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História Pesadelo chamado - Jeon Jungkook - Capítulo 2


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Notas do Autor


Oioi, como vocês estão?? Espero que bem. 💙
Divirta-se.

Capítulo 2 - Certo, Jungkook?


Fanfic / Fanfiction Pesadelo chamado - Jeon Jungkook - Capítulo 2 - Certo, Jungkook?

Todos que você conhece estão lutando em uma batalha que você não sabe nada a respeito. Seja gentil sempre. 

                                                                     // Jung Jinsoul \\

— Kim Taeil está negando o crime, mas a esposa insiste em acusá-lo. Aqui estão algumas imagens que a câmera da frente da casa gravou. 

Taeyang me mostrou algumas fotos, onde mostravam o suposto Kim Namjoon saindo de casa minutos antes de ser morto e em seguida seu pai. 

— A mulher diz que horas mais cedo eles discutiram, pois a suposta vítima segue uma orientação sexual não aceita pelo Sr.Kim. 

Já havia pego vários casos de crianças, adolescentes sendo assassinadas por pais por conta da orientação sexual. 

Reprimi meus lábios lábios pensativa enquanto observava as imagens e lia algumas informações sobre o pai. Dono de uma pequena empresa, obviamente tinha planos de casar o homem para crescer seus negócios. 

— Quero interrogar a esposa e o marido. 

Digo autoritária e Taeyang me encara sorridente, não entendi o porquê.  

Senti sua falta, doutora. Não dorme mesmo em serviço. 

Sorri agradecida. Taeyang parecia me admirar muito assim como eu também o admirava, eu adoro meu emprego e será melhor ainda ter pessoas como ele trabalhando comigo. 

[...]

— Esse é o advogado encarregado do caso do Sr.Kim Taeil. 

Minha atenção que antes estavam em alguns papéis agora se encontrava na silhueta masculina em minha frente, conhecida por mim. Reconheceria este rosto em qualquer lugar. 

— Kim Taehyung. 

Digo encarando a figura alta a minha frente sorrindo ladino, ali estava ele... A parte ruim do meu colegial. 

// Flashback On \\

Estávamos todos do terceiro ano comemorando o último dia no colégio antes da formatura, todas as turmas dos terceiros estavam reunidas, todos em grupos, conversando entre eles. Eu estava apenas com Jungkook e Yura. 

É agora ou nunca, Soul. 

Jinsoul diz segurando a caixa de chocolate em mãos firmemente, ela havia dito antes que gostava de Taehyung e estava disposta a se declarar e chamá -lo para sair. Por outro lado eu era totalmente contra, pois Taehyung sempre se mostrou gostar de sentir superior as outras pessoas, não importava quem, ele apenas tinha de fazer outras pessoas sofrerem para estar bem. 

Boa sorte, Noona. 

Jungkook disse sorrindo soltando uma piscadela para a mais velha, permaneci quieta apenas observando a garota caminhando desajeitadamente até Taehyung e seu grupínho. Todos os outros alunos tomaram a atenção própria para encarar a situação, isso é óbvio, Kim sempre foi popular. 

Taehyung-ssi, eu finalmente posso dizer como me sinto após tantos anos guardando esse sentimento dentro de mim. E desde que você me convidou para ser sua acompanhante no baile, senti como se todo o mundo tivesse parado, é isso que acontece, eu esqueço de tudo e de todos quando o vejo. Aceite meus sentimentos. 

Ele convidou você para o baile para poder pescar você a noite, sua tonta. 

O garoto ficou minutos em silêncio, sentia a tensão de Yura me atingir de longe. 

Houve um erro de conexão aqui, creio que a culpa seja minha. 

O rapaz diz sorrindo ladino cruzando os braços, e foi aí que eu senti que nada bom vinha pela frente. 

— Yura, eu a convidei para o baile por ser muito bonita, mas agora eu vejo que foi muito estúpido da minha parte.  Agora... vendo bem de perto... 

O rapaz se aproximou da garota a encarando. 

Você não parece boa o suficiente. Você consegue imaginar... alguém como você, com alguém como eu? 

Ele riu irônico, não estava conseguindo ver o rosto de Yura, mas eu tinha a certeza de que a garota estava chorando. E isso ficou claro quando ela saiu correndo de dentro da quadra do Colégio, isso me deixou irritada, Taehyung sempre a maltrato e isso é uma merda. 

Jungkook me encarou surpreso. 

— Não vale a pena, Jinsoul. 

Levantei frustrada e caminhei em direção a Taehyung e seu grupo, que estavam rindo da situação que houve minutos atrás. 

— Você é um cara incrível. — Digo encarando o mais alto que me olhou de cima a baixo. 

— Jung Jinsoul, certo? Você é bem famosinha por aqui. A garota diferente. — Taehyung diz rindo e seus colegas fazem o mesmo. 

— Diferente como? Inteligente? Sensata por ser uma das poucas que não correm feito idiotas atrás de um cara que não vale a pena como você? Então sim, sou diferente. Então sinto a necessidade de te perguntar. 

Me aproximo mais um pouco. 

— O que te faz pensar que precisa ferir os sentimentos de alguém para não perder sua dignidade, hein?  O que o torna tão inseguro? 

Kim me encarava travando seu maxilar. 

— Quer saber, não é fácil de adivinhar. — Digo sorrindo. — Seu pai nunca disse que te ama? Mamãe nunca pendurou seus desenhos?  Eles não presenciam suas graduações? — Taehyung respirou fundo implorando com o olhar para que eu ficasse quieta. — Oh não, você foi zoado por seus colegas por não ter pelos no saco aos dezesseis? 

— Jinsoul... — Taehyung implorando com seus olhos pegando fogo. 

— Seja o que for, sugiro que supere. — Me aproximo um pouco mais ficando à centímetros de seu queixo. — Porque insultar garotas de dezoito anos porque já saiu com elas não será a sua melhor maneira de se vingar do mundo. Se torne humano, Kim Taehyung. — Sorrio sarcástica. — A propósito. — Me afastei dele. — Nunca te achei bonito, homens que se comportam como um clichê de merda nunca são atraentes. 

// Flashback Off \\

Doutora Jung, nos reencontramos. — Kim soa sarcástico enquanto se aproxima sentando na cadeira em frente à mim. 

Permaneci em silêncio por alguns minutos. 

Então... se tornou advogado? — Pergunto relaxando minhas costas na poltrona. 

E você promotora. — Taehyung umdece seus lábios. — Por que estão retirando um caso que está enterrado há anos, agora? 

Ele foi direto ao ponto, falando do caso pelo qual ele está responsável. 

A esposa pediu para estudarem o caso, pois acredita que o marido não seja inocente. — Digo entregando os papéis que Taeyang havia me dado junto às imagens. — No dia do crime, temos imagens das câmeras guardadas pela própria esposa, onde mostra a vítima saindo de casa no dia onde mais cedo havia discutido com o suspeito. Algum tempo depois, o suspeito saiu na mesma direção. — Entrego as imagens. — Temos informações dos lugares em que a vítima frequentou quando saiu, o suspeito esteve em todos e foi embora pouco tempo depois. Deduzi que procurava a vítima e ia embora após entender que ela não estava no mesmo lugar, mais. 

— Deduz, doutora? Deduz? 

Taehyung ri nasal tocando seu queixo cruanzando a perna, seu olhar entregava o que estava pensando. 

— Alguns donos dos locais foram interrogados e afirmaram ver um senhor a procura da vítima, o suspeito é um Ahjussi (homem de meia idade) amigos da vítima afirmam que Kim Taeil nunca aceitou a orientação sexual  do filho, a esposa confirma que a confusão de mais cedo no dia do crime foi porquê o filho cobrou apoio do pai, nisso acabaram se desentendendo. 

— Meu cliente negou o crime. A esposa provavelmente não contou que o jovem usava drogas, certo?  Já pensou em uma possível discussão por dívidas? Meu cliente tem uma empresa a zelar, provavelmente pediram uma quantia digna por juros. Esse caso foi encerrado, por que estão insistindo novamente? 

— O caso não será encerrado enquanto estiver em minhas mãos, pois casos mal resolvidos nunca são bons. Você deveria saber, senhor advogado. Minha auxiliar marcou para depois de amanhã, creio que já esteja informado, vamos ver depois que eu interrogar o esposo e a esposa. 

[...]

A costela de porco agridoce deste restaurante é a melhor. — Taeyang diz já se servindo. — Tenha um ótimo almoço, doutora. 

Sorri simpática e tratei de me servir, minha mente estava um pouco imersa na minha conversa com Kim Taehyung hoje mais cedo, mesmo depois de anos, ele não parece ter mudado seu jeito superior as pessoas, sua forma de se expressar, tendo ele como advogado neste caso será um desafio e tanto. Ele não parece desistir fácil. 

Sabe algo sobre o advogado de hoje mais cedo? — Pergunto a Taeyang tomando um pouco do meu suco de laranja, estava azedinho. 

Advogado Kim? Ele é bom. — Taeyang prossegue comendo sua comida. — Um dos melhores em sua área, não desiste fácil. 

Confio no que eu faço, Taehyung não conseguirá vencer esse caso. 

— Quero relatórios exatos sobre o dia do crime, onde a vítima exatamente esteve, o que fazia, com quem andava, se tinha alguém com ele no dia do crime. Não podemos deixar escapar absolutamente nada... ou ele será inocentado. — Digo.

— A própria esposa insiste em acusá-lo, o que podemos esperar de um homem que supostamente matou seu filho? Não Ser A fácil, advogado Kim... ele é bom no que faz. 

— Não confia em mim? — Pergunto pondo um pouco de comida dentro da boca. 

— Mas é claro que confio. 

Nosso almoço ocorreu muito bem.

Voltamos a trabalhar, mas o olhar intimidador de Kim Taehyung não saia da minha cabeça. 

O que está pensando, Jinsoul? Você é ótima no que faz.

Taeyang e a assistente me mandariam relatórios mais tarde. 

Quanto mais encarava a foto da vítima me convencia de que já havia visto aquele rosto. 

[...]

— Está indo para casa? 

Changsun pergunta após eu entrar no carro. Afirmei abrindo a pasta onde eu havia colocado alguns papéis. 

Kim Namjoon, esse nome não me é estranho. 

— Novo caso? — Changsun pergunta me olhando pelo retrovisor. 

— Foque na estrada por nossa segurança. — Digo de olho nos papéis. — Fui muito bem recebida com um caso de homicídio. 

— Isso me dá arrepios. — O mais velho diz logo soltando uma risada. 

Ao chegar em casa, tratei de entrar e ir diretamente para o meu quarto. Taehyung provavelmente não dorme em serviço e preciso garantir que ele não vai ganhar este caso. 

Resolvi primeiramente ir tomar um banho quente, o dia ainda não acabou mas já me faz se sentir uma completa derrota. 

Horas depois recebi os relatórios. 

Minha cabeça estava doendo, mas precisava ler todos eles. Tenho apenas um dia para interrogar o réu. 

Peguei os papéis e meu notebook em mãos, saí do meu quarto. A mansão é silenciosa, Hoseok e papai não devem estar em casa, provavelmente os funcionários estão trabalhando. Desde criança sempre gostei de estudar na cozinha. 

Sentei diante do balcão e pus os papéis ali em cima, respirei fundo antes de ler. 

— Oh! Esse é o Namjoon-hyung. 

Hoseok me assustou ao me surpreender na cozinha de repente, o mais velho tocou as fotos da vítima e foi aí que eu lembrei. Meu irmão o conhecia. 

— Hobi, você conhece esse cara?  — Pergunto.

— Claro, éramos amigos, mas ele morreu há... um ano? Um ano, certo Jungkook? — Grita as últimas palavras em direção a sala.

Eu estou delirando? Minha dor de cabeça está me fazendo delirar? 

A silhueta masculina veio acompanhada até a cozinha.

— O que disse? — Jungkook pergunta tirando o boné passando as mãos nos cabelos. 

— Jinsoul! 

Jimin correu em minha direção Me puxando para um abraço, mas meu corpo estava estático, não conseguia me mexer, estava apenas ali, quieta, sem fala ou movimentos. 

— J...Jungkook? 



Notas Finais


Eita!
O alecrim dourado apareceu.


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