História Perverts - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Katsuki Bakugou, Uraraka Ochako (Uravity)
Tags Bakugou, Bakuraka, Boku No Hero, Kacchako, Romance, Uraraka
Visualizações 296
Palavras 2.726
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EU VOLTEI! To feliz demais com os comentários e favoritos, vocês são feda heein, e taradxs, mas não julgo pq sou eu que to escrevendo essa sacanagem aqui.
TENHAM UMA BOA LEITURA!

Capítulo 3 - Escadaria.


Já era noite, e tinham acabado de servir o jantar e os alunos da turma 1-A ajeitavam-se na fila para servirem-se, Uraraka Ochako ria alto de um comentário impensado de Kaminari sobre a comida, que rendeu vários xingos vindo das preparadoras da refeição – Ashido e Hagaruke.

Em sua descontração nem percebeu que que a pessoa logo atrás de si na fila era Bakugou Katsuki, que a observava como se a garota fosse um extraterrestre.

Como consegue ser tão natural depois daquilo?

Se perguntou o loiro, franzindo o cenho, aproximou-se do ouvido dela quando percebeu que seu colegas estavam distraídos.

– Ei, cara de anjo – Chamou, a garota pulou no lugar, quase derrubando seu prato no chão, ele quase riu, ela não tinha o percebido mesmo, por isso estava tão despreocupada.

– Bakugou... – Respondeu gaguejando, sua face estava vermelha.

Agora você tem vergonha? Me poupe, Uraraka.

– Preciso conversar com você – Sussurrou, tendo certeza que seus colegas estavam muito ocupados para prestar atenção naquela aproximação – A sós.

Seu tom saiu bem mais malicioso do que ele pretendia, mas não era sua culpa se o corpo dela não saia de sua mente desde aquela tarde, tinha que se concentrar para não ficar excitado, de tão forte que o efeito dela tinha sido.

Ela o olhou, confusa e envergonhada, mas acabou assentindo, aquela carinha inocente e cor de rosa não revelava o quanto era maliciosa.

Bakugou só percebeu que ela tinha o notado desde o começo quando caiu da janela naquela tarde, a maldita sabia que ele estava lá o tempo inteiro! Se sentiu um idiota por isso. Ela estava brincando com ele, brincando com os sentimentos de sua cabeça de baixo, e aquilo não ia ficar assim.

– Me encontre nas escadas depois do horário de recolher. – Sussurrou ainda mais baixo, ela assentiu novamente e os dois se afastaram de leve, voltando a fingir que nada tinha acontecido.

[...]

Uraraka andava de um lado para o outro em seu quarto, roendo as unhas de ansiedade. Era bem feito! Tinha sido uma pervertida total naquele dia, fitando Bakugou com volúpia na academia, depois fazendo um showzinho particular para ele no banheiro, por Deus Uraraka! Você é realmente uma impura!

Balançando a cabeça ela parou de caminhar, lembrando que em alguns minutos tinha um encontro marcado com o homem que ela considerava mais sexy no mundo inteiro, um encontro nenhum pouco inocente, que assuntos Bakugou Katsuki teria a tratar com ela?! Era óbvio o que ele queria, resolver aquelas malditas pendências que o sorriso que ela lhe deu no banheiro deixou.

Foi sem querer! Uraraka não quis sorrir ao “fingir” flagra-lo, mas sua boca não obedeceu sua mente e ela acabou parecendo uma pervertida debochada, rindo dos instintos masculinos do loiro.

Provavelmente ele estava com raiva dela, provavelmente ia tentar explodir sua cabeça ou pior... Agarraria Ochako com ferocidade no meio daquele corredor, beijando cada cantinho do pescoço dela.

Ela levou a mão ao rosto, principalmente porque não conseguiu segurar um sorrisinho ansioso. Observou o relógio finalmente chegar às onze e quarenta e cinco, vestiu um roupão as pressas e respirou fundo antes de abandonar seu quarto.

Cruzou o corredor na ponta dos pés, coincidentemente tinha o quarto no mesmo andar que Bakugou. Empurrou a porta que levava á pouco usada escadaria.

A luz automática se acendeu.

Notou que o lugar estava vazio, e se escorou na parede para esperar, estava ofegante, mas dessa vez não era de cansaço, mas de puro nervosismo, suas pernas estavam bambas, e ela só imaginava como ficaria quando o loiro cruzasse aquela porta.

Algum tempo depois, a luz se apagou, quase no mesmo momento que a outra porta foi aberta.

Naquele completo breu ela conseguiu ver a silhueta dele, os ombros largos e o cabelo espetado era bem característicos do Bakugou, e ela estremeceu.

– Uraraka – Ele se aproximou, notando ela imediatamente.

A luz acendeu.

A garota arregalou os olhos ao notar ele se aproximar ainda mais, e bater as duas mãos ao lado da cabeça dela, a batida produziu um som alto e Ochako jurou que desmaiaria de susto.

– Bakugou... – Gaguejou, colando o máximo possível as costas na parede.

A face sem imperfeições estava ali, bem diante de si, os olhos brilhavam como duas pedras preciosas vermelhas diante do sol.

– Hoje de tarde, o filho da puta do Mineta me trancou na janela do banheiro das meninas – Falou, sua voz soou tão próxima ao rosto dela, e ela pode sentir a respiração dele em seus lábios e aquele cheiro inebriante que provinha da pele levemente bronzeada de Bakugou – Se não notou ele não jantou conosco hoje, já que está na enfermaria.

– Certo – Foi a única coisa que conseguiu pronunciar, por quê ele estava tão perto? Por que de repente os simples atos de respirar e se manter em pé tinham se tornado tão difíceis?

– Então que fique claro, que eu só fiquei ali porque estava preso – Rosnou baixinho, sua voz era perigosa de tão cortante, era tão quente que enviava correntes elétricas por todo o corpo morena, essas se concentravam entre seus pernas, fazendo um calor subir daquela região – Entendeu, cara de anjo?

Cara de anjo?

– Tudo bem – Ela reuniu forças para conseguir falar, tinha segurado a respiração até aquele momento, mas notou que tinha sido um erro, já era nítido que estava ofegante – Eu entendi, Bakugou.

As luzes se apagaram.

Ele ficou em silêncio, e por um momento assustador e esperançoso a garota jurou que ele fosse beija-la. Mas a pausa dramática dele se estendeu com seu afastamento, e as lâmpadas automáticas se acenderam com o movimento, iluminando os dois corpos quentes e avermelhados diante das escadarias.

Os olhos vermelhos do loiro a fitaram rapidamente antes dele agarrar o trinque da porta, fazendo menção de sair.

Uraraka respirou fundo naquela metade de segundo, observando a camisa negra de Bakugou em contraste com a bermuda da mesma cor, e como aquela combinação simples o fazia parecer ainda mais espetacular, ainda mais porque ela sabia o que havia por baixo de uma das peças e passava as noites imaginando o que havia na outra.

– Bakugou! – Chamou, outra coragem subida apossou-se de si, e com o peito a doer pelas fortes batidas do coração sentiu o olhar flamejante do homem na porta pousar sobre si, faminto e ansioso.

Ele pareceu prever as próximas palavras dela quando empurrou a porta de volta, devotando toda a sua atenção para a boca rosada da mais baixa.

Mordendo a parte interna das bochechas ela reuniu toda a força que podia para conseguir pronunciar as próprias palavras.

– Você me viu pelada – Respirou fundo – E eu não vou conseguir dormir se não ficarmos quites.

Uma névoa passou pelos olhos ardentes do loiro perto da porta, enquanto a morena ardia na vergonha de sua declaração, estava sendo absolutamente sincera em sua defesa, e admitir isso não era um pedido, embora pudesse ser visto daquela forma, deixaria interpretações e conclusões para Bakugou, e ele que decidisse o que queria fazer com ela.

Pela falta de movimentos a luz novamente se apagou. E graças aos olhos acostumados pela claridade, ela não foi capaz de ver o sorriso impiedoso que surgiu nos lábios dele.

Avançando no breu, Katsuki capturou Ochako em seus braços, colocando o corpo dela na parede assim que a luz voltou a acender. Agora as duas faces estavam ainda mais perto, as mãos dele seguravam a cintura dela, e a ponta dos narizes quase se encostava.

– Acho que devíamos ficar quites mesmo – Sussurrou, ela estava vermelha como uma maça, mas a euforia era maior, tinha a atenção e o corpo de seu maior desejo junto a si.

A boca quente dele se chocou contra a dela em um rompante, roubando todo o ar dos pulmões de Uraraka, as mãos da mesma fugiram para o cabelo arrepiado dele, os dedos enterrando-se no couro cabeludo, as dele se concentraram em apertar a cintura dela, deixando os corpos o mais pressionados o possível.

Era o primeiro beijo de Ochako, mas claramente não era o primeiro de Bakugou, a boca dele era ágil e experiente, dominando e trazendo deleite aos gostos dos dois, sua língua logo invadiu a boca dela.

A sorte deles era que as escadas eram um dos poucos locais do dormitório onde não haviam câmeras, apenas aquelas lâmpadas com sensores de movimento. O pouquíssimo uso tirava a utilidade. Então quando Bakugou empurrou Uraraka contra parede e desfez o laço de seu roupão, ela só ficou envergonhada por ele.

A peça caiu ao redor dos pés dela, revelando o pijama pequeno e roxo que ela usaria para dormir aquela noite. Já era o bastante para trazer a mente do loiro flashs de lembranças daquela mesma tarde, onde pode apreciar a obra de arte que era o corpo de Uraraka Ochako ao vivo. Poderia fazer de novo.

Sorrindo maléfico levou as mãos para despi-la da blusa de alcinhas púrpura, mas foi esbarrado pela morena.

– Você primeiro – Ela disse ofegante, cruzando os braços em frente aos seios.

Ele fez uma careta ansiosa antes de seu rosto ser cortado com um sorriso safado. Segurou a barra da camisa que usava, notando satisfatoriamente o olhar angustiado dela seguir seus movimentos. Puxou o tecido pela cabeça, logo jogando a peça de roupa no chão ao lado dos dois. Fez menção de voltar a agarra-la, mas mais uma vez Uraraka o barrou, adiantando-se para puxar o cordão que segurava a bermuda de moletom dele no lugar.

– Nunca tinha notado que você era pervertida desse jeito, cara de anjo – Falou, enquanto o tecido deslizava por suas pernas e caia no chão.

A cueca branca de Bakugou fazia um contraste belo com a pele levemente bronzeada e os cabelos loiros. A garota, tendo aquela visão teve certeza de três coisas:

Um; Se algum dia visse o próprio Lúcifer vestindo uma cueca box, era exatamente assim que esperava que fosse.

Dois; Bakugou definitivamente era a coisa mais gostosa e deleitosa que ela teve o prazer e a sorte de por os olhos.

Três; Aquela não podia ser a última vez que veria aquele corpo daquela forma.

Aproveitando a safadeza da colega de turma, Bakugou adiantou-se para despi-la também, já tinha tirado uma pequena casquinha naquela tarde, mas ainda queria mais, não só queria vê-la como queria toca-la, mesmo que já tivesse beijado algumas garotas, nunca tinha passado daquilo e não se importaria de experimentar um pouco com a morena.

Levantou os braços dela, aproximando o rosto do pescoço alvo, beijou a carne quente, enquanto enrolava a ponta dos dedos na blusa dela e puxava o tecido lentamente para cima. Suspirando pesado, ela deixou que a única peça que tapasse seus seios fosse retirada e jogada no chão.

Os olhos vermelhos rubis fitaram com volúpia as duas esferas, os mamilos rosados e delicados fizeram um arrepio de excitação subir pela sua espinha. Mordeu os lábios malicioso, sentimento seu membro pulsar.

Uraraka observou aquela expressão envergonhada e excitada.

O loiro voltou a aproximar o rosto do corpo dela, mas daquela vez mais embaixo, rodeando com seus lábios macios um dos mamilos, enquanto deslizava os dedos sobre o outro. Ela gemeu, alto demais, fazendo-o colocar a mão remanescente sobre a boca da mesma.

– Fica caladinha, Ochako.

Bakugou passou seus beijos e chupões para o outro seio, puxando com uma mão só o shortinho dela e a empurrou-a contra a parede, deslizando a mão pelo ventre até o meio das pernas da mesma.

A garota tremia quando os dedos dele pressionarem o ponto mais sensível dela, a fazendo jogar a cabeça para trás, mordendo os lábios para conter um gemido.

Ele voltou a beija-la, apertando o corpo contra o dela, ainda com uma das mãos acariciando-a na intimidade. Uraraka passou as mãos pelas costas dele, cravando as unhas na pele bronzeada.

Virando-o, e colando as costas do garoto contra as parede, fazendo Katsuki dar um sorriso surpreso e safado.

Ela respirou fundo, corada demais, puxou o elástico da cueca dele, descendo-a rapidamente.

Observou o membro dele extremamente envergonhada, deslizando a mão sobre a glande rosada, fazendo-o suspirar. Percebendo o rosto contorcido de prazer, notou que precisava vê-lo por mais tempo.

Não sabia exatamente o que fazer, mas sabia o que precisava fazer. Ajoelhou-se, a expressão do outro era de longe a coisa mais excitante que ela já tinha visto.

Segurou o falo pela base, abrindo a boca e introduzindo-o, o pénis grosso e longo preencheu totalmente sua cavidade bocal, e ele segurou os cabelos dela, escorando as costas na parede, já sensível ao prazer.

Mesmo que fosse totalmente inábil naquilo, a garota se esforçou para seguir o ritmo que ele ditava auxiliando-a com a mão dele em seu cabelo, o encaixando completamente em sua boca.

Ainda que fosse inexperiente, ela percebeu que ele estava prestes a ter um orgasmo quando chegou a hora, ele estava tremendo, e em sua expressão estava nítido o prazer delirante.

Ele afastou ela antes de gozar, derramando-se em suas próprias mãos para não atingi-la. Suspirando pesado, soltando o ar, Uraraka ainda tinha os olhos castanhos nele.

Segurou então a mão dele e lambeu sensualmente o suco branco das mãos másculas.

– Ah maldita – Ele gemeu puxando a para si – Por que você tem que ser tão fodidamente gostosa, Ochako?

Ela não o respondeu, deixou um sorriso safado reinar em seu rosto , e ele também não conseguiu resistir, apertou as polpas macias da bunda dela, virando-a na parede.

– Sua vez – Ele disse, beijando-a ansiosamente, em seguida chupou a pele do pescoço, arrancando a calcinha dela no processo.

Ajoelhou-se, sem antes dar uma mordidinha em um dos bicos dos seios da mais baixa. Puxou uma das pernas dela, colocando-a sobre seus ombros, deixando seu caminho pecaminosamente livre para enlouquecer Uraraka.

Ela estava molhada demais, com certeza nunca tinha ficado com tanto tesão como daquela forma antes, e Bakugou notou toda aquela umidade com orgulho. Passou a lambe-la com lentidão, e Ochako gemeu, era em definitivo a melhor sensação que já tinha sentido.

Ele passou a utilizar seus dedos, enterrando-os na fenda macia e molhada, ouvindo a música excitante dos gemidos dela.

Não se passaram nem cinco minutos quando ela gozou sob seus contatos, e Bakugou precisou segura-la para que não viesse ao chão ao modo que suas pernas ficaram bambas, abraçando a cintura da mesma, aproveitando o contado dos seios macios contra seu peitoral, a maldita era gostosa demais para ser verdade.

Beijou o rosto redondo de Ochako enquanto ela retomava o ar, realmente nunca tinha visto sua colega com sentimento sexual até o começo do seu terceiro ano, mas sempre achou admirável como o rosto redondo dela era agradável.

– Bakugou... – Ela resmungou manhosa, apoiando ainda mais o corpo no dele, atravessando os braços pelos seus ombros.

Ele não evitou um sorriso, levando as mãos novamente para a bunda dela, decidindo que Uraraka tinha a bunda mais gostosa e suculenta de todo o mundo. O rosto corado e relaxado dela também era bastante interessante, a boca inchada dos beijos, o cabelo bagunçado. Só imaginava como ela ficaria se pudessem fazer ainda mais, e como seria gostoso ter a vista daquela bunda maravilhosa enquanto estava dentro dela.

Pensando nisso ele disse:

– Amanhã podíamos fazer outras coisas no meu quarto – Sugeriu, os grandes olhos castanhos abriram-se para ele, eram bonitos e inocentes, não revelavam a pervertida que os possuía.

– Então você também...

Ele a interrompeu se irritando.

– Claro que sim, cara redonda! – Reforçou o aperto nas bundas dela, e sorriu travesso com a leve expressão de dor que ela fez – Você é gostosa pra caralho.

Ela deixou um sorriso presunçoso dominar sua face, e deslizou as mãos pelo abdômen definido dele, contornando cada saliência do músculo com a ponta dos dedos, se ela era gostosa o que restava para ele? Ainda mais com aquele sorriso felino de lado, revelando seus dentes perfeitos, e o corpo que ela mais desejava.

– Então da próxima vez eu devo abrir a janela quando me espiarem no banheiro?

Ele revirou os olhos ao lembrar do ocorrido de mais cedo.

– Se a pessoa espiando for eu – Respondeu, aproximando a boca da orelha dela.

Uraraka suspirou febril, mais do que satisfeita com aqueles sussurros. Por ela, poderiam passar a noite inteira trocando sussurros naquelas escadas, sem problemas.

As luzes se apagaram.

– Vamos por a roupa, amanhã continuamos – Ele disse, apertando o corpo feminino – A não ser que você não queira.

Uraraka quase riu.

– É claro que eu quero.


Notas Finais


É, não rolou hentai! Mas não desanimem, posso fazer uma continuação dessa história, mas essa aqui em questão esta finalizada - Se eu tranformar essa em uma coletânea de one shots o Spirit puxa minha orelha, já que é contra as regras 😉
Gostaram? Comentem!
Se tiverem alguma idéia legal pra uma história, ou algo que gostaria de ler por aqui, me manda um map, adoro receber maps ❤
Beijão e até a próxima!


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