História Personificação da minha claustrofobia - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais, Lendas Urbanas
Personagens Personagens Originais
Tags Claustrofobia, Suspense, Terror
Visualizações 4
Palavras 363
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Suspense, Terror e Horror
Avisos: Estupro, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Knock knock


   Este lugar é escuro, úmido e o cheiro do concreto emana de todas as paredes e teto. Meu olho se acostuma mais com o espaço, não há saída e há um barulho incessante lá fora como se alguém tentasse desesperadamente achar 500 portas naquele paralelepípedo, ou me fazer crer que havia. Eu não estava só lá. Do meu lado da sala, partia uma corrente que ia até metade daquela caixa de cimento. No fim dela tem um leproso cheio de eczemas em estado de putrefação e a corrente dava voltas em seu pescoço e terminava. Enquanto meu pulmão se encheu de tristeza o dele se enchia de ar.
             Não há para onde ir, até porque esse cenário foi criado por mim, e não há como eu fugir de mim. De repente, imagens são em minha própria mente mostram o leproso usando corpos mortos para seu próprio prazer.Ele estuprava os corpos, comia os corpos,  e retirava deles sua última gota de humanidade, e sua fisionomia revelava sua verdadeira natureza enquanto os desumanizava. Possui uma boca de largura que ia de uma olheira a outra, se olhos saltavam quando a abria,sua pele era como um leve cobertor bege que mostrava seus ossos se movendo por de baixo e um cranio inchado coberto por uma água suja. 
             Agora que aquele local me mostrou do que o leproso é capaz eu me afasto. Ele continua dormindo, e sinto  toda vez que o ar entra em seus pulmões é como se massas de ar quente se encontrassem com massas de ar frio e estas faziam uma tormenta nomeio do verão. No meio daquela tormenta o lugar me concede uma arma. Eu miro e atiro. O ar continua anunciando uma briga de diferentes ares. Eu então encosto a arama em sua cabeça e atiro. Ele continua gritando ventos. Ele abre os olhos. Eu abro os olhos.
          A chuva lá fora me acordou, de modo que fez como que a porta do meu quarto fizesse barulhos como se alguém tentasse entrar apressadamente, apesar de não estar trancada. A janela ficou aberta a noite toda. Escuto um barulho de corrente no fundo, o leproso me achou fora dos meus sonhos.


Notas Finais


Uma curta de história de um pesadelo que tive


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