História Péssima escolha - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Taehyung (V)
Tags Bottom!taehyung, Jungkook, Shotfic, Taehyung, Taekook, Top!jungkook, Vkook
Visualizações 257
Palavras 2.079
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Literatura Feminina, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 2 - Ultimo.


Aqui estou eu acordando, depois de uma noite agitada, com um ser alisando meu cabelo.

– Bom dia! – ele sussurra.

– Bom dia! – digo coçando os olhos.

– Ainda está com sono?

– Não.

– Não é o que parece, você ainda nem abriu os olhos.

Dou uma risadinha meio sem graça.

– Calma... – bocejo – Pronto!

Abro os olhos e o vejo ele a minha frente, a pouco centímetros do meu rosto, com um sorriso lindo me olhando.

– Dormiu bem? – ele se ajeita na cama.

– Hum rum! E você?

– Melhor impossível.

Como esse momento está perfeito. Ele me olha com um sorriso perfeito, estampado no rosto, enquanto carência meu cabelo. O mundo poderia acabar, aqui, agora que eu ficaria satisfeito por ter vivenciado esse momento maravilhoso, mas, tudo que e bom acaba. Ele sai da cama e vai até uma cômoda, pega uma escova de dente, que estava em cima da cômoda, e sena na cama.

– Toma. – ele me entrega a escova. – Pode ir escovar os dentes. Não se preocupe, essa escova é nova.

– Ta certo.

Ao me levantar da cama sinto uma dor, na bunda, e paraliso.

– O que foi?! – ele pergunta preocupado.

– Nada... Hum... Vira.

– O quê? Virar, por quê? Ah! É por que você está, apenas, de cueca?

– Não. Apenas vire-se. – falei meio groso.

– Ta certo. – ele obedece e fica de costa para me.

Começo a andar, um pouco duro por conta da dor, em direção da porta, mas vou devagar; pois não quero que ele me veja desse jeito. Acidentalmente tropeço em uma das roupas, que está no chão, e automaticamente escapa um gemido, baixinho, da minha boca.

– Você fica tão lindo assim! – ele diz me assustando.

– O quê?! Assim como? – viro e o olho.

– Está doendo muito? – ele pergunta rindo.

– O quê?! Doendo? – fiz de desentendido.

– Não está doendo? Juro que escutei você gemer, baixinho.

– Eu? Gemer? Impressão sua. – viro e volto a andar.

– Quando acabar vai até a cozinha.

– Okay, okay!

Ao chegar no banheiro escovo meus dentes, aproveito lavo meu rosto e urino. Após terminar vou para a cozinha.

– Uau!

Me surpreendo ao ver a mesa simples e bela, nela contém panquecas, torradas, café, suco, um potezinho com mel e um bolo.

– Gostou? Fiz para você!

– Obrigado! Vou vestir minhas roupas, depois volto.

– Não, não, não! Fica assim mesmo. – ele diz vindo em minha direção.

– Por que?

– Porque eu quero. Vem, vamos comer. – ele coloca a mão em meu ombro e me guia até a cadeira.

Nós sentamos e nos servimos.

– Você é tão bom, por quê? – pergunto colocando um pouco de mel por cima da panqueca.

–  Hum... Por nada, apenas quero ser bom com você.

– Comigo? Então isso significa que você é ruim? – dou uma mordida na panqueca.

– Não. Mas também não significa que sou bom com todo mundo.

– Então obrigado por ser bom comigo! – dou um sorriso, na tentativa de ser fofo.

– Você merece!

– Por quê?!

– Porque... Hum... Porque eu quero fazer diferente desta vez.

– Por que você quer fazer diferente?

– Porque gostei de você.

– Por que você gostou de mim?

– Aish! – ele bagunça o cabelo. – Quê tanta pergunta.

– Foi mal, desculpa. – dou uma risadinha sem graça.

– Tudo bem.

Continuo comendo, até que, acidentalmente, melo o canto da boca com mel.

– Está sujo. – ele diz se aproximando de mim. – Deixa que eu limpo...

Ele pega um guardanapo e o aproxima da minha boca, mas quando ia limpar ele desisti. 

– Não, é melhor eu usar a boca. –  selou nossos lábios, num beijo calmo.

Ele afasta a cadeira, onde eu estou sentado, dando espaço para ele senta em meu colo, dai por diante o beijo começa a fica mais intensificado.

Minha língua começa a explora cada cantinho da boca dele, como se fosse a primeira vez que o beijava. Ele leva a mão até meu cabelo e começa a alisa-lo ao mesmo tempo que dá, leve, puxões. Minhas mãos descem pela costa dele e voltam subindo por baixo da camisa, e ali elas ficam o alisando. Porém tudo que é bom acaba, tivemos que parar o beijo por falta de ar, mas antes de encerra-lo, totalmente, ele morde meu lábio inferior e me dá vários selares.

Após o beijo ficamos calado, apenas, um olhando para o outro.

– Você cozinha bem, dá para você casar! – digo quebrando o silêncio.

– Casar? – ele me olha confuso.

– Sim, casar, por que? Você  não quer casar?

– Quero sim... Você quer casar comigo? – ele me olha com um sorriso, fofo, no rosto.

O quê? Ele só pode está brincando. E se ele não tiver? 

Quando ia responder a pergunta o telefone, celular, dele tocou.

– Espera aqui, só um segundo, já volto. – ele diz saindo do meu colo.

– Ta certo.

Ele atende, o celular, e se afasta da cozinha.

Casamento, mas a gente se conheceu hoje, ele só pode está brincando. Talvez ele esteja tentando mim iludir, mas não vai conseguir, já tenho 27 anos, não sou tão infantil ao ponto de me apaixonar na primeira noite. Mas ele é tão lindo, tão bom, tão gentil, talvez devesse dizer que sim, vai que ele esteja sendo serio. 

Ele volta para a cozinha com uma expressão, seria, não muito boa.

– O que foi, Jungkook? – me levantei.

Ao levantar a dor me avisa: eu estou aqui. Maldita dor, mas eu a ignorei e continuo indo na direção dele.

– Nada. – ele diz friamente.

– Por que você está assim?

– Droga! – ele diz baixinho.

– Você está bem?

– Não! – ele diz grosseiramente.

– Por que essa mudança de repente?

– Não é da sua conta.

– O quê?

– Sai daqui.

– O quê? Você... – não pude terminar, pois ele me interrompeu. 

– Você está surdo? – ele aumenta o tom da voz. – Sai daqui.

– Ta eu saiu, mas por que você está assim? – pergunto calmo.

– EU JÁ DISSE, NÃO É DA SUA CONTA! – ele grita. 

Após ele gritar a minha calma sumiu, ninguém grita comigo.

– NÃO GRITA COMIGO!! – ele gritei mais alto que ele. – SÓ ESTOU SENDO GENTIL COM VOCÊ! GROSSO!

– Foda-se se você está sendo gentil comigo. – ele abaixa o tom. – E não grite comigo.

– Ta, desculpa por gritar com você, mas... Você estava sendo tão gentil comigo. Por que, agora, está sendo tão grosso?

– Porque... – ele respira fundo. – Porque eu só queria comer você, de novo.

No momento em que ele disse isso meus olhos arregalaram, estou surpreso com isso.

– O quê?

– Isso mesmo, eu sou queria comer você de novo. – ele diz olhando no fundo dos meus olhos.

– Então foi por isso que você não me deixou vestir as roupas?

– Exatamente.

– Então por que você não quer mais?

– Porque eu não quero... Ai que nojo! – ele faz uma expressão de nojo. – Você tem que se dar valor.

– o quê?! Eu me dou valor sim.

– Não, não se dá. Como uma pessoa que fodeu com um desconhecido, na primeira noite que se conheceram, pode se dar valor?

– Mas você também fez isso.

– Tem uma diferença, grande, entre eu e você.

– Não, não tem.

– Tem sim, e eu vou te falar qual: Primeiro, essa é a primeira vez que, eu, durmo com um estranho...

– Também foi minha primeira vez. – digo preocupado.

– Não foi.

– Foi sim.

– Segundo, mesmo depois de ter gritado com você e dito que só queria te foder, de novo, você ainda quer que eu te foda...

Nesse momento lágrimas cai dos meus olhos, como ele pode dizer isso, isso não é verdade.

– Eu tenho nojo de você... Não chora... Putas iguais a você não pode ter sentimentos...

Cada palavra que sai da boca dele só me fazem chorar ainda mais.

– E outra, cuidado para não pegar uma doença.

– Por que você esta fazendo isso comigo? – digo em pranto.

Ele não diz nada apenas se retira do local. Abaixo minha cabeça e continuo chorando.

O que leva um ser humano fazer isso com outro? Qual o motivo para ele fazer isso comigo? O que eu fiz para merecer essa humilhação?

Sem forças para continua em pé, por conta do choro, caiu no chão.

Depois de alguns minutos ele volta.

– Levanta. – ele diz me levantando. – Toma, vesti suas roupas e sai daqui. – ele me dá as roupas.

– Okay. – pego as roupas e começo a vesti-las.

Após vestir abaixou a cabeça e vou em direção a porta, ele a abrir, e eu saiu.

– Se cuida. – ele diz e fecha a porta.

Saiu andando pelo, corredor, desorientando e em prantos. Chego no elevador e apeto para descer, quando ele chega, um homem, simpático, sai de dento dele.

– Você está bem? Por que está chorando? – ele pergunta preocupado.

– Por nada, estou bem. – disse educadamente e entrei no elevador.

– Tem certeza? – ele coloca a mão no elevador, impedido que a porta se feche.

– Sim! – dou um sorriso forçado. – Obrigado por se preocupar. – enxugo as lágrimas. – Posso ir agora?

– Claro! – ele solta a porta. – Tchau. Se cuida.

Assim que a porta fecha volto a chorar.

 

Gangnam, Coréia do sul, 2018.

 

 

Já faz um ano que conhece o Jungkook, Já deveria ter o esquecido, mas isso não aconteceu, ainda penso muito nele não só nas barbaridades que ele me disse, mas sim na noite incrível que ele me proporcionou, na gentileza dele, nos carinhos. Desde aquele dia eu nunca mais o vi, talvez, tenha sido melhor assim.

Estou voltando para casa, depois de um dia cansativo, quando um homem, bem vestido, esbarra em me. 

– Me desculpe. – falo me reverenciando.

– Sem problema, foi eu quem esbarrou em você. – ele diz gentilmente.

Ele se reverencia e continua seguindo seu caminho. Ao olhar para o chão percebi que ele deixou cair um pasta.

– Moço! – digo tocando no ombro, esquerdo, dele.

Ele vira e olha, profundamente, em meus olhos, fazendo-me reconhece-lo.

Não pode ser.

– Jungkook? – falo baixinho.

– Desculpa, mas, eu não trabalho mais com isso. – ele diz educadamente.

– O quê? Isso o quê? – pergunto confuso.

Será que ele é um garoto de programa? Não pode ser, ele me julgou  tanto.

– Eu sei que você teve uma noite ou dia maravilhoso comigo, sei também que eu te disse milhares de coisas lindas, mas não se iluda era apenas meu trabalho.

Ele me humilhou por diversão, ele que é o prostituto.

– Você lembra de me?

– Não, é impossível lembrar.

– Mas mesmo assim eu vou pergunta: por que você me humilhou?

– Desculpa se te fiz algum mal. – ele abaixa a cabeça.

– Se? – entrego a pasta para ele e virou. – Você destruiu minha dignidade.

Sigo meu caminho.

– Sinto muito, Taehyung... – ele diz fazendo-me paralisa.

No momento que ele disse isso meus pés ficaram imóveis, eles não ia para frente e nem para trás, ficaram ali parados.

Ele lembra de me, lembra das coisas que ele disse.

– Eu realmente sinto muito, não queria ter dito aquelas coisas para você. Se pudesse volta atrás não teria feito nada da quilo com você, desculpa.

Continuo imóvel.

Isso não faz sentido. Se ele não queria, então por que me humilhou? Se ele está arrependido, então por que não pediu desculpa antes? Ele tem meu número. Isso, realmente, não faz sentido.

Fico em duvidas se continuo ou não essa conversa.

– Por que... Por que, você, não pediu desculpas antes? – pergunto.

Ele não responde nada.

– Senhor? – um garotinho me chama.

– Oi. – olho para ele e me agacho, ficando na mesma altura que ele.

– Tio, com quem o senhor esta falando?

– Com quem?

– Sim.

– Com ele. – aponto para trás, onde não havia ninguém.

O que?

– Ele quem? – o garotinho pergunta confuso.

– O homem que estava ali.

– Tio, não tem ninguém lá. O senhor está bem? Precisa de ajuda? Quer que eu chame alguém para ajuda-lo? – ele preocupado.

– Tem certeza que não tinha ninguém lá?

– Sim, o senhor estava falando sozinho.

– Pelos deuses, eu estou enlouquecendo. – levanto e começo a andar.

– Tio, o senhor está bem?

– Não, mas não se preocupe.

Deixo o garotinho lá sozinho e continuo ando, agora, sem destino.

– O senhor precisa de ajuda? – ele pergunta.

– Não, obrigado.

– Se cuida, ta.

Fim...

 

Autora Pov

O garotinho sai correndo, em direção oposta de Taehyung, e para na frente de Jungkook, que se abaixa ficando na mesma altura do menino.

– Tio por que o senhor fez isso com ele? – o garotinho pergunta confuso.

– Porque eu quero que ele me esqueça, quero que ele esqueça o que falei para ele. – Jungkook diz meio abatido.

– O que o senhor disse para ele?

– Algo que nunca deveria ter dito.

– Se é algo que não deveria ter dito, então por que disse?

– Eu não tive escolha.

– Ta certo, então. Tchau tio. – ele acena para Jungkook e sai correndo. – Não faz isso de novo, ta?

– Ta certo. Tchau! – Jungkook acena.

Fim.


Notas Finais


Alguém entendeu o final? se não entendeu não me culpem, culpem as curta taiwanesas, a culpa é delas, elas que me inspiraram para fazer esse final.
Bom, espero que vocês tenham gostado e muito obrigado pelos 18 favoritos, amo todos que favorizaram e também quem não favorizaram.
Tchauzinho!


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