História Pervertido - Capítulo 1


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Categorias Haikyuu!!
Personagens Akaashi Keiji, Bokuto Koutarou
Tags Akaashi, Akaashi Keiji, Akaboku, Bokuaka, Bokuto, Bokuto Koutarou, Haikyuu, Imaginação, Lemon, Pervertido, Pwp, Romance, Yaoi
Visualizações 338
Palavras 1.777
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Louca Imaginação


Sentindo-se culpado, Akaashi se esgueirou pelo vestiário. Muito desconfiado, procurou saber se mais alguém estaria ali mesmo sendo improvável já que todos saíram do treino uma hora antes dele. Seus olhos não capturaram nenhum movimento então ele entrou lentamente na área dos chuveiros e, aliviado, constatou que realmente estava sozinho e seguro de que poderia continuar com seu intento, agora confiante de que ninguém veria o que ele havia se tornado por causa dos seus desejos, Akaashi culposamente tirou a blusa que roubou mais cedo do armário do melhor amigo.

Estava sendo uma tortura resistir a cada suspiro, pulo, pingo de suor e a cada “hey, hey, hey”, tanto que durante os treinos Akaashi sentia seu pau latejar nos confins do seu short e Bokuto parecia fazer isso de propósito ao levantar a blusa e deslizar a mão pelo abdômen definido, ao se abaixar e empinar aquela bunda redonda e durinha, ou até mesmo quando olhava em sua direção e sorria. Tudo nele exalava sexo, provocando sua libido, e Akaashi nem sabia se o capitão tinha toda essa experiência, eles não conversavam sobre namoros ou sobre sexo e muito menos sobre suas preferências sexuais.

De uns tempo para cá, a única fantasia de Akaashi se resumia em pegar Bokuto, colocar ele de quatro, sussurrar no ouvido dele para ele empinar aquela raba e meter tanto o pau nele que ele não sentaria pelo próximo ano. Será que agora dava para entender o tamanho do desespero que o forçou a roubar a blusa encharcada de suor do seu capitão após o amistoso que acabaram de jogar? Ele não tinha outra opção e amém pela burrice de Bokuto, pois bastou uma simples desculpa para Akaashi conseguir o que queria.

— Qual a senha do seu armário?

— Hm? Pra que você quer a minha senha?

— Você é avoado e no outro dia a esqueceu. Como sou seu melhor amigo, devo saber dela pra te lembrar quando você esquecer de novo.

Simplório, foi o que pensou quando Koutarou balançou a cabeça como se isso fizesse algum sentido e anotou a combinação em um papel, lhe entregando sem hesitar e Akaashi o olhou com cara de paisagem por alguns segundos, completamente chocado com a idiotice do amigo, mas não reclamou e depois que todos saíram da sala do clube, Akaashi roubou a blusa de Bokuto sabendo bem que o cabeça de vento havia a deixando ali mesmo que o certo fosse tê-la levado para casa para lavar.

Akaashi se sentou no banco mais escondido de todo vestiário, pronto para deixar sua mente pervertida viajar, o que não era um esforço grande já que só de pensar no seu capitão o seu pau já dava sinal de vida, a sua pressa foi tanta que ele nem tirou o uniforme que usou no amistoso, bem, não que isso importasse, e então Akaashi se ajeitou no banco – a perna esquerda apoiada na superfície plana enquanto a perna direita foi esticada, o pé apoiado no chão. Com a blusa em mãos, ele fechou os olhos por alguns segundos, em sua mente a imagem bem realista de Bokuto apareceu e nela Bokuto pulou para acertar uma bola alta, a cravando no chão minutos depois, Akaashi pode ver com perfeição os músculos das costas retesados, as coxas flexionadas e a bunda empinada, ele lambeu o lábio inferior, o tesão crescendo em seu corpo. Conseguiu imaginar com perfeição aquelas mesmas coxas separadas, os joelhos apoiados na cama, o corpo abaixado, ele abriu um pouco a boca, sua mente viajando na imagem das costas arqueadas e aquela bunda majestosamente empinada na sua frente.

— Caralho... — murmurou.

Sua mão direita buscou seu pênis ainda preso no short, apertando a carne pulsante ainda coberta, sem o liberta – ele queria curtir mais da sua imaginação antes de brincar com seu pau – já a sua mão esquerda se moveu quase que sozinha e levou a blusa para perto do seu nariz. Com vontade, Akaashi inspirou o cheiro tão característico de Bokuto e dentro da sua cabeça, Akaashi transformou o ato e agora ele estava respirando aquele cheiro diretamente do pescoço de Bokuto, com a certeza de que Koutarou se estremeceria por causa da sua respiração profunda e Akaashi sentiria o corpo dele arrepiar embaixo do seu.

E ele sempre sentia sua boca babar quando pensava naquelas costas largas, aproveitaria a posição submissa e mordia a nuca, descendo com beijos pelos largos ombros, atingindo as costas com chupões e lambidas. Sim... Akaashi ofegou, longas e molhadas lambidas; Keiji já até poderia sentir na ponta da língua o sabor salgado da pele coberta de suor depois de um treino exaustivo.

Seu corpo escorregou um pouco no banco, e Keiji apertou a ereção com um pouco mais de força, mordeu o lábio, voltando a fechar os olhos assim que sua imaginação mudou das costas para focar na bunda.

Nossa, aquela raba era sua perdição! Um homem não deveria ter duas polpas grandes e duras, isso era injusto para garotos como ele que simplesmente amam aquela região do corpo, uma raba de responsa daquelas atiçava o lado mais puto de Akaashi, ver Bokuto balançando ela em um rebolado calmo ao andar ou o assisti empinando as nádegas ao pular... A vontade de meter um tapa bem dado e depois socar seu pau bem fundo nela quase enlouquecia o levantador. Levantador. Lembrar disso fez com que Akaashi soltasse uma risadinha sarcástica, a única coisa que Bokuto fazia com que Keiji levantasse era seu pau; duro, grosso e gotejante.

Pensando nisso, Akaashi esfregou a palma da mão contra o seu membro duro; não quis apertar porque só iniciaria a punheta depois e agora Keiji queria fantasiar uma sessão de putaria, para então imaginar a penetração.

Primeiro ele iria bater sua mão contra a bunda de Bokuto, sua boca estaria no ouvido dele e Keiji gemeu ao pensar nas putarias que sussurraria para fazer o outro gemer:

— Você quer que eu coma essa bundinha gostosa?

Ou algo assim.

Não resistindo, Akaashi soltou um pequeno e baixo gemido, se concentrando em olhar bem aquelas duas polpas redondas e, com certeza, as morderia com muita vontade, imaginando como Bokuto iria retesar o corpo pela dor, mas não reclamaria porque ele é uma vadia que gosta da sua brutalidade.

— Porra — falou mais alto, querendo muito escutar Bokuto implorar pela sua língua brincando com a entradinha rosada do mais alto. Akaashi quase podia sentir a entrada dele se contraindo sempre que sua língua brincava com ela, Bokuto rebolaria contra seu rosto, gemendo alto, o pau necessitado pulsando contra a mão de Keiji que esfregaria o dedão contra a cabeça sensível. Ah... Akaashi imaginou espalmar suas mãos nas nádegas redondas e as apertar com vontade, a intenção de deixá-las vermelhas com as marcas dos seus dedos estava seduzindo seu raciocínio. Será se a boca do Koutarou é tão apertada e macia quando sua entrada? Akaashi queria muito descobrir. Podia delirar só de pensar em foder a boca do seu capitão com ele de quatro na cama com a bunda pra cima. Porra, aquela bunda não era de deus!

Ele queria fazer um 69 também; Bokuto sentado na sua cara e a boca dele deslizando contra seu pênis, ele chuparia o pau necessitado do outro garoto, abraçando seu quadril e hora ou outra apertando os seus mamilos – outra área sensível que deixaria Koutarou perdido no prazer das suas carícias.

Mais do que depressa, Akaashi abaixou seu short, finalmente libertando seu pênis, e deixou que a blusa cobrisse seu rosto, seu olfato totalmente tomado pelo cheiro de Bokuto enquanto a sua mão direita se ocupou com seu membro e a esquerda seguindo para as suas bolas. Fantasiou em como seria penetra-lo pela primeira vez; provavelmente seria complicado já que Bokuto nunca deu para ninguém – e se já deu, não devia ser frequente. Como reflexo da sua imaginação, sua mão apertou bem a cabeça do seu pênis e Akaashi delirou associando aquilo com o aperto da cavidade macia da entrada do garoto mais alto.

Akaashi queria meter com força, então assim que Bokuto mostrasse estar acostumado, ele iria tirar quase tudo, deixando apenas a cabecinha e depois iria impulsionar o seu quadril para socar seu pau com força.

Foi a partir daí que Akaashi perdeu o controle, na sua cabeça ele estava batendo duro contra a carne da bunda redonda com as mãos e socando com força o pau na entrada gulosa de Bokuto que implorava por mais, sim, porque em suas fantasias Bokuto era uma boa putinha, que rebola levando pau e pedindo para ele socar mais forte quando a próstata é atingida.

Seu corpo escorregou pelo banco e Akaashi acabou deitado no chão, mas ele não poderia se importar menos, com fervor, seus quadris passaram a se mexer no ritmo da sua mão, praticamente fodendo o ar. Ofegante, ele imaginou um Bokuto safado o olhando de perfil; o rosto apoiado na cama, as bochechas amassadas nos travesseiros, a visão erótica dele se contorcendo se impregnou na sua mente e Akaashi aumentou a velocidade da punheta quase que desesperadamente ao pensar no cu dele apertando seu pau com vontade, o alertando que Bokuto estava perto de gozar.

— Merda, merda! — quase gritou, o desejo avassalador de ver o capitão e ace poderoso da Fukurodani gozando enquanto levava uma surra de pica no rabo enlouqueceu Akaashi ao ponto dele soltar gritos, gemidos e rosnados pelo vestiário.

Mas Keiji queria ver os olhos dourados revirando de prazer, o pau jorrando porra e o rabo se apertando contra seu pau, por isso ele viraria o corpo forte e trêmulo de prazer, seguraria as coxas grossas contra o seu peito e abriria bem aquela raba, encarando com muita malícia os olhos perdidos de prazer de Bokuto e ele o comeria como se o mundo fosse acabar junto com sua reserva de porra.

Akaashi estava ensandecido enquanto batia a punheta e brincava com suas bolas, imaginando como iria surrar a próstata do seu capitão, arrombando aquela entrada e comendo Bokuto todinho a ponto de não sobrar mais nada e no fim iria assistir muito satisfeito o outro garoto se desfazer sem nem tocar no próprio pau.

Sua mão se apertou contra sua ereção exatamente da forma que o cu dele iria estrangular seu pau, suas bolas apertaram e Akaashi explodiu, um som rouco, quase animalesco, ecoando pelo vestiário. No fim do seu orgasmo, ele deixou que seu corpo caísse contra o banco, exausto pelo esforço, mas ainda não satisfeito. Akaashi só se daria por satisfeito quando fodesse Bokuto ali, naquele mesmo banco, e, decidido, Akaashi resolveu bolar um bom plano para seduzir o seu capitão.

Ele foderia Bokuto com força ou não se chamava Akaashi Keiji.


Notas Finais


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