História Phantom Love.- Reescrita. - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, XiaoJun, YangYang, Yuta
Visualizações 3
Palavras 1.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Cap 1- Beginning.


Os tic-tac’s do relógio pareciam bem mais altos que o normal, a luz pareciam ultrapassar minhas pálpebras que se recusavam a se abrir me causando um incômodo extremamente forte e minha cabeça latejava como nunca. Meus braços estavam imóveis e um deles estava completamente dolorido, minha cabeça pendia para trás mas eu ainda podia sentir alguns fios da minha franja caídos sob minha boca e minhas costas estavam em algo levemente gélido. Quando finalmente consegui abrir os olhos a luz forte atingiu minha retina me dando a pior dor de cabeça que já havia sentido em toda minha vida e tudo a minha volta pareceu girar, levantei a cabeça sentindo meu pescoço doer me fazendo formar uma leve careta por conta da dor.

Tudo a minha volta era branco e ao meu lado tinha uma cama, com lençóis também brancos, quase como um hospital. As paredes eram brancas mas com um tom mais amarelado, como se não tivessem sido limpas a tempos, e o chão — também na cor branca — tinha algumas pegadas de barro marcadas da porta até o lugar em que ela estava sentada. O lugar era fechado por uma grande porta de metal, sem nenhum tipo de maçaneta ou algo assim, apenas com uma pequena janela também de metal, que se encontrava fechada no momento. Com aquela aparencia suja por todo o local pude chegar em apenas uma conclusão: eu estava em um manicômio.

Mas porque eu estava lá?

— ♯ Flashback on

Já fazia mais de uma hora que eu estava me revirando naquela cama, me cobri e descobri mais ou menos umas 50 vezes desde que deitei. Mais uma vez eu estava sentindo aquele incômodo que sentia desde que havia nascido, eu sentia que alguém me observava de longe, algo atrapalhava meu sono quase todas as noites e era algo que eu já havia me acostumado na verdade. Mas naquela noite algo estava diferente, além de sentir os grandes e amarelos olhos sobre mim ainda ouvia vários ruídos pela casa inteira e passos que podia jurar de pés juntos que não era minha mãe.

Um barulho alto vindo da cozinha me fez abrir os olhos assustada, era um barulho de algo muito pesado caindo no chão e aquela coisa claramente não era frágil. Poucos segundos depois do barulho alto pude ouvir passos pesados vindo em direção ao meu quarto, me encolhi na cama puxando a coberta por cima de mim de forma que apenas minha cabeça ficasse para fora do pano grosso e quentinho. A porta de meu quarto foi aberta lentamente reproduzindo um ruído alto é extremamente agudo, desviei meu olhar da entrada o fixando no teto de meu quarto, minha respiração já estava descompassada, o medo já havia tomado conta de mim e eu apertava aquela coberta com tanta força que provavelmente a ponta dos meus dedos já estavam ficando completamente brancas.

Os passos agora haviam ficado mais fáceis de escutar e mais altos, o que parecia ser uma bota pesada batia contra o chão de forma tão intensa que fazia todos os pelos do meu corpo se arrepiarem por inteiro. Uma nuvem de fumaça negra começou a tomar conta do teto do meu quarto logo pude ver o que parecia ser a figura de um ser humano muito magro e completamente escuro andando pelo meu teto. Suas unhas grandes e afiadas quebravam o forro de madeira e ele fixava seu olhar em mim, eram exatamente aqueles olhos que me observavam desde o nascimento, amarelos e grandes.

Um grito alto deixou minha garganta assim que senti aquela coisa caindo sobre meu corpo, senti um peso me esmagando lentamente e fechei os olhos com toda força que consegui, me debati na cama tentando me livrar daquilo e logo senti as lágrimas começando a cair descontroladamente.

Hyerin: Myunghee!- o peso pareceu sumir assim que ouvi a voz de minha mãe, que adentrava meu quarto assustada. Sentei na cama abrindo os olhos ainda deixando que várias lágrimas caíssem livremente e abracei minha mãe o mais forte que consegui.

Myunghee: ele estava aqui de novo omma, ele quer me pegar!- falei entre alguns soluços enquanto ela passava a mão em minhas costas em uma tentativa de me acalmar. Meu pai observava tudo da porta, parado em um mesmo lugar enquanto movia a cabeça negativamente, pegou seu celular e discou um número enquanto saía do quarto.

Hyerin: tá tudo bem agora, eu estou aqui com você.- falou baixo separando o abraço e secando minhas lágrimas com seu polegar.

Demorou apenas uns trinta minutos para ouvir uma sirene de ambulância, dois homens entraram em meu quarto acompanhados do meu pai. Eles seguraram meus braços e pediram para que eu os acompanhasse, não entendi muito bem o que estava acontecendo no momento mas não quis ir com eles. Minha mãe começou a chorar e pediu para que eu obedecesse eles, mas não o fiz. Chorei, gritei, esperneei, pedi diversas vezes para que eles me soltassem assim que os dois começaram a me puxar bruscamente para fora da cama até sentir uma dor aguda em meu braço e tudo começar a se apagar.

— ♯Flashback off.

Ao lembrar de todo o acontecimento mais lágrimas surgiram rapidamente, meus braços já estavam doendo pela posição em que a camisa de força os segurava. Deitei minha cabeça na cama ao meu lado deixando que as lágrimas caíssem de forma sofrida.

*****: por que está chorando?- uma voz grossa chamou minha atenção me assustando levemente, olhei para o lado levantando minha cabeça. Havia outra cama naquele quarto e naquela cama tinha um garoto sentado me observando durante todo o tempo em que estive ali.

Ele usava uma camisa de manga comprida branca e uma calça de moletom da mesma cor, estava sentado com as mãos segurando uma a outra e os pés cruzados. Ele tinha lábios grossos e a pele levemente escura, seu cabelo era escuro mas com poucas mechas loiras nas pontas e alguns fios caiam sobre seus olhos, seus olhos eram castanhos e bem redondos.

Myunghee: desde quando está aí?- perguntei assustada empurrando meu corpo mais para trás com os pés querendo o máximo de distância o possível.

*****: já faz alguns anos na verdade.- sorriu torto e coçou a nuca de forma desajeitada sem desviar seu olhar.

Myunghee: quero dizer... me olhando.- expliquei da forma mais clara o possível.

*****: ah, desde que chegou.- levantou da cama e andou lentamente até mim, tentei empurrar meu corpo novamente mas a cama atrás de mim me impediu.- não precisa ter medo, não vou te machucar.- riu de forma soprada e se abaixou ficando cara a cara comigo.- meu nome é Yukhei, mas pode me chamar de Lucas.- falou sorrindo.

Myunghee: Myunghee.- murmurei estranhando a aproximação repentina do garoto.

Lucas: você é a primeira colega de quarto que tenho em anos.- sorriu animado se levantando.- pena que está presa nisso.- apontou para a camisa de força que prendia meus braços.

Antes que pudesse responder ouvi a porta do quarto sendo aberta brutalmente e logo desviei meu olhar pra lá, percebendo o garoto tendo a mesma reação. Dois homens entraram no quarto me pegando pelos braços presos e me levantando.

***: ei garota, me acompanhe.- assenti devagar vendo o homem alto e forte começando a dar passos lentos para fora do quarto, olhei para trás antes de passar pela porta e vi Lucas sussurrando “boa sorte”.


Notas Finais


Oooi pessoal, pra começar quero dizer que essa é uma fanfic meio antiga minha, e no meio dela me deu um grande branco e ela nao saiu mais do lugar. Então decidi recomeça-la do zero. E aí está, espero que tenham gostado, até o próximo e BYEE ^^

~aurorasam.


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