História Período - One Shot - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Juuzou Suzuya, Ken Kaneki
Tags Fem Kaneki, Juuzou X Kaneki, Menstruação, One-shot, Período, Sexo, Sexo No Perioda Menstrual, Tokyo Ghoul
Visualizações 133
Palavras 2.621
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capitulo Único


Fanfic / Fanfiction Período - One Shot - Capítulo 1 - Capitulo Único

O cabelo de Juuzou era brancos e macios. Sua pele era extremamente pálida, e adorava fazer costuras em seus braço e dedos com linha vermelha. O cabelo em seus braços e pernas estava tão pálido que ele não parecia ter. Ele não tinha pelo facial ou no peito. Alguns poucos fios se esconderam sob seus braços, e havia ainda menos em sua área pessoal.

Ele gostava de visitar Kumiko no seu trabalho no café Anteiku, e de vez em quando no horário de folga de Kumiko, enquanto ele comia um bolo de morango ela fazia tranças soltas em sua cabeça e o abraçava por trás e cheirava sua cabeça.

Ele não se importou de que ela adorasse seus cabelos, ou a falta de pelos dele. Ele não se importava de que ela adorasse a cor pálida dele ou seu cheiro. Era bom que alguém o tocasse gentilmente.

Ele gostava do contato com ela.

No entanto, demorou para ele aprender a retribuir o contado e o carinho que ela lhe dava.

Quando ele aprendeu pela primeira vez que gostava do cheiro que ela tinha, ele tentou entender o que ele sentia. Ele não podia entender aquela estranha sensação. Ele estava sempre olhando para fora, misturando-se ao mundo humano apenas pela prática, não porque fosse inato. Ele fez o que ele precisava fazer para que ele pudesse sobreviver, assim como ele fez sob o polegar da Grande Senhora.

Ele estava muito bem em se misturar, era isso que ele pensava.

Mais não era assim com Kumiko, perto dela Juuzou podia sentir calor em seu peito, ele sentia que não precisava ser algo que não era.

Mas um pouco de pequeninos gestos como seus dedos tocando os cabelos brancas dela, ficarem de mãos dadas, ele casualmente deslizando um braço em volta de sua cintura, ou os beijos que ele roubava dela, o faziam ficar cada vez mais quente. O contato com a pele para ele nunca significou nada, exceto que outro ser estava tão perto que poderia causar sérios danos, ou ele poderia causar sérios danos a ele, mas com ela era diferente, ele não queria causar dano ou mal a ela e ele sentia a necessidade que ficar perto dela, cada vez mais por causa do calor que ele sempre acabava sentindo ao ver o seu sorriso ou sua face corada.

Ainda assim, nos esforços para parecer normal, para ser normal, Juuzou queria que ela não soubesse de seu passado sanguento e por causa disse sofreu com medo e ansiedade. Ele se permitiu que entreter-se com os dedos macios dela enquanto andavam, e ele apenas se tornava cada vez mais egoísta para que ela ainda pensasse que ele era o seu doce e querido namorado que nunca fizera nada de ruim. Quando ele que não podia mais esconder seu passado dela e nem ser egoísta ele pensou que seu relacionamento seria ainda mais forte, ele permitiu-se confiar nela e ela o aceitou de baços abertos oque o fez sentir uma batida ainda mais forte e calorosa em seu peito e foi naquele calor que ele soube que a amava e não se importava com o seu olho ou sua tendência a comer carne humana.

Ele adorava abrasa-la á noite e poder ouvir o seus batimentos. E adorava sentir seus lábios úmidos e o gosto de sua língua um gosto levemente de sangue e carne humana que não o incomodava. Ele á achava linda quando corava enquanto ele a observava trabalhar no café, e quando seus lábios eram manchados de sangue apos comer.

Ele nunca teve movimentos reais de desejo. Junto com partes de sua anatomia, que tinha sido esmagado antes de ter uma chance de florescer, quando ele era mais novo. Mas seu corpo que nunca havia sentido desejo ele começo a sentir testo primeiro contato visual com Kumiko.

Kumiko não parecia perceber o desejo que Juuzou sentia. Mas logo em certo ponto ela começou a sentir desejo mais que o que o seu desejo por seua corne e o doce cheiro que ele tinha.

Ele nunca a alimentou, ate o momento em que eles estavam voltando de um cinema e ele ouviu seu estomago roscar e ela salivar levemente ao passarem pelas pessoas enquanto ia o apartamento de Komiko. Ele a perguntou quanto estavam próximos de um beco escuro á quanto tempo ela não comia e ela o respondeu mostrando três dedos para ele oque o chocou. Ele tinha ouvido Touka e Nishio dando sermão nela e tentando a fazer comer e ela se recusando e apenas tomando café, depois disso ele foi abordado pelos dois ghous que o pediram para tentar faze-la ingerir algo que não fosse café e nem sangue - que ela apenas tomava uma vez por semana.

Ele suspirou à vê-la corar enquanto tentava se explicar por não ter comido, ela baixou a cabeça e tentou se desculpar com ele por lhe causar problemas , mais ela logo levantou a cabeça quando ela sentiu um aroma levemente doce e amargo. Juuzou ao vê-la lamber os lábios olhando para um homem mais velho que eles e vendo o desejo em seus olhos, ele sentiu um aperto no peito, aquilo era doloroso, não era como a doce sensação de calor que ele sentia normalmente com ela.

Fazendo um ‘tcs’ ele pressionou na parede de um prédio na sombra para cobri-los assim ninguém os atrapalharia, ele desabotoou sua camisa vendo-a começou a tomar ofego, sua face estava profundamente corada e em seus lábios ele via um leve fio de saliva escorrer. Aquilo o fez sorrir, ele olhou para ela esperando que Kumiko fizesse um movimento para mordê-lo, ao ver que ela não iria se mover ele mordeu levemente sua língua apenas para sangrar e a beijou , ele sentiu as pernas dela se enrolarem ao redor de sua cintura e ela o abarcar fortemente o beijando mais e mais. Ele colocou sua língua para fora apenas apara ver sua namorada começar a lambê-la enquanto gemia ao sentir as mãos de Juuzou apertarem sua bunda para sustentara no ar.

Ela continuou lambendo e recebeu alguns olhares de pessoas que lançaram para eles que notavam os albinos. Juuzou sentiu os olhos deles e enquanto Kumiko lambia sua língua ele os lançou um olhar de advertência que se os atrapalhasse eles sofreriam. Ele pensionou ainda mais seu corpo no dela que parara de lamber a língua de seu namorado, pois não havia mais sangue saindo dela. Ela olhou para ele com olhos suplicantes e lambeu sua craticula fazendo um caminho ate a curvatura onde seu ombro e seu pescoço se encontrava e lambeu o fazendo tremer levemente e soltar um gemido arrastado e rouco quando ela passou seus dentes e o mordeu arrancando um pedaço.

Ele podia senti-la tremer, e suas pernas começarem a soltar um liquido quente e levemente viscoso, ele apertou mais sua bunda macia e a sentiu tremer mais e enterrando sua cabeça em seu pescoço e começar a lamber o sangue que derramava de sua ferida como um gato lambendo leite. Juuzou sempre quis tocar suas peitos que sempre lhe pareceram tão interessantes não apenas senti-los com sua cabeça quando ela o abraçava, e aquele por o melhor momento ele tirou uma de suas mãos da bunda dela e começou acariciar seu peito. Kumiko começou a tremer muito mais e de alguma forma fez com que ele começasse e ficar arrepiado e em suas pernas algo começou a endurecer.

Kumiko tremer muito mais quando Juuzou esfregou seu indicado na leve saliência dura que se mostrava em seu busto ela solou um gemido arrastado e forte jogando sua cabeça para trás deixando um leve fio de saliva e sangue escorrer por sua boça, mais aquele fio de saliva e sangue logo desapareceu quando Juuzou começo a limpar sua boça para ninguém perceber. Le notou que algo começava á derramar de sua calcinha quando ele apertou a saliência dura de seu busto, e ele só notou que no chão algo derramava de suas pernas enquanto ela o segurava com tanta força em seus ombros que deixaria contusões.

Foi naquele dia que ele soube que Kumiko era muito sensível quando estava com fome q que se ela não se alimentasse outra pessoas que não fosse ele pode ria ver a bela face da albina corada e ofegante e só de imaginar outra pessoa a tocando isso o enchia de raiva. Ele podia ver os outros homens na rua olhando para ela com desejo pensando coisas impuras que poderiam fazer no lugar de Juuzou e isso foi o suficiente para ele pegar o corpo mole de sua namorada e abotoar sua blusa novamente para não verem o sangue que ainda tinha em sua pele e olhar para eles como se fosse os matar antes de ir para a casa de Kumiko.

No dia seguinte ele soube que ela se sentia muito envergonhada por perder o controle, telo o mordido e feito aquilo no meio de uma rua. Ele viu que ela não parava de corar e que não conseguia ficar muito perto dele sem corar ainda mais, após seu trabalho na CCG ele foi para a Anteiku e viu ela corando enquanto conversava com Nishio e Touka, ele entrou e se aproximou sorrateiramente de Komiko e pulou nela abraçando sua cintura fazendo muitos nos clientes ficarem com inveja do contato que o pequeno albino tinha com a garçonete.

Juuzou se perguntou oque eles estavam conversando e porque Nishio não parava de rir e Touka suspirava antes de começar a servir os clientes.

Demorou longos três meses para Kumiko parar de quebrar pratos e copos quando Juuzou estava lá, em um certo ponto o albino era expulso por Touka e Nishio para evitar que Kumiko quebrasse ainda mais copos ou caísse com os pedidos dos clientes.

Depois de um tempo ele notou que Kumiko andava se alimentando bem, pois não a via mais com o estomago roncando.

Isso já o deixava feliz, porem uma noite enquanto ambos voltavam pra casa após uma tarde na Anteiku, ele podia dizer que algo a estava perturbando, então ele perguntou se ela tinha sido atacada por um de seus parceiros da CCG, ou se ela estava com fome, ou se ele tinha feito algo errado para ela. Mas ela disse não, então quando ele pensou que Kumiko havia ficado chateada com algo que ele fez, ele a ouviu falar “Quero fazer sexo” em quanto corava. Isso causou ao albino uma grande surpresa, tanta que ele fez com que Kumiko pensasse que ele não a achava atraente.

Então após uma semana desse acontecimento, na folga dele quando ele foi vê-la na Anteiku esperando sexo hoje á noite. Havia um leve padrão para quando ela estava querendo ser íntima. Nunca chegou, no entanto. Ela o confundiu e ele perguntou por que não, não porque seu libido estava auto, mas porque ele tinha estudado e conversado com seu mentor sobre sexo ele havia tido educação sexual e ele queria muito tentar, e finalmente, corando ela lhe disse que estava menstruada.

Ela disse que sabia que seria desagradável para ele.

Nunca tendo ouvido essa desculpa antes, Juuzou pressionou-a para obter esclarecimentos. Quando disse que ela tinha cãibras, ele pensou em que informação médica ele pegou e ofereceu uma compressa legal. Foi recusado. Quando lhe disseram que estava sangrando demais, inúmeras batalhas brilharam em sua cabeça. O sangramento necessário não foi parado. Significava morte.

Ela tentou insistir que não quisesse hoje à noite, mas ele perguntou repetidamente e, novamente, interpretando mal ele, ela finalmente concordou.

Ele não era muito um homem, mas ele era mais forte devido ao seu estilo de vida. Ele argumentou que sua perda de sangue deve torná-la fraca. Ele a deitou em sua cama e separou suas pernas rasando a meia-fina preta que usava embaixo do vestido. Havia uma mancha vermelha na calcinha. Sangue manchado em suas coxas internas e seus pêlos pubianos. Não era brilhante, sangue arterial. Não era a cor do sangue das veias. Era mais escuro, mais grosso. Coagulado, quase.

Fascinado, ele rasgou sua calcinha com curiosidade e enfiou dois dedos nela. Ela arqueou suas costas e seu olho se tornou vermelho brilhante, e ele não sabia se era de dor ou prazer. Era um pouco para ele separar os dois em sua mente. Quando ele os removeu, escorregou e pingou, ela fez um pequeno som de gemido, então ele fez isso de novo, então novamente. Ela continuou a gemer e gritou com desapontamento quando ele parou. Ele examinou o molhado que cobria os dedos.

Cheirava a sangue, e não como sangue ao mesmo tempo. Juuzou tinha rebentado através das entranhas humanas e das entranhas de ghouls e tinha familiaridade exaustiva com o sangue de ambos os tipos, mas isso era diferente. Isso foi... algo novo.

Ele lambeu.

Durante toda a vida, ele tinha tido sangue suficiente na boca que se tornou... Se não um gosto bem-vindo, então um que ele não se importou, porque estava acostumado a isso. Fresco ou coagulado, ele poderia dizer ao ser humano não, e ambos os tipos reabriram memórias diferentes, como feridas cicatrizadas, em sua mente.

Porem ai sentir seus o leve tremor de Kumiko ele esqueceu as cicatrizes, ela era seu bem mais precioso.

Mas este sangue que ela tinha, no entanto, este sangue foi apanhado entre duas espécies. Não tão vibrante como um ser humano, não tão grosso e viscoso quanto o de um ghoul, esse sangue que escorreu de seu corpo e eletificou-o como quando ela se alimentou dele.

Como se seus dedos estivessem lollies, ele sugou-os até ficarem limpos. Ele mergulhou a língua em suas dobras e o sabor encheu sua boca.

Estava embriagando pelo sabor.

Ela fez barulho, mas entre as coxas ele não conseguiu determinar o que exatamente era a palavra. Ele lambeu e lambeu e segurou-a com um aperto apertado que deixaria contusões enquanto ela se contorcia. Ele se surpreendeu com o suspiro e o gemido que escapou de sua garganta. Pela constrição de suas calças, ele também ficou espantado ao descobrir que ele tinha uma ereção.

Finalmente, ele teve que parar: para o ar e porque ela estava limpa. Amendoado para respirar, Juuzou levantou a cabeça entre as pernas. Ele podia sentir o úmido em suas bochechas e, com indecência, limpou a parte de trás da mão na boca. Ele sabia que espalhava o vermelho em vez de removê-lo, o que tipicamente ele não fazia porque ele havia aprendido pessoas perturbadas. Mas ele sentiu uma estranha combinação de sacias e preguiçosas, e neste momento, não se importava.

Saindo do inesperado frenesi, ele não sabia qual seria a reação dela, e isso a fez temer de olhar para ela, mais ele o fez.

Ele não sabia tudo sobre a cultura humana. Ele ainda estava estudando, ainda se adaptando, ainda se misturando. O que ele acabou de fazer não parecia muito com a cultura humana, não parecia nada que ele tivesse aprendido através de interações e observações passivas; Parecia mais perto de uma atividade macabra.

Então ele lembrou que ela não era inteiramente humana quando seus olhos escarlates pegavam os olhos cinza e o vermelho que mostrava sua descendência ghoul. Ele engoliu a saliva com medo do que viria.

Mas, ele não ganhou grito ou medo em seus olhos ele ganhou um sorriso e pegou o lado de seu rosto, com uma não e passou os dedos pelos cabelos que ele podia dizer que não tinha sido poupado, vermelho embebia alguns fios. E o beijou, lambendo o seu sangue.

Ele se empolgava do mundo humano e dos ghouls.

Ele também não poderia fazer parte disso, mas se ela permitisse essa inclinação incomum, isso lhe permitiria acreditar que ele era verdadeiramente humano, verdadeiramente um homem.

 

Fim



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