História Philophobia - Capítulo 41


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Categorias Girls' Generation, Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hyoyeon, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeyong, Ten, Yuta
Visualizações 141
Palavras 1.216
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


demorei, demorei mas foi porque eu estava adiando por vontade própria.

o amor e o apoio que vocês deram a esta história deixa-me muito feliz e bastante agradecida. quero agradecer por terem tirado um pouco do vosso tempo para verem cada capítulo novo que saía.

mas...

Capítulo 41 - 041



E mesmo contra a vontade do Kim, o despertador começou a tocar fazendo-o soltar alguns resmungos e com alguma dificuldade se sentar sobre a cama ainda processando as coisas direitamente. Levantou-se, pegando primeiro uma toalha no armário e seguiu para a casa de banho para tomar um duche rápido. Ligou a água do chuveiro para esquentar, quando se deu conta que a casa estava bastante silenciosa. 

Donghyuck já havia ido para perto dos pais e Doyoung por estar doente [N/A: ele está apenas gripado, nada sério!] , teve que ir para casa dos pais para eles cuidarem dele. E só restava o Kim ali sozinho. Entrou debaixo de água e começou a se enxaguar.



🌻


Faltava nada mais nada menos que algumas horas para o ano letivo dar por terminado e os alunos que frequentam aquele estabelecimento de ensino seguirem suas vidas e começarem a trabalhar ou a ficar em cada sem nada para fazer. Entrou dentro da sala de aula acompanhado pelos seus fones de ouvido e logo o seu olhar se direcionou ao namorado que sorria para o mesmo enquanto tinha a cabeça sobre as palmas das mãos e com os cotovelos na mesa.


— Woonie!! – chamou o mais velho e acenou.

— Olá amor. – sentou-se ao lado do chinês e deu-lhe um beijo na bochecha. Demonstrar afeto em público não era lá muito o seu forte. – Eu já falei com os meus pais sobre irmos para Hong Kong e-

— Os meus pais deixaram; eles até nos deram a chave da nossa casa lá. – sorriu e aproximou-se do ouvido do Kim – E também já comprei os ingressos do avião.

— Ainda bem. – colocou a cabeça no ombro do mais novo. – Aquela casa está muito silenciosa...

— O teu apartamento dividido? 

— Sim. – suspirou. – O Haechan voltou para Jeju e o Doyoung hyung está doente e está na casa dos pais.

— Quer que eu fique lá de hoje para amanhã? — perguntou animado. – Assim a gente entrega a chave na casa do Doyoung hyung e segue para o aeroporto, mas antes despedimo-nos de todos.

— Se não for incômodo, eu aceito. – olhou para os lados e como não estava ninguém interessado em olhar para eles, o Kim depositou um beijo nos lábios do namorado.

— Eu tenho a impressão que esta viagem vai ser a coisa mais louca que vamos fazer pela segunda vez, porém agora sozinhos. – sorriu. – Porque a última vez que fomos foi para aquele parque de campismo. – olhou com malicia para o namorado.

— Y-Yah! – bateu no braço do chinês. Ele o havia deixado envergonhado por fazê-lo lembrar daquele dia.

— Tudo bem, você foi bem. – sorriu abertamente para o Kim, que tinha a face escondida ma curva do pescoço deste. – O professor está a demorar mais que o normal...

— Sim, é verdade. – suspirou. – O Chittaphon ainda está a trabalhar como fotógrafo?

— Sim. Eu acho que ele não desistirá muito cedo desse trabalho, visto que o seu modelo favorito é nada mais nada menos que aquele pedaço de céu, Seo John. 

— Hm. Bom saber. – o olhou com uma cara emburrada. – Pedaço de céu...

— Eu estava a brincar, Woonie! – abraçou o outro de lado. – Você é o meu pedaço de céu; o único para quem eu olho.

— Hm... – olhou para a frente. 

— Yah! Eu estou a falar a sério, Jungwoo. – apertou o aperto gostosinho.


Os garotos continuaram a falar abertamente enquanto o professor não vinha. Esse que estava preso no trânsito e não fazia ideia se ia conseguir chegar a tempo para dar o primeiro tempo da aula. 


🌻


E para tristeza de muitos e alegria de outros, que era o caso de Yukhei e Jungwoo, o ano letivo acabára de encerrar e os dois garotos seguiam para casa um do outro. Yukhei para pegar as suas malas e depois ir para casa do namorado e Jungwoo para acabar de arranjar as malas, para amanhã partirem.


— Eu daqui a pouco tempo estou aqui, ok? – o chinês abraçou o namorado. – Woonie, tire essa cara emburrada! Eu estava a brincar.

— Eu estou normal, Yuk. – o encarou sério.

— Jungwoo...! – beijou o pescoço do namorado fazendo cócegas, acabando por fazê-lo rir. 

— Ok ok! – sorriu. – Vá!

— Entre primeiro! 

— Está bem, mas agora vá.

— Ok, entre em segurança. – saiu acenando e sorrindo bobo. 


Jungwoo entrou em casa depois de ter subido algumas escadinhas e seguiu reto para o seu quarto. Pegou as malas que já continham algumas roupas e continuou a meter algumas, aquelas que mais precisava ou gostava. Enquanto arrumava as malas, o seu telemóvel começara a tocar o que o fez parar por uns minutos.


— Jisung? Olá! – sorriu.

Oi hyung!” – o sei tom parecia animado.

— Vejo que pelo o teu tom estás animado!

Sim, eu estou!” – abriu ainda mais o sorriso, embora o mais velho não pudesse ver. – “Eu e Chenle hyung estamos nos aproximando...

— Eu sabia que vocês iriam se aproximar mais cedo ou mais tarde. – riu. – Mas eu tenho muitas coisas para fazer, podemos falar mais tarde?

Sim e já agora, boa viagem!

— Obrigada, adeus! – encerrou a ligação e continuou a arrumar a mala.


Como já não havia mais nada de que precisasse para Isar na viagem, fechou a mala e a colocou ao lado da porta do cômodo. Saiu de onde estava e caminhou para a cozinha, para poder fazer algo para comerem quando Yukhei chegasse. Começou a iniciar o processo de cozinha quando a campainha ecoou pela casa toda.

Caminhou até à porta e a abriu para o namorado. O chinês entrou e colocou primeiro de tudo as malas no quarto do Kim. Voltou para onde o Kim estava e sentou-se na mesa, ficando a ver o outro cozinhar.


— O que está fazendo para comermos? – perguntou curioso, esticando o pescoço para poder ver.

— Jjajjangmyun! – sorriu. – Estou fazendo algo aleatório.

— Desde que seja você a fazer, eu como. – sorriu. – Eu disse que lhe amo muito, muito hoje?

— Não... – sorriu todo bobinho.

— Eu te amo muito, muito. – fez coraçõeszinhos com os dedos na direção do Kim.

— Eu te amo muito, muito também. – respondeu sorrindo. 


O Kim colocou a comida na mesa, em ambos pratos e começaram a comer.


🌻


Ambos estavam deitados na cama do Kim, trocando beijinhos e abraços quando o telemóvel do Kim começou a tocar, interrompendo o momento que ambos mais apreciavam. Pegou o dispositivo da mesa de cabeceira.


— Alô?

OLÁ HYUNG!” – era donghyuck.

— Meu deus Haechan, não grites! – riu. – A que se deve esta ligação repentina?

Tenho altos babados e também queria desejar uma boa viagem para vocês!

— Quais são os babados? – ajeitou-se nos braços do namorado.

O Mark está a viver na frente da minha casa.” – falava. – “Ele está apenas de calça moletom na sua varanda.

— Tu estás a espiar o rapaz?

Não que seja mentira, porém sim!” – puxou um pouco da cortina para poder ver o garoto. – “Ele parece estar mais bonito e- meu deus, ele olhou!

— Eu admirava-me se você não fosse tão burro quanto é. – riu. – Eu tenho que desligar, para ir dormir.

Tudo bem! Eu vou ligar ao Chenle para acabar de contar os babados!” – riu. “Boa viagem hyung's.

— Sim. – encerrou a ligação e voltou a colocar o telemóvel onde estava. – Eu às vezes me pergunto porquê que eu tenho amigos assim.

— Porque talvez esses sim, sejam os melhores que alguém podia ter. – abraçou forte o coreano. – Vamos dormir sim?

— Sim. – beijou os lábios so garoto, que agora se encontrava de olhos fechados, porém estava acordado.


Fim.


Notas Finais


para minha tristeza esta história chegou ao fim! 💚😭

EU AGRADEÇO IMENSO O VOSSO APOIO!!! 💚💚

e tenho uma surpresa; eu estava pensando em postar depois a continuação em short fic — mais ou menos 6/7 caps ou menos ainda n sei — enquanto eles estão em Hong Kong. o q acham?


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