- Trabalho? - ela apontou para trás. - Ah meu Deus, Archie ainda tá aqui. - revirei os olhos. Gosto muito dele, somos amigos, mas é em uma ocasião como essa que eu gostaria que ele estivesse longe. Coloquei uma blusa de frio grande, mas não o bastante pra quase chegar no joelho e desci.

- Ele tá lá fora. - apontou para a porta e sai, fui até o carro e bati no vidro.

- Hey! - sorriu, destrancou a porta e entrei no carro. - Eu trouxe seu remédio. - me estendeu uma sacola. - E uma garrafa d'água. - apenas o olhei. - O que foi? - segurei sua gravata que estava totalmente frouxa e fui puxando de leve até ele avançar, unindo nossos lábios. - Isso é... - sussurrou. - Torta de limão?

- Você gosta? - o olhei com uma expressão inocente.

- Você sabe que sim. - sorriu e me deu um selinho. Depois bebi o remédio sem dizer mais nada. - Aconteceu alguma coisa?

- An... Não. - cocei o nariz, coisa que sempre faço quando estou mentindo. - Por que? - pelo jeito que o Jonny agiu só por saber que eu ia sair com o Dan, acho uma boa não falar nada... O único problema é que eu nunca consigo ficar de boca fechada. - Só estou cansada do almoço com Dan. - na mesma hora coloquei a mão na boca e fingi uma tosse pra disfarçar. Idiota!

- Como é que é?

- Ah, é que a gente deu uma volta no parque depois. - cocei o nariz de novo.

- Meg? - o olhei. - O que aconteceu?

- Nada...

- Você... - começou a ficar triste.

- Juro que foi só um beijo! - ele arregalou os olhos e poucos segundos depois fez uma carinha triste. - E eu nem queria! Me desculpa, por favor, eu não queria. - ele apenas me observava. - Diz alguma coisa, por favor.

- Acho melhor você entrar, tá frio e você não tá agasalhada. - olhou para minhas pernas e mordeu o lábio inferior.

- Entra comigo. - falei sem pensar.

- O que? Não.

- Por favor! Eu fiz torta de limão. - ele me olhou. - E comida tailandesa. - Bingo! Ele ama quando eu cozinho. E como eu sei disso? Por causa das vezes que levei pra universidade e ele roubou tudo. - Você não gosta?

- Um pouco, talvez. - desligou o carro.

- Só talvez? - juntei as mãos.

- Por que merda você sabe cozinhar tão bem? - sorri e descemos do carro. Senti sua mão em minha cintura. - Por que colocar algo tão curto? - sussurrou em meu ouvido e sua mão desceu para minha bunda.

- Você é tão bipolar. - ri. O olhei da cabeça aos pés. - E por que terno? - amo quando ele usa terno.

- Porque eu sei que você ama quando uso terno. - deu um meio sorriso.

- Como sabe disso?

- Eu reparo bastante em você. - me soltou.

- Isso é muito injusto. - coloquei minha mão em sua bunda. Sim, estávamos na rua, mas quem disse que nos importamos com isso?

- O que? - riu com minha atitude repentina.

- Sua bunda. Caramba, você nem precisa se esforçar pra ter essa coisa maravilhosa. - ele riu mais.

- Okay, chega de pegar na minha bunda. Vamos entrar? - assenti.

- Convidei o professor pra jantar com a gente. - disse ao entrar na sala.

- Ah, tudo bem. - Nath sorriu. - O Daniel já já chega. - senti os olhos de John em mim e respirei fundo.

- O que foi, professor? - Archie notou o erro ali.

- Estou ansioso pra conhecer o namorado da Megan. - disse amargo.

- Mas a Meg tá solteira.

- Ah, então o beijo de hoje... - olhou pra mim. - Foi o que?

- VOCÊ E O DAN SE BEIJARAM?! - o casal praticamente gritou em uníssono.

- Então...

- Finalmente né, Meg. - Archie colocou o braço em meus ombros enquanto Nathaly encarava Jonathan.


Bom, deu pra imaginar como foi o nosso jantar, né? V-E-R-G-O-N-H-A e D-E-S-E-S-P-E-R-O é a palavra que define. John sentado ao meu lado e Dan do outro que tentava segurar minha mão o tempo todo e o John não gostava nada disso. Acabou que os meninos foram embora e ficaram apenas Nathaly, John e eu. Resumindo bem, nós discutimos, não queria que isso tivesse acontecido na frente da minha amiga, mas fazer o que, né? Eu não estava com raiva, claro que não. Dan me beijou, eu retribui? Óbvio, ele é meu melhor amigo e eu nunca o deixaria triste. Agora, Jonathan? Não tenho nada com ele, ou seja, ele não tem motivos pra ficar com raiva de mim só por causa de um beijo. Tá que tô achando esse ciúmes dele muito divertido de assistir e eu sempre reparei no quão gostoso ele é, MAS ele não tem o direito de ter um ataque na frente dos meus amigos...

- Megan? - Nath sussurrou pra mim e despertei de meus pensamentos. John estava na minha frente.

- Desculpa, professor. Pode repetir a pergunta?

- Você poderia me explicar o tema da aula de hoje? - cravou seus olhos nos meus. Olhei para o quadro. "NEUROANATOMIA"

- Sim, claro. - limpei a garganta. - Uma das partes mais complexas da neurociência, a neuroanatomia tem por objetivo compreender toda a estrutura do sistema nervoso. Com isso, quem o estuda precisa separar o cérebro, a coluna vertebral e os nervos periféricos externos para analisar cada item com muita cautela a fim de compreender a função exata de cada parte e nomeá-la. - terminei e ele ficou me encarando.

- Perfeito. - sorriu e ouvi algumas garotas suspirarem. - Como sempre, Megan. - revirei os olhos e olhei pro notebook à minha frente. Não estou com raiva, só chateada por ele achar que eu realmente queria aquele beijo quando eu disse que não queria. - Vou passar o trabalho de vocês. Prestem atenção. - me preparei pra digitar no notebook. - Tema: Neurociência. Esse trabalho terá 6 etapas. 1°, introdução de no mínimo uma página e meia. 2°, planejamento do trabalho de no mínimo 2 páginas, quero tudo bastante detalhado. 3°, tudo sobre o tema, suas definições altamente detalhadas e até experimentos, se encontrarem. 4°, conclusão abrangente sobre o tema de no mínimo 2 páginas. 5°, uma redação sobre o que a neurociência é pra você, o que ela representa, como funciona e como você planeja mudar a vida de alguém sendo um neurocirurgião. 6°, e não menos importante, preciso de grupos com no mínimo 5 pessoas. Não cheguem aqui com a sala dividida pela metade, quero pelo menos 11 grupos. - fiquei boquiaberta. - Vocês farão um seminário pra mim sobre o trabalho de vocês. Quero as 5 etapas impressas e individuais. 

- Mas que merda... - Nath sussurrou.

- Gente, esse trabalho tá muito fácil. Se ninguém aqui tirar um A, eu vou ficar chateado com vocês.

- Quanto tempo temos? - perguntei.

- 2 semanas. Estou sendo generoso com vocês.

- Você chama isso de generosidade? - alguém perguntou.

- Já deveriam estar acostumados. Isso aqui é a universidade.


- Porra, tá vendo? Você deixou ele com raiva. - Nath sussurrou pra mim enquanto guardava suas coisas.

- Eu não fiz nada.

- Esse trabalho tá impossível.

- Se você começar hoje e não deixar pra última hora como sempre faz, talvez consiga terminar antes do dia de entrega.

- Acho que alguém tá de mau humor hoje. - Daniel disse ao meu lado e colocou o braço em volta da minha cintura. Suspirei, podia sentir os olhos de John queimando minhas costas. Não aguento mais essa palhaçada.

- Vou na biblioteca pegar alguns livros. - olhei pra minha amiga, ignorando totalmente o garoto que me abraçava. - Vai pra casa do Archie ou vai me esperar?

- Archie. - disse.

- Ok então. - beijei sua bochecha. - Tchau, Dan. - o abracei. - Até amanhã professor. - disse sem sorrir.



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