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História Permission (Imagine Gilbert Blythe) - Capítulo 1


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Notas do Autor


Imagine com Gilbert Blythe, aproveitem.

Capítulo 1 - Único.


Fanfic / Fanfiction Permission (Imagine Gilbert Blythe) - Capítulo 1 - Único.

— Você devia disfarçar melhor, sabia? – Você riu, encaixando a mão livre na de Gilbert que olhou pra você com as sobrancelhas franzidas. — Todo mundo percebeu que você gosta de mim.

— O quê? Eu sei disfarçar muito bem. – ele resmungou, mas acabou rindo levemente quando você fez uma careta duvidando do que ele disse. — Talvez eu não precisasse disfarçar se você não ficasse me olhando.

— Foi só durante a dança! – você deu um tapa no peito dele e se virou pra andar na frente mas ele segurou sua cintura e colou seus corpos. — Gilbert!

Você riu enquanto ele espalhava beijos pelo seu rosto, ele te segurava apenas com um braço já que o outro segurava sua cesta e os livros da escola. Você segurou o rosto dele com as duas mãos e o beijou, abrindo a boca para que ele pudesse aprofundar o beijo, o que lhe rendeu um sorriso. Quando o ar faltou vocês se separaram com selinhos e ele finalmente te soltou.

— Eu adoraria continuar nosso momento romântico mas eu realmente preciso chegar em casa, Gil. – você pegou suas coisas da mão dele e o beijou rapidamente, vendo sua casa um pouco mais a frente.

— Então é aqui que nos despedimos. – ele disse, embora não fizesse menção de ir embora.

— Como sempre, querido. – você não entendeu o olhar no rosto dele e franziu a testa. Ele olhou pra sua casa e respirou fundo. — Gilbert, tudo bem?

Ele olhou de volta pra você e segurou sua mão livre, olhando pros seus dedos entrelaçados enquanto você ainda olhava pro rosto dele em busca de respostas.

— (S/N), eu quero pedir permissão para cortejá-la. – ele respondeu antes que você repetisse a pergunta, mas sua resposta apenas te deixou mais aflita.

— Gilbert, você sabe porquê estamos nos encontrando em segredo. – você disse em um tom baixo, finalmente fazendo-o te olhar nos olhos, mas não havia hesitação neles. — Gilbert...

— Estou cansado de ter que esconder o que sinto por você, (S/N). – Gilbert disse firme, você soltou suas coisas no chão e tocou o peito dele com as duas mãos. — Quero fazer as coisas direito, pedir permissão para cortejá-la e poder mostrar pra todo mundo o quanto eu gosto de você.

— Gilbert, você sabe como meu pai é. – você disse. — Você sabe o que aconteceu da última vez que você me trouxe em casa.

Gilbert te abraçou e afundou o rosto no seu cabelo enquanto você deitava a cabeça no ombro dele. Da última vez que Gilbert te acompanhou até em casa, vocês quase se beijaram, mas não aconteceu porque seu pai surgiu abrindo a porta e praticamente expulsando Gilbert da sua propriedade.

Depois disso, vocês continuaram se vendo apesar de seu pai proibir, só que agora em segredo. Seu pai era muito ciumento tanto com você como com sua mãe, de maneiras diferentes obviamente.

— Eu venho amanhã. – ele sussurrou antes de se afastar.

●●●

Gilbert bateu na sua porta no dia seguinte, não tinha aula então você estava sentada na sala com seus pais. Sua mãe estava empenhada em terminar de bordar aquele lenço enquanto seu pai bebericava uma xícara de chá, dando atenção para a pequena pilha de papéis na mesa de centro.

— Quem será? – sua mãe perguntou a ninguém específico, parando de bordar e deixando o lenço descansar no colo.

— Não estou esperando ninguém. – seu pai disse confuso, virando-se pra você com a xícara perto dos lábios. — Vá atender a porta, querida. – ele mandou quando mais batidas soaram.

— Sim, pai. – você correu para abrir a porta, já sabendo quem seria.

Só não esperava que fosse tão cedo. Planejava falar com seus pais antes mas a verdade é que não conseguiu. Quando abriu a porta, Gilbert suspirou parecendo aliviado que fosse você quem abriu a porta.

— Eu cheguei em uma hora ruim? – ele pôs as mãos nos bolsos do casaco e você sorriu um pouco, se apoiando na porta.

— Tem certeza que quer fazer isso? – você não conseguiu se impedir de perguntar. Gilbert sorriu olhando pra você.

— Eu quero ficar com você. E quero fazer isso do jeito certo.

Você sentiu que podia beijá-lo agora mesmo se não estivessem na porta da sua casa. Você diria isso se não fosse impedida pela voz forte do seu pai vindo da sala.

— Quem é, (S/N)? – ele parecia impaciente.

— Entre. – você disse à Gilbert, dando espaço pra ele entrar.

— Blythe? O que faz aqui? – seu pai se levantou quando vocês chegaram na sala, cruzando os braços enquanto esperava que Gilbert respondesse.

— Querido. – sua mãe repreendeu o marido levemente e se levantou também, largando o bordado de lado. — Gilbert, o que o traz aqui tão cedo? – ela perguntou gentilmente.

Gilbert deu um passo a frente e se preparou para dizer, olhando pra você rapidamente antes de voltar a se dirigir aos seus pais enquanto você se sentava no sofá para prestar atenção na conversa.

— Sr. e Sra. (S/S), eu vim aqui para pedir formalmente a sua permissão para cortejar sua filha. – ele disse com uma firmeza que fez você sorrir levemente, sentindo seu coração acelerar.

Sua mãe fez um barulho de suspresa mas sorriu também, se agarrando ao braço do marido. Ela gostava dos Blythe.

Seu pai, por outro lado, ficou vermelho enquanto seu rosto se contorcia em raiva.

— O quê?! – ele gritou, indo na direção de Gilbert que apesar do nervosismo tentou se manter calmo e mostrar que estava falando sério. — Eu sabia! Vocês estão se encontrando escondidos, não é?

Você correu para se colocar entre os dois, puxando Gilbert para atrás de você.

— Pai, por favor. – você pediu, olhando de soslaio pra sua mãe em busca de alguma ajuda. — Não é nada disso.

— Querido, por favor se acalme. – sua mãe o segurou pelos ombros. — O garoto Blythe é uma garoto bom, um ótimo pretendente para a nossa filha.

Seu pai se acalmou um pouco com as palavras de sua mãe. Gilbert te puxou gentilmente pra trás dele dessa vez, pronto para tomar a frente e continuar falando.

— Senhor, eu realmente gosto da sua filha e quero sua permissão para cortejá-la. – Gilbert repete.

Você olha pro seu pai por cima dos ombros de Gilbert e ele olha pra você de volta, como se te perguntasse mentalmente a sua opinião sobre isso. Embora ele já soubesse.

Seu pai finalmente parece um pouco mais calmo, mas seus ombros ainda estão tensos e ele olha sério para Gilbert, que sustenta o olhar mesmo sendo um pouco mais baixo.

— (S/N), você vai falar alguma coisa? – sua mãe pergunta e você assente, se movendo para estar ao lado de Gilbert.

— Pai, eu já tenho 16 anos. Em algum momento isso aconteceria, você sabe. – você começa, atraindo a atenção dele. — Eu também gosto muito do Gilbert e gostaria de fazer as coisas do jeito certo. – você olhou para Gilbert ao final da frase.

Seu pai respira fundo. E de novo. E de novo. Até sua mãe revirar os olhos e dá um tapa no braço dele discretamente.

— Tudo bem. – ele diz, olhando pra você e depois pra Gilbert de novo, um pouco menos carrancudo. — Eu dou minha permissão para que corteje minha filha, garoto. Mas ai de você se eu souber algum...

— O que seu pai quer dizer – sua mãe interrompe, com uma tosse falsa, olhando com seus olhos carinhosos para vocês dois e ignorando o olhar indignado do seu pai. — é: se comportem e por favor, não nos desrespeitem.

Você acha que seu coração vai sair pela boca pelo jeito que ele está acelerado e o seu rosto quase dói pelo grande sorriso estampado nele. Você abraça Gilbert pelo pescoço e ele a abraça de volta, rindo um pouco e acariciando suas costas.

— Ei! Distância! – seu pai grita de repente com o rosto vermelho e vocês se separam rapidamente, ainda com sorrisos idiotas no rostos. Você puxa Gilbert pela mão e sai correndo enquanto o seu pai resmungava com sua mãe que o segurava.

Vocês param de correr quando chegam na floresta, no seu ponto de encontro e você está rindo quando Gilbert te rouba beijos rápidos.

— Nem acredito que ele deu a permissão. – você diz quando ele te abraça pela cintura. — Achei que ele fosse te bater.

— Acho que nunca fiquei tão nervoso na minha vida, Deus do céu. – diz Gilbert, te arrancando uma risada.

— Foi tão romântico. – você segura o rosto dele nas suas mãos e roça seus narizes. Ele te olha em dúvida. — Foi assustador mas também foi romântico.

Ele te puxa para um beijo de verdade dessa vez, suas respirações ofegantes da corrida se misturando. Ele aperta sua cintura tentando te trazer para mais perto e você acaricia sua nuca, sorrindo no beijo quando ele suspira. O beijo termina com selinhos e ele sorri lindamente pra você.

— Isso é que foi romântico. – ele diz antes de te puxar para outro beijo.


Notas Finais


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