História Peter Kess e a profecia perdida - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Harry Potter, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Alvo Potter, Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Alvo Potter, Drama, Harry Potter, Hogwarts, Missão, Os Olimpianos, Percy Jackson, Scorpius Malfoy
Visualizações 2
Palavras 1.359
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Dinheiro misterioso


     Já que é o momento está calmo, desejo bombardear ele de perguntas.

– O que é aparatar? - Pergunto.

    – Você vai ver, agora precisamos ver um lugar onde os trouxas não pode nos ver.

– O que é trouxas? - Pergunto.

– Você faz muitas perguntas.

– Por que você acha isso?

 – Está vendo?

   – Vendo o que?

   – Argh ...

   – Trouxas são aquelas pessoas  que não são  bruxa.

   – "Trouxas é Pessoas que são enganadas,  ou seja, está escondendo  algo delas".

   – Você é muito inteligente sabia?

   – Que nada. - digo.

Entramos em um beco, tinha latas de lixos, e não cheirava nada bem esse lugar. Por um segundo eu tinha esquecido do que estava fazendo aqui.

– Ande vamos agora? - pergunto.

   – Pro caldeirão furado.

   – Por que?

   – Não enche - fala Terry com ignorância.  

– Sabe, antes não sabia que era bruxo, então isso é novo pra min, eu não sei de nada desse seu mundo, meu mundo. - digo e vejo sua expressão mudar imediatamente. Parece confuso.

– Desculpa. Você vai ver. Agora segura minha mão firme, espero que você não tinha comido. Agora segure minha mão?

Eu senti o braço do bruxo  torcer e fugir-lhe, e redobrou o seu aperto; no momento seguinte tudo escureceu, tive a impressão de estar sendo fortemente puxado em todas as direções; não conseguia respirar, tiras de ferro envolviam meu peito, comprimindo-me minhas órbitas estavam sendo empurradas para o fundo da cabeça; meus tímpanos entravam crânio adentro,  então...

    Não estavamos mais no beco cheios de lixo, agente estava em uma rua molhada e deserta, na minha frente tinha um bar; tinha uma placa encima, a imagem era uma velha que usava um chapéu pontuado e mexia com uma colher o caldeirão , e o caldeirão tinha um furo.  Provavelmente esse é o caldeirão furado.

Meu estômago estava rondando, eu senti uma pontada de vomitar, mas eu contive. Andamos até a frente do bar.         

– Parabéns - falou ele.

  – Por que?

  – Você não vomitou, todas as pessoas que aparata, a maioria vomitou pela primeira vez.

   – Hum,mas acho que não deixei meu estômago lá…

Entrando no bar.  Terry me disse que esse lugar era "famoso ",mas toda vez que falava ele parecia que buscava a informação em outro lugar.

Para um lugar famoso, o Caldeirão era muito escuro e miserável. Havia umas velhas sentadas a um canto, bebendo pequenos cálices. Um velhote fumava um longo cachimbo. Um homenzinho que batia no meu umbigo conversava com o velho, que era bem careca e parecia uma noz viscosa. O zum-zum das conversas parou quando agente entrou. Todos pareciam conhecer Terry ; acenaram e sorriram para ele.

Agente se sentou em umas da mesas, agente bebeu uma bebida que eu nunca tinha ouvido falar antes "cerveja amanteigada" Ele tinha falado que sentia saudades dessa bebida, eu estranhei por ser um bruxo mais velho e não ter bebido isso. Mas não penso muito nisso.

– Você guardou sua carta, Peter ? – perguntou enquanto ele tomava grande goles da bebida.

Tiro o envelope de pergaminho do bolso.

   – Ótimo. Aí tem uma lista de tudo que você vai precisar.

Tiro um segundo pedaço de papel em que não repararei  hoje de manhã,  Eu li em voz alta.

  ESCOLA DE MAGIA E BRUXARIA DEHOGWARTS

Uniforme

Os estudantes do primeiro ano precisam de:

1. Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas)

2. Um chapéu pontudo simples (preto) para uso diário

3. Um par de luvas protetoras (couro de dragão ou similar)

4. Uma capa de inverno (preta com fechos prateados)

As roupas do aluno devem ter etiquetas com seu nome.

Livros

Os alunos devem comprar um exemplar de cada um dos seguintes:

Livro padrão de feitiços (1asérie) de Jales Goshawk

História da magia de Karrl blak

Teoria da magia de Adalberto Waffling

Guia de transfiguração para iniciantes de Ronald winchester.

Mil ervas e fungos mágicosde Fílida Spore

Bebidas e poções mágicas de Arsênio Jigger

Animais fantásticos & onde habitam de Newton Scamander

As forças das trevas: Um guia de autoproteção de Quintino Trimble.

Outros Equipamentos

1 varinha mágica

1 caldeirão (estanho, tamanho padrão 2)

1 conjunto de frascos

1 telescópio

1 balança de latão

Os alunos podem ainda trazer uma coruja OU um gato OU um sapo.

LEMBRAMOS AOS PAIS QUE OS ALUNOS DO PRIMEIRO ANO NÃO PODEM USAR VASSOURAS PESSOAIS.

Ai eu me dou conta que alguma coisa ta errada.

     Não tenho dinheiro.

– Que foi?  - bem, ele já percebeu minha a expressão estampado no rosto.

   – Bem, se você não percebeu, eu sou pobre, essa lista é enorme, como vou pagar tudo isso?

Pra minha surpresa ele sorri. E de novo ele se perde no ar como se buscasse as respostas.

– Você tem dinheiro guri. - diz ele.

  – Impossível!

Ele respirou fundo. E de novo aquilo.

  – Uma conta foi aberta em seu nome, no Banco Gringotes. Uma mulher cujo nome ninguém sabe vai nesse banco e deposita uma quantia. Para frustração de todos Ela parece que adivinha que alguém está esperando para pegar ela, mas ela só vem quando não há perigo, ela deposita o dinheiro  E apaga a memória de quem estava presente e puff ela desaparece, é assim, todos os meses.

Processando as informações.

  Uma mulher que não conheço está dando dinheiro pra min? Mas...quem é essa pessoa?

– E faz quanto tempo que ela está depositando dinheiro? - pergunto.

   – Onze anos - sussurra ele

Engasgo. Desde que eu nasci eu estou recebendo dinheiro, tanto sufoco atrás de dinheiro,e ele estava em um banco, o tempo todo!

– Quanto  Eu tenho? - pergunto me recuperando.

   – 547 mil Galeões.

   – O que é galeões? - pergunto.

   – Dinheiro  de bruxo. E você parece que têm 667 mil dólares.

Arregalei os olhos, desse dinheiro eu entendia! Meu deus,eu sou rico.

Passei um tempo recaptulando o que há de estranho na minha vida;  sou estranho, sou um bruxo não informado e agora sou rico no mundo bruxo e no dos trouxas também!

– Tá na hora de ir para o beco diagonal, tamos sem tempo. - diz ele se levantando.

Sem fazer nenhuma pergunta...  Agente foi pra parte de traz do caldeirão furado, tinha latas de lixo.

   Estão me seguindo esses lixos.

Paramos na frente de um muro sólido.  Vamos fazer o que aqui?  Derrubar?

Eu ri com o pensamento.

Três para cima... dois para o lado... – murmurou. – Certo, chegue para trás, Peter .

   Ele tira uma varinha do seu bolso.

Ele bateu na parede três vezes com a ponta de seu graveto. E o tijolo que tocou estremeceu, então torceu-se. No meio apareceu um buraquinho, que se foi alargando cada vez mais. Um segundo depois estou diante de um arco bastante grande passaria ums gigantes por aqui , um arco que abria para uma rua de pedras irregulares, serpeava e desaparecia de vista.

– Bem-vindo - disse Terry ao meu lado,que parecia empolgado tanto quanto eu -  ao Beco Diagonal.

Dei uma olhada pra traz e vi o muro se fechando e se torna um muro sólido de novo.

   Tava espantado, passamos em uma da muitas lojas. Tinha cada coisa...  queria ter uma dez olhos para olhar pra tudo, era como  entrar em uma  feira de outro mundo.

Caldeirões – Todos os Tamanhos – Cobre, Latão,Estanho,Prata – Automexediço –Dobrável, dizia um letreiro acima.

Que diabos é isso?

Famos andando até no meio dos povos que vinham com sacolas e gaiolas com sapos, ratos ou corujas.

Tínhamos  chegado a um edifício muito branco que se erguia acima das lojinhas. Parado diante das portas de bronze polido, usando um uniforme vermelho e dourado, havia...

– É, é um duende – disse Terry completando meu pensamento. 

Olhava ao redor enquanto subiamos os degraus de pedra branca até o duende. Ele era uma cabeça mais baixo do que eu. Tinha uma cara escura e inteligente, uma barba em ponta e, eu  reparei, mãos e pés muito compridos, parecem Ets de filmes.

O duende nos comprimetou com uma reverência quando entrei . Em seguida deparei com um segundo par de portas, desta vez de prata, onde havia nomes escritos,  em tintas de bronze.  Eu li :

Entrem, estranhos, mas prestem atenção

Ao que espera o pecado da ambição,

Porque os que tiram o que não ganharam

Terão é que pagar muito caro,

Assim, se procuram sob o nosso chão

Um tesouro que nunca enterraram,

Ladrão, você foi avisado, cuidado,

pois vai encontrar mais do que procurou.

– Olha isso ainda está aí - Diz Terry sorrindo.

– isso é...?

  – Uma maldição.

 

 

   



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...