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História Péssima hora - Capítulo 1


Escrita por: Maria_Vitoria_W-W

Notas do Autor


Ok, algumas coisinhas:
1 - eu não gosto tanto dessa história, mas como tem muito pouco Marcaniel no Spirit, eu resolvi aumentar essa estatística kkkkkk
2 - O Marc tem uma personalidade um pouco mais, como eu posso dizer, extrovertido, porque eu não consigo NÃO imaginar o Marc sendo extremamente tímido na primeira impressão e, quando se conhece ele, ele dança até striptease na sua frente. Então se achar meio estranho, desculpa, meus instintos falaram mais alto.

É só isso, aproveitem.

Capítulo 1 - Capítulo único


- Vira nessa rua Nathaniel. – Marc disse, apontando para a esquerda.

Nathaniel e Marc estavam voltando de uma reunião com a editora que veria seus quadrinhos. Nathaniel já estava cansado, já que estava carregando pelo menos 10 revistas, que estavam pesando mais do que o esperado, em uma pasta que estava pesando em seu ombro e o mesmo havia sugerido que eles poderiam ir a pé, já que não havia muita coisa a perder. Marc estava indicando o caminho da escola para devolver as revistinhas na sala de artes, e como o Nathaniel estava cansado demais para se quer pensar no caminho da escola, Marc ditava o caminho, apontando para aonde eles deveriam virar.

- Vai demorar muito, Marc? – Nathaniel perguntou, trocando o peso da pasta do ombro direito para o esquerdo. Marc se virou para ele e sorriu.

- Tá quase lá. Não quer eu carregue? – Marc perguntou, colocando as mãos na pasta, mas Nathaniel tirou as mesmas dali.

- Não, tá muito pesado. Foca no caminho. – Marc deu nos ombros e seguiu olhando para frente.

O caminho parecia ir bem até que, de repente, uma cabeça gigante apareceu na próxima esquina. Era uma cabeça rosa, onde de um lado parecia ser a cabeça do prefeito e a outra a cabeça da esposa do prefeito. Havia um casal andando de mãos dadas na rua da frente aonde a cabeça apareceu. A cabeça pareceu gargalhar

- Um casal! Mais um para alimentar nosso amor meu bem! – A cabeça da esposa do prefeito disse e jogou uma luzinha rosa no casal, aonde o mesmo virou um coração gigante e a parte da cabeça do prefeito comeu o coração. Nathaniel tirou a pasta do ombro e segurou a mão do Marc, puxando ele para o lado oposto que a cabeça estava.

- Corre Marc! – Marc só estava dois passos de diferença entre o ruivo, e ainda segurava a sua mão, mas estava confuso.

 - Mas aquilo só ataca apaixonados! – Marc disse, conseguindo chegar na mesma linha de corrida de Nathaniel, que soltou sua mão e olhou para baixo, ainda correndo.

  - É uma péssima hora para te dizer que amo você? – Nathaniel olhou para Marc, mas o outro parecia não se importar muito com a informação, que apenas olhou para trás, vendo a cabeça gigante correr atrás deles, e pegou a mão de Nathaniel.

- Sim! Péssima hora! – Marc puxou Nathaniel, e o ruivo percebeu que, apesar de parecer mais fraco que ele, o outro corria muito mais rápido. Marc desceu as escadas da estação de metrô, ainda com Nathaniel atrás dele, e ficaram ali, observando a cabeça gigante passar reto pela entrada do metrô.

 Marc soltou a mão do ruivo, que logo após o ato, apoiou-se as mãos no joelho, tentando recuperar o fôlego da corrida. Marc, apesar de também ter a respiração descompassada, só observava o outro. Quando Nathaniel finalmente recuperou o fôlego, ele olhou para o outro, que sorria. Porém era um sorriso diferente, podia se dizer que era um sorriso para provocar o outro. 

- Agora não é uma péssima hora. – Nathaniel corou na hora, lembrando o que tinha dito, se bem que não havia passado mais de 2 minutos. Talvez a adrenalina o fez esquecer. Não era para Nathaniel ter contado naquela hora, mas já que a oportunidade ali, ele não podia perder.

  - É... bem... – Nathaniel tentou explicar mas ele não encontrou as palavras, o que na cabeça dele fazia sentido: Marc cuidava das palavras, ele cuidava dos desenhos. Ele olhou para o outro, que deu risada e se aproximou. 

 - Eu acho que entendi, é isso? – Marc perguntou, chegando perto o suficiente para os tórax dos dois se encontrarem e Marc sentir a respiração pesada de Nathaniel. O de olhos verdes colocou a mão delicadamente no pescoço do ruivo e puxou para si, fazendo os lábios se encostarem. 

 Como se não bastasse o ato de Marc para deixar Nathaniel arrepiado, já que ele não imaginava isso vindo dele, ao sentir a língua do outro passando contra seus lábios o desestabilizou por completo. O suficiente para deixar o Nathaniel mais arrepiado do que antes, mas não o suficiente para que ele não retribuísse o gesto. O gosto da boca de Marc era de balinhas de hortelã, porque no meio da reunião o mesmo havia ficado nervoso e comido algumas balinhas de hortelã que estavam em uma mesinha. Nathaniel, assim como Marc, gostava da sincronia que eles tinham. Nathaniel, que estava com as mãos alheias até agora, as colocou na cintura do outro, sentindo os ossos do quadril, e o puxou para si. 

 Ficaram naquele momento, apenas os dois, até que o ar acabasse. Nathaniel encarava Marc com um ar de bobo, um pouco confuso, já que o ruivo estava hipnotizado com o gosto de Marc, além de que o moreno parecia extremamente fofo com a boca um tanto vermelha e as bochechas da mesma cor. Marc deu risada da reação do outro.

 - Eu preciso dizer que te amo? – Marc perguntou ironicamente. Nathaniel não precisava de menos do que dois pares de neurônios para saber que o outro também gostava dele, mas o ruivo também gostava de ser debochado, e sorriu. 

- Sim, precisa. – Marc deu de ombros e abraçou o ruivo, que retribuiu na mesma hora. O abraço só durou 30 segundos antes que Marc tirasse seus braços em volta do pescoço do outro e repousasse as mãos no rosto do outro. 

 - Nathaniel, eu te amo demais! – Marc deu um selinho rápido nos lábios do outro, fazendo Nathaniel corar e sorrir também. Aparentava que Nathaniel começaria mais um beijo demorado, mas ele fez uma cara espantada e colocou as mãos no ombro de Marc, afastando ligeiramente o outro de perto dele. 

 - Eu deixei os quadrinhos lá na rua quando a gente fugiu! – Marc agora fez a cara estampada, cobrindo primeiramente a boca e depois passando a mãos pelo cabelo, bagunçando um pouco o mesmo. 

 - Como é que você faz uma coisa dessas?!  

- Eu entrei em pânico! – Nathaniel respondeu, tentando se defender. Marc pegou a mão de Nathaniel e o puxou para fora da estação de metrô, dando uma pequena corrida.

 - Vamos logo pegar os quadrinhos. – Nathaniel olhou um tanto confuso para a sua mão, já que ela estava entrelaçada na de Marc sem motivo.

   - Não precisamos ter pressa. Nem segurar as mãos. – Marc parou, olhando para Nathaniel um tanto raivoso e levantou a mão que estava entrelaçada com ele. 

- Quer soltar? – Nathaniel olhou um pouquinho e ruborizou, olhando para baixo. Marc abaixou a mão também. – Pensei que diria isso. Vamos logo! – Marc voltou a dar uma corrida bem de leve, ainda com a mão entrelaçada na do ruivo.

 Nathaniel pensou que não tiraria aquela mão dali tão cedo.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Beijos e até a próxima!


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