História Permanent - Wincest - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Dean Winchester, John Winchester, Mary Winchester, Sam Winchester
Tags Wincest
Visualizações 268
Palavras 2.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amigos,

Primeiro, quero agradecer aos muitos amigos
e seguidores que passaram a fazer parte dessa
grande rede de fãs de yaoi e de Wincest.
MUITO OBRIGADA !!!

Segue mais um capítulo,
cheio de John Winchester...kkk.

Desculpem erros.

Ótima Leitura !!!

Capítulo 12 - A mente em fúria de John Winchester


Fanfic / Fanfiction Permanent - Wincest - Capítulo 12 - A mente em fúria de John Winchester

 

John não conseguiria encarar seus filhos naquele momento, estava, estupidamente, fora de si, com a vívida imagem de seus filhos juntos numa cama, arrancando suspiros e gemidos um do outro, o que lhe enlouquecia cada vez que tentava fechar seus olhos, e, era tomado pela imagem indo e voltando. E para lhe infernizar, um pouco mais, a imagem sempre vinha acompanhada dos sons dos dois se relacionando. John chegava a tapar os ouvidos algumas vezes, perdido entre o que era real e a lembrança vazia, pregada em sua mente.

Não havia pesar por essa horrenda realidade, havia fúria represada, que inflamava seu interior, por ter sido enganado. Por ter em sua vida, dois filhos cometendo um pecado hediondo bem debaixo de seu nariz, e não ter percebido nada. A abominável repugnância que lhe causava estava vários níveis acima da criatura mais asquerosa que já tenha caçado. E aqueles dois ainda eram frutos do seu amor, de sua doce Mary, não conseguia suportar essa relação manchando a memória de sua amada.

A homossexualidade não era louvável a seus olhos de caçador, no mundo machista, mas também não era algo absurdamente inaceitável, já que conviveu com anjos afeminados e demônios sujos que não possuíam escrúpulos com nada, além dos próprios humanos que tinham essa condição de nascença ou por opção. Estava acostumado a se deparar com esses tipos com suas particularidades assumidas, mas nada poderia levar a John aceitar o incesto, entre os dois filhos, aquilo era torpe e desprezível, em seus olhos de homem e pai.

John estava ciente de seu ódio desenfreado, diluído em raiva que lhe dominava, fúria contra ambos os filhos, e, para não revelar seu interesse real, seus objetivos e planos para Dean, passou a encarar sua descoberta como se Dean estivesse acometido de alguma doença, e em sua mente maníaca e atordoada, Dean tinha uma doença chamada Sam. Talvez em algum momento de carência de um corpo quente numa noite fria, a codependência de Dean em relação a Sam, tenha falado mais alto, e sob a influência de Sam, tão mais convincente e inteligente que Dean, esse tenha caído na tentação que Sam possa ter se mostrado a ele. Cegamente, era o que pensava John. Sam poderia ter se insinuado e Dean carente cedeu àquela loucura toda. A culpa era de Sam.

John se lembrou de como Dean lhe desobedeceu, e lhe deixou sozinho na estrada e correu em outra direção, atrás de Sam, e a raiva fulminou sua lucidez, mais ainda, em se perguntar há quanto tempo aquela relação vinha acontecendo, tinha medo até de formular mentalmente essa pergunta, mesmo que para si mesmo, pois a resposta poderia ser em qualquer momento, desde quando se viram juntos, ou seja, desde quando eram ainda crianças. Era mais nojento e revoltante ainda, pensar nisso. Bebeu mais de sua garrafa.

John se sentia quase que traído, por Dean ser tão fraco, tão dependente da presença de Sam. O seu escolhido era um ótimo e forte caçador e um ser humano quebrado, carente e submisso. Dean era uma decepção.

Nada poderia afastar de John a sua vontade de arrebentar Dean, de bater tanto nele, até que os ossos sentissem cada impacto, e, depois, arrastar seu corpo inerte para um rio gelado, o lavar até sair do corpo e da alma dele a sujeira do incesto cometido com seu irmão homem. Mas John não poderia se revelar, não seria digno do tempo que perdeu, planejando e arquitetando, para ver sua real vontade se realizar, ter Dean como seu fiel soldado, para caçarem juntos, e manter seu nome como o melhor caçador, dentre os caçadores, precisava da força física e astúcia de Dean, o que com a idade já lhe falhavam, seu nome tinha que se manter no topo dentre os caçadores, ainda queria ver cada criatura tremer diante da pronúncia do seu nome, e para isso precisava de Dean.

John analisou a situação, e pensou que nem se importaria muito se Dean fosse gay, o pior era ele ter a relação sexual com Sam, seu irmão, e isso, seria castigado por ele, assim que se livrasse de Sam e tivesse Dean solitário e obediente, sob sua vista e ao seu lado.

Dean sofreria severamente as consequências de seu pecado, John programava para si mesmo, se comprometendo a aplicar a pior de todas as torturas com ele, aquela que quebrava a alma de qualquer humano, e no caso de Dean, faria com requinte e esmero excessivos, assim que tivesse Sam em mãos, ele seria morto na frente de Dean, como sempre aprendera na vida, “quem ama sofre mais ao assistir a morte daquele que lhe é amado”, e se tivesse sorte, conseguiria aplicar um bons golpes em Sam, antes de o matar, afinal, o caçula merecia sofrer, por afastar Dean de seu pai e fazê-lo pecar. John ansiava,  como pai de Sam, dar o devido corretivo antes da derradeira hora da morte, tudo na frente de um Dean imobilizado e consciente.

A tortura e morte de um para submeter a alma do outro, repetia John para si mesmo.

Os neurônios de John alucinavam pela com volúpia em realizar seus intentos, mas para isso não poderia se revelar, sua angústia teria que se calar, dentro da mente e do peito, em seu coração habitaria o segredo entre as dores e lembrança tão distante de sua amada Mary, o nome de quem não se atrevia a evocar, diante do compromisso do que planejava fazer com seus filhos.

John tinha se hospedado num hotel das proximidades do trailer, onde passou a noite, pois nem mesmo na frente de Lisa conseguiu estar, assim não voltando a casa da mesma, pois seu estado de fúria não estava controlado, e, não estaria tão cedo, após garrafas de cerveja e uísque para dentro do seu sangue.

John revirou todo o quarto vagabundo, aliviando de forma imediatista, seu ódio, para conseguir prumo em se atrever, e fazer o que fazia de melhor, enganar Dean. Já que teria que esperar o choque de ver seus filhos se amando em uma cama passar, para os reencontrar pessoalmente, senão colocaria tudo a perder, espancando os dois até a morte, sem controle, deixando escrito em outdoor a sua descoberta, e assumindo um lado imaturo e inconsequente que não possuía. Era um caçador, era o melhor caçador e seus planos eram superiores a essa vontade primária.

John passou a noite inteira pensando e odiando seus filhos a cada segundo, esvaziando uma garrafa após a outra, jogado na cama de lençóis gastos e puídos, com cheiro de alvejante, distribuindo cada garrafa vazia ao seu redor, umas sobre a cama e tantas outras espalhadas pelo chão, de piso frio sem azulejo, e cimentado escuro e liso, escondido por um carpete cinza, muito mal colocado.

Mesmo sendo muito cedo, no dia que mal tinha amanhecido, em sua primeira hora de claridade, John não se conteve em aguardar e esperou a ligação do celular completar, pigarreou na falha tentativa de Dean não perceber o quanto estava bêbado, sentado na pequena cama de solteiro, encostado com as costas na cabeceira desconfortável de ripas grossas de madeira, apoiando sua cabeça diretamente na parede atrás da cama.

Dean: Oi pai....(Atendeu sonolento, suspendendo seu corpo e se sentando na cama, junto com Sam).

John passou a mão na cabeça que deu uma forte fisgada na lateral, com o mero pronunciar da palavra pai, que lhe embrulhou o estômago e o fez revirar os olhos, sentindo os vapores da bebida lhe subir na mente.

John: Dean, eu estou num hotel agora, mas conversei com a Lisa, e ela está mais conformada...(Tentou explicar, socando com o punho cerrado o colchão da cama, extravasando sua raiva)....ela está bem....e eu vim parar aqui....estou ligando para avisar...e....(Soluçou alto, pela bebida parada junto com a biles em sua garganta).

Dean: Pai.....o senhor bebeu? Sua voz está enrolada....e porque não veio ao trailer? Nós ficamos te esperando durante a noite....(Perguntou curioso, após o sumiço inexplicável de John, mesmo que ele e Sam tenham se amado, ambos notaram o não retorno do pai para os encontrarem, como John havia dito que o faria).

John puxou a pequena luminária antiga de cima da mesinha ao lado da cama, e a atirou, violentamente, contra a parede à sua frente, fazendo Dean ouvir os ruídos, mas não conseguir identificar do que se tratava. John ficou indignado com a mentira de Dean, que tinha, certamente, passado a tarde e a noite toda se esfregando em Sam, sem lembrar que ele existia, abrigado no corpo do seu próprio irmão de sangue.

John amaldiçoou Dean mentalmente, respirou fundo e contou mentalmente, para se acalmar.

John: Dean, eu bebi um pouco num bar, estava chateado, depois de ver o quanto Lisa ficou arrasada, e pensei em beber um pouco antes de dormir, e como eu sei que no trailer não tem muito espaço para nós três, resolvi vir para um hotel.....(Suspirou pesado)....e você...(Respirou engasgado).....está com seu irmão aí, certo?...(Disfarçou querendo mudar o foco da conversa, retirar dele mesmo).

Dean estava realmente assustado com John e o seu comportamento, já que seu pai jamais daria esse espaço para ele e Sam, e com certeza, seria exatamente o contrário, seu pai estaria colado aos dois, já teria dado um belo de um sermão nele pelo pedido de separação de Lisa, e estaria enfiado no trailer, junto com os dois, planejando e ordenando futuras caçadas. E Dean tinha ouvido, perfeitamente, o estrondo de algo sendo atirado contra uma parede, afinal, seus dotes de caçador eram bem apurados para identificar os sons. Dean afastou o celular do ouvido um pouco, olhou para Sam, que estava prestando atenção na conversa, sentado ao seu lado, na cama. Gesticulou para ele prestar total atenção, colocando no viva voz.

Dean: Pai....o Sammy está aqui sim....mas o senhor parece que está mal....tem alguém com o senhor aí no hotel? Que barulho foi esse?...(Inquiriu preocupado).

John: (Voltou a socar o colchão, querendo que a conversa terminasse rápido).....Dean, não lhe devo satisfações.....eu que sou seu pai aqui....só liguei para avisar que não irei ficar com vocês dois, nesse lugar apertado, e, que deixei Lisa bem dentro do possível.....(Virou a garrafa de uísque na boca, tomando um grande gole do líquido escuro para empurrar o engodo na garganta).....eu estarei com vocês em breve.....eu e você, temos muito que conversar......assim que consegui....(Parou de falar, o álcool estava lhe afetando).....eu estou bem. Apenas me esperem, não saiam daí....entendeu, Dean?.....(Pausou)....Isso não é um pedido...entendeu?....(Falou com a voz rouca e mais centrada possível).

Dean: Sim, pai....nós temos algumas coisas para resolver e iremos.....(Ouviu John desligar, sem o deixar terminar, ficou olhando espantado com telefone mudo nas mãos).

John encerrou a ligação sem dar qualquer chance de Dean se despedir, uma vez que, tinha dado sua ordem de ficarem no trailer. Agarrou com força o gargalo da garrafa e despejou o resto da mesma na boca, engolindo o que podia, deixando o líquido queimar seu esôfago, e sair nas laterais de sua boca, escorrendo e molhando seu rosto e pescoço, sem se importar. Gritou a plenos pulmões e atirou a garrafa vazia na parede, espatifando em milhões de pedaços e se juntando com os restos da luminária.

John: Ah.....Deus....Eu vou acabar matando esses dois imprestáveis....(Bufou esfregando o rosto rudemente).....Ah, Dean....quando eu te pegar....eu vou arrancar até seu couro à faca....maldito seja seu irmão que fez isso com você....está te levando para essa imundice junto com ele....(Pensou um pouco).....àquele demônio ainda deve estar no sangue ruim do miserável do Sam....(Falou consigo mesmo, no vazio do quarto, divagando sobre seus filhos).....desgraçado.....Sam desgraçado....filho do imundo do Azazel.....demônio de olhos amarelos impuro, que destruiu minha família....minha Mary.....(Esfregou as mãos nos cabelos castanhos e bateu as mãos na testa, jogando a cabeça para frente e para trás, nervosamente).

John alisou a aliança de casamento em seu dedo anelar da mão esquerda, a qual ele nunca retirou, depois puxou seu cordão fino de couro preto, escondido sob as camadas de roupas, e tocou com delicadeza extrema a aliança de Mary, que guardava pendurada no simples cordão, contra seu peito, desde quando os bombeiros lhe entregaram, após retirarem o corpo carbonizado da mulher dos escombros da sua casa em Lawrence, Kansas.

John sentiu seu peito pesar de saudade e tristeza, e com a outra mão, puxou sua arma, debaixo do travesseiro, e a encaixou embaixo de seu queixo, destravou a arma, e sorriu, sadicamente, para o nada. Simulou, movimentando a arma, como se fosse atirar em si mesmo, e estourar seu cérebro com um tiro certeiro de baixo para cima, com o cano apoiado na curvatura entre queixo e garganta.

John: Antes que isso aconteça eu mato você, Sammy desgraçado....ahhhh se mato.....(Riu alto, e se deitou na cama, deslizando por ela, colocou a arma em seu peito e dormiu pesado devido ao nível de álcool  no corpo, com a arma ainda entre os dedos).

Dean olhou para Sam, por um longo momento, sem entender nada do comportamento muito estranho de John, sempre tão controlado e altivo. Balançou a cabeça, afugentando as ideias, fazendo Sam sorrir preocupado para ele, ao ver como suas feições se carregaram repentinamente.

Dean: Sammy, ele desligou na minha cara....(Gesticulou para indicar que não entendeu o motivo)....mas ele virá aqui nos encontrar depois, assim, temos que esperar por ele.....mesmo com ele assim....acho que esse negócio da separação mexeu com a cabeça dele....(Dean olhou para suas próprias mãos, receoso por estar fazendo seu pai sofrer também de alguma forma)......acho que ele queria que eu ficasse com a Lisa, e tivesse uma vida normal....ele meio que falou que iria me repreender por causa disso...(Suspirou levemente, demonstrando seu descontentamento).

Sam sentiu seu coração acelerar com a culpa cultivada por Dean, até mesmo com relação a John. Sam viu a tristeza nos olhos de Dean, que ainda se ressentia por tudo que estava acontecendo, e, pensou que era melhor, deixar o tempo passar e permitir que Dean se acostumasse a sua nova realidade, apesar de sentir um pontada no peito, ao sugerir, na voz de sua consciência, que estava afastando Dean da única chance que ele tinha de ter uma vida comum e feliz, que até John reconhecia, mesmo sendo um manipulador.

Sam: (Passou a mão na cabeça de Dean, em um carinho terno)....Dean, não se culpe por isso também, o pai está visivelmente bêbado, e deve estar melancólico no momento....deve estar pensando na mãe.....(Pausou)....ele sente falta dela até hoje, por isso que nunca mais se prendeu a ninguém, a nenhuma outra mulher....a mãe era tudo para ele....e talvez a sua separação tenha mexido com a cabeça dele, só isso...(Tentou confortar Dean).

Dean murmurou alguma coisa que Sam não entendeu, e logo, se deitou novamente, abraçando Sam de lado, e deitando sua cabeça no peito largo dele.

Sam: (Passou os braços em torno de Dean, e beijou o topo de sua cabeça)....Tudo ficará bem, ainda é muito cedo para tirarmos qualquer conclusão das consequências dessa separação, Dean....deixa o tempo fazer sua parte....tudo está indo bem....muito melhor do que eu imaginei.

Dean se apertou em Sam, e olhou para seu celular encima de uma prateleira, que ficava ao lado da cama, vendo o nome e o rosto de Lisa piscar nas chamadas perdidas dela, que mais uma vez, lhe perturbavam. Dean afundou seu rosto no peito de Sam, fugindo de olhar para seu celular novamente, fechou os olhos e aspirou o cheiro adocicado da pele de Sam.

Dean: Eu te amo Sammy, não me deixa sozinho, nunca...(Falou cansado).

Sam: Claro que não, meu amor....eu sempre estarei com você....eu prometi, lembra?...(Afagou os ombros e as costas de Dean com carinho).

Dean beijou o tórax de Sam, com o corpo colado ao dele, depois jogou uma perna entre as de Sam, e se ajeitou para tentar dormir, agarrado nele, fazendo Sam sorrir com o seu jeito carente.

Dean: Eu te amo....te amo muito....você sempre foi minha vida....(Se aconchegou no calor do corpo de Sam).

Ambos mantiveram suas respirações compassadas e lentas. Dean dormiu em seguida, nos braços de Sam que ficou encarando o teto, preocupado com a atitude de John, cismado com o suposto rompante de sentimento de seu pai, diante da separação de Dean e Lisa, o que não lhe cabia bem, não se encaixava de forma alguma na personalidade fria e calculista dele.

Sam temia por Dean, temia por ambos, tanto, que se desligou e não se ateve, nem mesmo, à repetir a declaração de amor de Dean, no momento em que foi dita. Se encolheu para enlaçar melhor seu amor, dentro de sua altura, beijou o rosto dele, se inclinando para o enxergar, na linda imagem do rosto perfeito.

Sam: Também te amo Dean, eu sempre te amei....(Fechou os olhos felinos, mas com os pensamentos fervilhando em sua mente, que demorou a apagar para dormir).

 

CONTINUA...


Notas Finais


Amigos,

Sem palavras para agradecer os diversos comentários maravilhosos e
dedicados que vocês têm postado.
Muito Obrigadaaaaa !!!!

Bjsssssss


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