História Pesadelo - Capítulo 6


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Categorias Resident Evil
Personagens Ada Wong, Claire Redfield, Leon Scott Kennedy, Sherry Birkin
Visualizações 13
Palavras 1.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


olá olá

mais um capítulo maravilhoso pra vcs

espero que gostem

bjs c:
xoxo

Capítulo 6 - Capítulo Seis


Encontramos dois zumbis no topo da escada, onde mais a frente dava a mais um longo corredor. Pedi para que Leon me cobrisse e esquivei do zumbi, enquanto ouvia dois tiros e o barulho dos corpos caindo no chão. Mais a frente eu pude ver a dona dos gritos pedindo por socorro, de fato era uma garotinha, mas ela não me viu, pois estava contra a porta enquanto o zumbi caminhava lentamente na direção dela. A garota notou que havia um buraco no canto da porta e não pensou duas vezes, entrou e sumiu como o clarão de um raio.

Atirei contra o zumbi que estava perseguindo a garota e me aproximei da porta, notando que do outro lado do buraco estava tudo escuro, mas consegui ouvir os passos da garota se distanciando dali. Leon se aproximou.

— Está procurando por algo aí? — ele perguntou.

— Não. A garotinha passou por aqui tentando escapar do zumbi.

— Esperta — ele disse — Sorte a dela se do outro lado não tiver mais um deles.

— Espero que ela fique segura — falei preocupada.

O outro lado da porta estava tudo escuro, não consigo imaginar aquela menininha morrendo para essas aberrações.

— Olha só! — Leon chamou minha atenção — Se colocadas no lugar certo — apontou para a estátua cinza e outra marrom, opostas umas das outras — A central deixa a joia cair.

— Lugar certo? — perguntei confusa.

— Sim — Leon foi para o canto da parede, parecendo ser um piso falso onde ele pisou — Aqui.

— Então empurra elas aí!

— E vou. 

Leon empurrou com muita facilidade as estátuas para seus devidos lugares, contrários é claro. Fazendo assim a joia desprender-se da estátua central. Peguei a joia avermelhada e guardei-a no bolso, enquanto Leon entrou pela outra porta e foi na minha frente. Olhei mais uma vez de onde vimos para ter a certeza de que não tinha mais nenhum zumbi vindo e fui atrás dele.

Leon estava parado em frente à porta no corredor, e do lado da mesma havia uma placa pregada na parede, localizando ali o escritório dos membros S.T.A.R.S. Leon abriu a porta e entramos, ele foi direto ao armário e abriu, encontrando uma Shotgun. Ele logo tratou de recarregá-la, já que as caixas de munições estava do lado da arma.

— Leon! — chamei-o, ele se virou e veio até mim — Achei o diário do meu irmão! — falei animada, preparada para folheá-lo e ver o que Chris escreveu por ali.

— Leia. Vou ver se tem algo mais por aqui. — ele disse.

Sentei na cadeira e comecei a ler o diário.

— T-vírus... — pensei em voz alta e Leon me olhou de canto, do outro lado da sala.

— O que disse? — Leon falou e se aproximou, sentando em cima da mesa.

— Chris, ele realmente tem a certeza de que a Umbrella é a responsável pelos experimentos feitos na mansão — falei, virando a próxima folha.

— Então toda essa infestação é causada pelo T-vírus? — Leon indagou, olhando alguns papéis sobre a mesa.

— Provavelmente! Ele continuou escrevendo que qualquer um que se infectasse com esse vírus, se transformaria em um zumbi.

— Então está explicado esse tanto de zumbi por aí, e é incrível que praticamente toda a cidade está assim.

— Incrível não, bizarro! — o corrigi, fazendo Leon rir.

— É, bizarro.

— Ah não! — coloquei a mão sobre a boca — A Umbrella tem trabalhado para desenvolver uma variação do T-vírus original, o G-vírus.

— Isso está ficando fora de controle. — Leon falou, com o cenho franzido.

— Já ficou. Se for o caso, o T-vírus sofre variações, não necessariamente para o G, mas para tornar o hospedeiro em outra criatura. — deduzi, sem ter a certeza se estava certa ou não.

— Quer dizer que, aquela criatura com garras bizarra lá embaixo sofreu as variações do T-vírus e virou aquilo?! — Leon disse surpreso, fazendo-me assentir.

— Pode ser... agora você imagina o que mais tem dentro dessa delegacia! — falei comprimindo os lábios, prevendo mais desafios para nós dois enfrentarmos. 

— Prefiro não imaginar, e sim destruir essas aberrações.

— Então nós temos que destruir essa cidade, não é mesmo? — falei e Leon riu,

— Boa ideia, Claire. Vamos procurar o detonador por aqui! — Leon disse animado e eu ri com isso.

A última pagina me chamou a atenção, pois Chris dizia exatamente onde estava indo. Europa. Graças à essa informação escrita devidamente pelo meu irmão, pude tirar o peso de minhas costas e suspirar fundo, tendo a certeza de que ele estava sim vivo.

— E você, o que achou por aqui? — indaguei.

— Isso. — Leon tirou uma medalha detrás de si, e me mostrou. A medalha estava com a estampa de um unicórnio, foi aí que lembrei. — Não é exatamente um unicórnio vivo, mas do mesmo jeito serve. — falou brincalhão, apenas revirei os olhos.

— Você quase chegou perto, Leon! — falei guardando o diário na gaveta — Agora pode ir lá e colocar no lugar pra ver o que acontece.

— Mas eu, Claire?! — Leon disse, indignado com o que eu falei.

— Mas é claro, não quero voltar lá e topar aquele monte de zumbi querendo me comer viva! — falei arqueando a sobrancelha, sendo um pouco obvia.

— E eu quero, né senhorita Redfield? — ele falou, sem muitas opções.

— Por favor! — falei juntando as mãos.

— Tudo bem, eu vou. — Leon se deu por vencido e desceu da mesa, sendo o tempo de encurtar-mos a distância entre nós. Eu não iria perder essa oportunidade. Envolvi os braços ao redor do pescoço do Leon e ele fez o mesmo comigo, só que envolta da minha cintura, e puxou meu corpo para mais perto do dele. Pude sentir a respiração dele próxima ao meu ouvido, como se estivesse apreciando o perfume que exalava ali. E isso me deu leves arrepios pelo corpo.

— Obrigada — sussurrei, e logo depois desvencilhei meus braços em torno de seu pescoço. Ao contrário dele, que manteve as mãos em minha cintura e suas orbes azuladas fixas às minhas — Agora vai, e não morra lá, ok?

— Não vou. — Leon disse, dando uma piscadela para mim, pegando a Shotgun sobre a mesa e logo após saindo do escritório.

Assim que ele saiu, fui dar uma olhada nas coisas do escritório. Logo ao fundo um quadro enorme com a logo dos S.T.A.R.S e ao lado uma foto com os membros. Chris eu pude reconhecer logo de cara, mas os outros membros não. Menos a moça ao lado do Chris, supostamente possa ser a Jill que ele descreveu no diário.

A impressora começou a apitar e processar duas folhas, fui dar uma olhada e nelas diziam que o setor de investigações internas estavam esclarecendo as solicitações enviadas por Chris a respeito da Umbrella e o chefe do departamento de polícia Sr. Brian Irons, sendo o responsável de receber uma quantia alta de suborno pela Umbrella, durante os últimos cinco anos.

Irons também estava envolvido nos incidentes do laboratório da mansão e em vários outros em que a Umbrella está relacionada, sem contar que foi indiciado no tempo em que era universitário por estupro, mas foi inocentado por obter provas circunstanciais e uma excelente conduta acadêmica.

Sai do escritório e fui para o fim do corredor, dobrando e encontrando mais uma porta, mas esta estava trancada e com um simbolo de espada abaixo da fechadura.

— Ótimo, eu não achei nenhuma chave — sentei-me no banco onde ficam os detentos — Vou esperar o Leon voltar, espero que essa chave esteja nas mãos dele.


Notas Finais


<3


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