História PESADELOS (Maleo) - Capítulo 4


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Categorias Teen Wolf
Personagens Alan Deaton, Chris Argent, Derek Hale, Isaac Lahey, Kira Yukimura, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Melissa McCall, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Stiles Stilinski, Theo Raeken
Visualizações 44
Palavras 3.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLÁ! DEMOREI MAS AQUI ESTOU EU COM UM CAP MARAVILHOSO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Bom, eu espero que esteja maravilhoso, espero que gostem!

Aproveitem a Leitura Meus Amores! XOXO

Capítulo 4 - Uma Madrugada com Aproximações


Fanfic / Fanfiction PESADELOS (Maleo) - Capítulo 4 - Uma Madrugada com Aproximações

Nos Capítulos Anteriores:

 

Depois de cuidar de Malia, eu subi na cama deitando nas pernas dela, senti sua mão acariciar minha cabeça e eu ergui a cabeça para olhar em seus olhos.

 

-Eu estou bem, obrigada Theo.- Malia murmurou me olhando e logo adormeceu. Senti meu coração se aquecer, um alívio me percorrer por inteiro, ela estava bem e somente isso me importava. Pulei da cama ainda em forma de lobo, logo a porta se abriu, Scott entrou por ela e foi em direção a Malia.

 

-Obrigado por cuidar dela Theo.- Ele agradeceu me olhando nos olhos e eu apenas balancei a cabeça em afirmação. Saí pela porta do quarto de McCall e fui para o meu, assim que passei a porta voltei a forma humana, suspirando profundamente sentindo a dor dos meus machucados, fui para o banheiro e liguei o chuveiro deixando a água quente escorrer pelo meu corpo, o sangue seco manchando o piso branco ao escorrer juntamente da água para o ralo. Na minha cabeça havia mil pensamentos e o principal era a Malia, lembrei do momento que ela me salvou na escola, dos traços de seu rosto quando me salvou no lago, seu olhar sobre mim, quase como desejo, sua pele fria e os lábios rosados, cada detalhe, o modo como seu corpo ficou colado ao meu e como nós dois em forma de lobo conseguimos nos entender e a maior questão era: como ela havia virado a minha âncora? E como eu esconderia isso de todos e principalmente dela. A escolha era simples, me afastar dela, mas o fato é : e se eu não conseguir?



 

Pov Malia Hale

 

Deitada sob as folhas secas caídas na floresta, encarei o céu de um cinza escuro e amedrontador, com os olhos capturando todos os ângulos ao redor, o tempo extremamente frio, fazia com que fumaça saísse de minha boca e nariz a cada respiração. Eu conhecia o lugar, era a floresta de Beacon Hills. Me sentei, ainda olhando tudo em volta, em seguida ficando de pé, sentindo um vento forte e gélido me arrepiar da cabeças aos pés, fazendo meus cabelos voarem assim como o vestido branco que eu estou usando, meus pés descalços sentindo a terra úmida, como se houvesse acabado de chover, apesar de eu estar completamente seca. Minha cabeça está um nó e eu ainda não havia entendido como eu vim parar aqui. Andei alguns passos, arrastando algumas folhas junto comigo, por causa do vestido longo,  fazendo com que elas ficassem agarradas a ele. O silêncio da mata só não é absoluto devido o som macabro dos galhos de árvore e o arrastar do vestido sob as folhas secas.

Andei por cerca de 10 minutos sem saber exatamente para onde ir, como se eu estivesse andando em círculo, eu continuei, até o momento que passei por uma grande árvore antiga, andei até ela em passos lentos, ao me aproximar, pude ver um buraco de tamanho grande o suficiente para passar uma pessoa, então eu passei, o local que eu estou agora, neva, um enorme lago congelado tomava conta de mais da metade do ambiente, as árvores antigas e cheias de neve, davam um ar mórbido e extremamente lindo. Não parecia ter mais alguém ali,  mas então eu senti um cheiro, ele era familiar, apesar de não conseguir identificar de quem, eu conhecia a pessoa com aquele cheiro. Como se um super-ímã me chamasse, dei o primeiro passo em direção ao lago congelado sentindo meus pés doerem assim que entram em contato com a superfície extremamente gelada, mesmo assim, me forcei a continuar a caminhar sobre o gelo, era um impulso grande, como uma necessidade, senti meu coração acelerar na medida que eu me aproximava cada vez mais do centro, os passos acelerando e a pulsação forte, fazem com que minhas lufadas de ar saiam com mais força e então uma pequena mancha de sangue no meio de todo aquele gelo fez eu parar e agachar para tentar identificar de quem era aquele sangue, encostei a ponta de meu dedo médio na gota de sangue fresco, com as mãos, tirei um pouco de neve do local e pude ver algo, esfreguei a superfície mais uma vez e pude ver nitidamente dessa vez quem era a pessoa. Era eu! Submersa no lago, inconsciente, de olhos fechados. Suspirei pesado com o susto e surpresa, então eu fechei os olhos e no segundo seguinte a temperatura caiu e eu abri os olhos, os arregalando, percebi que prendia a respiração, no minuto que meus músculos foram endurecendo. Como eu havia ido para dentro do lago congelado? Bati no gelo com força, uma tentativa em vão pois o gelo não se quebrou, me mexer começou a se tornar uma tarefa difícil e o vestido longo que eu usava começou a parecer pesar uma tonelada, assim como meu próprio corpo, meus dedos das mãos e pés congelaram-se e a falta de ar começou a afetar minha consciência, ninguém me veria ali e eu morreria naquele gelo, o silêncio pareceu ser acolhedor naquele momento que eu havia perdido por completo a sensibilidade completa de meu corpo. Olhei para cima e no meu campo de visão surgiu o rosto do Theo, eu não sabia como ele havia me achado e nem o porquê dele estar ali naquele momento, seus olhos se arregalaram e imediatamente ele começou a socar o gelo como um louco, pude ler em seus lábios ele me chamar e bater com mais força no gelo, aquilo me deu uma força que eu pensei ter se esvaído, gritei por Theo, mesmo debaixo d’água, eu queria que ele soubesse que eu estava viva e lutando. Bati no gelo com mais força, com mais um soco forte, Theo fez o gelo rachar e no minuto seguinte teve o coração arrancado, não vi por quem, o sangue apenas jorrou de sua boca, tudo pareceu ficar em câmera lenta e o silêncio se tornou agonizante, seus olhos lacrimejados me fitando, como se eu fosse sua última esperança, ele caiu e naquele momento o gelo quebrou-se como um delicado cristal, saí da água me agarrando ao corpo de Theo, havia um buraco em seu peito, no lugar do coração, pousei sua cabeça em meu colo, seu sangue manchando a neve e meu vestido branco,  eu não sabia o por quê chorava, apenas não conseguia conter minhas lágrimas, os olhos verdes água dele ainda me olhando, uma lágrima solitária escorreu de um deles e eu o abracei.

-Theo.- sussurrei em seu ouvido, um vento mais gelado fez as árvores balançarem, olhei na direção que o vento soprou vendo uma pessoa muito ao longe, não consegui identificar se era homem ou mulher ou se era mesmo humana e em um piscar de olhos, sumiu. Olhei meu vestido manchado de vermelho e o rosto pálido de Theo, seus olhos ainda abertos, eu os fechei, abraçando seu corpo gelado, senti o gelo derreter debaixo de nossos corpos e vagarosamente emergimos na água de um azul escuro, intenso e frio, os resquícios do sangue de Theo deixando um rastro n’água. Fechei os olhos e deixei me afogar.

 

-Theo!!- gritei me sentando abruptamente na cama, respirando com dificuldade e suada, eu buscava inspirar o máximo de ar possível, olhei em volta me sentindo perdida no ambiente, me situando e inspirando o máximo de ar possível, olhando para todos os lados, procurando um perigo que eu não sabia dizer se era real ou não. Na cama, Scott dormia calmamente mesmo depois de toda minha agitação, ele apenas se mexeu virando-se para o lado oposto ao meu e continuou dormindo. As luzes estavam apagadas, deixando o quarto totalmente escuro, felizmente minha visão mesmo a noite, é ótima.
 

Me espreguicei um pouco na cama, sentindo meus ossos doerem um pouco, lembrei da luta anterior com os caçadores, as dores no meu corpo, não me deixariam esquecer aquilo por pelo menos uns dois dias. Levantei da cama, com apenas uma camisa do Scott, que tapava a metade de minhas coxas, andei em direção a porta que dava para o corredor e a abri, desci as escadas com passos lentos e leves. Fui para cozinha, minha barriga está completamente vazia. Estranhei quando vi a luz da cozinha acesa, abri a porta e me deparei com alguém pegando algo na geladeira, em seguida a fechou, revelando um Theo sem camisa, com apenas uma calça de moletom e os cabelos bagunçados,  que admitir que é uma visão bonita, mesmo se tratando de quem é.

 

-Quer me matar do coração Malia?!- ele exclama em um sussurro gritado assim que me vê parada no batente da porta. Seus olhos percorrem meu corpo da cabeça aos pés, parando em minhas coxas expostas e se demorando naquela região. Pigarreei um pouco para chamar sua atenção, logo ele desviou os olhos ponto a jarra de água na pia, em seguida pegando um copo e o enchendo.

 

-O que faz acordado uma hora dessas?- perguntei entrando na cozinha, ficando próxima a bancada, encostando meu quadril e cruzando os braços.

 

-Eu perdi o sono.- respondeu ficando aparentemente tenso, mas tentando disfarçar, dando de ombros e bebendo um gole de água. -E você?- perguntou.

 

-Tive um pesadelo.- Respondi lembrando das cenas do sonho ruim e principalmente, que Theo estava nele e que eu sofri por causa dele, no pesadelo, mas eu nunca contaria isso a ele.

 

-Eu também tenho pesadelos, que me deixam acordado por horas, as vezes eu prefiro não dormir.- ele murmurou, encarando o chão, como se falasse consigo mesmo.

 

Me sentei na bancada, curiosa para saber quais pesadelos tiraram seu sono. Ficamos em silêncio por alguns minutos, até o momento que eu percebi que ele não falaria sobre o assunto, suspirando audivelmente, pronta para comentar algo, meu estômago roncou assim que Theo se virou com um enorme sanduíche em mãos.

 

-Com fome? Pega o meu, faço outro para mim.- ele estendeu o lanche e minha barriga respondeu com um ronco ainda mais alto, claro que a audição apurada de lobo o ajudou a ouvir aquilo perfeitamente. -Você deve estar com mais fome que eu, não comeu nada desde ontem.- o chimera argumentou.

 

-Quero sim.- peguei o sanduíche de suas mãos, sem pestanejar. -Estou morrendo de fome.- comentei dando a primeira mordida e arrancando um suspiro em seguida. -Isso aqui está muito bom.- falei com a boca cheia. Theo sorriu balançando a cabeça em negativa, enquanto pega coisas na geladeira para montar mais um lanche.

 

-Isso se chama fome!- brincou e eu sorri em resposta, permaneci em silêncio comendo, Theo preparou mais dois sanduíches, eu havia terminado assim que ele puxou um banco e se sentou pondo o prato com os lanches na bancada e uma jarra de suco de laranja.

 

-Ainda com fome? Fiz mais um para você.- falou gentil, enquanto enchia os dois copos com suco e estendeu um para mim.

Realmente, eu ainda estou com fome, não recusei, apesar de ser estranha esse nosso contato, eu não poderia esquecer que ele me ajudou ontem.

 

-Obrigada.- agradeci, bebi um gole de suco e comendo o outro lanche.

 

Ficamos em silêncio enquanto comíamos, sem me dar conta, passei a analisar Theo, enquanto ele comia, lembrando do sonho que tive, talvez devido o fato de lutar ao lado dele e ser ajudada por ele, o mesmo se fez presente naquele sonho maluco.

 

-Então, me conta com o que sonhou?- ele quebrou o silêncio, olhando diretamente em meus olhos, como se houvesse lido meu pensamento. Engasguei com o suco, iniciando uma série de tosse, desci da bancada, Theo se levantou para me ajudar, dando leves tapas em minhas costas. -Está melhor? O pesadelo foi tão ruim assim?- ele questionou abrindo um meio sorriso que se desmanchou assim que viu minha cara feia.

 

-Foi! Foi horrível. Uma pessoa morreu e eu não pude fazer nada, a não ser assisti-la morrer.- falei irritada, mesmo eu odiando Theo, eu não queria sua morte, de uma forma ou de outra, ele parece estar tentando mudar, mas isso não significa que viramos amigos, não é por que todos deram um voto de confiança a ele que eu também tinha que dar, ele ter me ajudado, foi uma ação boa e mas suas intenções por detrás disso podem ser puras, assim como podem não ser.

Theo que havia levantado de seu lugar, bebeu um longo gole de suco, parecendo um pouco perdido com a resposta áspera, apesar disso, não retrucou, apenas encostou o quadril na bancada e apoiou as palmas das mãos, parecendo cansado.

 

-Comigo é ao contrário.-  confessou em voz baixa. Fiquei de frente para ele, encostada na pia, com os braços cruzados, eu queria saber seu sonho, afinal, que tipo de sonho seria tão ruim ao ponto de fazer uma pessoa querer deixar de dormir?

 

-Como assim?- questionei erguendo as sobrancelhas, ele pareceu ficar mais tenso, apertando a borda da bancada, suspirou profundamente, como se fosse difícil falar de tal coisa.

 

-Eu tenho o mesmo pesadelo todas as noites, desde quando voltei daquele inferno que a Kira me colocou! Eu não a culpo por me colocar lá, eu mereci.- explicou pensativo, o rosto duro e a postura rígida. Eu nunca pensei que veria ele assim, tão vulnerável ou sequer que chegaria ter uma conversa civilizada com ele, mas aparentemente, cá estamos nós, conversando na cozinha de madrugada.

 

-O que exatamente você viveu lá? Tem haver com seus pesadelos?- perguntei franzindo a testa em confusão.

 

-Meus sonhos fazem eu pensar que não saí de lá, é como se eu voltasse para aquele buraco, toda noite, quando vou dormir.- murmurou encarando o chão, como se estivesse sentindo-se envergonhado.

Por impulso me aproximei dele, pondo as mãos em seu ombro, ele está sendo sincero e eu pude sentir sua agonia, tristeza. Meu toque fez com que ele erguesse seu olhar para mim. Os olhos azuis água mais brilhantes que o normal. Eu senti necessidade de confortá-lo, apesar de não ser do tipo sentimental e nem entender bem esse tipo de coisa, mas eu também não sabia como me expressar, permaneci calada.

 

-Você está bem?- ele perguntou, não entendi, afinal ele quem parecia aflito, não eu.

 

-Como assim?- respondi com outra pergunta. Ele corrigiu a postura, eu retirei minha mão de seu ombro, ele se aproximou de mim.

As luzes não estavam completamentes acesas e a luz que entrava pela janela, iluminava metade de seu rosto.

-Bem, você levou muitas flechadas ontem, perdeu muito sangue, levou tiro e bem… Desmaiou assim que chegou em casa e voltou a forma humana.- ele explicou inclinando a cabeça um pouco para analisar meu rosto, seus olhos passam um misto de preocupação e cautela, menos de um palmo nos separa.

 

-Eu estou bem. Não são alguns caçadores babacas que vão me derrubar.- respondi convicta, mas apesar disso sei que a ajuda de Theo foi importante naquele momento, ele poderia simplesmente ter ido embora. -Você… Você está bem?- perguntei de volta, seus olhos desviaram do meu rapidamente para baixo.

 

-Eu estou.- afirmou, mas olhei para seu abdômen, ali havia uma marca arroxeada, como se houvesse levado um tiro. Coloquei minha mão sobre o machucado, pude notar a pele morna de Theo se arrepiar com o toque de minha mão fria, eu sempre tive problemas para me manter aquecida na forma humana. O coração dele acelerou um pouco, seus olhos encaram os meus, pude notar seu rosto um pouco mais corado, não entendi essa reação dele e nem poderia afinal eu quem havia tido uma reação estranha, pondo minha mão em sua barriga. Senti a sua pele macia e firme ao mesmo tempo, seus gominhos da barriga eram perceptíveis ao contato. Ele havia levado aquele tiro, se ferido para me ajudar. -Foi só uma bala de acônito, eu vou sobreviver.- concluiu soltando um sorrisinho soprado.

 

-Obrigada.- murmurei. -Por… ter me ajudado.- falei sem jeito.

 

-É o mínimo que eu poderia ter feito, ainda estou longe de ter o seu perdão, é só o primeiro passo.- revelou convicto. Permaneci calada, lembrando dos momentos, quando fugimos dos caçadores e fomos para a caverna, nós nos ajudamos, ficamos perto um do outro e mesmo eu não confiando nele criamos uma espécie de ligação.

-Preciso dormir.- mudei de assunto me afastando dele, mas ele segurou em minha mão, com um toque leve e me puxou para ele, me tomando em um abraço, um abraço quente e aconchegante. Seu cheiro me envolveu, assim como seus braços me contornaram de maneira gentil e estranhamente carinhosa, eu não soube como reagir por um instante, mas senti a necessidade de abraçá-lo também. Contornei meus braços ao redor de seu corpo grande, espalmando minhas mãos em suas costas que apesar de estarem expostas, mantinha uma temperatura morna.

 

-Obrigado Malia.- ele sussurrou em meu pescoço, fazendo um arrepio subir por meu corpo. Eu não sei o que exatamente ele está agradecendo, mas assenti com a cabeça. Seus braços me apertaram com mais força, fazendo meu corpo colar por inteiro ao dele e então ele se afastou. -Você precisa descansar, eu arrumo as coisas aqui na cozinha.- ele falou, me dando as costas para pegar o prato e os copos de cima da bancada. Não protestei, olhei pela janela, os raios de sol já riscava o céu, com passos leves, eu dei as costas, já na soleira da porta, eu olhei para trás, vendo as costas largas de Theo com algumas marcas fracas, enquanto ele lava tudo o que sujamos.

 

Subi as escadas rapidamente, abri a porta do quarto de Scott sem fazer barulho, ele ainda dormia tranquilamente, me deitei ao lado dele e puxei a coberta para me tapar, analisei os traços de seu rosto de perto por alguns segundos e então virei para o outro lado.

 

O sonho que tive veio em meus pensamentos e em seguida Theo, afinal, ele não havia me contado seu sonho, ou melhor pesadelo, o que será que ele havia passado no lugar que Kira mandou ele? Fechei meus olhos e imagens de nós correndo na forma coiote veio em minha cabeça, apesar da situação não ter sido boa, a sensação de correr livremente como uma coiote foi boa e a muito tempo eu não fazia isso. Com essas imagens em minha cabeça, eu adormeci e tive um sono sem sonhos.

 


Notas Finais


OLHA QUE LINDA APROXIMAÇÃO GENTEEEEEEEEEE..........
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO, COMENTEM E DEEM A OPINIÃO DE VOCÊS, ELA É MUITO IMPORTANTE PARA MIM.
Beijos e até o próximo Cap :3


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