1. Spirit Fanfics >
  2. Petryong - Na casa mais vigiada >
  3. Capítulo 2

História Petryong - Na casa mais vigiada - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, meus radioativos ♡
Boa tarde, tudo bem com vocês? Bora ganhar mais um olhinho extra? Uns braços a mais, tanto faz.

Algumas pessoas especularam sobre ter havido um estupro e ficaram em dúvida, esse capítulo vai explicar melhor o que aconteceu, okay?

Gente, não tem a Giselly? No primeiro capítulo a Marcela disse que ela teve que sair da casa porque beijou a boca do Hadson e se desfigurou, não tive tempo e nem vi como explicar que ela voltou na fanfic, porque ela faz aparição, mas vamos fazer de conta que ela já havia voltado para casa pois se recuperou no médico, okay?

Botem ou máscaras e roupas e bora pra leitura!

Capítulo 2 - Capítulo 2


O BBB dessa madrugada foi marcado por uma falha nas câmeras, algo nunca visto antes em todos os BBB's.

Todas as câmeras simplesmente deixaram de funcionar por algum motivo e a produção teve que intervir ao amanhececer para avaliá-las e consertá-las, a casa mais vigiada deixou de ver vigiada por apenas uma noite. Muitos ficaram revoltados e fizeram várias especulações sobre o que poderia ter acontecido.

[09:30 da manhã - Cozinha - 02/01]

- Pyong, volta aqui! - Um Petrix desesperado e ressentido clamava, sem ser correspondido. Pyong apenas tentava andar, de forma meia torta com os pés exageradamente afastados um do outro e o ignorando, não demoraria muito para que PX o alcançasse.

- Py! - Dito e feito, o ginasta o alcançou, sem esforços praticamente e o virou bruscamente para ti. - Fala comigo! - E ao ficar de frente para o ginasta, o hipnólogo evitava mas deixava transparecer desconforto e dor física no seu olhar, fora que seus olhos estavam forçadamente fechados como quem acabara e sofrer uma dor ou pontada, quando Pyong foi puxado e virado, era nítido a expirada profunda que ele deu, ele estava ferido e não, não me refiro aos ferimentos externos do Bit Fone. O puxão bruto, mesmo que não tenha sido intencional.

- O que foi, Petrix?

- Por que? Porque você está assim comigo? Eu não te dei o que você queria?

- Você não me deu respeito, Petrix! - O coreano tentava engrossar a voz e aumentou seu tom.
 
- Mas você não gostou?

O coreano respirou profundamente, tentando conter a impaciência, nervosismo, dor física e emocional.

- Petrix… É claro que eu gostei, mas você me machucou… Doeu mais do que eu gostei, eu estou machucado, eu pedi para você não continuar, você por acaso pensou em mim?

- Ah, mas cá entre nós… você não implorou tanto, devia estar gostando e…

- Petrix! - O coreano levantou um mão, pronto para desferir um tapa, mas pensou por um segundo e abaixou as mãos. No mesmo instante, uma Marcela mega-irritada passou pela cozinha, acompanhada de uma fofa e baixinha de cabelos curtos que com suas perninhas pequenas, tentava acompanhar os passos de Marcela. 

- Miga, miga, calma! - E Marcela parou, mas não por isso. Ela havia observado o possível tapão que Petrix levaria e deduziu que algo não estava certo entre eles.

- Acho que o Pyong não quer conversar com você. Adianta.

- Mas…

- ADIANTA, VIADO! RALA! - O grito de Marcela provocou um eco absurdo na cozinha, Manu pulou automaticamente, assustada. E alternando os olhares entre ele e ela, Petrix saiu da cozinha indo pela mesma direção que Marcela entrou, não queria irritá-la mais do que ela estava e não viu outra opção a não ser deixá-lo por enquanto, ninguém poderia saber o que houve.

Marcela seguiu em frente, puxando o Pyong pelo braço enquanto passava por ele, mas parou de imediato, assustada, assim que ouviu um grunido de dor vindo do hipnólogo assim que ele foi puxado.

Marcela arregalou os olhos e tentou se explicar:

- E-Eu… Eu tinha até me esquecido do que que vi ontem… Nessa madrugada, digo. 

- Ah, Pyong, eu sinto muito! - Manu correu saltitante até Pyong e assim que chegou perto dele, o deu um abraço suave e delicado, para que não o machucasse de alguma forma. - A gente viu… Não conseguimos intervir, não sei porque, paralisei. Desculpa, desculpa, desculpa! Desculpaaaa!

O hipnólogo caiu em lágrimas… e a Marcela em fúria.

[…]

Fora da casa, numa área de lazer, estava Victor Hugor, Hadson, Lucas e Guilherme. Caminhando sem rumo, o ginasta acabou parando fora da casa até que viu os meninos sentados e resolveu se aproximar. 

- Entendeu? Ela não " picisava fala issu ", ... Não picisava! Uhu, uhu, uhu... - Lamentava um Hadson cínico e sonso, ele pôs a mão sobre a testa e tentou máximo fingir mágoa e choro, mas nenhuma lágrima conseguia cair por mais que se esforçasse.

Lucas e Victor Hugor ficaram muito tristes e comovidos com as palavras de Hadson. Lucas cerrou os punhos e Victor levou uma mão sobre o braço de Hadson, segurando-o.

- Fica assim não, Hadson. - Victor Hugor lacrimejava, mas tentava evitar o choro.

- O que aconteceu? - Petrix indagou, curioso.

- Aquelas mininas loucas, me acusando de assédio, como si eu pudessi fazê issu! Olha pra mim, Petrix, o que você vê? - Dizia Hadson, com um tom de voz singular, parecendo a voz do Tiririca.

Petrix não o respondeu, ciente de que se abrisse a boca para falar algo, sairia merda. 

- Você tinha que ver, se tivesse uma arma na mão da Marcela, tenho certeza aque ela teria metido tiro em todos os homens daqui. Ela tá louca. - Victor Hugor toma uma posição na casa e choca os internautas.

[…]

No quarto das meninas, Manu e Marcela tentavam com todo o cuidado do mundo colocar o Pyong sobre uma das camas sem que ele sentisse dor. Thelma, Rafaella Khaliman e Giselly levantaram de suas camas assim que as meninas entraram no quarto, amontoando-se entre elas enquanto as mesmas endireitavam o Pyong na cama.

- Gente, o que aconteceu? - Rafa disparou, horrorizada.

- Pyong, Pyong? Pyong, você está bem? - E foi a vez de Thelma.

A porta do quarto se abriu e Mari, Flayslane e Gabi entraram. Gabi entrou por último e trancou a porta. 

- Misericórdia! - Berrou Flayslane. Das meninas que acabaram de entrar, ela foi a primeira a correr até o Pyong e sacudi-lo, o hipnótico retribuiu com um grito angustiante. - Pyong, Pyong? 

- Para, garota, você tá doida? - Thelma puxou o braço dela.

- Eu não sabia, eu não sabia!

- Aguém explica, que está havendo? - Mari interviu falando em alto tom, as meninas se silenciaram e o hipnólogo chorava, tentando se ajeitar na cama. Manu e Marcela se entreolhavam com um olhar que só as duas entendiam o que significa. Entre as caretas e gestos faciais que elas lançavam umas as outras, Giselly se irritou e gritou:

- Fala!

- O Pyong, ele foi es… - Marcela tentou falar, mas Manu pousou as mãos sobre a boca de Marcela e a pressionou o mais rápido que pôde, cortando a fala da mesma.

- Marcella, não! Não é seguro falar! As câmeras, o povo, a vontade do Pyong, Marcela...

- E você não se preocupa com ele? - Marcella tirou as mãos de Manu dos seus lábios, ainda as segurando.

- Amiga! Eu me preocupo e muito, mas também me preocupo com o que pode acontecer depois do que você falar!

- Meninas, não... - Pyong falou mas foi ignorado.

- Mas o mundo precisa saber! Meninas, o Pyong foi estuprado... pelo Petrix.

Manu deu uns dois passos para trás. Todas as meninas se entreolharam horrorizadas, botaram as mãos sobre a boca quase que em uníssono. O silêncio e a paralisia reinaram por 1 minuto, até que Flayslane começou a andar até a porta, daquele jeito desengonçado e abusado, como quem estivesse indo procurar briga.

Rafa e Mari correram até ela e a seguraram, mas Flayslane era insistente e tentava a todo custo se soltar se mexia para lá e para cá.

- Me solta! ME SOLTA! Eu vou dar cara daquele filho da PUTA! Me solta caralho, que MERDA! Como que alguém faz isso com uma pessoa? FILHO DA PUUUUTAAAAAAA! ME SOLTA, VADIAS! ME SOLTA! INFERNO, DESGRAÇA, ISSO NÃO TÁ CERTO! - Flayslane começou a chorar.

No exato momento em que Marcela falou que Pyong foi estuprado, a câmera do quarto feminino do " BBB AO VIVO ", do aplicativo Globo Play mudou para outro lugar, tornando impossível ver o que ocorreu depois daquilo para os assinantes.

Não demorou nem meia hora para a tag #EstuproBBB se tornasse uma das mais comentadas do Brasil no Twitter.

[…]

- Mas hein… - Felipe chamou a atenção de Petrix, que se aproximou do mesmo. - Abaixa aqui.

Petrix abaixou, Felipe aproximou o rosto do ouvido de Petrix e disse baixinho, sarcástico:

- Eu vi o que cê fez de madrugada. Parabéns, você deu aquele merdinha o que ele merece, piroca e desgosto. Humilhou ele. Quando você disse que o plano era queimar as meninas da casa, não imaginava que ele se enquadrasse. Tu machucou foi pouco.

Petrix o encarou com uma expressão de susto, raiva, confusão e medo; não sabia o que fazer nem o que falar.

A câmera do " BBB AO VIVO " que vigiava aquela região foi desativada de repente. A tag " #EstuproBBB " foi ao auge e os internautas estão cobrando urgentemente um pronunciamento do Big Brother Brasil. Ao mesmo tempo, as páginas de notícias diversas na internet anunciam que Petrix está sendo intimidado pela polícia a dar depoimento. Sobe meteoricamente outras duas tags no Twitter, #ForaPetrix e #AssedioBBB.

O que será que vai acontecer quando o BBB entrar ao ar nessa noite?


Notas Finais


VOTA NO PEEEEEEEEEEEEEEEEEEETRIIIIIXXXXXXX


OU NO FELIIIIIIIIIIIIIPEEEEEEEE

Quando ele for para o paredão, claro. Votem com todos os dedos extras que vocês vão ganhar ao decorrer da leitura da fanfic.

Não teve frango assaaaadoo
Não vou forçar gente, se bem que já forcei criando a fic né kkkkk mas enfim
DIGA NÃÃÂÃÃÃÃOOOOOOO AO ESTUPRO



----__-_-€-_- €-_-_-_-_-_-_-_-_-_-

Gente, não sou uma garota de 14 anos KKKKMMK
Me chamo Caio Felix, tenho 18 anos e moro em Cachoeiro de Itapemirim, por enquanto é só, beijos ♡

Se cuidem.
Nível de radiação desse capítulo?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...