História Petalas de Sangue - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Drácula
Tags Vampiro
Visualizações 10
Palavras 4.195
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pretendo postar um cápitulo por semana, espero que vocês gostem boa leitura..<3

Capítulo 1 - Sonhos


Era uma noite densa e chuvosa, a rua era deserta e fria ao longe era possivel ouvir passos, uma respiração ofegante e acelerada que ecoava dentre a escuridão, os passos que a pouco ecoavam cessaram, algo foi posto ao chão. Ela cansada pôs as mãos sobre os joelhos encurvados quase se fechando, a respiração ofegante aos poucos foram acalmando-se, o coração ainda estava acelerado porem também se puseram a cessar-se. Era Sara uma garotinha de pele branca e olhos azuis, seu cabelo castanho e liso, curto até os ombos, ela havia se escondido entre os escombros de uma casa velha que ela encontrara a caminho de casa, Sara sentou-se para descançar, era uma noite muito chuvosa e ela se encontrava ensopada, suas roupas molhadas faziam sua pele palida arrepiar-se com os uivos furiosos do vento, a pequena garota olhava a chuva forte que caira lá fora, respirando fundo ela tentou ser paciente enquanto a chuva ainda caia. Sara lentamente fechava os olhos enquanto tombava a cabeça a frente se enconstando em seus braços que se entrelaçados em suas pernas em busca de calor, aconchegada e um tanto quanto cansada ela se permitiu ser pega pela sonolência quando derepente sentiu algo se posicionar atrás de suas costas, nesse instante seu coração acelerou, seus olhos arregalaram-se, um arrepio subiu sobre sua espinha, ela rapidamente ainda sentada virou seu rosto para ver o que era, algo se moveu rapidamente á sua frente como um vulto, era algo tão escuro e grande que mal podia se ver ao redor, era como uma sombra perto a uma parede, Sara olhava assustada para aquela coisa escura a sua frente, quando Sara aproximava seu rosto junto a sombra, um par de olhos vermelhos se abriram diante dos seus olhos, houve um curto prazo de silêncio, ambos se olharam sem dizer uma palavra, só era notavel aqueles lindos olhos azuis encarando aqueles oripilantes olhos vermelhos, a criatura então encurvou-se para baixo de seu rosto, Sara não era uma criança medrosa, muito pelo contrario era uma criança diferente das demais, ela não estava com medo ao envés disso estava assustada por achar algo tão estranho no mesmo local que ela, sem que ela percebesse aquele par de olhos que a pouco à fitará desapareceram juntamente com o vento que uivou ferozmente adentrando o local e derrubando alguns entulhos que haviam se amontoado ali, olhando ao redor ela nota que a "criatura" de a pouco não se encontrava mais ali, porém a sensação de que algo a observará ainda estava ali, quando algo pôs suas mãos sobre seus ombros nus, era tão gelado que lhe soava como gelo, era tão fria quão a chuva que caira la fora. Lentamente um ar gelado soprou sobre seu pescoço, Sara de alguma forma não sentia medo até mesmo seu susto havia amenizado, aqueles dedos gelados começaram a apertar seus ombros, a garota ainda se mantinha intaquicta, porém as mãos que simplismente se apoiara nela começaram a machuca-la, quanto mais silêncio ficará mais forte aqueles dedos a apertava, Sara arfou fechando os olhos lentamente , e junto com a sequência de agilidade que ela fechará os olhos os dedos a soltara, Sara por fim fechou seus olhos completamente, algo em sua mente a induzia a fecha-los mesmo contra sua vontade, as mãos que a machucavam à largaram completamente, Sara permaneceu dessa maneira por alguns minutos.

- SARAAA.... Ao longe dentro de sua mente, ela ouviu alguem a chamar.

Ela abriu os olhos como se estivesse acabado de despertar. - SARAAA... - ouvia ela continuamente 

Até que finalmente ela despertou-se e olhando á frente e ao seu redor notando que não havia ninguem mais ninguém, nem ao menos vestigios que estivera alguem ali. Sera que era apenas fruto de sua imaginação? ou era apenas um sonho? bom, naquele momento ela não se encontrava em estado adquado para pensar em algo com tanta clareza, lentamente se levantou e cambaleou em direção ao pequeno treicho de luz que havia entre os escombros, ela caminhou ate a saída notando que a chuva ainda caia porém era fraca, apenas pequenos chuviscos, alguém a sua frente segurava um guarda-chuva.

- SAR.... - disse uma mulher virando-se 

- SARA, graças a Deus você esta bem, eu estava preoculpada - disse a mulher abraçando-a.

- Vem vamos pra casa - disse ela pegando-a pela mão

Sara ainda intorpecida não se movia. 
- Mãe... sua...a sacola - disse a menina ainda parada.

- Esta tudo bem, vem vamos para casa todos estão te esperando - disse a mãe da garota sorrindo

 Sara andava arrastada por sua mãe, ela olhara para trás porém nada estava ali. Logo ambas chegara em casa, sua mãe a empurrava como se fosse a qualquer segundo remessa-la para dentro.
- Sara, até que em fim! você esta bem ? - perguntou seu pai correndo em sua direção 
- HA, sim - respondeu a menina entre os braços de seu pai
- Que bom que você esta bem pirralha - disse Beathrice batendo em suas costas
- Se você não voltase logo eu teria que ajudar a te procurar, então não faça mais isso ok? - complementou Beathrice
Ela a olhou torto, quando se viu sendo empurrada para as escadas por sua mãe novamente.
- Vá tomar um banho e desça para jantar esta bem? - disse sua mãe a observando enquanto subia para seu quarto
Ela não respondeu, mas fez como sua mãe havia ordenado, minutos depois em seu quarto de banho tomado e vestida notando o frio demasiado decidiu pegar outro casaco e assim o vestiu, ela sentindo a pequena brisa adentrar pela pequena abertura da janela, se aproximando ela abriu um pouco a cortina deixando exposta a escuridão a fora da qual ela encarou por alguns instantes e assim fechou a janela por completo, lentamente a lembranças de a pouco tomaram sua mente, ela não consiguia pensar direito, tudo o que lhe vinha á cabeça era apenas os olhos vermelhos que ela desconhecia, apropósito como era possivel alguém ser tão frio como "aquilo"?, era tão estranho e ireal que ela mal conseguia acreditar que aquilo tivesse acontecido, absorvida em pensamentos ela pousou sua mão em seus ombros e levemente sentiu dor, puxou um pouco o casaco e tudo ficou extremamente claro para ela, pois a marca em seu ombro esquerdo era real e dolorido também.

- Sara querida desça para jantar - gritou sua mãe do andar de baixo

Ignorando seus pensamentos ela desceu as escadas e sentou-se no sofá proximo a janela da sala, ela puxou uma pequena parte da cortina ao canto e olhou a chuva que escorria pela janela, algo ao longe aproximou-se perto a uma árvore, Sara não conseguia ver direito pois ainda chovia muito, ela ficçou os olhos na janela tentando ver o que era, quando sua mãe lhe chamou a atenção, ignorando-a ela precionou seus olhos meio abertos para ver melhor, mas viu a cortina voltando ao seu lugar.
- Vamos tampinha a mamãe tá te chamando - disse Beathrice bagunçando o cabelo seu cabelo         
Ela a olhou e rugou as sombrancelhas, mas assentiu levantando-se do sofá. Sara não era muito de falar então estava em seu estando natural, não havia nada de errado com seu silêncio, além do mais seus pensamentos estavam extremamente absorvidos com o ocorrido de agora a pouco.      
- Filha você não gostaria de contar o motivo da demora? - perguntou sua mãe Judity pondo um prato a sua frente

Ela tardou, mas logo explicou-se e esse forá o assunto durante o jantar, claro que em momento algum ela mencionou sobre a "coisa" que aparecerá , em poucas horas todos haviam terminado sua refeição e pouseram-se a ir dormir, Sara por ser a mais nova foi para cama as pressas, pois era tarde e teria de ir a escola amanhã de manhã, deitada em sua cama ela se lembrará dos penetrantes olhos vermelhos e o suspiro gelado em seu pescoço, dessa vez ela levou sua mão em seu pescoço - O que poderia ser essa coisa? pensara Sara confusa, puxando seu endredon até seu pescoço, ela fechou os olhos e tentou não se lembrar de mais nada que houvera acontecido nessa noite.
Uma garotinha corria alegrimente em uma floresta, seus sorrisos e gargalhadas preenchiam o lugar silêncioso, ela era linda como o dia ensolarado que se estendia ao céu, sua beleza era tão encantadora que os passaros se reunião a sua volta, um ruido ao longe a fez parar de correr, ela ainda sorindo se virou e nada viu, olhou todo ao seu redor procurando o causador do barulho mas percebeu que a linda floresta rapidamente se tranformara em uma flores tenebrosa, o céu escureceu rapidamente enquanto os passarinhos voaram ao céu e a lua revelou sua verdadeira forma, eram corvos selvagens que se reunião sobre o céu ao redor da jovem, a floresta estava assustadora da qual lhe deixava com medo, ela então começou a correr, corria porém seus passos não pareciam sair do lugar, ela assustada percebeu que algo estava a lhe perceguir, não importava o quanto ela corria ela não sai do lugar, ela olhou rapidamente para trás e viu aqueles olhos vermelhos novamente a lhe encarare e se aproximar lentamente, era possível notar seu coração que batia freneticamente dentro do peito, uma mão escura se estendeu em suas costas a um passo de alcança-la e novamente em sua tentativa falha de correr para longe á fez tropeçar, era o seu fim! ela esperou o seu cair porém não alcançara ao chão, muito pelo contrario se viu caindo dentro de um buraco escuro notando seu formato, largura e profundidade não lhe deixava dúvidas de que não era apenas um buraco qualquer mas sim uma sepultura, do qual ela caia profundamente. Sara então despertou-se, seu coração se encontrava no mesmo estado que da garotinha de seu sonho, ela ainda ofegante pôs suas mãos sobre o coração tentando acalma-lo que por sinal era uma tentativa falha, ainda deitada sobre a cama ela respirava fundo tentando recobrar o folego assim que seus sentidos se acalmaram o sonolência tomara frente de seus sentidos, ela ainda exitante fechou os olhos pois não queria ter o mesmo pesadelo novamente, ela não queria mais pensar nisso, mas era tão... tão horrivel que ela tinha até mesmo medo de pensar, mas lentamente o sono lhe arrebata até que por fim ela adormeceu novamente.      
 Era uma manhã reluzente, o sol adentrava a janela os passarinhos catavam dando bom dia ao mundo, Sara ainda adormecida sentiu dedos roçarem seu rosto, eram dedos macios, quentinhos e carinhosos, ela lentamente abria seus olhos enquanto sua mãe lhe fitará sorrindo que maneira ótima de se acordar alguém pensara ela, sua mãe não dissera nada simplesmente lhe contemplava sorrindo, lhe acariciando de maneira doce e gentil, até que finalmente ela pediu para que ela se levantasse e fosse comer pois havia algo do qual ela ela queria mostrar, a menina ainda na cama não respondeu confirmou com um leve sorriso balançando a cabeça de maneira positiva, devagar ela se levantou e caminhou até a janela aberta por sua mãe ao se aproximar ela pôs a mão sobre os olhos pois a claridade excessiva do sol lhe feria os olhos, à fora o dia estava lindo os vizinhos transitavam pelas ruas, os cachorros corriam sobre o gramado de suas casas era um dia lindo nada parecido com a noite anterior, decidida a esquecer-se da noite anterior e de todos os acontecimentos de uma mesma noite e apressou-se a fazer o que sua mãe havia orientado e apesar de estar ainda sonolenta ela se apressou e começou a se arrumar. Depois de alguns minutos ela desceu as escadas, Beathrice há encarava de maneira estranha, como se fosse pular em seu pescoço e espanca-la até que ficasse inconsciente mas ela não entenddia á razão até atravessar a porta, lá fora seus pais a esperava perto do carro, seu pai colocava algumas coisas dentro do porta malas enquanto sua mãe berrava por sua irmã que ainda não havia saido, até que finalmente Beathrice sair de braços cruzados e passa a seu lado quase a esbarrando, Sara então se lembrara que sempre quando seus pais a esperavam em frente ao carro juntos é por que eles certamente iriam a..

- Mãe você sabe perfeitamente que eu detesto aquele lugar certo? - reclamou Beathrice se aproximando do carro

Beathrice estava claramente brava com isso, mas Sara não entendia, quando as duas eram crianças elas amavam aquele lugar, elas realmente amavam brincar juntas naquele lugar, mas agora a expressão de seu rosto era totalmente inversa da de quando eram pequenas, apesar de ainda serem crianças Beathrice já agia de maneira adulta, apressadamente todos esntraram no carro e partiram, Judity e Arthur na frente enquanto Beathrice estava sentada no canto direito proximo a janela com fones no ouvido e Sara na outra janela, seus pais conversavam e sorriam entre si, mas as duas garotas da parte traseira do carro nem ao menos abriam a boca, Sara olhava aquele lindo verde que se estendia pelo caminho, era algo calmo e completamente encantador o tempo que fazia lá fora a linda garotinha de olhos azuis olhava atentamente a paisagem por trás do vidro, o céu azul estava cheio de nuvêns brancas que se davam formas e tamanhos, ela então piscou suavemente quando abriu seus olhos o céu estava sendo tomado pelas nuvens negras enquanto o sol se escurecia completamente sem deixar apenas um raio de luz, estranhando a imediata troca de ambiente ela pensou em comentar o ocorrido com seus familiares porém desisti ao perceber a dispersão dos mesmos, suavizando os olhos ela encostou a cabeça no vidro quando algo grande e negro de forma rápida bateu em seu vidro fazendo-a sobressaltar soltando um grito, seus pais voltaram rapidamente sua atenção para a jovem, seu coração quase saltou do peito sua respiração falhava isso realmente havia lhe assustado, seus pais a olharam assustados até Beathrice a olhava com os olhos arregalados, ela então olhou pela janela e nada via, seus pais então perguntaram o que havia acontecido?

- Agora a pouco ... - ela meio gaga tentou se explicar, sua irmã soltou um som de riso e a criticou chamado-a de louca, Sara franziu as sobrancelhas e fez um biquinho demonstrando que não havia gostado da critica de sua irmã, seus pais não disseram nada pois não havia como alegar que viram ou ouviram algo, a jovem garota chateada pois ninguém havia acredito no que a mesma havia visto voltou sua atenção para a paisagem a fora e para sua surpresa o tempo estava exatamente como a minutos atrás quando sairam de casa, minutos depois o carro lentamente cessava a Beathrice se aprontava para descer, Sara estava um tanto quanto inquieta pelo o que houvera no carro mas tentou não pensar nisso e aproveitar ao máximo o lugar do qual ela ainda gostava, ao sair do carro Beathrice caminhou em uma distância razoável do carro e se encostou em uma árvore e seus pais a seguiram, Sara olhava ao redor com um lindo sorriso nos lábios enquanto era tomada pela nostalgia olhando ao seu redor ela se lembrará de correr com Beathrice por todo o campo, assim ela se aproximou de sua irmã e lhe sugeriu brincar mais sua irmã não mostrará interesse algun mas apôs muita insistência de mesma Beathrice acaba por cedeu, e ambas corriam uma atrás da outra pulavam corda, gargalhavam das tentativas falhas de seus pais de bricarem juntos, tudo lhe soava tão maravilhoso que seus olhos pareciam transbordar de felicidade, algumas horas depois Arthur esticou um pano ao gramado e pôs uma cesta no meio.

- Meninas vamos comer - gritou Judity para as garotas que corriam entre as árvores

Uma das garotas propôs uma competição a outra de quem chegaria primeiro ficaria com a louça do jantar após avaliar a proposta ela concorda, por fim as meninas sairam em disparada ao encontro de seus pais quando algo sobre voou sobre a cabeça de Sara, ela arregalou os olhos e olhou rapidamente acima, para seu espanto não havia nada, simplesmente folhas que caiam das árvores.

- Hei Sara vamos? - gritou Beathrice um pouco mais á frente

Sara não respondeu apenas sorriu e correu ao seu encontro e as duas chegaram juntas a seus pais, após a delicias preparadas por sua mãe e varias risadas durante o piquinique, Sara sentiu suas pálpebras pesarem roçando os olhos e um bocejou era mais que suficiente para saber que estava com sono o cansaço agora tomava a sua vez, ela então se aconchegou no colo de sua mãe que passava os dedos entre os cabelos da jovem e em poucos minutos ela adormeceu, o silêncio permaneceu no ambiente que a pouco ecoava fortemente as gargalhadas de todos, uma brisa suave suavizava a expressão da jovem garota que dormia de maneira tão doce e calma, então de forma inexplicável um vento forte soprou sobre as árvores e um ar gelado adentrou os ouvidos de Sara que dormia silenciosamente trazendo a ela lembranças antigas. Uma garotinha de cabelos compridos perambulava em um jardim, era um lugar agradável e muito bonito, porém havia lágrimas em seus olhos ela passava suas pequenas mãos sobre seus olhos que se desmanchavam em prantos, ela se sentou em frente a uma árvore e se encostou nela, uma pequena petala de cerejeira caiu em seu vestido branco como seda, ela olhou acima era uma árvore enorme da qual havia muitas flores de cerejeira ela sorriu e levantou-se lentamente enxugando seu pequeno rosto, levando sua pequena mão para pegar uma das flores que havia na árvore ela nota o tamanho da árvore que era muito maior que suas mãos poderiam alcançar, ela então desejou aquela flor e fechando seus olhos o vento lhe sussurrou... algumas palavras a fazendo recita-las em voz baixa, ela abril seus olhos lentamente, um galho sacodiu-se e começou se mover a garotinha arregalou os olhos o galhou se direcionou a sua frente lhe estendendo a mais bonita flor que havia em seus galhos, a garotinha levou suas pequenas mãos apanhando a flor que a árvore havia lhe dado, ela levou a flor até seu nariz e inspirou um pouco o aroma da flor e sorriu, ao se virar uma mulher estava ali parada a sua frente a encarando, ela então mostrou a flor para a mulher que a olhava horrorisada a jovem tentou se aproximar porém a mesm deu um passo para trás olhando-a com os olhos arregalados, confusa a menina chama por seu nome e a mesma corre em desespero para dentro da grande mansão da qual ficará o lindo jardim do qual a mesma morava, minutos depois a mulher retorna porém acompanhada com uma velha mal encarada, a garotinha assustada tenta fugir porém a mesma a apanha segurando-lhe pelo braço impedindo-a de fugir mas a mulher continha mais força que a pequena garotinha, então ela se viu sendo arrastada para um lado mais obscuro dos confins do jardim, a flor escorregou de sua mão e sobrevoou sobre o jardim caindo no pé da árvore, ela se esticou para pegal-lá porem não conseguia e a cada passo que se dava mais longe ficava...

- Sara.. -

- tudo bem Sara?

- Ei acorde...

Ainda adormecida abriu lentamente seus olhos sonolentos ela se sentou e roçou os olhos encontrando-os molhados, sua mãe que lhe havia acordado tirava suavemente seu cabelo que havia grudado em sua nuca, ela deslizou a mão sobre sua face e sentiu humida, como isso era possivel? seu coraçao estava novamente em sintonia com o seu sonho, era algo realmente estranho pois era como se ela estivesse apenas desenterrando o passado e não sonhando, era de alguma maneira tão real que lhe soava suspeito, mas de qualquer maneira isso era impossível pelo fato dela jamais ter passado por isso, era estranho de mais e tão pouco compreensível do porque de esses sonhos continuos após a aparição daquela "coisa", sua mãe a encarava com um ar preocupado mas logo Sara sorriu demonstrando que estava tudo bem que não havia com o que se preoculpar, ela então suavizou sua expressão, levantando-se ela correu perto a uma árvore que havia algumas flores sobre ela, a jovem sentou-se e olhou ao redor a proucura de sua irmã e rapidamente á avistou, como sempre ela estava com o celular nas mãos e sorria bastante, ela pensou em chama-lá para brincar mais acaba por não o fazer, sozinha e sem muitas opções para aproveitar o tempo então ela decide explorar aquele lugar afinal já havia um tempo que eles não iam para lá, cuidadosamente ela se aprofundou na mata como um caçador colhendo algumas flores pelo caminho ás tranformando em um lindo raminho, ela se abaixou e pegou uma flor mais algo sobrevoou sua cabeça e pousou a sua frente era um lindo passarinho azul de penas longas e um bico curto, era realmente lindo tentanda pela graciosidade do bicho ela levou sua mão levemente em sua direção mas rapidamente ele voou para longe, ela olhou triste porém ela já sabia que ele não a deixaria pega-lo, um vento forte soprou fazendo várias folhas cairem e olhando á cima havia muitos passarinho de vários tamanhos e cores voando na mesma direção que o outro que ela acabara de fugir, porém um vento gelado invadia o lugar um galho quebrou atrás de suas costas, em seguida passos sorrateiros viam de trás, rapidamente se virando para ver o que era ela se surpreende ao ver que não havia nada, era só a floresta sendo tomada pelo vento gelado e logo começara a ficar nublado de maneira tão rápida que se tornava irreconhecível os ruido se tornaram continuos, ela olhara para ambos os lados mais nada estava ali, seu coração começou a pesar no peito, e seu coração bater freneticamente sem um motivel vizível apenas foi tomada por uma subitamente necessidade de correr era algo que ela não conseguia entender, por que estava correndo? por que estava começado a ficar assustada sem ao menos ver nada? suas pernas não conseguiam parar por mais que seu cérebro mandasse cessa-la, elas não lhe obedeciam, por mais que estivera ofegante ela não parava o que era mais estranho era o caminho, estava começando a ficar difícil se de locomover ou ao menos achar o lugar que tivara vindo estava tão nublado era como se a floresta tenta-se aprisiona-la, em uma tentativa de saltar por um galho grande seu pé enrosca em uma raiz que a faz tropeças, ela estava preste a cair quando sentiu braços a sustenta-la ao olhas ofegante, era um homem sua visão estava embaçada não conseguia enxergar claramente piscando várias vezes finalmente ela o reconhece era Arthur seu pai, ela então percebeu que ele falava algo mais ela estava inconsciente de mais para entende-lo, mais ela o apertou forte e logo ela estava sendo levada junto com seu pai para longe, ela olhou para trás a espera que não havera nada mas seus olhos recuaram por conta própria não a permitiram que visse o que se passara em suas costas, logo ambos estavam perto de sua mãe e irmã ambas a esperavam no carro quando se aproximaram, seu pai a dirigiu até o banco de trás do carro e afagou seu cabelo um pouco e sorriu, a frente seus pais conversaram sobre o que acabou de ocorrer, Beathrice sentada no banco ao lado a encarava com ar de ira.

- Sempre fazendo de tudo para chamar a atenção, né pirralha irritante? - esbravejou ela

- Não eu não fiz nada disso - argumentou a garotinha

 - Cala a boca, você me inrrita - acrementou Beathrice
Sara realmente não havia tido a intenção de tal coisa foi coisa do momento, ela nunca havia se perdido mas ultimamente estava começando a ficar dificil sair de casa mais ao pensar nisso ela se lembrara da coisa estranha o que lhe o correu apropósito por que seu corpo não respondeu a suas ordens? era esquisito isso nunca houvera acontecido antes, mas naquele momento o que lhe deixava triste e confusa era a reação de sua irmã, era tão triste ela não queria e não entendia do por que sua irmã era sempre tão fria e irritante com ela, ela a amava tanto e ela a tratava de maneira tão grossa, Sara não se lembrava do motivo de tanta indiferencia de sua irmã, Beathrice sempre tivera tudo sempre foi bonita era uma menina de olhos negros, cabelos claros e comprindos, era muito atraente e sempre os garotos a rodiavam, as garotas faziam de tudo para se aproximar dela independente de como isso seria feito, mais de alguma maneira sua expressão não era das melhores é realmente confuso e inexplicavel mas isso não era algo do qual ela pudesse perguntar pois certamente ela não lhe diria, então todos seguiram em frente mais Sara se sentia desconfortavel algo a incomodava era como se alguém estivesse lhe observando, mas muito além de seus olhos, era como se estivesse lhe observando dentro de si, como se analizasem sua alma, seu coração pulsava desconfortavel, mas fez pouco caso de sua situação atual. 
 


Notas Finais


Continua..


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