História Peter Kess e a profecia perdida - Capítulo 5


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Categorias Harry Potter, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Alvo Potter, Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley, Rose Weasley, Scorpius Malfoy
Tags Alvo Potter, Drama, Harry Potter, Hogwarts, Missão, Os Olimpianos, Percy Jackson, Scorpius Malfoy
Visualizações 2
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - A minha varinha


      Saí de perto rapidamente daquela maldição.

– Ninguém ousaria a roubar Gringotes, esse é o banco mais seguro. Então vamos. - diz ele não ligando para minha preocupação da maldição.

Havia mais de cem duendes sentados em banquinhos altos atrás de um longo balcão, escrevendo em grandes livros-caixas, pesando moedas em balanças de latão...  com óculos de joalheiro.Havia ao redor do saguão portas demais para contar, e outros tantos duendes acompanhavam as pessoas que entravam e saíam por elas. Eu e Terry  dirigimos até um balcão principal.

– Boa tarde - falou Terry pra chamar a atenção do duende, eu acho. – queremos entrar no cofre de Peterson Kess.

O duende se levantou e olhou pra min. E eu ignorei Terry ter falado Peterson, como ele sabe que esse é meu nome verdadeiro? E não Peter? Afastei essas perguntas e voltei a atenção para o duende.

– Sim...  passe a mão aqui.

Ele me mostrou  uma pedaço de madeira brilhante, era Dourado, e no meio tinha uma marca de uma mão, provavelmente  era botar ali.  Cuidadosamente eu preencho minha mão lá, um choque me ocorreu, eu dei um pulo.

– Que foi?  -  Pergunta Terry.

– Levei um choque. - digo.

Os dois olharam pra min como se  Eu tivesse feito algo de errado.

– Certo. Neta, Leve ele, somente ele, para o confere 224.

   Uma duende sai de onde não sei, ela vem andando  no jeito engraçado, não aguentei, e rir um pouco.

Ela me fuzilou com os olhos. Parei de rir imediatamente.

– Perai, eu vou só com ela? - pergunto.

   – Sim - falou Terry  triste.

   – Por quê? - pergunto rapidamente.

   – O seu cofre misterioso, então não achamos seguro alguém , ao não ser o próprio dono do dinheiro, entrar lá. - fala o duende em cima do balcão.

Terry fala a quantia para eu pegar, eu e Neta farmos.

Ela abriu uma porta e eu me surpreendo com o muito mármore, era estreito,  era escuro e tinha um tonel, que só era clareando pelas tochas flamejantes . Neta e assobiou e um carrinho vinha até pelos trilhos. Embarcamos.

Neta comandava o carrinho entre os trilhos.  Dava muito balanceado, eu pra lá e pra cá. Mas segurei firme e disparando para mais baixo e mais baixo, acho que eu estava os mil quilômetros  debaixo da terra.

   O carrinho começou a desacelerar...  até que paramos.  Paramos em uma grande porta de metal Dourado.

Cheguei até na frente.

– Coloque a mão novamente  Sr. Kess.

   Tinha o formato da mão.

Espero que não leve choque novamente.

Infelizmente levei de novo. Quando o cofre e aberto…

   Sou supreendido com o tanto de moedas de prata que ali tem.

Tinha tanto que nem conseguia passar pelas fileiras. E olha que o lugar era espaçoso, mas só que espaço enorme era coberto por dinheiro. Tinha quatro maletas pretas no cantinho. Olho envolta e vejo que tem só moedas de bruxos. Olho pra Neta que está de Costa Pra min.

Abro a maleta, dou um assobiou baixinho.

   Tinha dólares, Euros... dinheiro de Trouxas também…

   E era muito.

Pego uma maleta pretas,me sento para contar quanto tem. 20 mil dólares. Pego ela também.

     Precauções.

Vou até os galões e sicle e encho o Sacinho.

Levo um susto quando uma voz arranhosa soa pelo espaço.

"Peter kess... aquele com o poder…

   – Você ouviu isso ? - pergunto a Neta.

– O que?  - fala ela mal-humorada.

   – Nada...

Saímos do banco, é olho a lista, famos comprar  1. Três conjuntos de vestes comuns de trabalho (pretas).

Farmos para a loja onde vendia as vestes. Até que Peter para bruscamente.

– Desculpa Peter, mas eu vou até ali comprar uma coisa e já já tô de volta, ali na frente tem o Olivaras, então você pode lá comprar  a sua varinha.

   - Aonde você vai?

   - Vou... encontrar uma amiga... - ele pensou antes de dizer,mais prefiro não falar nada para não encher seu saco,ele estava me tratando como um irmão mais velho.

– Okay - falo.

– Depois cê vê - diz somente.

  Ele vai até uma loja olhando para o lado e para o outro.

  Entro na loja que vendia a tal veste.

   A loja tá bastante cheia.  Uma velhinha  vem logo me atender.

   Depois de uns 15 minuto eu saio dali com as vestes prontas.

   Vou até Olivaras Que é bem na frente.

   Entro e logo um sino que prendia acima da porta toca.

    Um velhinho sai de lá dos fundo.

   Ele tinha uma aparência  muito Velha, e parecia que sofreu muito na vida.

Um garoto da minha idade sai de lá dos fundos, com uma varinha na mão.

– Ah! Não consigo usar ela!

– As varinhas que escolhe o bruxo Sr. Potter. Tente essa.

Ele tira de uma caixinha e entrega a outra varinha.

– Olá - respondo pra chamar atenção.

  – Fica quieto - repreendeu-me o garoto. 

Ela aponta a varinha pra min e uma força me arremersa para longe.

Ela da gargalhadas e olha pra min.

 – Essa é a varinha Sr. Olivaras.

Ela paga a ele.

E antes de sair pra fora da loja eu murmuro pra ele ouvir.

– Isso não vai ficar asim.

   Ele para e olha pra min, ele da um sorriso de deboche.

– Só quero ver.

Já comecei ficar irritado  com esse garoto. Quem ele pensa que é?

– Olá? - diz o Senhor.

   – Ah, Oi.  Vim em busca de uma varinha.

    – Sim...  vamos a procura.

Ele com passos lentos vai até lá traz, vejo que tem muitas prateleiras.

Ele me observa e tira uma caixa. 

    Ele me entrega.  É bem maneira, e é fácil de segura-la.

    – Experimente. - diz ele.

Eu aponto para a janela. Uma garota que passava lá na frente leva um tombo.

    – Desculpa ... - murmuro baixinho.

Ela entroncha a cara e vai se bora.

   Devolvo a varinha a ele.

Fizemos umas dez trocas de varinha, para testar a minha reação com ela, e quando  está na minha mão faz uma coisa esquisita, ou machuca alguém.

   Novamente  ele vai até la traz para pegar décima primeira varinha. Ele se enrola entre os pés e quase cairia no chão se não fosse pela estantes. A varinha escorregou de suas mão ,a varinha levita no ar e vem em minha direção,chega a até minha mão e eu a pego com firmeza

Finalmente  ele volta.

As caixas anteriores  que ele trouxe eram, pretas.  Mas essa era diferente, era uma cor Verde,  amarelo, azul e vermelho,mal se podia ver as cores,as cores eram fracas, quase da cor de uma madeira normal…

Um  rugido de trovão assoa  lá fora, as pratileiras começa a tremer, o frio toma todo o lugar, as águas que estava em um copo saiu de lá e ia se bora pelo chão… uma sensação de poder percorre sobre meu pes até minha cabeça,meus olhos começava a ver o lugar de outra maneira. Eu bloqueio a mente e tudo volta ao normal. Ele olha pra min com horror.

– Olha Sr. Kess, essa varinha não era pra ser sua.

Franzi o cenho.

   – Como assim? - pergunto.

   – Eu não a Fabricei.  Ela foi achada, ela foi encontrada debaixo da escola de hogwarts.  Mas não sou a pessoa certa a contar a história.

Hã?  Agora fiquei curioso.

Quero bombardear  Ele com perguntas.

– Essa varinha é especial Sr? - pergunto a ele.

    – Sim e não.  Depende de quem a usar.

    Fico um pouco atodoardo.

  

       

  



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