História Pertubada por uma... Succubus? - Capítulo 24


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Hentai, Misticismo
Visualizações 6
Palavras 1.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ai hehe tô viva
Boa leitura
(Capa by Pinterest)

Capítulo 24 - Seu retorno


Fanfic / Fanfiction Pertubada por uma... Succubus? - Capítulo 24 - Seu retorno

Ramona abre a porta para que eu entre em sua casa, mas permaneço parada ao lado de fora.

-Tudo bem, só vou cuidar de seus ferimentos!-

-Não está tão ruim, apenas me informe a saída do bosque que ficarei grata.- digo pondo a mão em meu braço sem jeito que me faz gemer de dor

-Isso pode infeccionar se não lavar direito e também está chovendo mais forte! Entre, eu cuido de seu ferimento e depois mostro a saida.-

-Certo, aceito você cuidar de meu machucado, mas não irei ficar para o jantar ou algo assim!- falo andando relutante, Ramona sorri fechando a porta em minhas costas pondo sua cesta sob a mesa de madeira. Toda a casa parecia sair de um filme de época como João e Maria, até goteiras e furos no telhado tinham, me peocupava alguém morar de forma tão precária em uma cidade pequena como Stowe, e me parecia que ela morava só pois a cabana não era a das mais espaçosas e haviam coisas para uma pessoa.

-Sente-se irei por a água no fogo.-

-Para que?-

-Irei preparar chá, você gosta de frutas do bosque?-

-Eu bebo qualquer coisa... Mas você não me disse o real motivo por estar me ajudando!- Digo puxando uma cadeira me sentando de frente para o pequeno fogão, Ramona que estava de costas preparando a panela com água demorando para responder, como se estivesse pensando no que dizer

-Disse sim, já fui atacada por aquelas criaturas. Moro aqui faz tempo e conheço bem o bosque, as pessoas que se perdem aqui não encontram a saída. não queria ver mais uma vítima das árvores então, vou te ajudar a sair!-

-Você é algum tipo de bruxa?- pergunto olhando para a janela que era lavada pelos pingos da chuva

-Diga você, acha que sou uma?- Ramona posiciona uma xícara me servindo chá e uma bacia de álcool em meu lado

-Acho que talvez, não sabia que arranhões de arvores presizariam ser esterilizados com álcool. Mas ninguém mora de maneira tão precária em Stowe, admito que estou surpresa sim.- puxo a manga de minha blusa, Ramona molha o algodão no álcool com uma pinça e segura meu braço aplicando com toques suaves. O contato do álcool com meu ferimento causava uma coceira leve e uma dor pequena mas gostosa

-Então tudo que te encomoda é a forma que vivo? Fique tranquila, não sou bruxa, sou apenas um dos moradores da floresta.- Ramona repete o processo de molhar o algodão no álcool mais umas quatro vezes e se levanta guardando as coisas, eu levanto também mas estranhamente ela insiste para que eu fique e termine o chá antes de ir, a olho desconfiada mas acabo a xícara de chá por educação, que por sinal estava muito doce. Ramona diz com um sorriso no rosto que para sair do bosque era só seguir a trilha de pedras a direita que ela me levariam ao riacho e consequentemente a quebra d'água no mar e assim faço, agradeço sua ajuda e sigo bosque a dentro procurando as pedrinhas e o barulho do riacho. Entre sete ou oito minutos caminhando sinto minha cabeça girar e passo a ter uma tosse seca irritante, parecia que não tomava água a dias e tudo estava turvo. A gravidade pesava em meus ombros, insisto em continuar caminhando por mais alguns metros até que pude ouvir o riacho ao longe. Tudo girava a minha volta, já havia errado duas arvores acabando que bati de frente com as duas uma seguida da outra. Para não acabar caindo de outro lugar ou bater em outras árvores, decido me reemcostar em um tronco ao meu lado para respirar melhor pois me faltava até ar, parecia estar até mais escuro como se fosse o por do sol ou algo do tipo. Tento alcançar um tromco mas acabo errando o apoio caindo entre as folhas no chão, faço força para levantar mas minhas tentativas são inúteis pois meu corpo não respondia a meus comandos, e para variar, tinha ouvido barulhos a minha volta como se alguém estivesse por perto, o riacho não parecia estar muito longe pois ouvía-se água corente batendo em pedras. Tento me levantar pela terceira vez mas tudo que conseguia fazer era fechar meus olhos que estavam pesando como nunca, estava tossindo e adormecendo logo ali no meio do bosque.

ψ(`∇´)ψ

Lívia e Paula chegam a avenida das lojas com o carro estacionando para que Aurora posicionasse as sacolas no porta malas, quando a menina abre a porta percebendo a ausência de sua irmã, pergunta para as mães se não haviam de ter se encontrado no caminho mas, elas negam perguntando qual foi a última vez que se viram Aurora conta que Lana teria ido encontrá-las, a menina diz que estava escolhendo abóboras quando dá conta que até mesmo o gato preto teria sumido, mas sendo um gato "selvagem" Paula não dá muita atenção e diz que talvez Lana tenha ido para casa, Lívia preocupada sugere que procurem no centro perto do monumento já que todos passam por lá e assim, vão Para lá onde saem do carro e olham por todas as direções. Sem pistas Aurora diz que iria perguntar nas lojas na costa para saber se alguém teria a visto passar por ali passando em duas lojas, Aurora tromba com um rapaz Moreno de olhos com a cor de um Rubi que a segura pelo ombro se desculpando

-Me desculpe eu não a vi pass... Lana?, é você?-

-Conhece minha irmã?-

-Sua... irmã?-

-Sim, você acabou de dizer o nome dela...-

-A me perdoe, eu apenas, não fazia ideia de que eram tão parecidas assim, acabei por confundí-lás!-

-Tudo bem, afinal somos gêmeas, mas e você, quem seria?-

-A que grosseria a minha, muito prazer, Sou Zero o... namorado de Lana!-

-Ze...ro?-

-Oh ela não falou sobre nós?-

-Pelo contrário, mas fico imaginando o que você faz aqui já que ela disse que vocês haviam terminado...-

-Eu... moro na cidade ao lado Gongága, e possuo parentes aqui em Stowe, mas, você parece estar procurando alguém?-

-Procuro Lana, ela sumiu faz algumas horas!-

-Mas isso é horrível, eu insisto, me deixe ajudar a procura-lá.-

-Claro toda a ajuda é bem vinda!-

-Aurora encontrou alguma coisa?- perguntava Paula acompanhada a Lívia, as duas olharam para Zero e depois para Aurora

-Quem é ele?- perguntaram juntas

-Paula, Mamãe este é Zero o namorado da Lana, ele vai nos ajudar a procurá-la!-

-É um prazer em fim conhecer vocês, me chamo Zero!-

-Você não é aquele namoradinho de Lana em Asheville? O que faz em Stowe?- pergunta Paula para Zero em um tom um tanto grosseiro

-Querida aposto que ele pode nos contar mais tarde, mas nesse momento nossa prioridade é encontrar Lana!-

-A mamãe está certa, Zero me passe seu numero assim podemos contatar um ao outro!-

-Hum... Eu não possuo... Um celular!-

As três ficam em silêncio por um segundo pensando em como seria possível alguém da idade dele não possuir um celular

-É sério?... Bom de qualquer modo caso conseguir encontrar-La a leve para casa, fica entre as casas da montanha é só seguir a linha de bondinho até a casa com a placa escrito River's, não tem erro!-

-Certo farei isso, vou procurar mais algumas vezes na cidade, boa sorte para vocês!- Zero pega seu capacete e monta na moto saindo, Paula, Lívia e Aurora seguem a caminho a procura de informações, Zero procura na cidade antes que chova e as lojas fechem

-Droga garota onde você foi se meter agora?- esbravejava o moreno preocupado


Notas Finais


É, eu consigo acabar. Com a falta de internet acabo adiantando os capítulos o problema é posta-los toda sexta ಠ∀ಠ. Mas até a próxima, beijos ❤️


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