História Photogarph - Capítulo 7


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Categorias Glee
Personagens Finn Hudson, Noah "Puck" Puckerman, Quinn Fabray, Rachel Berry, Sam Evans, Santana Lopez
Visualizações 17
Palavras 1.772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Uma mentira bem contada


Rachel ergueu o queixo e ela chegou à conclusão que não desejar Quinn era impossível. A empresária notou aquela movimentação, sentindo-se desafiada e o gesto a atingiu profundamente, como se a morena tivesse rindo dela. Quinn continuou a observa-la disparando ondas de medo e de desafio em doses iguais, como se fosse uma funcionaria indisciplinada que fora levada ate o patrão por causa de alguma infração no trabalho. Era uma piada de mau gosto Quinn pensava enquanto olhava as bochechas macias de Rachel levemente avermelhadas e o brilho dos olhos castanhos. Ela sabia que pela ficha da morena, ela era super eficiente em seu trabalho. Nunca chegava atrasada, jamais ficava doente e nem saia um minuto antes do que devia ou saia antes do horário. Nunca reclamava do ambiente de trabalho mesmo sendo ruim, não reclamava da ocupação tediosa que exercia. E nunca pedira aumento na Honey há mais de dois anos, e jamais recebeu um sequer. E Quinn se perguntava o por quê? E pelas roupas que Rachel vestia tinha certeza que ela mal tinha dinheiro para sobreviver. Via mesmo de onde estava o nó que Rachel dava no cabelo para disfarçar os cabelos que precisavam de cuidados. Ela lembrava que amava aqueles cabelos castanhos com cachos nas pontas e que chegavam ate a cintura.

 Mas o peculiar que Quinn lembrava que a filha da morena estava bem vestida, os cabelos loiros e cacheados, bem arrumado. E os seus sapatos pareciam bem melhores que da mãe, que pareciam já estarem velhos demais e terem sido comprados em uma loja de artigos usados. Mas Rachel era inteligente, ela agora trabalhava como arquivista sem importância, escondida nos recônditos do prédio, enquanto a garotinha passava todo o dia no terceiro andar, em creche que superava muitos colégios infantis. O espaço era grande e variedade de brinquedos encantava qualquer criança, além é claro de longa equipe para cuidar da menina se precisasse. A menina parecia ser incontrolável, mas era nítido o quanto amava a mãe e sempre a obedecia quando ela lhe chamava atenção. Beth apesar de deixar todos na creche malucos, aparentemente conseguia fazer todos caírem na gargalhada quando estava prestes a querer mata-la por aprontar mais uma vez. Em outras palavras a menina tinha um grande senso de humor.

 E como Puck dissera, a menina tinha herdado isso de Quinn, que mesmo quando enlouquecia a todos assim conseguia tirar sorrisos a todos a sua volta. E Beth sempre conseguia fugir no ultimo segundo graças a sua habilidade de se transformar de uma criança insuportável em verdadeira cômica. E todos que conviviam com Rachel sabiam o quanto ela amava a filha. Todos sabiam também que ela fazia de tudo para ser a melhor mãe do mundo. Beth nunca precisara sentir falta da ausência de ai. Ele tinha Fin, mas Quinn se questionava se a atitude de Rachel esconder a existência da menina dela seria mesmo um gesto de uma mãe amorosa.

— Sente-se Rachel. — Quinn lhe ordenou com frieza.

 — Não obrigado eu prefiro ficar de pé. — Rachel recusou.

 — Sente-se agora e não discuta comigo. — Quinn insistiu e sentiu o sangue começar a ferver por todo o seu corpo enquanto aguardava uma nova recusa de Rachel.

Mais para sua total surpresa, Rachel não o fez. E naquele momento Quinn se sentiu frustrada, pois se Rachel tivesse recusado novamente, ela adoraria ter usado o fato para partir a morena em pedacinhos com as próprias mãos.

 Cuidadosamente e de olhos baixos Rachel se sentou, uma bela mulher de 1,65 de altura e vários maravilhas escondidas sobre aquele terninho vagabundo. Quinn se acomodou em sua cadeira, e permitiu-se olhar para baixo de forma calma em um estudo que não refletiam o tumulto se sensações que a corroíam por dentro. Rachel adoraria que Quinn soubesse que seu corpo ainda não tinha esquecido tudo que vivera com ela, mesmo que se cérebro tivesse conseguido ignora-la ate horas atrás. A boca rosada estava totalmente tremulas e tensa, a empresaria notara, mesmo Rachel tentando esconder o leve tremor que evidenciava o quanto estava assustada.

 — Ótimo. — Quinn pensava enquanto a observava Rachel puxar a cadeira a sua frente perto da mesma. Ela se sentou com a coluna ereta e os joelhos bem juntos. Seria outra piada! Quinn continuava a pensar, Rachel Berry estava perfeitamente satisfeita a abrir as pernas para qualquer um como fizera com Sam anos atrás, quando a trairá com o maldito.

 — Acha mesmo ser apropriado conversar com sua chefe por celular enquanto usa o banheiro Berry? — Quinn perguntou.

— Eu já lhe expliquei o motivo. — Rachel disse. — E se esta tão interessada em saber, quando te liguei já tinha terminado de usar o banheiro. — Ela acrescentou. — E não me importa se sentiu ofendida, já que você ignorou minha ligação.

 — Se acalme Berry. Eu entendo ok. — Quinn concordou sem elaborar maiores comentários sobre o incidente.

Rachel olhou novamente para baixo, tentando esconder o rubor de suas bochechas. E Quinn sentia algo dentro dela se agitar, o desejo começava a correr em suas veias, o desejo de correr sua língua sobre aquelas bochechas macia feito cetim e sentir os cílios dourados estremecerem de prazer pela caricia, mais tinha que se controlar. Para Quinn Rachel parecia ter sido criada extremamente para os prazeres da carne, ela era extremamente sexual e ao mesmo tempo tinha certa inocência que a deixava ainda mais atraente aos olhos da loira. Mas ali na sua frente ela estava sentada como uma diretora de escola, dessas solteironas e com roupas de péssimo caimento, cabelos preso, boca tensa e olhos gélidos.

 — Você não queria me ver Rachel? Então fale logo o que você quer? — disse Quinn.

— Mande o seu cão de guarda parar de vigiar a creche. — Rachel respondeu imediatamente.

— Não farei isso.

 — Ele esta assustando as outras crianças Quinn... A loira ergueu uma das sobracelhas antes de responder.

 — Esta assustando minha filha Berry? Rachel ficou tensa e praticamente gritou.

— Ela não é sua filha que inferno Quinn.

— Ela é filha de Sam então? Rachel pareceu não acreditar no acabara de ouvir, ela ergueu o queixo, a boca ficara tremula mais uma vez e uma expressão de teimosia tomava conta se seu rosto, o olhar decido a enfrentar Quinn, mas ela não fez simplesmente permaneceu em silencio. Por um momento lhe pareceu uma boa saída, mas logo a tensão na sala se intensificou ainda sim ela sustentou o olhar frio. Ela odiara Quinn por perguntar aquilo, mas... Deus como essa mulher era maravilhosa, Rachel se pegou pensando em Quinn inutilmente. Os cabelos loiros e sedosos nunca se enrolavam como os de Beth a não quando acordavam pela manhã, depois de longa noite de amor. Os olhos azuis ficavam perdidos entre os cílios sempre lhe dando uma aparecia sonolenta mesmo quando ela já estava tão acordada como uma leoa caçando sua presa.

E a boca, naquele momento se mantinha escondida pelos dedos longos e palidos, que eram capazes de matar de prazer se conseguisse se aproximar o suficiente. Será que Quinn Fabray ainda era capaz de fazer perder a noção de realidade e leva ate as nuvens? Era uma pergunta que seu corpo lhe fazia, mas que a mente de Rachel se recusava a descobrir a resposta. Mais sabia que Quinn também poderia reduzi-la a pedaçinhos, com ajuda daqueles dentes brancos e da maldita língua, que mesmo lhe lançando insultos com tamanha eficiência podia também devora-la de maneiras inimagináveis. Seus mamilos acabaram ficando intumescidos e Rachel sabia bem por que razão. Pensar na boca contorcida de raiva de Quinn Fabray que estava sempre pronta para lhe dar prazer, era o suficiente para fazer seus seios responderem ansiosos e cheios de felicidade esperando por tal ato. A morena respirou fundo tentando controlar seus instintos e voltar à realidade.

— Se não sabe eu trabalho aqui. — Ela informou. — E o que aconteceu no saguão na hora do meu almoço já me causou problemas demais. Todos estão fofocando em todos os andares, mas se Puck ficar lá na creche como um cão de guarda só vai piorar tudo.

— Ele esta cuidando da segurança da minha filha. — Ela não é sua filha, quantas vezes vou ter que repetir isso. – Rachel estava disposta a repetir aquilo até o que inferno congelasse, mas nunca admitiria a verdade.

 — Qual a cor da calcinha que esta usando Berry? Branca ou cinza para combinar com esse seu terninho horroroso. — Quinn perguntou querendo mudar o foco da conversa e deixando Rachel completamente confusa. — Só estou perguntando isso porque me deixou com essa... Digamos imagem na cabeça desde sua ligação pitoresca. — Quinn explicou. — Porque pelo que me lembro dessas eram as cores das suas roupas intimas quando eu a conheci. Apenas algodão, sem qualquer vestígio de seda ou renda.

— O que pelo visto não é da sua conta Quinn! — Rachel respondeu, subitamente sentindo a redá da calcinha contra a sua pele. Tudo começava a ficar mais sensível lá baixo.

— E as meias-calças ainda usa alguma? — Quinn a ignorou e continuou, sem se importar. — Você costumava se bem pratica antes de eu lhe apresentar as delicias das meias de seda com um sexy acabamento de renda. Subitamente tomando consciência das rendas que mantinham sãs meias no lugar, Rachel se mexeu na cadeira desconfortável e sentindo uma contração em seu sexo.

— Eu acho que você pensa que pode dizer o que quiser para mim só porque fomos amantes Quinn. — Rachel disse abruptamente.

— E todos os sutiãs de algodão, sempre um numero maior. Eu sempre imaginei que era para caso de seus seios aumentarem de forma repentina. — Quinn insistia. — Eles ficaram maiores quando estava carregando minha filha em se ventre Rachel?

— Ela não é sua filha! — A morena disparou completamente irritada.

Quinn se levantou da cadeira de forma rápida como se fosse uma grande serpente negra preparando-se para dar o bote, ela se inclinou sobre Rachel, apoiando as mãos no tampo da mesa.

 — Responda Berry! — A morena exclamou entre os dentes cerrados. — Seu corpo mudou tanto assim? Será que sua consciência não pesou nenhuma vez por manter minha filha afastada de mim?

 —Eu disse que Beth não é sua filha e nem de Sam. E ela tem pai, um caso esteja com duvidas ele se chama Finn hudson. Use seus contatos e investigue e pare de tirar conclusões precipitas.

De certa forma aquilo era verdade Finn sempre esteve lá para a menina e não ter seu sangue não o desmerecia como seu pai.

— E o que houve com a filha que carregava quando te mandei embora, me diz anda?Rachel ia contar a maior mentira de sua vida, mas se não fizesse isso Quinn insistiria naquela historia e medo de perder Beth era maior.

— Eu perdi Quinn, eu perdi.



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