História Pet's Curse - Capítulo 12


Escrita por: e DianaTory

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Narcissa Black Malfoy, Rabastan Lestrange, Remo Lupin, Rita Skeeter, Severo Snape, Sirius Black, Theodore Nott, Tiago Potter, Tiago S. Potter, Tom Riddle Jr.
Tags Harry Potter, Tomarry, Tomxharry
Visualizações 966
Palavras 2.161
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi filhotinhos de lobos. Como vocês estão? Um capítulo novo para animar esse começo de semana de vocês

Capítulo 12 - Entorpecido


Capítulo XI

-Entorpecido-

Harry e Rodolphus correram para a sala quando ouviram um barulho de algo quebrando, quando os dois chegaram na sala viram Sirius e James caídos no chão, um sobre o outro e um armário com portas de vidro caído sobre eles, as portas quebradas ferindo os meninos que estavam sangrando em alguns lugares.

Imediatamente, Harry e Rodolphus correram até eles, pegando o armário e o levantando, logo em seguida pegando os cacos de vidro maiores quebrados dos meninos colocando em um lugar longe do cada um certificando-se de que os meninos estavam bem. James tinha alguns cortes, mas além disso ele estava bem, ele tinha sido protegido da maior parte do dano pelo corpo de Sirius, provavelmente Sirius estava sobre os ombros de James quando eles caíram.

Harry olhou para Sirius que estava muito pior. Rodolphus estava forçando o menino a se despir apenas para ficar de cueca e estava usando sua varinha para tirar os cacos do menino que estava chorando enquanto Rodolphus estava o curando e falando reconfortantes para o garoto, tentando acalmá-lo. Agora que Harry estava realmente vendo os dois juntos agindo assim ele podia ver o amor que o mais velho tinha por seu noivo. Mesmo com a visão da dor de Sirius, Harry não pôde deixar de sorrir. Eles faziam um casal estranho, mas eles mereciam e completaram um ao outro. Sirius precisava de alguém que fosse estável e ao mesmo tempo engraçado, e Rodolphus precisava de alguém ali para animá-lo, estar presente para ele, amá-lo não importando o que acontecesse.

Harry queria isso, queria ter aquele sensação de segurança, alguém a quem ele poderia recorrer e ele saberia que estaria a salvo se mostrasse seu verdadeiro eu, que não o julgaria, que o protegeria quando ele precisasse e que sempre estará lá por ele. Alguém que o manteria entretido e o faria feliz por estar apenas ao lado da pessoa.

- James, Sirius... - Harry olhou para trás para ver seu avô correndo de seu escritório para verificar o que tinha acontecido - O que você estava pensando? - O homem disse para seu filho severamente e Harry não pôde evitar sentir uma dor em seu peito.

Ele nunca teve isso. Nunca teve um pai. Ele e Gina não eram nada como Sirius e Rodolphus. Ele não era nada!

- Me desculpe. Nós só queríamos chegar ao topo… a mãe costuma guardar os chocolates lá em cima e… - o menino choramingou ao olhar para o amigo machucado.

Harry viu entorpecido quando Charlus apenas empurrou o filho para o peito dele, abraçando-o.

- Nunca mais me assuste assim, meu jovem. Você entendeu? -

- Sim, Papai -

Harry viu entorpecido de novo quando Rodolphus puxou Sirius para um sofá, sentou-se antes de puxar Sirius para seu colo e abraçá-lo para acalmá-lo. Harry podia ver o lábio do menino murmurando que ele estava sujando as vestes de Rodolphus com seu sangue. Harry não pôde deixar de pensar que ele não se importaria de ter suas roupas ensanguentadas só para ter o que elas tinham.

- O que aconteceu? - Harry ouviu alguém perguntar e olhando para a lareira, viu sua avó aparecendo com Severus e várias sacolas em suas mãos.

- Seu filho e seu primo decidiram que seria divertido subir o armário para pegar os chocolates - Charlus disse severamente - Eles conseguiram derrubar o armário em cima deles. Para não falar todas as coisas quebradas... - o homem finalizou apontando para as coisas que estavam dentro do armário e para o armário em si.

Dorea se aproximou de James o examinando e depois o Sirius, quando Severus se aproximava com suas sacolas. Harry olhou para a cena da família e então se virou com Severus e foi para seus aposentos, o menino posou seus novos pertences na mesa nos aposentos do quarto assim que chegou e olhou para Harry.

- Como eu devo chamar você? -

Harry encolheu os ombros, sentando em uma cadeira.

- Aiden… Ou pai. O que você se sinta mais confortável de me chamar -

O menino assentiu, sentando-se diante de Harry - Por que você me adotou? - Harry olhou para o menino que continuou falando rapidamente - Não que eu não seja grato mas...-

- Eu sou um Potter e meu primo não lhe deu mais do que problema - Severus assentiu - Eu tinha um primo… um trouxa. Eu era o saco de pancadas dele. Ser família não faz de você igual. É o que você acredita que importa. Você não pode julgar um livro pela capa e pelo que as pessoas dizem sobre isso, você tem que ler e encontrar você mesmo a história, o significado -

O garoto assentiu - O homem.. Sr. Riddle? - Harry olhou para Severus, assentindo. - Você não gosta dele –

- Ele é perigoso. Eu quero que você fique longe dele quando eu não estiver por perto para de proteger. E, a partir de agora, você não sairá de casa nem irá para o Beco Diagonal sem proteção -

- Eu não vou, senhor -

- Não me chame assim - Harry murmurou olhando para a lareira que ele tinha em seus aposentos pessoais.

- Posso perguntar se há um amante... pai? -

- Eu tenho uma namorada… eu ia propor para nós dois casarmos, mas me mandaram para cá. Mas… eu não sei mais o que sinto por ela… - Harry se virou para Severus, sorrindo para ele - Não é porque ela não era única… ela era perfeita para tudo que eu poderia pedir, mas… há uma faísca faltando, algo que me mantém entretido. Vivo - Harry riu do que acabara de dizer - Um conselho, no entanto, nunca se envolva, a menos que tenha certeza de que é a pessoa que você quer -

- Você a ama? -

Harry assentiu.

- Eu a amo -

- Como ela pode não ser a única então? -

- Ela não é a culpada… eu sou. Eu quero e preciso de algo mais do que ela pode me dar... Eu vivi minha vida inteira sendo criada para o abate e então de repente tudo acabou e só havia o vazio... ela não podia preenchê-lo e isso estava deixando os dois loucos... -

- Ainda te deixa louco... agora... você esta... vazio -

Harry sorriu fracamente para Severus – Um pouco, meu filho, à verdade... vê-los do lado de fora acabou de me fazer perceber que eu e Ginny nunca daríamos certo... que sempre haveria algo faltando -


TOMARRY


Voldemort olhou para seu animal de estimação enquanto ele aprendia a fazer os pingentes que teria que usar naquela noite durante a meditação. Desde que o homem chegou, ele o havia evitado completamente e isso só tornou a caçada ainda mais deliciosa.

- Riddle -

Voldemort olhou para o dono da voz, apenas para ver Charlus ao seu lado também olhando para Aiden.

- Potter -

- Eu não acho que preciso me explicar quando digo que você precisa se afastar de Aiden -

- Eu acho que você está pensando muito, Potter -

- Pare de atacá-lo -

- Ele é um menino crescido... ele pode se proteger -

- Fisicamente e mentalmente sim… emocionalmente… não tanto. Eu não quero velo a menos que seja no jornal. Você entende? -

Voldemort levantou uma sobrancelha divertida para o homem quando ele começou a se afastar.

- Você não mudou nada, Potter -

O homem parou e olhou para ele duramente.

- Você ainda também não. Afinal, eu ainda sou do tempo antigo, dos que as pessoas pedem permissão para o senhor da família para poder cortejar alguém primeiro – Disse desaparecendo.

Voldemort não pôde deixar de sorrir olhando para seu animal de estimação.

- Senhor? -

Voldemort olhou para quem o tinha o chamado apenas para ver o jovem Severus. Isso era estranho, ele esperaria que Aiden dissesse ao garoto para se manter longe dele.

- Sim senhor…? -

- Severus Thomas Mather, senhor -

- Com o que posso ajudá-lo, jovem Severus - Voldemort perguntou, mal contendo o sorriso de seu rosto.

Por que Aiden chamaria o menino de um nome semelhante ao nome ao do seu nascimento?

- Podemos falar em privacidade? -

Tom assentiu e levou o menino para fora da sala para a biblioteca vazia, fazendo várias proteções para lhes dar um pouco de privacidade.

- Outro dia meu pai disse que você era seu mentor -

Voldemort assentiu – sim falou -

- No mesmo dia, ele também me disse que... você não está exatamente na sua lista de melhores... -

Voldemort levantou uma sobrancelha divertida para o garoto - Eu sou uma pessoa difícil - Ele admitiu.

- Mesmo assim... O papai está morto por dentro e eu nunca vi mais vida nele do que quando ele estava falando com você ou falando sobre você - Voldemort franziu a testa ao comentário do menino - Ele disse que foi criado para abate... o que ele quis dizer com isso? -

“Criado para abate?” Pensou o homem

- Receio não saber a resposta -

O menino assentiu e se levantou da cadeira que sentara e se aproximou da porta da biblioteca, onde parou e olhau para trás.

- Papai disse que ele e sua antiga namorada tinham uma faísca faltando… que, por mais que tentassem, havia algo faltando e isso os fazia enlouquecer. Eu vi essa faísca o preencher quando ele falou com você -

- Você é muito perceptivo para a sua idade, jovem Mather -

- Obrigado, Sr. Riddle -

- Posso perguntar por que você se chama Thomas? -

- Meu tio, lorde Potter, foi quem me deu o nome, senhor - o rapaz baixou a cabeça e saiu.

Voldemort riu. Aparentemente, Charlus Potter era mais perspicaz do que ele imaginava.


TOMARRY


Assim que o Harry conseguiu ficar sozinho, ele começou a subir as escadas e entrou no escritório da casa Maior Black. Ali tinha que ter algo para ajuda-lo no relacionamento entre Sirius e o pai.

Harry tinha acabado de ver os dois juntos e só sabia que o homem seria a razão pela qual Sirius não se casaria com Rodolphus e depois que ele viu o mais velho cuidando das feridas do Sirius ele não podia deixar os dois se separarem.

- O que você está fazendo?- Harry olhou cima de onde estava mexendo na gaveta da mesa, para ver Voldemort entrando na sala, quebrando as proteções que ele tinha feito com facilidade e ainda adicionou proteções novas mais fortes do que antes.

- Salvando o noivado de Rodolphus - Harry murmurou fracamente, fazendo Tom levantar uma sobrancelha.

- No futuro Rodolphus se casa com Bellatrix e Sirius no verão do seu 5º ano foge da família -

Voldemort se aproximou da mesa e abriu uma das gavetas tirando vários pergaminhos de dentro - Esses são os casamentos e noivados da família –

Tom abriu os pergaminhos, olhando alguns até separar apenas um deixando sobre a mesa e guardou os outros, lendo logo em seguida começou a ler qual tinha separado.

- Isso não me surpreende. Lord Arcturus foi o único a fazer a proposta de engajamento. Surpreende-me como Orion deixou isso acontecer -

Harry sentou na cadeira de frente para a mesa. Tinha que haver algo...

Harry viu Voldemort guardando o pergaminho novamente.

- Você pode não ser capaz de provar isso. Principalmente se o que você acredita é verdade, então isso só acontecerá alguns meses antes do jovem Sirius “fugir” - Harry olhou para Tom e então assentiu - Embora eu tenha ouvido que a morte de Lorde Arcturus foi... suspeita de repente - Harry franziu a testa e Tom sentou na mesa de frente para Harry, que tinha que olhar para o homem agora - Um mês para o outro ele ficou doente e morreu... Eu ouvi pessoas dizerem que Orion estava muito feliz com isso. O que não é uma surpresa, a maioria dos puro-sangues não gosta de seu pai, mas considerando o que você disse sobre o futuro, não me surpreenderia... -

- Você acha que ele matou seu próprio pai para se tornar o Senhor da família? - Voldemort assentiu - Por que você está me contando isso? -

- Eu vou encontrar a prova real de que você pode dar ao seu querido tio... não é falso, lembre-se de você, que Orion fez isso -

- Mas? - Harry perguntou friamente.

- Você vai participar de todos os rituais, que magos fazem, junto comigo -

Os olhos de Harry endureceram.

- Um ritual apenas -

Voldemort sorriu - Isso é muito pouco, meu animal de estimação -

- O resto do ano escolar então - rosnou. Ele odiava esse apelido.

Voldemort agarrou a colarinho de Harry puxando-o para mais perto.

- Feito - O homem disse com um sorriso, antes de morder o pescoço do seu Pet retirando sangue como se para selar o acordo...


Notas Finais


Em uma parte eu me perdi na tradução não sei o que aconteceu, pois foi difícil de compreender mas consegui.
Que vocês tenham um bom filhotes.
Estou traduzindo uma nova fanfic tomarry vou deixar o linck e se quiserem vão dar uma olhada.
https://www.spiritfanfiction.com/historia/harry-potter-e-a-luz-sombria-13873616


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...