História Perpetual Notes - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 2
Palavras 785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


HEY!!!
Desculpe a demora, e espero que gostem!

Capítulo 4 - De Volta Para O Piano


Fanfic / Fanfiction Perpetual Notes - Capítulo 4 - De Volta Para O Piano

As notas daquela musica de rock corriam em ritmo frenético, dançando entre meus ouvidos e deixando para trás um leve e doce arrepio em meus tímpanos. A cantora cantava com emoção a letra daquela música sem longas pausas. Todos os integrantes da banda tocavam em ritmo e precisão, se balançando em sincronia. Foi então que as lágrimas ameaçaram aparecer em meus olhos, estava me lembrando de quando minha mãe me ensinou a tocar piano. O quanto ela se mostrou dedicada a me ensinar mesmo quando eu mesma perdia minhas esperanças. Sempre com aquele sorriso encorajador. Uma vontade irreprimível de tocar piano novamente resolveu aparecer sem convite. Foi quando meu olho caiu sobre um teclado alaranjado localizado um pouco mais longe do baixista. Tive que reprimir meus impulsos para não correr naquela direção que nem uma louca, eu nem sequer conhecia os integrantes da banda e vocês têm de concordar que se isso acontecesse seria um tanto que estranho.

     Para dar um fim naquela tortura a baterista cessou a percussão. Todos os músicos tinham um ar satisfeito em seus rostos, e a vocalista tinha o sorriso mais radiante de todos. Todos estavam conversando animadamente quando o olhar da garota que havia me ajudado repousou sobre mim. Todos seguiram seu olhar e ficaram sérios ao me perceberem. Sem muita demora a vocalista se aproximou de mim dizendo:

     -Hey, eu já te vi antes. Você é a garota que os delinquentes idiotas tentaram assediar.

     Sinceramente me senti intimidada por sua aura esmagadora e misteriosa, mas não podia ficar sem dizer nada, então respondi tentando parecer confiante:

     - Sim, acho que devo te agradecer. Então obrigada.

     - Relaxe é normal. Não poderia deixar alguém ser incomodada sem agir.

     - E eu gostaria de saber também se vocês ainda têm vagas nesse clube.

     Tai. Falei, e puxa que alivio. Fiz minha decisão, era esse clube que eu queria frequentar. A garota mostrou um sorriso de lado bem sacana e olhou para seus colegas, que compartilhavam sua expressão. Sem muita demora ela se virou de volta para mim e disse calmamente:

      - Aqui nós temos espaço para qualquer um, mas a banda toda tem de concordar com a entrada desse membro. Ou seja, você terá de se mostrar capaz de nos acompanhar. Então baixinha, o que você toca?

      Baixinha!! Sério isso? Eu não era baixinha, ela que era alta demais! Mesmo estando pipocando por dentro eu respondi com seriedade:

      - Toco teclado. Que música eu tenho que tocar?

      - Hum – Ela respondeu pondo a mão em seu queixo. Até que seu olhar brilhou e ela falou com um tom desafiador na voz- Que tal Iron Army?

      Juro que naquela hora meu coração deu um pulo. Iron Army era uma das músicas de rock mais conhecidas e complicadas de se tocar. Sem saber muito como reagir arregalei os olhos e acenei com a cabeça que nem uma pateta. Alguns risos escaparam dos músicos e a vocalista apontou o dedo pro teclado que eu vi antes. Parecendo um robô caminhei até o teclado. O guitarrista se aproximou de mim e me entregou a partitura. Estava em pânico, fazia anos que eu não tocava e começaria com uma partitura quase impossível. Mais fácil seria desistir, todavia meu coração se recusava. Eu queria mais que tudo entrar para aquele grupo. Dei uma olhada rápida na partitura. Coloquei-a no suporte e deixei meus dedos fazerem o trabalho. Eu mesma me surpreendi com a agilidade que estava tocando. Perece que afinal ao havia enferrujado. Meus dedos dançavam pelas teclas do teclado importado, e eu me sentia viva.

     Desanimei-me quando percebi que a música havia chegado ao fim. Queria continuar colocando minhas habilidades a prova e mostrar meu potencial a todos. Ansiando a resposta dos meus “jurados” olhei para eles. Apenas o guitarrista demonstrava uma cara de surpresa, e com isso a inquietação não demorou a chegar. Sem me dar tempo para pensar no pior, todos começaram a aplaudir. Fui a primeira vez desde que cheguei que a baterista soltou um sorriso, imagino que ela mais daquelas introvertidas, como eu. A vocalista disse por fim:

       - Bom, pelo visto você passou no teste. – Um sorriso que eu não dava a muito tempo foi colocado em meus rosto. Deixei a garota continuar- Mas acho que você ainda não sabe nossos nomes. – E Deus, como eu queria logo descobrir o nome dessa garota. – Meu nome é Ishida Eri, mas todos me chamam de Eri. Os garotos são Masuda Hiroshi na guitarra, e, Kitamura Takashi no baixo. E por fim a baterista de cabelo vermelho é a Sugawara Sakura. Bem Vinda a banda Vulgar Tradition!

     Alguém me segura que eu vou cair!! Eu consegui!... Eri então. É um nome bem bonito.   



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